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Política MT

Claudinei preocupa com falta de ações preventivas na saúde pública de MT

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O parlamentar avaliou que a preocupação do governo é investir em propagandas institucionais ao invés da saúde pública do Estado

Delegado Claudinei analisa a situação crítica da saúde pública de MT

O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) posicionou, neste sábado (15), sobre o cenário enfrentado com o aumento de casos de Covid-19, em Mato Grosso, que elevou a taxa de ocupação de Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) para 84%. Além do atendimento aos pacientes acometidos pela doença, também ocorre o surto gripal que aflige a população mato-grossense, especificamente com a chegada do vírus H3N2 que é uma variante do vírus Influenza A.

De acordo com informações da Secretaria de Saúde de Mato Grosso (SES), já são sete hospitais estaduais que não possuem vagas de UTIs pelo Sistema Único de Saúde (SUS), sendo unidades de Várzea Grande, Barra do Garças, Sinop, Peixoto de Azevedo, Querência e duas entidades de saúde de Cuiabá. “Realmente, há uma falta de atenção quanto à saúde pública de nosso Estado. Com importantes características para ser considerada uma das melhores economias do país, principalmente por ser um dos maiores produtores no ramo do agronegócio e da pecuária, era para ter a melhor saúde do Brasil, em estrutura, investimentos e organização”, comenta o parlamentar.

Ele considera que o setor da saúde não é exatamente uma prioridade para o governo de Mato Grosso, no instante que faz altos investimentos na área de propaganda institucional. “Mas, para que investir em saúde, em um governo que investe R$ 50 milhões em 2021 e quase R$ 90 milhões para 2022, com propagandas institucionais para atender a gestão estadual. E, claro, já prevendo a campanha para as eleições deste ano. Isso é o retrato da péssima gestão, em matéria de gestão pública estadual”, observa Claudinei.

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Cenário

No ponto de vista dele, essa nova onda da Covid-19 já estava prevista para acontecer desde o final do ano, devido a irresponsabilidade de alguns gestores municipais que realizaram festas de Réveillon. “Mesmo sendo evidenciado o aumento de casos após o Natal, ainda tiveram prefeitos que não quiseram cancelar as festividades de Réveillon. Agora, vivemos o reflexo do que estava previsto e o governo de Mato Grosso não fez nenhuma ação preventiva. Tem municípios que fizeram festas e agora estão impondo restrições para a população e ao comércio. Será que ainda vão ter coragem de promover festas de carnaval para 2022?”, critica.

Outra situação que o parlamentar frisou foram sobre os leitos de UTI Covid-19 que foram fechados, após o anúncio do Programa MT Cirurgias, em setembro do ano passado, com investimentos de R$ 105 milhões, para regularizar a fila de espera de pacientes que aguardavam realizar cirurgias eletivas e ortopédicas.

“Então, o governo estadual fechou os leitos de UTIs Covid-19. E essas cirurgias eletivas caminha de forma morosa, liberando recursos pingados aos municípios, sendo que há cidades que ainda aguardam por recursos. Um exemplo é o Hospital Regional de Rondonópolis que ainda não conseguiu colocar as cirurgias em dia. Com o avanço da Covid-19, podemos correr o risco dessas cirurgias eletivas serem interrompidas e retomar os leitos para atender casos com o novo coronavírus. Vamos fiscalizar e exercer o nosso papel de deputado, cobrando melhores condições de saúde pública para o nosso Estado, porque não está fácil”, conclui Claudinei.

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Estatística – Na última atualização do Boletim Epidemiológico do Governo do Estado de Mato Grosso, do dia 16 de janeiro de 2022, já são 575.014 casos confirmados de Covid-19, com 14.122 óbitos.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

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Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis

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Foto Reprodução ChatGPT

Durante o ato de assinatura do convênio entre o Governo de Mato Grosso e a Santa Casa de Rondonópolis, que prevê um aporte financeiro de quase R$ 300 milhões para a unidade hospitalar, o prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, destacou o trabalho do deputado estadual Ondanir Bortolini (Nininho) na articulação de recursos para o município.

Durante o evento, o prefeito rasgou elogios ao parlamentar, chamando Nininho de “deputado pé de boi”, em referência ao empenho e dedicação do deputado em buscar investimentos para a cidade.

Após a manifestação do prefeito, Nininho agradeceu o reconhecimento e reforçou o compromisso de continuar atuando em parceria com o município.

“Obrigado pelas palavras, prefeito Cláudio Ferreira! Essa parceria por Rondonópolis é o que me motiva a buscar sempre mais recursos para a nossa cidade, como esse importante aporte de R$ 22,3 milhões mensais para a Santa Casa. Vamos continuar unindo forças entre o município e a Assembleia Legislativa. Assim, conseguimos avançar de verdade e garantir que as melhorias continuem chegando à nossa população. Contem sempre com o meu empenho e trabalho”, declarou o deputado.

O convênio firmado pelo Governo do Estado representa um dos maiores investimentos recentes destinados à saúde pública regional e busca garantir o fortalecimento financeiro e operacional da Santa Casa, referência no atendimento hospitalar para Rondonópolis e diversos municípios da região sul de Mato Grosso.

Veja Video:

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“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

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Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.

O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado.  O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.

O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.

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