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“Classic Blue” é a cor eleita pela Pantone para 2020; conheça a tonalidade

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Para quem está buscando inspirações para o próximo ano, agora já é possível usar como referência o “Classic Blue”, que foi escolhido pela Pantone como a cor de 2020. Segundo a empresa, a tonalidade, de referência 19-4052 na cartela, é descrita como uma cor que traz calma, confiança e instiga conexão.

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Divulgação/Pantone

“Classic Blue” é a cor eleita pela Pantone para 2020; a tonalidade inspira o setor de moda, beleza, decoração e por aí vai

Ao ditar tendência, o “Classic Blue” será visto em diversas áreas, como em produtos de beleza, roupas, objetos e, claro, na decoração da casa. A Pantone ainda declara que a cor “traz uma sensação de paz e tranquilidade ao espírito humano, oferecendo refúgio, além de ajudar na concentração e trazer clareza ao ambientes.”

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Confira outras imagens da ” Classic Blue ” na galeria:


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7 dicas para fazer seu apartamento parecer maior

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Alto Astral

Apartamento parecer maior

Morar em um espaço menor pode ser uma ótima opção para quem vive sozinho, mas tem suas limitações na hora de decorar e iluminar. Embora o desafio seja grande, no entanto, é possível utilizar alguns truques que ajudam a ampliar o ambiente e fazer o apartamento parecer maior . Confira, a seguir, algumas dicas essenciais para criar um lar aconchegante e sem que ele pareça tão pequeno.

Truques fáceis para fazer o apartamento parecer maior

Iluminação

Opte por luminárias mais claras e que remetam a tons neutros , contrastando-as com paredes brancas. Cores escuras tendem a absorver a luz e dão a sensação de redução do ambiente. A dica funciona muito bem para locais como a cozinha, por exemplo, já que normalmente esse cômodo utiliza de uma paleta suave na composição dos embutidos e móveis.

Móveis verticais

Sofás, prateleiras ou, até mesmo, estantes muito baixas podem comprometer o espaço do ambiente de forma significativa, bloqueando a circulação. Por isso, sempre opte por opções verticais para aproveitar mais as dimensões do apartamento e a altura das paredes. Estantes que vão do chão ao teto e que são preenchidas por prateleiras abertas são uma ótima opção para este tipo de local.

Multiuso

Escolha sempre móveis e decorações que tenham mais de uma função para que o espaço utilizado por eles seja aproveitado em seu nível máximo. Sofás que também servem de cama ou aquelas opções que possuem gaveteiros embaixo funcionam superbem para este tipo de ambiente.

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Espelhos

Os espelhos são um dos truques mais populares para aumentar a dimensão do ambiente e, quando bem posicionados, podem fazer milagres na decoração. O objeto é capaz de deixar o espaço mais arejado e causar sensação de amplitude. Paredes espelhadas e guarda-roupas com espelhos são sempre uma boa pedida para fazer o apartamento parecer maior.

apartamento parecer maior
Foto: Reprodução

Peças grandes não são inimigas

É um erro pensar que utilizar peças grandes pode deixar o ambiente entulhado. Pelo contrário, optar por aqueles que são menores mas em maior quantidade pode fazer com que o espaço pareça simplesmente abarrotado de coisas desconexas. Tapetes e cortinas com grandes proporções, por exemplo, ajudam a ampliar o espaço.

Monocromático

Optar por cores claras ou que flutuem entre os mesmos tons de forma monocromática ajuda a focar a atenção, causando a sensação de que o espaço está menos “entulhado”, coisa que comumente acontece em apartamentos pequenos. Cores claras podem, inclusive, trazer o ar de relaxamento e contribuir para suavizar os limites do seu ambiente.

Escolha bem cada peça que irá compor o espaço

Em espaços pequenos é preciso ser seletivo, mesmo que você não seja adepto ao minimalismo . Toda e qualquer peça que entra para compor o ambiente precisa fazer sentido, combinar com sua personalidade e possuir uma utilidade de estar ali. Caso contrário, é provável que ela atrapalhe a harmonia da composição.

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Fonte: IG Mulher

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Mulheres gamers falam de machismo: “Muitas meninas querem desistir”

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Se antes os jogos eletrônicos eram coisa de criança, esse tipo de entretenimento se tornou cada vez mais profissional, compondo um nicho de mercado de competições conhecido como eSports.  

Uma das pessoas que viu nesse cenário um mercado em potencial foi Fernanda Lobão, cofundadora e CEO da Final Level, uma plataforma de conteúdo gamer lançada em agosto de 2018 e que se tornou o ponto de encontro dos fãs de jogos eletrônicos no Brasil. 

Segundo Fernanda, só em 2020, o faturamento dos jogos eletrônicos foi de 160 bilhões de dólares, sendo que os lucros superam os setores de música e cinema juntos. Apesar de ser uma área predominante masculina, a CEO conta que nunca questionaram sua capacidade para comandar um projeto tão grande voltado para o eSports.

mulheres gamers
Shayene Mazzoti/ Portal IG

Mulheres relatam o machismo que sofrem dentro do eSports


“Apesar do meu ambiente ter muito sócios masculinos, eu sempre fui muito encorajada e tive muita autonomia, meu time executivo é bem misto. Isso se estende aos nossos influenciadores parceiros da Final Level, temos muitas mulheres e meninas fantásticas dentro do nosso coletivo de gamers”, comenta a CEO.

Contudo, para jogadoras como a estudante de publicidade Milena Tammy, 21 anos, a realidade é um pouco diferente. Ela é apaixonada por League of Legends, um jogo online que coloca os jogadores em equipes com um único objetivo: destruir a base inimiga. A futura publicitária conta que começou em 2012 jogando despretensiosamente com seus amigos e relata que, na época, não tinha ideia de como o ambiente poderia ser machista.

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“Eu não ligava muito pra isso (machismo) ou, na verdade, não entendia. Eu fui crescendo e fui entendendo o que acontecia. Hoje eu acho que os caras têm menos medo de falar porque eles estão atrás de um computador e ninguém vai ver”, comenta a estudante.


Segundo Milena, situações machistas seguem desestimulando a inserção de meninas nos eSports.

“Quando uma menina joga, geralmente acham que ela vai ser suporte, ou senão os caras começam a ficar cantando a menina. Não tem um jogo tranquilo, ou o cara xinga, ou ele vê que é uma mulher e dá em cima ou não acha que ela é qualificada para jogar. Eu não quero ser tratada diferente por ser mulher”, critica Milena.

Milena conta que chega a chorar de raiva algumas vezes durante a partida. “Tudo colabora para uma visão machista do que realmente é. Em um esporte normal, realmente os homens podem ter mais força que as mulheres, mas no LOL, é uma pessoa atrás do computador que precisa de raciocínio e uma mão para jogar. Eu não sei por que os homens fazem isso, só atrapalha as mulheres de fazerem o que elas gostam”, desabafa.

A experiência que a deixou mais chocada faz pouco tempo. Ela estava jogando solo, quando um dos jogadores começou a xingá-la e falar coisas racistas, deixando-a muito assustada.

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“Eu não gosto de falar no jogo, mas naquela hora eu falei e ele começou a rir muito e dizer ‘tinha que ser mulher’. Aí outro cara começou a escrever no jogo ‘Você é mulher mesmo? Se você for mulher e não for negra, me passa seu número que eu quero te comer agora’. Eu não consegui gravar o que ele falou, eu entrei em choque”, conta Milena.

Muitas meninas pensam em desistir

Carolina Salgueiro Gannun, mais conhecida Carolzinha SG, de 25 anos, começou a jogar quando tinha 14 anos. Sua grande paixão é o jogo de tiro online Counter Strike. Tanto que hoje, em dia, Carolzinha faz streams das suas partidas para seus mais de um milhão de seguidores em suas redes sociais.


“Eu comecei como youtuber em 2012 e faz uns três anos que eu passei a fazer stream. É maravilhoso porque eu tenho contato com gente do mundo todo, diversos idiomas, é muito bacana ver o jogo unindo países e linguagens”, observa Carolzinha.

Por estar há tanto tempo no meio do eSports, Carolzinha perdeu as contas de quantas vezes sofreu com atitudes machistas dentro do jogo. “No começo foi bem difícil, eu ficava abalada e triste. Agora eu aprendi a ignorar ou responder a pessoa de forma educada para tentar conscientizá-la. Às vezes a pessoa é machista por falta de informação, aí eu desconstruo ela com calma. Ao invés de criar um inimigo, eu acabo criando uma pessoa que gosta do meu trabalho, não só pela minha aparência ou algo do tipo”, acrescenta.

Além disso, a youtuber ressalta que a maioria das críticas que ela sofre não são pela maneira que ela joga, mas sim pelo simples fato de ser mulher. “O machismo enraizado que tem em jogos de tiro é algo que me incomoda bastante. Você tem contato com as piores frases do mundo, eu não sei qual me incomodou mais, eu só mudei a forma de lidar com o tempo”.

Sabendo de sua importância dentro do eSports, Carol nunca pensou em desistir de jogar, mas conta que várias outras mulheres gamers pensam em desistir por conta do machismo no meio. “Muitas meninas vêm falar comigo que querem desistir, é muito triste ver essa situação, mas eu sempre dou o apoio para elas. A pessoa que te critica pelo simples fato de você ser uma mulher no jogo deve ser muito infeliz na vida. Você tem noção de que vai ser difícil, mas você é capaz”, encerra a streamer.

Fonte: IG Mulher

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Amor e Limites: porque você não deve rotular seus filhos

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Rótulo, é informação sobre um produto, e fica afixado ao mesmo. Como a descrição diz rótulo é para produtos e não para pessoas, menos ainda para crianças. Uma criança pode ser várias coisas ao mesmo tempo, gentil, chata, estudiosa, preguiçosa, portanto não pode ser rotulada com apenas uma descrição.

Os rótulos podem ser “bons” ou “ruins”

filhos
Pixabay

Rótulos são para latas, não pessoas


Alguns rótulos “bons”

  • Calma
  • Boazinha
  • Obediente
  • Inteligente
  • Responsável
  • Tranquila
  • Corajosa
  • Forte

Alguns rótulos “ruins”

  • Chorona
  • Esquecida
  • Medrosa
  • Dorminhoca
  • Bagunceira
  • Briguenta
  • Teimosa
  • Relaxada

Apesar de os rótulos estarem classificados acima como bons ou ruins, para o seu filho qualquer rótulo é ruim.

Quando você rotula seu filho, você está dizendo para ele quem ele é, ou quem você pensa que ele é, mas o fato é que o que nós pensamos sobre os nossos filhos, não é, na maioria das vezes  quem de fato eles são.

A criança fica refém de um rótulo, se ela sempre é chamada de inteligente, ela sente necessidade de honrar esse rótulo, deixando de lado coisas que ela realmente quer fazer para estudar, e fazer jus ao que se espera dela, e decepcionando a si mesma quando não alcança as expectativas do rótulo que lhe foi dado.

Essa decepção vem acompanhada de confusão, afinal, se sou chamada de inteligente o tempo todo, porque não consigo atingir os objetivos.

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Aos invés de rotular, prefira elogiar, não diga para o seu filho, ou para alguém sobre o seu filho,”preguiçoso” prefira conversar com o seu filho e procurar saber porque ele não quer realizar as atividades propostas, sejam elas, praticar esportes, guardar brinquedos, ou qualquer outra atividade que ele não queira realizar, elogie quando ele realmente merecer, quando ele de fato executar o que foi solicitado.

Deixe o seu filho ser quem realmente ele é, pense em você mesmo, como adulto, você é realmente o que você gostaria? Imagine então a seguinte situação, você está vivendo em um mundo em que não precisa agradar ninguém, quem realmente você é?


Claro que vivemos em sociedade, seguimos regras, mas temos que dentro do possível cada vez mais tentarmos ser quem realmente somos, e não representamos papéis dos rótulos que nos foram dados.

Se representar ser quem não somos e péssimo para adultos, pior ainda para crianças, que ainda estão desenvolvendo sua auto estima. Seu filho não é um produto, não de uma etiqueta a ele.

Fonte: IG Mulher

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