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Conheça as 10 vacinas contra Covid-19 em testes avançados

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Mundo tem 10 vacinas contra a Covid-19 em estágio mais avançado
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Mundo tem 10 vacinas contra a Covid-19 em estágio mais avançado

O mundo inteiro corre atrás de uma vacina para Covid-19 . Empresas e instutos de pesquisa estão correndo para desenvolver um composto seguro e eficaz contra o coronavírus em tempo recorde para permitir uma retomada da “normalidade” o quanto antes.

Neste momento, há mais de 133 vacinas em desenvolvimento no planeta reconhecidas pela OMS e provavelmente outros projetos que ainda não passaram pelo projeto de verificação.

Dentre essas, 10 estão se destacando pela forma como estão avançando rapidamente pelas etapas de testes. São os projetos que já chegaram à fase clínica, que inclui três etapas de testes em humanos: a primeira em pequena escala para validar segurança, a segunda com um grupo maior para começar a observar potenciais efeitos colaterais mais raros e conferir sua eficácia e a terceira com milhares de participantes, com um teste controlado, com grupo de controle recebendo apenas um composto ineficaz, randomizado e com duplo-cego. É quando se atesta se a vacina realmente funciona.

Conheça melhor cada uma dessas vacinas candidatas e em que etapa do desenvolvimento elas estão:

Oxford-AstraZeneca (Reino Unido)

A vacina de Oxford é a que está com o desenvolvimento mais avançado no mundo, sendo a única a chegar à terceira fase de experimentos. A universidade britânica fechou parceria com a farmacêutica AstraZeneca e já está até mesmo produzindo doses em larga escala antes da conclusão dos experimentos.

A pesquisa avançou tão rapidamente graças ao fato de que a universidade já desenvolvia testes com outros coronavírus, causadores da Sars e da Mers, de forma que os dados de segurança sobre o composto já eram conhecidos, permitindo queimar etapas de testes. A aposta é em uma técnica de vetor viral não-replicante: eles utilizam um adenovírus, que causa resfriado em macacos, mas foi reprogramado para não ser capaz de causar doenças em humanos. Esse vírus carrega uma parte do código genético do Sars-Cov-2 responsável pela produção da proteína “spike”, utilizada para invasão das células. A ideia é que, quando o organismo responder ao adenovírus alterado, ele crie imunidade contra a proteína do coronavírus, impedindo uma infecção.

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O Brasil acabou se envolvendo neste projeto e participará da terceira fase de testes . Serão 2 mil brasileiros participantes; os pesquisadores buscam profissionais da linha de frente no combate à Covid-19, já que têm mais riscos de contágio e permitirão analisar os resultados de forma mais rápida e precisa.

Os pesquisadores estão otimistas e preveem que podem ter um composto seguro e eficaz o suficiente para distribuição em massa ainda neste ano. Eles chegaram a prever que o desenvolvimento pode ser concluído em setembro deste ano.

Pfizer-BioNTech-Fosun (Alemanha)

A vacina da Pfizer é outra que tem avançado em passos rápidos, já tendo chegado à fase 2 dos testes clínicos, utilizando uma abordagem completamente diferente da vacina de Oxford.

O projeto alemão utiliza a técnica de RNA, que não prevê o uso do vírus ou de suas proteínas, mas especificamente do seu material genético. A ideia é que ao incluir esse material no organismo, o próprio corpo humano produza as proteínas do vírus e gere a resposta imunológica sem gerar uma infecção.

Os pesquisadores estão observando quatro tipos de vacinas candidatas de RNA e analisando o quanto são eficazes e seguras.

A vantagem desse tipo de vacina é que ela é simples e rápida de ser desenvolvida, então se uma combinação genética não alcançar o resultado ideal, basta trocar a amostra de RNA e recomeçar os experimentos. A desvantagem é que o método nunca foi aprovado para utilização em humanos antes, então não há precedentes de sucesso e essa pesquisa seria pioneira.

Moderna (Estados Unidos)

Assim como a Pfizer, a Moderna está apostando em uma vacina de RNA contra a Covid-19, o que permitiu à americana avançar rapidamente as etapas de desenvolvimento e entrar na fase 2 dos testes clínicos.

A empresa recebeu algumas críticas sobre a forma como divulgou seus resultados positivos na primeira etapa, já que ainda não publicou um artigo científico sobre o assunto. A empresa apenas divulgou alguns dados para a imprensa revelando que seus testes mostraram imunogenicidade e segurança para avançar para a etapa seguinte.

A vacina da Moderna tem recebido investimentos pesados para que continue avançando rapidamente. O governo dos EUA já reservou 300 milhões de doses do composto , mesmo antes de saber se ele realmente vai funcionar nas etapas posteriores.

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Novavax (Estados Unidos)

Outro projeto americano, a vacina da Novavax ainda está em uma etapa mais inicial dos testes clínicos. A empresa anunciou no fim de maio o início dos experimentos de fase 1, que tem escala reduzida para analisar a segurança do composto. Os resultados devem sair em julho, preveem os pesquisadores.

A farmacêutica está usando um terceiro método, diferente dos mencionados acima. Em vez de apostar em um vetor viral ou em RNA, a companhia utiliza subunidades proteicas do vírus, que preveem a inserção das proteínas do Sars-Cov-2 no organismo para que ele crie uma resposta imunológica, sem risco de desenvolver a doença. É a única entre as 10 empresas em fase de testes clínicos a apostar neste método.

Inovio Pharmaceuticals (Estados Unidos)

Outra empresa americana, a Inovio diz que seu composto demonstrou “resposta imunológica robusca” nas fases pré-clínicas, que preveem testes in vitro e em animais. A empresa também espera os resultados dos testes clínicos de fase 1, que devem sair ao longo de junho, com as fases 2 e 3 podendo iniciar entre julho e agosto se houver sucesso e houver aprovação dos órgãos regulatórios.

Para chegar aos resultados, a empresa também utiliza uma técnica genética, mas baseada em DNA, não em RNA. O conceito, fundamentalmente, é o mesmo. Insere-se o material necessário para produção das proteínas do vírus no organismo, que passa a produzi-las e criar a resposta imunológica contra elas.

A empresa já tinha em mãos alguns estudos para uma vacina que desenvolvia contra a Mers, causada por outro tipo de coronavírus. Segundo a empresa, testes clínicos de fase 1 e 2 mostraram “quase 100% de soroconversão”.

CanSino/Beijing Institute of Biotechnology (China)

A chinesa CanSino aposta em uma abordagem similar à de Oxford, utilizando um adenovírus alterado para carregar o material genético do Sars-Cov-2 responsável pela produção da proteína “Spike”. A ideia é gerar a imunidade contra essa proteína e impedir o coronavírus de infectar os vacinados.

A empresa se destacou por ser a primeira a avançar para a fase 2 dos testes clínicos, demontrando ser segura e gerando resposta imune nos poucos pacientes em que foi testada. Também foi fechada uma parceria para testes do composto no Canadá.

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Wuhan Institute of Biological Products/Sinopharm (China)

Apesar do projeto da CanSino, a maior parte dos projetos chineses envolve o método mais tradicional de vacina, utilizando o vírus atenuado ou inativado. Neste projeto, o Sars-Cov-2 é totalmente inativado, tornando-se completamente incapaz de provocar a doença, mas o organismo ainda o reconhece como uma ameaça, permitindo a criação da resposta imunológica.

Em casos de vírus atenuados, eles são apenas enfraquecidos e existem algumas situações raras em que há uma mutação que pode criar complicações para a pessoa após a aplicação da vacina. Com o vírus inativado, isso não é possível.

As pesquisas dessa vacina também já chegaram à segunda etapa dos testes clínicos, ainda sem uma previsão para avançar para a fase 3.

Beijing Institute of Biological Products/Sinopharm (China)

Outra vacina com envolvimento da Sinopharm, o projeto de Pequim também se apoia em um vírus inativado, mas parece estar avançando mais rapidamente.

As pesquisas ainda estão na fase 2 dos testes clínicos, mas em redes sociais, a Comissão de Administração e Supervisãod e Bens da China, que supervisiona a Sinopharm, afirmou que acredita que os testes seguirão adiante rapidamente, com a possibilidade de que o composto pode estar pronto para aplicação em massa já em 2020.

Sinovac (China)

Outro projeto de vacina chinês baseado em um vírus inativado, que está avançando rapidamente em seus experimentos. Pesquisadores chegaram a declarar terem 99% de certeza de que ela será funcional.

Os testes seguem na fase 2, sem previsão para o início da fase 3, mas já há conversas para que a vacina comece a ser testada no Reino Unido.

Institute of Medical Biology, Chinese Academy of Medical Sciences (China)

O projeto é o mais incipiente entre as vacinas chinesas, ainda limitado à fase 1 de testes, com um grupo pequeno de voluntários. Os testes clínicos começaram no fim de maio, ainda sem uma previsão de progresso para as etapas seguintes.

Novamente, o projeto envolve uma versão inativada do Sars-Cov-2 para gerar imunidade contra a Covid-19.

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Vai trocar de notebook? Aprenda a escolher o melhor modelo para o seu bolso

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Unsplash/Dhaval Parmar

Desvende as especificações dos notebooks


Principalmente durante o período de isolamento social, os notebooks têm se tornado cada vez mais essenciais na vida das pessoas. Home office , aulas online e videoconferências são algumas das práticas que têm demandado das máquinas, fazendo com que muita gente se interesse por comprar um notebook novo. 


Mas você sabe como escolher o notebook ideal para o seu uso e para o seu bolso? Existem dispositivos desde R$1.500 até mais de R$20.000, e a escolha do modelo ideal vai depender do uso de cada pessoa. Separamos algumas dicas de como decifrar as especificações e escolher a melhor opção para você. Confira:

Escolhendo o processador

Um dos principais itens para estar atento na hora de escolher um notebook é o processador. A marca utilizada pela maior parte das fabricantes é a Intel, que produz os processadores da linha Intel Core . Nela, existem o Core i3, i5, i7 e i9.

Os números que acompanham a letra ‘i’ representam níveis de quantidades de recursos. Quanto maior o número, mais recursos possui o processador – ou seja, seu desempenho é melhor.

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Além do nível, existe a geração dos processadores. Um Intel Core i7 pode ser de 6ª, 7ª ou 8ª geração, por exemplo. Quanto mais alta a geração, mais recente é o modelo de processador. Isso significa que ele recebeu mais atualizações e tem acesso a mais novidades.

A geração pode ser encontrada no primeiro número que vem logo após o modelo do processador. O Intel Core i7- 10 71OU, por exemplo, é da 10ª geração, porque o número 10 é o que aparece logo após o i7.

Mas antes de sair correndo para comprar notebook com o melhor processador da geração mais atual, se atente para o seu uso. Se você usa o notebook só para realizar tarefas simples e não pode gastar muito dinheiro, um processador i3 pode dar conta. Agora, se a máquina será usada para rodar vídeos pesados, processar games e usar programas mais robustos, vale investir em um processador melhor e mais moderno.

Escolhendo a memória RAM

Assim como nos celulares, a regra da memória RAM acompanhar o processador vale também para os notebooks. A memória RAM é considerada a de curto prazo do aparelho, e influencia diretamente na velocidade de processamento do notebook. Por isso, não adianta um processador potente e pouca memória RAM; a escolha tem que ser tomada em conjunto. 

Quando mais memória RAM um notebook tem, melhor tende a ser seu desempenho. Os modelos mais básicos costumam ter em torno de 4 GB de memória RAM, e esse número vai subindo nos modelos mais elaborados. Mais uma vez, a escolha varia de acordo com o uso que será exigido do notebook. 

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Escolhendo o armazenamento

Outra especificação muito importante de ser observada na hora de escolher um notebook é o armazenamento . Se você não tem o costume de utilizar serviços na nuvem ou dispositivos externos e demanda muita memória do seu computador, é importante escolher um que tenha grande capacidade de armazenamento – quanto mais gigabytes (GB) ou terabytes (TB), melhor. 

Outro aspecto a ser observado na escolha do armazenamento é a peça utilizada para tal. Um notebook pode armazenar informações em um HD ou em um SSD . A segunda opção costuma tornar o computador bem mais caro, mas melhora bastante sua velocidade. Isso porque a forma de arquivar é diferente nas duas peças, fazendo com que o SSD encontre arquivos mais rapidamente.

Para quem demanda mais da máquina, com jogos e programas pesados, vale pensar o investimento em um notebook com SSD ou, pelo menos, com entrada para a peça, que pode ser adicionada à máquina posteriormente, mesmo com a presença do HD.

Escolhendo outros recursos

Se você pretende exigir mais do seu notebook , com jogos e programas pesados, sobretudo os que exigem bastante da tela, é interessante escolher um modelo com placa de vídeo dedicada. A peça é responsável pelo processamento gráfico , lendo e exibindo imagens na tela. 

Para quem faz um uso mais simples do notebook, porém, as placas de vídeo integradas já são o suficiente, não sendo tão necessário se atentar a esse recurso. 

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Outros aspectos interessantes para ficar de olho são a definição e tamanho da tela. Nesse caso, avalie se suas atividades exigem, ou não uma tela maior. Além disso, antes de bater o martelo no notebook ideal, confira as entradas que ele possui e se elas fazem sentido às suas necessidades diárias.

O peso do notebook também é outro fator para dedicar atenção. Se você carrega muito seu aparelho para todos os lados, o investimento em um mais leve pode ser essencial.

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TikTok: Primeiro telejornal na plataforma ultrapassa marca de 80 mil seguidores

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O primeiro telejornal do Brasil a ter um perfil no TikTok , o ” Jornal da Record “, ultrapassou a marca de 80 mil seguidores no aplicativo nesta quinta-feira (2). O telejornal criou o perfil há cinco meses.

O conteúdo das redes sociais é feito pela equipe do telejornal, focando nas particularidades de cada uma das plataformas.

TikTok: Primeiro telejornal na plataforma ultrapassa a marca de 80 mil seguidores
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TikTok: Primeiro telejornal na plataforma ultrapassa a marca de 80 mil seguidores

No TikTok , o Jornal da Record tem um estilo informal e bem humorado. No vídeo sobre fake news, por exemplo, a informação séria é levada de forma leve, ensinando quando ou não compartilhar uma informação.

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Motorola lança primeiros celulares com 5G do Brasil, custando até R$8 mil

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Divulgação/Motorola

Motorola Edge e Edge+ chegam ao Brasil


Nesta quinta-feira (2), a Motorola  disponibiliza no Brasil dois novos aparelhos: Edge e Edge+ . Os lançamentos marcam a consolidação da marca ao segmento premium. Os dispositivos chegam com configurações bastante interessantes, como sensor de 108 megapixels em um dos modelos.


No entanto, o grande destaque dos aparelhos fica por conta da compatibilidade com conexão móvel de quinta geração, ou seja, a linha Edge está pronta para a chegada do 5G  no país – mesmo que ainda não haja previsão para isso .

Ambos possuem configurações semelhantes de tela – 6,7 polegadas, display de 90Hz e proporção 21:9. Segundo a Motorola , isso traz melhor acabamento para o dispositivo – além de fornecer opções a mais de configuração para utilização de aplicativos. Nos dois casos, o sensor de impressão digital encontra-se sob o display. 

O detalhe da tela nas laterais pode ajudar o usuário a entender se há alguma notificação no aparelho ou se ele está carregando, tudo sem precisar ligar a tela. Quando uma notificação é recebida, por exemplo, uma linha de luz é mostrada na lateral do dispositivo, indicando que alguma interação pode ser necessária.

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Na parte interna é que eles começam a se diferenciar. O Edge+ foi equipado com processador Snapdragon 865 , 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno. Já o modelo Edge chega com um processador Snapdragon 765 , 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento. No entanto, em ambos os casos, há suporte para a conexão 5G sub-6, que funciona de maneira bastante semelhante ao 4G.

Há diferenças também nas câmeras. Os dois apresentam sensores triplos, mas a lente principal do Edge+ é quase o dobro do outro modelo. Enquanto um deles conta com 108 MP, o segundo chega com 64 MP na parte traseira. Os outros sensores se dividem em ultra wide + macro, com 16 MP, e teleobjetiva de 8 MP. A câmera frontal é de 25 MP em ambos.

Os aparelhos trazer a tecnologia de carregamento Turbo Power da Motorola. A empresa promete horas de bateria com apenas alguns minutos de carregamento. Por falar em bateria, o modelo “Plus” possui uma bateria com capacidade de 5.000 mAh, enquanto o outro dispositivo é um pouco menos potente no quesito, com 4.500 mAh.

Por fim, os dois contam com entrada para fones de ouvido e conexão USB-C para carregamento. Alto-falante e bandeja para chip ficam na parte inferior. Os botões de controle de volume liga/desliga estão localizados na lateral direita.

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A Motorola  iniciou um período de pré-venda com condições especiais para quem quiser adquirir os aparelhos. Quem comprar qualquer um dos dispositivos dentro do período da promoção, que começa hoje (2) e vai até o próximo dia 13, vai ganhar um fone de ouvido Bluetooth Motorola VerveEbuds 100. As vendas começam oficialmente em 14 de julho.

O Motorola Edge+ chega ao mercado brasileiro com preço sugerido de R$ 7.999 e está disponível na cor thunder grey (cinza). O Edge é um pouco mais barato; R$ 5.499, e conta com duas cores: solar black (preto) e midnight red (vermelho).

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