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Câmera flagra cliente arrancar cabelo e colocar em lanche; vendedor era careca

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cliente arrancou cabelo para colocar no lanche
Reprodução/RPC

Câmera de lanchonete flagrou mulher arrancar seus cabelos para colocar no lanche e ganhar outro de graça

Careca, o dono de uma banca de lanches em Mandaguaçu, no norte do Paraná, se surpreendeu quando uma cliente reclamou da presença de cabelos em seu pedido. O vendedor fez um novo lanche a ela, que só pagou pelo segundo, mas com a situação inusitada, resolveu checar as imagens da câmera do local, e elas mostram a mulher arrancar o próprio cabelo e colocar em seu cachorro-quente antes da reclamação.

Após arrancar deliberadamente o seu cabelo e colocar no lanche, a cliente se dirigiu ao caixa para relatar que havia encontrado cabelo em seu lanche e pedir um novo cachorro-quente como compensação pelo ocorrido, que aconteceu na noite de terça-feira (11). Porém, seu pedido havia sido feito justamento pelo empresário e vendedor, que é dono da banca de lanches e careca.

Ao mostrar o cabelo e pedir por um novo lanche, a cliente já havia comido quase todo o seu cachorro-quente . Ainda assim, o comerciante fez um outro sanduíche para ela, que comeu tudo e pagou somente pelo segundo.

vendedor careca cabelo no lanche
Reprodução/RPC

Vendedor careca se surpreendeu com reclamação de cabelo em lanche feito por cliente

O vendedor disse que a reclamação o surpreendeu, já que, além de ser careca, ele ainda trabalha com boné ou proteção na cabeça. Segundo ele, só conseguiu entender de fato o lamentável ocorrido quando resolveu conferir as imagens de sua câmera.

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Em entrevista à RPC, o empresário disse perdoar a cliente, apesar de lamentar a situação. “Eu acho que deu na cabeça dela: ‘cara, eu não vou pagar esse lanche’. A atitude que ela fez eu perdoo, mas é lamentável. Espero que ela não faça novamente”, disse. “Se você estiver por aqui, venha pagar o lanche que você comeu. É o certo, né”, completou.

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Candidatos de São Paulo pegam carona no auxílio e prometem benefício local

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Russomano e Fidelix
Reprodução YouTube dos candidatos

Celso Russomano e Levy Fidelix, candidatos à prefeitura de São Paulo, prometem criar um auxílio emergencial municipal

Depois da alta na  popularidade do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) com o auxílio emergencial,  candidatos à prefeitura de São Paulo colocam a renda mínima na lista de propostas. Entre eles, Celso Russomano (Republicanos) e Levy Fidelix (PRTB) já prometem criar um auxílio paulistano.

Em evento no sindicato de trabalhadores de aplicativos do Estado de São Paulo na terça-feira (29), Russomano afimou que planeja um auxílio emergencial municipal. “Estamos estudando um auxílio paulistano, que seria um complemento ao que o governo federal está fazendo”, disse o candidato.

Russomano também reivindicou parte da autoria do auxílio emergencial federal para si, afirmando que a ideia saiu de uma conversa que teve com Bolsonaro no início da pandemia. “Eu disse: ‘Presidente, nós corremos o risco grave de as pessoas começarem a buscar os estabelecimentos comerciais para buscar alimento, porque eles não têm alimento, eles não têm o que comer’. E dessa discussão saiu o auxílio emergencial”, afirmou o atual deputado federal.

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Já o candidato  Levy Fidelix, do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro, disse durante  live do iG  que pensa em um projeto de renda mínima paulistano. Ao ser perguntado sobre a assistência social por conta da crise da pandemia, Fidelix disse que criaria um banco paulistano em que colocaria os ativos do município, e que isso bancaria um auxílio local.

“É chegada a hora, sim, de colaborar e ajudar a população uma vez mais. Eu socorreria do meu tesouro, tendo este banco de investimentos internacional que quero constituir. Nós teremos recursos para um programa próprio para socorrer essa população que não tem emprego mínimo, não tem como produzir, e fazer um programa social padrão Bolsa Família – não teria esse nome, quem sabe ‘São Paulo Para Todos Nós’, vou até criar um nome agora aqui, onde daríamos apoio mínimo de sobrevivência às pessoas. Nós teríamos dinheiro sobrando no caixa”, afirmou o candidato que é apoiado pelo vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB).

Popularidade de Bolsonaro

Em pesquisas, a  alta na popularidade do presidente Jair Bolsonaro  tem sido relacionada à criação do auxílio emergencial. Apesar de ter inicialmente proposto o auxílio em R$ 200, após pressão do Congresso a renda emergencial foi fechada no valor de R$ 600 pelo presidente. 

No entanto, com a prorrogação até o mês dezembro em R$ 300, Bolsonaro mudou o tom, incentivando a população à volta ao trabalho e afirmando que o auxílio é “caro para quem paga”. 

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O Ministério da Economia, de Paulo Guedes, tem tido atritos com o presidente. Por um lado, Bolsonaro entende que as medidas sociais como o auxílio emergencial e o Bolsa Família – que será chamado de  Renda Cidadã – dão popularidade ao governo, atendendo às demandas da população de baixa renda no momento de crise. Por outro, Guedes tenta conter os gastos na criação de programas sociais, propondo, por vezes,  medidas impopulares – como o congelamento de aposentadorias, vazado à imprensa por seu secretário, Waldery Rodrigues.

Alguns municípios brasileiros já têm auxílio municipal 

Como mostrou reportagem do iG no mês de julho, alguns  municípios pelo Brasil já criaram auxílios emergenciais municipais, usando orçamento local. É possível descobrir se sua cidade oferece a renda emergencial acessando os sites das prefeituras. Alguns exemplos de cidades com auxílio emergencial municipal são Vitória (ES), Altamira (PA) e Lorena (SP).

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Precatórios não serão usados no Renda Cidadã, avisa Guedes, que cita reavaliação

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Brasil Econômico

Em videoconferência para comentar dados do emprego, nesta quarta-feira (30), o ministro Paulo Guedes defendeu que seja reavaliado o fluxo de pagamentos de precatórios , mas afirmou que o governo não irá usar essa fonte para o programa Renda Cidadã.


Anteriormente, ainda nesta semana, depois de reunião entre Guedes e o presidente Jair Bolsonaro, foi anunciado que o novo programa seria financiado com a sobra de recursos do pagamento de precatórios – dívidas do governo que são reconhecidas pela Justiça.

Guedes demonstrou que existe uma divergência em relação a esta medida, que foi anunciada pelo relator do Orçamento de 2021, o Márcio Bittar (MDB-AC). Segundo ele, Bittar está fazendo os próprios estudos, enquanto a equipe econômica também avalia o programa.

“Se queremos respeitar teto , temos que passar lupa em todos os gastos, para evitar propostas de romper o teto, de financiar o programa de forma equivocada, que nunca foi nossa ideia”, falou.

O Ministro disse que a fonte de recursos dos precatórios ” não é saudável , limpa, permanente ou previsível”.  “O programa Renda Brasil é uma consolidação de 27 programas, possivelmente com fontes adicionais. Não se trata de buscar recursos para financiar isso, muito menos recursos de uma dívida que transitou em julgado e que é líquida e certa, nós não faremos isso. Nós estamos aqui para honrar compromissos”, complementou.

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No entanto, Guedes afirmou que o fluxo de pagamento de precatórios é explosivo e que precisa ser reavaliado. Ainda segundo ele, a pasta está avaliando a despesa considerando o controle dos gastos públicos.

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Déficit nas contas públicas bate R$ 87,6 bi em agosto, pior resultado em 19 anos

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Agência Brasil

banco central
Raphael Ribeiro/BCB

O déficit primário desconsidera o pagamento dos juros da dívida pública; é o pior resultado de agosto da série histórica, desde dezembro de 2001

As contas públicas registraram em agosto saldo negativo recorde, devido às despesas extraordinárias necessárias para o  enfrentamento da pandemia da Covid-19. O setor público consolidado, formado por União, estados e municípios, apresentou déficit primário de R$ 87,594 bilhões no mês passado, o maior resultado negativo para o mês da série histórica iniciada em dezembro de 2001. Em agosto de 2019, o déficit primário foi de R$ 13,448 bilhões. Os dados foram divulgados hoje (30) pelo Banco Central (BC).


De acordo com o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, esse resultado já era esperado devido ao crescimento das despesas vinculadas à pandemia da Covid-19. Por outro lado, na comparação interanual, segundo ele, houve crescimento das receitas em 5,8%.

“Isso mostra que o período de postergação de pagamento de impostos já está terminando e mesmo a própria evolução da atividade econômica, com a redução do distanciamento social, começa a ter maior normalização”, disse.

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O déficit primário representa o resultado negativo das contas do setor público desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. O montante difere do resultado divulgado ontem (30) pelo Tesouro Nacional, de déficit de R$ 96,096 bilhões em agosto, porque, além de considerar os governos locais e as estatais, o BC usa uma metodologia diferente, que considera a variação da dívida dos entes públicos.

No mês passado, o Governo Central (Previdência, Banco Central e Tesouro Nacional) apresentou déficit primário de R$ 96,471 bilhões, ante R$ 16,459 bilhões de agosto de 2019. Já os governos estaduais registraram superávit de R$ 8,308 bilhões. No mesmo mês do ano passado, o superávit foi de R$ 2,269 bilhões.Os governos municipais registraram superávit de R$ 788 milhões em agosto deste ano.

No ano passado, o superávit foi de R$ 388 milhões. As empresas estatais federais, estaduais e municipais, excluídas as dos grupos Petrobras e Eletrobras, registraram déficit primário de R$ 219 milhões no mês passado.

Segundo Rocha, houve redução nas transferências regulares da União a estados e municípios – de R$ 23,2 bilhões em agosto de 2019 para R$ 19,3 bilhões em agosto de 2020. Entretanto, esse resultado positivo dos governos locais ocorreu por efeito das transferências para o enfrentamento da Covid-19, que em agosto deste ano chegaram a R$ 15 bilhões.

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“Em conjunto, no setor público consolidado, o resultado dessas transferências é neutro. Mas quando olha individualmente, isso contribui para aumento das despesas do governo central e para a diminuição do déficit, ou, nesse caso, aumento do superávit na esfera dos governos regionais”, explicou.

De janeiro a agosto, o déficit primário chegou a R$ 571,367 bilhões, contra o resultado negativo de R$ 21,950 bilhões, em igual período de 2019. Em 12 meses encerrados em agosto, o déficit primário ficou em R$ 611,289 bilhões, o que representa 8,50% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país).

A meta para este ano era de déficit primário de R$ 118,9 bilhões. Entretanto, o decreto de calamidade pública dispensou o governo de cumprir a meta.

Despesas com juros

Os gastos com juros ficaram em R$ 34,285 bilhões em agosto, contra R$ 50,197 bilhões no mesmo mês de 2019. A redução das despesas com juros ocorreu pela influência das operações do BC no mercado de câmbio (swap cambial).

Os resultados dessas operações são transferidos para o pagamento dos juros da dívida pública.

Se comparado com o mês passado, entretanto, o resultado de agosto foi maior. Em julho, os gastos com juros foram de R$ 5,838 bilhões. De acordo com Rocha, isso aconteceu porque em julho, houve ganhos de R$ 16,3 bilhões com swap, já em agosto o resultado foi contrário, com perdas de 14,3 bilhões.

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Nos oito primeiros meses do ano, essas despesas com juros acumularam R$ 213,736 bilhões, ante R$ 258,808 bilhões em igual período do ano passado.

Em agosto, o déficit nominal, formado pelo resultado primário e os gastos com juros, ficou em R$ 121,879 bilhões, contra o resultado negativo de R$ 63,644 bilhões em igual mês de 2019. No acumulado de sete meses do ano, o déficit nominal chegou a R$ 785,103 bilhões, contra R$ 280,759 bilhões em igual período de 2019.

Dívida pública

A dívida líquida do setor público (balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais) chegou a R$ 4,367 trilhões em agosto, o que corresponde 60,7% do PIB, o segundo maior percentual da série histórica do BC, iniciado em dezembro de 2001.

A primeira foi em setembro de 2002, quando a dívida líquida chegou a 62,4% do PIB. Em julho deste ano, esse percentual estava em 60,1%.Em agosto, a dívida bruta – que contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais – chegou a R$ 6,389 trilhões ou 88,8% do PIB, contra 86,4% em julho deste ano. Esse é o maior percentual da série histórica do BC, iniciada em dezembro de 2006.

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