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CGE reforça canais de atendimento da Rede de Ouvidorias

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Como responsável pela coordenação da atividade de Ouvidoria no Governo de Mato Grosso, a Controladoria Geral do Estado (CGE-MT) reitera à população os canais de atendimento da Rede de Ouvidorias em funcionamento neste período de pandemia.

Os meios para entrar em contato com Rede de Ouvidorias do Poder Executivo Estadual são os seguintes:

Por enquanto, o atendimento pelos telefones 162 e 0800 647 1520 está suspenso.

Ao fazer a manifestação pela Internet, a CGE orienta o cidadão a se atentar à marcação do campo indicativo de que a demanda dele é relacionada à Covid-19, se for o caso, para agilizar a triagem, já que os assuntos relativos à pandemia têm prioridade no atendimento.

Funciona assim: após receber a mensagem do cidadão, a CGE faz a triagem e encaminha para a Ouvidoria Setorial do órgão com atribuição relacionada à manifestação.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Operação Pantanal 2: MT recebe reforço de MS e das Forças Armadas para combater incêndio na região

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Nesta sexta-feira (07.08), Mato Grosso recebe o reforço de Mato Grosso do Sul em apoio as equipes que estão trabalhando no combate ao incêndio florestal no Pantanal.

Foi sinalizado o envio de força tarefa para Mato Grosso que ficará à disposição da Coordenação do Centro Integrado Multiagências de Coordenação Operacional (CIMAN), com previsão de três helicópteros de médio porte das forças armadas, uma aeronave C130, dez militares do CBMMS, dez brigadistas do IBAMA e dez fuzileiros navais, para se unirem às equipes coordenadas pelo Corpo de Bombeiros Militar.

Além do incremento das forças federais e do Estado de Mato Grosso do Sul, sete equipes terrestres e dois aviões de combate do CBMMT, uma aeronave do CIOPAer, maquinários da SEMA e de Produtores rurais da região, pessoal e veículos do SESC Pantanal, além da Prefeitura de Poconé estarão apoiando essa grande operação.

Nesta quarta-feira (05.08) chegou em Cuiabá a aeronave UH-15 (Super Cougar) da Marinha para o reconhecimento e alinhamento junto ao CIMAN das estratégias de combate no local. 

Toda a força tarefa estará em condições de emprego nesta sexta-feira (07.08) no aeródromo do SESC Pantanal, oportunidade em que será lançada a Operação Pantanal 2 às 10h, com o apronto operacional para, em seguida, realizar a distribuição de todas as equipes em campo.

O comandante geral do CBMMT, o coronel BM Alessandro Borges Ferreira, disse que “o Estado de Mato Grosso, por meio das Secretarias de Segurança Pública e de Meio Ambiente já vem trabalhando de forma integrada e apoiando as ações do CIMAN e o reforço das Forças Armadas e do Governo do Mato Grosso do Sul possibilitará a otimização dos recursos para o êxito na extinção do incêndio”.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Equipes de fiscalização ambiental sofrem emboscadas em Colniza

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Equipes de fiscalização ambiental do Governo de Mato Grosso sofreram emboscadas na região de Colniza (1025km Noroeste de Cuiabá). Em operações para coibir os crimes ambientais cometidos na região, as equipes foram surpreendidas por árvores abatidas na única pista de acesso aos locais do crime. As emboscadas ocorreram nas glebas de Guariba, no dia 27 de julho, e Taquaraçu do Norte, no dia 03 de agosto.

Além do bloqueio das pistas, foi ateado fogo às margens das pistas de acesso. A suspeita é que as emboscadas tenham sido praticadas por grileiros e posseiros que atuam na região extraindo madeira ilegalmente da Floresta Amazônica.

Todos os fatos foram registrados em boletim de ocorrência para que as autoridades competentes apurem os fatos. As equipes são compostas por fiscais da Secretaria de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Defesa Agropecuária (Indea) e policias militares.

A região de Colniza vem recebendo atenção especial das autoridades estaduais e federais para combater os crimes ambientais que vêm sendo praticados na região. Cerca de 329 alertas de desmatamento na região já foram atendidos, totalizando R$ 86,5 milhões em multas aplicadas somento no município.

Reincidência

O monitoramento feito por imagens de satélite vem alertando para um aumento nos ilícitos ambientais na Gleba de Taquaraçu do Norte, localizada em uma região de difícil acesso com vários pontos de desmatamento e extração ilegal de madeira, além de histórico de conflitos fundiários.

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Em 20 de julho, com apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), as equipes constataram pontos de desmatamento na Gleba. Durante a operação, foi inutilizado um 1 trator de pneu que estava sendo empregado para a extração ilegal de madeira, também foi feita apreensão de arma, munições e declarado o embargo da área.

Já na semana seguinte, o monitoramento detectou novos alertas de desmatamento exatamente na mesma área, levando as equipes novamente para campo para verificar os danos ambientais causados. Os fiscais encontraram um novo barraco e máquinas extraindo madeira ilegalmente na mesma área. Novamente, os materiais foram inutilizados para evitar prosseguimento nos danos causados à floresta amazônica. Nas duas operações os suspeitos evadiram-se do local e ninguém foi preso.

Floresta em pé

Os órgãos ambientais utilizam a Plataforma de Monitoramento da Cobertura Vegetal para identificar desmates ilegais a partir de um hectare. Dessa forma, as equipes agem rapidamente evitando o prosseguimento dos crimes ambientais.

Para descapitalizar o infrator e impedir que o crime continue, a Sema adotou no início deste ano procedimentos para remoção imediata do maquinário do campo. As remoções são feitas com apoio do Programa REM-MT (Da sigla em inglês REDD+ para Pioneiros).

Já nos locais de difícil acesso, a Sema segue os procedimentos, conforme legislação e recomendação do Ministério Público Estadual, para destruição dos equipamentos.  A Notificação Recomendatória do MPE considera a destruição ou inutilização de equipamentos em situações que possam expor o meio ambiente a riscos significativos, comprometer a segurança da população e dos agentes públicos envolvidos na situação. A destruição é realizada em local seguro, que não oferece risco ao meio ambiente pelo uso de fogo.

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Tolerância zero

Mato Grosso declarou tolerância zero aos crimes ambientais. Desde o início de 2020, as autoridades ambientais e federais aplicaram, juntas, mais de R$ 1,9 bilhão em multas e pedidos de indenização por crimes contra a flora. Também foram embargados 225 mil hectares e realizada a apreensão de mais de R$ 10 milhões em equipamentos.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Ipem-MT orienta sobre segurança em botijões de gás e seus acessórios

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De acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria de alimentação Fora do Lar Galunion em parceria com o Instituto Qualibest, mais de 90% dos brasileiros estão preferindo fazer suas próprias refeições. Entre as razões, está a preocupação com a segurança alimentar diante do avanço da Covid – 19.

Em Mato Grosso, segundo o Sindicato das Empresas Revendedoras de Gás de Mato Grosso (Sinergás), a procura pelo gás de cozinha aumentou 30%. Por isto, o Instituto de Pesos e Medidas de Mato Grosso (Ipem-MT) listou dicas importantes para evitar acidentes domésticos neste período.

Para o presidente do Ipem – MT, Bento Bezerra, uma das preocupações que se deve ter é com o regulador de baixa pressão, também conhecido como válvula. “É importante que ela seja trocada de cinco em cinco anos, para evitar acidentes”, ressaltou.

O mesmo deve acontecer com a mangueira, ação que não é frequente pelo desconhecimento da população. “Assim como a válvula, a mangueira tem uma duração de cinco anos e devem ser trocadas após este período. Elas devem ser de PVC e não podem ter emendas”, disse Bento. “O recomendável é que ela seja de 85 a 125 centímetros, pois se ela for mais comprida pode dar a volta no fogão e, com o passar do tempo, derreter e ausar acidentes”, completou.

Os preços da válvula, em buscas de sites da internet, podem variar de R$ 20 até R$ 50, enquanto a mangueira de R$ 30 a R$ 100. No entanto, é importante que o consumidor fique atento ao local onde está comprando e verifique o prazo de validade e se tem o selo do Inmetro.

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É preciso atentar também ao estado do botijão de gás, que não pode estar amassado, enferrujado ou apresentando qualquer dano para evitar o vazamento do gás. Além disto, o consumidor deve presentar atenção com relação ao lacre do produto. “Se o lacre estiver violado, é possível que o botijão já tenha sido usado”, conclui Bento.

Fonte: GOV MT

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