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Cid Gomes apela ao TSE para proibir Bolsonaro de usar suas críticas ao PT na TV

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Cid Gomes criticou o Partido dos Trabalhadores em evento pró-Haddad realizado na segunda-feira
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Cid Gomes criticou o Partido dos Trabalhadores em evento pró-Haddad realizado na segunda-feira

O recém-eleito senador Cid Gomes (PDT-CE), irmão do candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT), recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na noite dessa terça-feira (16) para tentar impedir que um  vídeo seu criticando o Partido dos Trabalhadores (PT)
continue sendo utilizado na propaganda de Jair Bolsonaro (PSL) na televisão.

As críticas de Cid Gomes
ao PT se deram no início desta semana, durante ato realizado em Fortaleza com o intuito de firmar o apoio do PDT ao candidato Fernando Haddad no segundo turno da eleição presidencial. Na ocasião, Cid bateu boca com militantes petistas, chamados por ele de “babacas”, e disse que Haddad e o PT “merecem perder” da eleição.

As filmagens dessas críticas do pedetista foram inseridas no programa de Bolsonaro
levado ao ar em rede nacional de televisão na noite de ontem. Para o quinteto de advogados que representam Cid no TSE, a estratégia da campanha de Bolsonaro representa “ardiloso artifício para tentar repassar à população fatos que não condizem com a realidade”.

Os advogados alegam que o presidenciável do PSL infringiu trecho da legislação eleitoral que coíbe o uso de imagem de candidato filiado a partido que declarou apoio a outro. A defesa acrescenta que a propaganda de Bolsonaro foi editada e visa “criar, artificialmente, estados mentais na população, na nítida tentativa de induzir o eleitorado à erro”.

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As declarações feitas pelo irmão de Ciro Gomes na segunda-feira motivaram reações ao longo dessa terça-feira.  Fernando Haddad
minimizou o ocorrido e afirmou que Cid é seu amigo. Já a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, não escondeu sua decepção. “Se o PT não estivesse no segundo turno, apoiaria o adversário do deputado Bolsonaro, porque ele não vai promover a democracia no País. Esperávamos que isso fosse um movimento natural e estou vendo que não é”, escreveu a petista horas após as declarações de Cid.

Diante do mal-estar causado, o próprio Cid Gomes
voltou a se pronunciar e, desta vez, deixou claro que considera o candidato do PT “infinitamente melhor que Bolsonaro”. “Eu não quero me vingar de ninguém. Para o Brasil, o menos ruim é o Haddad. Por isso, penso que seria melhor que ele ganhasse. […] Creio que a única forma de ajudar a evitar que essa ânsia popular de negação coloque o País numa aventura obscurantista seria uma profunda autocrítica da companheirada seguida de um encarecido e sincero pedido de desculpas. Na sequência, uma palavra firme do Haddad de que governará suprapartidariamente. Será pedir demais? Muita ingenuidade?”, explicou-se.

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Veja abaixo o momento em que Cid Gomes criticou o PT:

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Bolsonaro anuncia reajuste dos combustíveis

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Foto: Assessoria

Neste domingo (24), o presidente Jair Bolsonaro, ao lado do ministro Paulo Guedes, da Economia, anunciou que um novo reajuste no preço dos combustíveis deve ocorrer nos próximos dias. Bolsonaro também voltou a criticar o monopólio da Petrobras.

“Pelo que tudo indica teremos reajuste nos combustíveis. Não precisa ter bola de cristal nem informações privilegiadas, que eu não tenho, é só ver o preço do barril de petróleo lá fora e o comportamento do dólar aqui dentro”, disse.

Bolsonaro ressaltou que não tem poderes para interferir na Petrobras e disse ter conversas abertas sobre “o que fazer com ela” para terminar com o monopólio no futuro. Sobre uma possível privatização, ele disse que “não vai simplesmente colocar à venda na prateleira”.

“Alguns querem que a gente interfira nos preços, a gente não vai interferir no preço de nada. Isso já foi feito no passado e não deu certo. Pelos números lá fora, nos próximos dias, a partir de amanhã, teremos reajuste nos combustíveis. Prevendo isso estamos discutindo um auxílio ao caminhoneiro “, comentou.

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Após embargo carne fica mais barata para China; e brasileiro continua pagando caro

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Foto: Divulgação

A suspensão da importação de carne brasileira pela China, após a confirmação de dois casos de mal da vaca louca em frigoríficos de Minas Gerais e Mato Grosso, fez o produto ficar mais barato para a exportação. Mas, aqui no nosso país, o preço da carne bovina segue em alta para os consumidores.

Desde o início do embargo, em 4 de setembro, a cotação da arroba do boi gordo já caiu 9,5%. Mas por que essa queda não é sentida nos bolsos dos brasileiros?

O preço do produto, de fato, recuou no atacado. No estado de São Paulo, por exemplo, o preço ficou menor porque uma parte que seria embarcada para a China foi despachada para o mercado interno. No varejo, entretanto, o preço da carne continua alto.

Esse descompasso entre atacado e varejo se deve a uma diferença no modo de consumo. O mercado interno é abastecido por cortes traseiros (carnes de primeira), enquanto os dianteiros (carnes de segunda) normalmente são voltados para a exportação. É justamente esse último que viu seu preço cair.

Além disso, com a exportação para a China parada, os frigoríficos reduziram os abates e as compras de boi gordo. A menor oferta, por sua vez, levou a um aumento dos preços.

Da redação com IG

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Após a apresentação do  relatório oficial da CPI da Covid, Bolsonaro ataca Renan: ‘Vagabundo é elogio para ele’

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Um dia após a apresentação do  relatório oficial da CPI da Covid, o presidente Jair Bolsonaro atacou nesta quinta-feira o relator da comissão,  senador Renan Calheiros (MDB-AL). Bolsonaro afirmou que “não há maracutaia lá por Brasília que não esteja o nome do Renan envolvido”.

Em seu relatório, Renan pediu o  indiciamento de Bolsonaro por nove crimes: epidemia com resultado morte, infração de medida sanitária preventiva, charlatanismo, incitação ao crime, falsificação de documento particular, emprego irregular de verbas públicas, prevaricação, crimes contra a humanidade e crime de responsabilidade (violação de direito social e incompatibilidade com dignidade, honra e decoro do cargo).

'Não há maracutaia que não esteja o nome do Renan envolvido', diz Bolsonaro
Agência Brasil

‘Não há maracutaia que não esteja o nome do Renan envolvido’, diz Bolsonaro

Um dia após a apresentação do  relatório oficial da CPI da Covid, o presidente Jair Bolsonaro atacou nesta quinta-feira o relator da comissão,  senador Renan Calheiros (MDB-AL). Bolsonaro afirmou que “não há maracutaia lá por Brasília que não esteja o nome do Renan envolvido”.

Em seu relatório, Renan pediu o  indiciamento de Bolsonaro por nove crimes: epidemia com resultado morte, infração de medida sanitária preventiva, charlatanismo, incitação ao crime, falsificação de documento particular, emprego irregular de verbas públicas, prevaricação, crimes contra a humanidade e crime de responsabilidade (violação de direito social e incompatibilidade com dignidade, honra e decoro do cargo).

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Durante evento de inauguração do trecho da transposição do Rio São Francisco, em São João de Piranhas (PB), Bolsonaro questionou por que é “atacado”:

“Por que eu sou atacado 24h por dia? Onde eu errei? Relatório da CPI comandada por Renan Calheiros”.

Da redação com IG

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ALMT – Campanha Fake News II

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