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Consulta pública vai colher sugestões sobre a concessão do Selo Arte para cárneos

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Produtores e representantes de estabelecimentos, órgãos e entidades agropecuários podem, a partir de hoje, participar do processo de elaboração de requisitos mínimos de Boas Práticas para obtenção e utilização de matérias-primas e fabricantes de produtos cárneos produzidos de forma artesanal.

A consulta pública, prevista na portaria nº 79 foi publicada hoje (2) pelo Ministério da Agricultura,Pecuária e Abastecimento (Mapa). Até o dia 16 agosto – o prazo é de 45 dias – os interessados poderão enviar sugestões que vão subsidiar a elaboração da Instrução Normativa que vai definir os requisitos básicos pra a concessão do Selo Arte para esse segmento. As sugestões podem ser enviadas, a partir de hoje, para esse link.

“Nosso objetivo, com esse trabalho, é fortalecer, cada vez mais, o nível de segurança sanitária deste tipo de produto, nos diversos elos da cadeia produtiva, desde o trato da matéria-prima, produção e propriedades rurais, a fim de oferecer o melhor produto aos consumidores”, afirma o coordenador-geral de Produção Animal do Mapa, André Brugnara Soares.

Ele explica que a publicação dessa norma permitirá que estados e o DF concedam o Selo Arte aos produtos cárneos (embutidos, linguiças, defumados). O que possibilitará que esses produtos possam ser comercializados em todo território nacional, além de ser um selo de garantia da conformidade artesanal, que é um potencial agregador de valor. Essa iniciativa, destaca André, irá atender à demanda de inúmeros produtores rurais artesanais, que produzem e preservam a cultura e a tradição dessa produção em suas regiões.

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Regulamento Nacional 

De acordo com a proposta de texto de Instrução Normativa prevista na portaria, propõe o estabelecimento, em todo o território nacional, do Regulamento Técnico de Boas Práticas Agropecuárias e de Fabricação voltado a produtores rurais que fornecem animais para abate,aos abatedouros frigoríficos fornecedores de matéria prima e aos estabelecimentos fabricantes de produtos cárneos produzidos de forma artesanal. As exigências de Boas Práticas Agropecuárias e de Fabricação são aquelas já previstas nos programas de saúde animal e do serviço de inspeção oficial, acrescidas dos requisitos previstos nesta norma.

As avaliações dos documentos de comprovação do cumprimento das boas práticas serão realizadas pelos estados e pelo Distrito Federal, responsáveis pela concessão do Selo Arte. No caso das boas práticas agropecuárias, o trabalho poderá ser realizado pelos serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater). Em relação à fabricação, as avaliações poderão ser feitas pelos serviços de inspeção municipal, estadual ou federal.

Selo Arte 

Regulamentado em julho do ano passado, a concessão do Selo Arte atende a uma demanda antiga de produtores artesanais de todo o Brasil. É uma espécie de certificação que permite que produtos como queijos, embutidos, pescados e mel possam ser vendidos livremente em qualquer parte do território nacional, eliminando entraves burocráticos. Para os consumidores, é uma garantia de qualidade, com a segurança de que a produção é artesanal e respeita as boas práticas agropecuárias e sanitárias.

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A primeira etapa de aplicação foi para produtos lácteos. Neste momento, técnicos da Secretária de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação estão na fase final de sistematização de propostas para publicação da Instrução Normativa para pescados.  A próxima etapa vai abranger produtos oriundos de abelhas (mel, própolis e cera).

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Campanha de iniciativa da Aprosoja arrecada donativos para Hcan

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Defesa Agrícola

Campanha de iniciativa da Aprosoja arrecada donativos para Hcan

Donativos serão destinados à manutenção da unidade hospitalar que atende mais de 100 mil pessoas anualmente

07/08/2020

O projeto Agrosolidário da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) abraçou mais uma campanha em prol do Hospital de Câncer do Estado (Hcan). Dessa vez, a agremiação de donativos será destinada à manutenção básica da unidade hospitalar que atende mais de 100 mil pessoas anualmente.

Conforme explica a coordenadora de leilões do Hcan, Elenice Mansor, os eventos e ações que arrecadam recursos financeiros para manutenção da unidade hospitalar diminuíram em 70%, impacto causado pela pandemia do novo coronavírus. Na contramão, os atendimentos de pacientes (crianças, adultos e idosos) não diminuíram e a verba repassada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é insuficiente para manter o hospital de portas abertas.

“Muitos dos nossos eventos tiveram que ser adiados, mas os nossos pacientes, os nossos tratamentos não diminuíram. Esse ano já fizemos mais de 40 mil atendimentos. Por isso, precisamos da ajuda de todos vocês produtores de soja e milho para garantir atendimento humanizado e de qualidade aos nossos pacientes”, explicou Elenice.

Ainda segundo a coordenadora do Hcan, nova campanha é um pedido especial para que o hospital continue de portas abertas, recebendo pacientes e salvando pessoas. “Nós precisamos dessa ajuda para custear ao hospital a manutenção, aos funcionários, a medicamento, para que possamos continuar de portas abertas e salvando vidas”, aclamou Elenice.

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Presidente da Aprosoja Mato Grosso, Antonio Galvan, disse que os produtores de soja e milho são parceiros fieis do Hospital de Câncer do Estado e afirmou que a Aprosoja, como legítima representante do setor, abraçou mais essa campanha porque conhece bem e sabe a importância do Hcan para os mato-grossenses.

“Hospital de Câncer precisa continuar atendendo bem todos que ali chegam. As arrecadações caíram, mas os tratamentos não podem parar e nem esperar. Por isso, abraçamos mais essa campanha e convocamos a todos que doem e ajudem o Hcan a continuar salvando muitas vidas”, explanou o presidente.

A campanha de iniciativa da Aprosoja começou neste mês de agosto nas redes sociais e site da instituição. Você também pode ajudar compartilhando as informações com seus amigos.

DOAÇÕES – As doações ao Hcan podem ser feiras através de uma conta do Banco do Brasil. Na agência 46-9, conta corrente 125377-8.

HCAN – Hospital de Câncer de Mato Grosso é uma instituição filantrópica que atua na prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer, oferecendo ainda atendimento multidisciplinar em diversas especialidades em Mato Grosso. Em 2019 foram 107.326 mil atendimentos

Fonte:

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Polinização pode aumentar a produtividade de culturas de grande importância agrícola no Brasil

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) participou nesta quinta-feira (6) da live Mulheres no Agronegócio Sustentável através do Processo de Polinização com Abelhas, promovido pela Associação Brasileira de Exportadores de Mel (Abemel). No encontro, foi debatida a importância da polinização para aumentar a produção em culturas de grande relevância agrícola no Brasil, como soja e café. 

A ministra destacou que o Brasil pode trabalhar para aumentar sua atuação nesse setor. “Pela nossa dimensão, diversidade das culturas e pelo nosso clima, poderíamos ter uma atuação muito mais efetiva nesse setor. A polinização ser usada como bioinsumo é uma coisa nova temos um espaço enorme para trabalhar mais esse assunto”, disse.

Para a presidente da Abemel, Andressa Berretta, as abelhas podem ser um importante bioinsumo para o agronegócio brasileiro. “As abelhas podem ser essenciais como políticas públicas para ajudar a criar a consciência de como podemos evitar a geração de carbono para o ambiente, o consumo de água só usando as abelhas como insumo para aumentar a produção”.  

A diretora-executiva da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), Vanusia Nogueira, ressaltou que, além do aumento da produtividade proporcionado pelo uso de polinizadores na cultura do café, a prática possibilita a redução do uso de outros recursos e pode alavancar o valor agregado do produto. “Esse aumento de produtividade fica totalmente em linha com tudo o que o agro brasileiro tem defendido e buscado mostrar para o mundo: que nós temos uma agricultura extremamente sustentável e que podemos aumentar a produtividade, o nível de alimentos que entregamos para o mundo sem necessariamente aumentar as áreas que precisamos para fazer isso”, disse.

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Segundo ela, os primeiros testes com polinizadores na cultura do café têm  gerado resultados promissores. “Os produtores já estão animados em se engajar nesse processo a partir da próxima florada, em setembro”, concluiu. Dados da Startup Agrobee referentes à safra 2019/2020 mostraram um aumento médio de 20% na cultura de café que teve a polinização assistida e inteligente promovida pela empresa.  

A sócia fundadora da iniciativa Pretaterra, Paula Costa, falou sobre a importância de alavancar no Brasil o sistema de pagamentos por serviços ecossistêmicos dentro dos sistemas produtivos. A ministra concordou que é preciso avançar neste tema e convidou as participantes da live para a elaboração de uma proposta no Mapa.

A ministra também comentou sobre o Selo Arte para produtos artesanais provenientes da apicultura e meliponicultura (mel, própolis ecera), que deve ser regulamentado em breve pelo Mapa. O selo permite que os produtos artesanais de origem animal sejam comercializados em todo o território nacional.

Valor econômico

O serviço ecossistêmico prestado pelos animais polinizadores à agricultura brasileira contribuiu com um valor econômico estimado de R$ 43 bilhões em 2018. A estimativa se refere aos valores que seriam gastos pelos agricultores caso os polinizadores não contribuíssem para a produção de alimentos. A soja responde por 60% do valor estimado, seguida pelo café (12%), laranja (5%) e maçã (4%).  

Os dados são do Relatório Temático sobre Polinização, Polinizadores e Produção de Alimento no Brasil, fruto da parceria entre a Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos e a Rede Brasileira de Interações Planta-Polinizador. Segundo o estudo, a intervenção de polinizadores em cultivos de café favorece um aumento de 30% no rendimento desse cultivo. 

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As abelhas são o grupo de polinizadores mais abundante na agricultura, pois visitam mais de 90% dos 107 principais cultivos agrícolas já estudados no mundo. 

Produção e exportação de mel

A produção de mel no Brasil foi de 42,35 mil toneladas em 2018, com valor de produção de R$ 502,84 milhões. A Região Sul é responsável por 38,9% do total produzido, e a Região Nordeste, 33,6%. Os dados são da Pesquisa da Pecuária Municipal, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Em 2019, o Brasil exportou 30 mil toneladas de mel natural, com valor de US$ 68,3 milhões. Em 2020, as exportações subiram 35,7%, em comparação ao primeiro semestre de 2019. 

Os Estados Unidos são responsáveis por 78% das aquisições de mel do Brasil, em valor. Em 2019, foram exportados para o país 24,1 mil toneladas de mel, com US$ 54,2 milhões. O segundo país importador é a Alemanha, com 1,8 mil toneladas e US$ 4,7 milhões em valor. 

Em 2019, o Kuwait abriu o mercado de mel para o Brasil. Desde 2016, era aguardada a autorização pelo país árabe.

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Produtores de soja e milho doam máscaras, luvas, álcool e alimentos, em Cuiabá

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Fortalecimento Institucional

Produtores de soja e milho doam máscaras, luvas, álcool e alimentos, em Cuiabá

Foram dez instituições beneficiadas

06/08/2020

Produtores de alimentos, representados pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), fizeram a doação de 1.526 cestas básicas com materiais de higiene e limpeza, 1.000 litros de álcool 70%, 1.000 máscaras e 5.000 luvas. As entregas foram realizadas em instituições de apoio a famílias carentes e hospitais filantrópicos, em Cuiabá e fazem parte das ações de 2020 do Projeto Agrosolidário, desenvolvido há mais de dez anos pela entidade.

No total foram dez instituições beneficiadas. As cestas básicas com kits de higiene pessoal e limpeza serão destinadas a famílias carentes através da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Correa (Cridac), escola Estrelinha de Jesus, Igreja Batista Vozes que Clamam, Fraternidade Cristã de Pessoas com Deficiência, Obras Sociais Wantuil de Freitas e Análio Franco e Associação Espírita Yvonne Amaral. Os litros de álcool 70% foram destinados ao Hospital Geral e Maternidade de Cuiabá e Hospital de Câncer de Mato Grosso, que também recebeu as luvas e máscaras.

Diretor administrativo da Aprosoja, Lucas Costa Beber acompanhou as entregas realizadas nesta semana e afirmou que os produtores de soja e milho buscam, com o projeto Agrosolidário, se aproximar da sociedade, especialmente nesse momento de pandemia provocada pelo Covid-19 que gerou uma crise econômica em todo país.

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“Aprosoja está sempre contribuindo, ainda mais nesse momento de pandemia. Pra nós é uma satisfação estarmos representando todos os produtores de soja e milho de Mato Grosso. Queremos estar mais próximos da sociedade, especialmente dos que mais precisam”, pontuou o diretor, que é produtor rural em Nova Mutum.

Para o diretor do Cridac, Luiz Antônio Ferreira, os produtores de soja e milho são parceiros leais das pessoas assistidas pelo Centro de Reabilitação. Pela segunda vez a Aprosoja faz doação de cestas básicas no Cridac, que segundo o diretor será essencial para as famílias contempladas. “A gente solicita a Aprosoja porque sabemos que podemos contar. Nossos usuários são 100% Sistema Único de Saúde (SUS) e muito carentes. Vai ajudar muito, por um período amenizam o sofrimento de muitas famílias. É extremamente importante essa cesta básica com o kit de higiene e limpeza, é alimento e cuidados com a saúde nesse momento de pandemia”, pontuou.

“Essa doação veio para somar com os nossos trabalhos, que têm como foco principal as famílias em situação de vulnerabilidade social. Serão mais 500 famílias beneficiadas e atendidas nesse momento de enfrentamento a pandemia do novo coronavírus”, disse a secretária-adjunta de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, Clausi Barbosa.

Diretor técnico do Hospital Geral, Dr. Alexandre Maitelli, contou que devido a pandemia o consumo de álcool aumentou cerca de 10% no local. “É um item de muita necessidade no hospital pra manter as atividades e a assistência aos pacientes.  Estamos agradecidos pela contribuição da Aprosoja que irá colaborar com a manutenção das nossas atividades”, disse.

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Quem também acompanhou as entregas nas instituições foi o produtor rural em Campo Verde e vice-presidente Sul da Aprosoja, Fernando Ferri. Ele lembrou que o Agrosolidário é um ato de cuidado dos produtores de soja e milho com a sociedade. “Nós produtores rurais, somos na maioria de origem humilde, passamos necessidade e sabemos da importância do alimento na mesa das famílias. Trabalhamos muito e hoje temos uma condição melhor e podemos retribuir o que essa terra nos proporcionou”, pontuou Ferri.

As entregas também foram acompanhadas pelo diretor-executivo da entidade, Wellington Andrade e pela gerente administrativa, responsável pelo projeto Agrososlidário, Gisele Lima Bendô.

 

Fonte: Ascom

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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