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Câmara reajusta em 170,8% reembolso de gastos com saúde para deputados

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Câmara reajusta em 170,8% reembolso de gastos com saúde para deputados
Beto Barata/Agência Senado

Câmara reajusta em 170,8% reembolso de gastos com saúde para deputados

A Câmara dos Deputados reajustou de  R$ 50 mil para R$ 135,4 mil o valor do reembolso de despesas de assistência com saúde de parlamentares, um aumento de 170,8%  em meio à pandemia de Covid-19.  A justificativa é que o valor estava defasado.

O reajuste foi publicado ontem em edição extra do Diário Oficial da Casa, em ato da Mesa Diretora assinado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). De acordo com a justificativa, nos últimos anos  a “inflação médica” tem superado o índice oficial de inflação. “Some-se a isso a maior demanda do público pelo acesso a serviços de saúde e o envelhecimento da população, tudo contribuindo para a elevação dos custos com saúde”, diz o texto.

Ainda segundo o ato da Mesa, a medida não irá “criar ônus adicional para a Câmara dos Deputados”. A segunda vice-presidência, que é ocupada atualmente pelo deputado André de Paula (PSD-PE) “continuará a analisar caso a caso, levando-se em conta os pareceres” dos órgãos técnicos.

“Essa atualização corrigirá a natural defasagem monetária de um valor fixado no ano de 2015 e proporcionará maior agilidade (racionalização) no atendimento às demandas relativas ao reembolso de despesas com saúde”, diz o texto, ressaltando também que haverá com o novo limite adotado “um menor número de processos’ sujeitos à deliberação “descongestionando” a pauta das reuniões da Mesa Diretora.

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MEI: Três em cada 10 fecham as portas em até cinco anos de atividade no Brasil

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MEI: Três em cada 10 fecham as portas em até cinco anos de atividade no Brasil
Redação 1Bilhão Educação Financeira

MEI: Três em cada 10 fecham as portas em até cinco anos de atividade no Brasil

Os microempreendedores individuais ( MEI ) são os que apresentam a maior taxa de mortalidade em até cinco anos. De acordo com a pesquisa Sobrevivência de Empresas (2020), realizada pelo Sebrae com base em dados da Receita Federal e com pesquisa de campo, a taxa de mortalidade desse porte de negócio é de 29%. Já as microempresas têm uma taxa de mortalidade, após cinco anos, de 21,6% e as de pequeno porte, 17%.

De acordo com o presidente do Sebrae, Carlos Melles, o estudo comprova a tese de que quanto maior o porte, maior a sobrevivência, pois o empresário tem um maior preparo e muitas vezes opta por empreender por oportunidade e não por necessidade.

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“Entre os microempreendedores individuais há uma maior proporção de pessoas que estavam desempregadas antes de abrir o negócio e que, por isso, se capacitam menos e possuem um menor conhecimento e experiência anterior no ramo que escolheram, o que afeta diretamente a sobrevivência do negócio”, afirma Melles.

Leia a  matéria completa em  1Bilhão Educação Financeira para saber mais.

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Bolsonaro admite que não houve corrupção no BNDES após gastar R$ 48 mi em buscas

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BNDES é  Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
Redação 1Bilhão Educação Financeira

BNDES é Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social


Durante a campanha presidencial de 2018 que elegeu Jair Bolsonaro , o presidente prometia “abrir a caixa preta do BNDES ” (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Tratava-se, supostamente, de um esquema de corrupção dos governos petistas que beneficiaria os demais países da América do Sul, o grupo fictício chamado de “ foro de São Paulo ”. 

Já no primeiro ano de mandato, o banco estatal gastou R$ 48 milhões em auditorias dos contratos de empréstimos a empresas e governos estrangeiros , mas não encontrou nenhum indício de irregularidade.

Nesta quinta-feira (17), Bolsonaro admitiu estar convencido de que não existe nenhuma  corrupção na estatal enquanto falava com apoiadores no cercadinho do Palácio do Planalto.


“Não foi caixa-preta, na verdade. Está aberto. Eu também pensava que era caixa-preta, mas está disponível, no site do BNDES, todos os empréstimos feitos para outros países”, disse.

“Alguns me criticam que eu estou concluindo obras do PT . É verdade, algumas obras são começadas pelo PT, sim. Agora, o PT não deixou obra inconclusa fora do Brasil. Vamos parabenizar o PT”, ironizou. “Foi quase meio trilhão de reais. Vocês [população] pagando”, completou o presidente. A fala foi gravadas pelo site bolsonarista Foco do Brasil.

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Caminhoneiros ameaçam greve e acusam governo de fazer marketing com demandas

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Wallace Landim, Chorão, líder caminhoneiro
Reprodução/Facebook

Wallace Landim, Chorão, líder caminhoneiro

O presidente da Abrava (Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores) , Wallace Landim, afirmou que a categoria poderá entrar em greve nos próximos dias . Líder da greve da categoria em 2018, “Chorão”, como é conhecido, disse estar no limite e lembra das dificuldades dos caminhoneiros nos últimos meses. 

“Possibilidade há. Estamos no limite, na UTI, estamos tomando esse remédio para salvar a categoria”, disse Landim, em entrevista ao UOL.

Chorão ainda acusou o governo federal de se promover com as demandas da categoria . Segundo o presidente da Abrava, a promessa de linha de crédito para caminhoneiros por meio do BNDES não foi cumprida. 

“Outra coisa que me deixou muito chateado é aquela [linha de crédito] de R$ 500 milhões para manutenção da categoria, que foi proposta para nós. Não conheço nenhum caminhoneiro que pegou. A vigência terminou agora. Eu pedi, mandei ofício para Ministério da Economia e nem sequer me retornou. Conversamos com vários setores financeiros, esse plano nunca existiu. Estão fazendo marketing em cima da categoria”, ressaltou. 

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O programa foi anunciado em 2019 e teve sua vigência encerrada no último dia 8 de junho. Para tentar amenizar e atender os pedidos de caminhoneiros, o governo federal lançou o “Gigantes do Asfalto” , um projeto que promete desburocratizar a situação de caminhoneiros autônomos. 

Nos últimos meses, o Palácio do Planalto tenta atender a todo custo as demandas da categoria, a fim de evitar outra greve, como a realizada em 2018. O presidente Jair Bolsonaro, inclusive, decretou a redução de impostos federais no diesel para diminuir a pressão sobre o governo. 

Nas eleições de 2018, Bolsonaro prometeu manter bom relacionamento com os caminhoneiros, mas atritos registrados no último ano provocaram um racha entre a categoria e o presidente. No começo deste ano, parte dos caminhoneiros autônomos ameaçaram entrar em greve, no entanto, recuaram após pouca adesão.  

Após negociações, o Planalto prometeu incentivos à categoria, mas, segundo Chorão, não foram efetivadas. Entre as promessas estava a prioridade na imunização, o que também não foi cumprido. 

“A gente vem participando de muitas reuniões no governo e nada. Nós temos várias situações, uma delas é referente à vacina. A gente está no grupo prioritário desde janeiro, mas até agora a gente não foi imunizado”, lembra. 

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