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Comissão do Senado aprova projeto para FGTS ser usado em educação e cirurgias

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Marcos Oliveira/Agência Senado

Autor do projeto, senador Styvenson Valentim defendeu a ampliação das possibilidades de saques do FGTS

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou nesta quarta-feira projeto que amplia as possibilidades de saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para pagamento de curso superior e de cirurgias essenciais à saúde.

Saque do FGTS pode ajudar quatro em cada dez inadimplentes a limparem o nome

O texto foi votado de forma terminativa no colegiado. Isso significa que, sem necessidade de ser aprovado pelo plenário do Senado, segue agora para análise da Câmara .

O Projeto de Lei (PL) 1.540/2019, que prevê a ampliação das hipóteses de saque do FGTS é de autoria do senador Styvenson Valentim (Podemos-RN).  “Essa proposição atua no sentido de reconhecer o trabalhador como proprietário e principal beneficiário dos recursos e fortalecê-lo, ampliando as possibilidades de saque do FGTS”, sustentou Styvenson.

Optar por saque-aniversário do FGTS é abrir mão do recurso em caso de demissão

Hoje, o saldo do FGTS pode ser sacado para compra de imóveis; amortização de dívida de financiamento habitacional; em casos de demissão sem justa causa; e de algumas doenças graves.

No mês passado, o governo editou ainda a Medida Provisória 889/2019, que permite o saque ao FGTS anualmente obedecendo percentuais fixados de acordo com o montante acumulado nas contas vinculadas.

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FGTS: Como fazer o saque emergencial  de R$ 500 de acordo com o seu banco

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‘Lembra o feudalismo’, diz economista sobre trabalhadores essenciais na crise

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Branko Milanovic
Reprodução Roda Viva/TV Cultura

Branko Milanovic, economista, disse que Brasil deve pensar na arrecadação

Nesta segunda-feira (13), o economista Branko Milanovic, coautor do livro “Capitalismo sem rivais – o futuro do sistema que domina o mundo” e especialista no assunto da desigualdade social, afirmou que o trabalho essencial durante a crise da pandemia lembra o feudalismo.


A fala de Milanovic foi durante o programa Roda Viva, da TV Cultura, do qual ele participou nesta segunda-feira. O economista comentava sobre como trabalhadores essenciais ganham menos e têm que enfrentar a pandemia no dia a dia.

“Quase me lembra um sistema do tipo feudal, no qual pessoas de mais baixa renda trabalhavam nas ocupações mais perigosas. As pessoas foram compelidas, as que não conseguem sobreviver, obviamente, sem um salário mensal, a enfrentar uma situação extremamente perigosa”, disse Milanovic.

O Brasil na crise da pandemia

Perguntado sobre sua opinião sobre o Brasil na crise, o economista afirmou que é preciso priorizar novas formas de taxação de impostos.

“No Brasil, novas formas de tributação precisam ser encontradas agora, porque estamos num estado de emergência. É quase como uma guerra: para vencer ou sobreviver, é preciso colocar qualquer outra consideração em segundo plano. A economia precisa continuar existindo para as pessoas poderem sobreviver – mas salvar vidas é a prioridade”, expressou.

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Crise de 2020, crise de 2008

Sobre a crise da pandemia, Milanovic fez uma comparação com a crise global de 2008.

“Na minha opinião, desigualdade social se tornou um assunto importante por conta da crise de 2008. O que aconteceu, no Brasil, foi que houve uma espécie de ‘parada’ ou uma diminuição no crescimento, que revelou certas características do sistema – incluindo o fato de que a classe média não ganhou muito, na verdade, um fato que vinha sendo mascarado pelo acesso ao crédito até 2008. As ‘falhas geológicas’ do sistema foram reveladas claramente, por conta da crise. Algo parecido está acontecendo agora, quando as falhas dos sistemas – como nos sistemas de saúde – estão sendo muito reveladas por essa crise. [Em 2008] as pessoas perceberam que não ganharam muito com a globalização, enquanto que o 1% mais rico tinha ganhado enormemente.”

Disputa entre China e EUA

“Com a pandemia, a competição entre Estados Unidos e China se tornou muito mais acirrada e óbvia a todos. Parte disso é porque a pandemia começou na China e porque a pandemia deu destaque às reações à pandemia na China e nos EUA”, disse Milanovic. Para ele, a reação dos EUA à pandemia foi desastrosa porque o modelo do país é o do capitalismo meritocrático.

“Se fosse uma guerra, seria diferente”, expressou ele sobre as ações dos EUA. Por outro lado, disse que a China soube conter a pandemia, mesmo com os erros iniciais, pela presença do estado na sociedade.

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O capitalismo tem futuro?

Sobre sua influência marxista, Milanovic afirma que seu livro é de esquerda. “Eu vejo o livro como um livro de esquerda. O que confunde as pessoas é que eu digo que o capitalismo agora é o único modo de produção”, afirmou.

Mas, sobre o fim do capitalismo, o autor disse que “Há possibilidade de que o trabalho braçal possa parar de desempenhar o papel que tem agora. Então, há possibilidade de que no futuro nos vejamos algo diferente do capitalismo.”

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Milionários pedem que governos aumentem seus impostos diante da pandemia

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Milionários dizem que aumentar taxa de impostos é “a única escolha”


Em meio à crise da pandemia do novo coronavírus , um grupo de 80 milionários se uniram para enviar uma carta a seus governos, pedindo que paguem por impostos mais caros. Mesmo com cerca de 199 mil milionários, nenhum brasileiro assinou a carta.


“Hoje, nós, milionários que assinamos esta carta, pedimos aos nossos governos que aumentem impostos sobre pessoas como nós. Imediatamente. Substancialmente. Permanentemente”, afirmam, alertando a seus líderes sobre a possibilidade de uma crise econômica capaz de durar por anos e anos.

O grupo, organizado pelo projeto Millionaires for Humanity (Milionários pela Humanidade, em português), ainda chama atenção para pessoas que podem ser levadas à pobreza, calculadas pelo grupo em cerca de meio bilhão.

“Ao contrário de dezenas de milhões de pessoas em todo o mundo, não precisamos nos preocupar em perder nossos empregos, casas ou nossa capacidade de sustentar nossas famílias. Então por favor. Taxe-nos. É a escolha certa. É a única escolha”, escrevem.

Assinaram a carta milionários da Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Holanda, Nova Zelândia e Reino Unido. Entre essas pessoas está Jerry Greenfield, um dos fundadores da marca de sorvete Ben and Jerry’s, e Abigail e Tim Disney.

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A ideia surgiu no parlamento do Reino Unido e foi apresentada pela oposição, segundo a Forbes, como maneira de tirar o peso dos mais pobres diante da crise econômica causada pela pandemia . Assim, o grupo de milionários espera poder contribuir com financiamento para áreas como educação, segurança e saúde por meio do aumento dos impostos.

Brasil de fora

O Brasil é o 18º na lista de países com maior número de pessoas milionárias, segundo World Wealth Report, e teve um crescimento de 7% neste ano.

O motivo de ficar em uma posição “vantajosa” que o coloca na frente de países mais ricos, como Áustria e Suécia, se dá pelo tamanho do país.

Por outro lado, os Estados Unidos estão prestes a alcançar a marca de 6 milhões de milionários. O país, ao lado de Alemanha, China e Japão, têm 61,6% da população milionária.

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Quina valendo R$ 14,5 milhões: veja os números sorteados nesta segunda-feira

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Quina valendo R$ 14,5 milhões: veja os números sorteados nesta segunda-feira

O concurso 5311 da Quina desta segunda-feira (13), tem um prêmio estimado em R$ 14,5 milhões. As dezenas sorteadas foram:

05 – 10 – 30 – 35 – 79

Ninguém acertou os cinco números deste sorteio. Assim, o prêmio para a edição que ocorrerá na terça-feira (14) está acumulado em R$ 16,2 milhões.

Como apostar

Para apostar na Quina , o participante deve escolher de 5 a 15 números dentre os 80 disponíveis nas lotéricas credenciadas pela Caixa , ou no site especial de loterias do banco.

Ganham prêmios quem acerta de 2, 3, 4 ou 5 números. Além disso, a pessoa pode concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos consecutivos com a Teimosinha .

Segundo a Caixa , ninguém acertou as cinco dezenas sorteadas no último sábado (11). Os números sorteados foram: 15 – 23 – 29 – 31 – 55.

A aposta mínima na Quina custa R$ 2,00. Os sorteios da Quina são realizados, normalmente, de segunda-feira a sábado, às 20h.

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