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Com média de mortes em queda, Brasil chega a 5,5 milhões de casos de Covid-19

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Mais de 45 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo
Foto: Reprodução/Olhar Digital

Mais de 45 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo

Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou mais 508 mortes causadas pelo novo coronavírus  (Sars-CoV-2), fazendo o total subir para 159.477. Já o número de contaminações chegou aos 5.516.658 milhões. Desse total, 22.282 infectados só de ontem para hoje.

A média móvel de óbitos por Covid-19 continua em queda, com 430 mortes, menor patamar desde o dia 6 de maio, de acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). 

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

O ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 39.255 óbitos causados pela Covid-19. O Rio de Janeiro continua em segundo lugar, com 20.565 mortes, seguido por Ceará (9.337), Minas Gerais (8.962), Pernambuco (8.609).

Os estados que registram maior número de casos são: São Paulo (1.113.788), Minas Gerais (357.347), Bahia (352.700), Rio de Janeiro (309.496) e o Ceará (273.552).

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Desde o início de junho, o Conass divulga os números da  pandemia da Covid-19 por conta de uma confusão com os dados do Ministério da Saúde. As informações dos secretários de saúde servem como base para a tabela oficial do governo, mas são publicadas cerca de uma hora antes.

Mais de 45 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo. Do total de doentes, mais de 1,1 milhão morreram, segundo a Universidade Johns Hopkins. O Brasil segue como o terceiro país do mundo em número de casos de Covid-19 e o segundo em mortes, atrás apenas dos Estados Unidos.

Fonte: IG SAÚDE

Saúde

Rio volta a ter fila por leitos de UTI para Covid-19 pela 1ª vez desde junho

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Paciente em leito hospitalar
Agência Brasil

Aumentos de internações em São Paulo e Rio de Janeiro apontam indícios de uma segunda onda da Covid-19

Pela primeira vez desde junho a rede SUS da cidade do Rio de Janeiro possui mais pessoas na fila por uma vaga de UTI para Covid-19 do que leitos disponíveis. Nesta terça-feira, segundo a secretaria municipal de Saúde, há 513 pacientes internados em leitos de terapia intensiva na rede pública da capital — que inclui leitos de unidades municipais, estaduais e federais, atingindo uma ocupação de 93%. Há, no entanto, 73 pessoas aguardando transferência para algumas das 39 vagas restantes.

Apesar de divulgar a taxa de ocupação e o número de pacientes internados na rede SUS o município não informou a quantidade de leitos totais de UTI, sugerindo procurar o governo do estado e o Ministério da Saúde sobre a quantidade de vagas que cada ente administra na capital

Ainda segundo a secretaria municipal de Saúde, a taxa de ocupação nos leitos SUS de enfermaria é de 70%. Já nas unidades geridas pela prefeitura, a ocupação na terapia intensiva é de 97% das 271 UTIs.

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Pela quinta semana consecutiva, o estado apresentou uma alta no pedido de internações para pacientes com Covid-19. Um levantamento do jornal O Globo com dados da Secretaria estadual de Saúde mostra que, na última semana epidemiológica — entre os dias 15 e 21 de novembro — , as unidades de toda a rede SUS do Rio pediram vagas para 1.044 pessoas com suspeita ou caso confirmado de coronavírus.

A procura por leito na rede saltou 93% em quatro semanas: entre 18 e 24 de outubro, tinham sido requisitadas 540 vagas. O quadro constatado pelo jornal foi o que levou as autoridades federais, estaduais e municipais a deflagrarem nesta segunda-feira um plano de ação rápida, em que suspendem cirurgias eletivas — desde que não sejam oncológicas ou bariátricas, entre outras — e ofertam mais 214 vagas para pacientes com a doença.

RJ tem 8º dia de aumento na média móvel de casos e mortes

Estado do Rio registrou 113 mortes e 2.145 novos casos do novo coronavírus nesta terça-feira, de acordo com a última atualização feita pelo governo estadual. Com isso, a média móvel chega ao oitavo dia em alta, com tendência de aumento no contágio da doença.

O crescimento de 216% na média móvel de óbitos, na comparação com duas semanas atrás, é o maior índice desde o dia 20 de abril, auge da pandemia. Ao todo, são 340.833 infectados e 22.141 vidas perdidas em todo o território fluminense desde o início da pandemia, em março.

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Nesta terça, a capital concentrou 75% das mortes (85) registradas e 45% dos casos (961). Ao todo, a cidade do Rio soma 132.349 infectados e 13.064 vítimas da doença desde março.

Com os dados atualizados, a média móvel passa a ser de 95 mortes e 1.537 casos. Em comparação com duas semanas atrás, há uma subida de 43% na média móvel de casos e de 216% na média móvel de mortes, o que, por estar bem acima de 15%, indica um cenário de aumento no contágio da doença, pelo oitavo dia seguido.

Nos dias 6, 8, 9 e 10 de novembro não houve atualização no número de mortes, de acordo com o governo, em função de um problema no sistema do Ministério da Saúde, já solucionado. Este fato ainda pode influenciar no cálculo da média móvel durante alguns dias. No entanto, mesmo que os números tivessem sido preenchidos naquelas datas, seguindo a tendência diária daquele momento, ainda assim, seria observado um aumento.

A análise dos dados foi feita a partir do levantamento do consórcio de veículos de imprensa, que reúne informações das secretarias estaduais de Saúde.

Anúncio de testagem em massa

O governador em exercício do Rio de Janeiro, Claudio Castro, anunciou nesta terça-feira (24) a testagem em massa entre as ações de combate à Covid-19 no estado.

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Segundo Castro, o governo estadual pretende divulgar nos próximos dias onde vão funcionar os postos de diagnóstico precoce, que vão contar com exames de imagem e os testes RT-PCR.

O governador em exercício também confirmou que vai se reunir com as prefeituras da Região Metropolitana para aumentar o número de vagas oferecidas nos hospitais.

Entre as justificativas para o aumento dos indicadores da doença no Rio, na última semana, Castro considerou que a realização do primeiro turno das eleições municipais, no último dia 15, pode ter influenciado na disseminação do novo coronavírus.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Brasil passa de 170 mil mortes pela Covid-19

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médicos respiradores covid-19 coronavírus
Rovena Rosa/Agência Brasil

Aumento de internações levantam hipótese de segunda onda da Covid-19

O Brasil ultrapassou nesta terça-feira (24) a marca de 170 mil mortes pela Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). Com indícios de uma segunda onda chegando no País, os óbitos registrados nas últimas 24 horas foram 360, enquanto os novos casos confirmados foram 31.100. Os dados são do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

De acordo com o conselho, as novas contaminações fizeram o total de pacientes com a doença chegarem a 6.118.708. Já as vítimas da doença são 170.115 pessoas. A taxa de letalidade da Covid-19 no Brasil está em 2,8%.

Os dados incluem pessoas sintomáticas e assintomáticas, o que significa dizer que, nesse último caso, são pacientes que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

Na segunda-feira (23), o número de óbitos era 169.485, enquanto o de pessoas com a doença era de 6.087.608.

São Paulo continua sendo o estado que tem mais mortes, com 41.455 das 170.115 ocorrências. A letalidade é de 3,4% no estado. Em segundo lugar vem o Rio de Janeiro, com 22.141 mortes e letalidade de 6,5%.

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No quadro de casos confirmados, São Paulo também lidera a lista. O estado tem 1.215.844 pessoas infectadas pelo coronavírus. Em segundo lugar vem a Minas Gerais, com 399.536 vítimas de contaminação, sendo seguido por Rio de Bahia (387.786), Rio de Janeiro (340.833) e Ceará (292.633).

O estado menos afetado é o Acre, que tem registro de 715 mortes e soma 35.053 casos confirmados de contaminações pelo novo coronavírus desde o início da pandemia.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Com vacina, Reino Unido prevê começar ‘volta ao normal’ na Páscoa; e o Brasil?

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BBC News Brasil

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Reprodução: BBC News Brasil

Com vacina de Oxford, Reino Unido prevê começar ‘volta ao normal’ na Páscoa

“Depois da aprovação das vacinas pelos rigorosos órgãos reguladores, nós esperamos começar a vacinar em dezembro. O grosso do programa de vacinação seria em janeiro, fevereiro e março. E esperamos que em algum momento logo após a Páscoa, as coisas começarão a voltar ao normal.”

A previsão acima foi feita pelo ministro da Saúde do Reino Unido, Matt Hancock, no mesmo dia que foram divulgados os resultados da eficácia da vacina Oxford/AstraZeneca ( de até 90% ).

O país europeu de 68 milhões de habitantes encomendou até agora 100 milhões de doses dessa vacina. Essa, aliás, é a mesma quantidade prevista para o primeiro semestre de 2021 pelo Brasil, país de 212 milhões de habitantes.

Mas por que a Páscoa se tornou uma luz no fim do túnel e o que isso aponta para o Brasil?

Há dois pontos centrais aqui. Primeiro, a Páscoa (4 de abril) ocorre após o inverno britânico, período em que doenças respiratórias disparam. Segundo, estariam protegidos dois dos grupos mais atingidos pela covid-19: os idosos e os profissionais de saúde.

Vacinar 12 milhões de pessoas no país com mais de 65 anos teria um impacto enorme na mortalidade. Afinal, mais de 90% das mortes no país atingiram essa faixa etária.

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“Com o vento favorável, nós devemos conseguir imunizar até a Páscoa a grande maioria das pessoas que mais precisam de proteção”, afirmou o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson.

Mas o médico-chefe do Departamento de Saúde do Reino Unido, Chris Whitty, lembrou que a vida não voltará ao normal de uma hora para outra. “O vírus não vai desaparecer. Ele se tornará menos e menos perigoso para a população em etapas.”

Especialistas ressaltam também que pandemia está longe de estar sob controle e que as perspectivas de vacinas eficazes contra covid-19 não significam que as pessoas devem abandonar os cuidados adotados, como distanciamento social, uso de máscaras e higiene das mãos.

gráfico comparativo de 4 vacinas contra covid-19

BBC

Um levantamento da Universidade Duke, nos Estados Unidos, aponta que o Reino Unido já comprou um montante de vacinas quase três vezes maior que o tamanho de sua população. E até agora, o Brasil, considerando governos federal e estaduais, garantiu doses suficientes para imunizar pelo menos 46% de sua população.

Mas quando isso vai acontecer e quem receberá primeiro essas doses caso a vacina seja aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)?

Ao menos 65 milhões de vacinados por semestre

Depois do anúncio dos resultados da vacina Oxford/AstraZeneca, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) aumentou sua expectativa de vacinação com esse imunizante.

O órgão brasileiro é parceiro dos fabricantes e se prepara para fabricar doses que beneficiem até 130 milhões de pessoas em 2021.

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Esse número é 30% maior do que as 100 milhões previstas inicialmente porque os resultados dos estudos apontaram que uma eficácia maior quando as pessoas são vacinadas com uma dose mais baixa e, um mês depois, com outra mais alta. Essa “equação”, que ainda intriga os cientistas, rende um saldo de 30 milhões de doses para o país.

Dessa forma, a estimativa da Fiocruz passou de 50 milhões para 65 milhões de pessoas a serem vacinadas no Brasil em cada semestre de 2021. Cada uma receberá duas doses, com um intervalo de um mês.

Tudo isso sem contar a vacina a ser produzida pelo Instituto Butantan, de São Paulo, em parceria com a fabricante chinesa Sinovac. São previstas 46 milhões de doses da CoronaVac no início de 2021. Mas esse imunizante ainda não apresentou dados preliminares sobre eficácia, o que deve acontecer no início de dezembro.

Vacinação pode começar em fevereiro

Os fabricantes brasileiros estimam que a Anvisa deve autorizar a distribuição das duas vacinas Oxford/AstraZeneca e CoronaVac até o fim de janeiro de 2021.

Assim, a vacinação teria início em fevereiro ou março.

Mas quem vai receber primeiro essas doses? O Ministério da Saúde ainda não bateu o martelo, mas apresentou as diretrizes em 19/11.

Homem a ponto de ser vacinado

Getty Images
No Brasil, quase 28 milhões de pessoas têm mais de 60 anos de idade

O público-alvo detalhado só será apresentado após a aprovação das vacinas, mas certamente estarão na frente da fila os grupos mais vulneráveis (idosos e pessoas com comorbidades) e os mais expostos (profissionais de saúde).

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Segundo dados do governo brasileiro, 76% das mortes por covid-19 até setembro no país atingiram pessoas com mais de 60 anos. Essa faixa etária reúne 28 milhões de brasileiros, ou 13% da população total.

Outro eixo dos 10 apresentados pelo Ministério da Saúde diz respeito a identificar as pessoas que integram os grupos de risco da covid-19, entre elas, pessoas com comorbidades como diabetes, hipertensão, doenças cardíacas/cerebrovasculares, doenças pulmonares e renais, obesidade, câncer e anemia falciforme, além de quem recebeu transplante.

Um levantamento da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) apontou que 86 milhões de pessoas no Brasil têm pelo menos uma dessas doenças que podem agravar seriamente uma infecção por covid-19. Ou seja, 47% dos brasileiros com idade entre 18 e 65 anos estão nesse grupo de risco.


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Fonte: IG SAÚDE

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