Saúde

Covid-19: Brasil supera a marca de 680 mil mortes

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Brasil ainda enfrenta a Covid
André Biernath – @andre_biernath – Da BBC News Brasil em Londres

Brasil ainda enfrenta a Covid

O Brasil registrou, neste sábado, 210 novas mortes pela Covid-19, elevando para 680.012 o total de vidas perdidas no país para o novo coronavírus. Já a média móvel foi de 211 óbitos. O número registrado é 9% menor que cálculo de duas semanas atrás, o que demonstra tendência de estabilidade pelo vigésimo dia consecutivo.

Os dados são do consórcio formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo, que reúne informações das secretarias estaduais de Saúde divulgadas diariamente até as 20h. A iniciativa dos veículos da mídia foi criada a partir de inconsistências nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde.

O país também registrou 24.577 casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 34.009.075 infectados pelo coronavírus desde o começo da pandemia no país. A média móvel foi de 27.089 diagnósticos positivos. O número é 35% menor que o cálculo de 14 dias atrás, o que demonstra uma tendência de queda que continua desde o último dia 22, há 16 dias.

Os números de casos e mortes foram atualizados em 21 estados. Seis não registraram óbitos neste sábado.

A “média móvel de 7 dias” faz uma média entre o número do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda dos casos ou das mortes. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o ruído” causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

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Vacinação

Com o avanço da vacinação, diversos estados vêm deixando de divulgar dados sobre a aplicação de vacinas nos finais de semana e feriados, tornando os dados imprecisos. Por esse motivo, o consórcio de veículos de imprensa passa a divulgar, nestes dias, apenas casos e mortes provocados pela Covid-19. Os números represados virão nos dias seguintes, geralmente, nas segundas e terças-feiras.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Diabético pode ter filho?

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Tom e a seguidora Esther, de 5 anos
Arquivo pessoal

Tom e a seguidora Esther, de 5 anos

Conviver com diabetes requer cuidado e planejamento em vários momentos da vida. Quando uma mulher decide engravidar já diagnóstica com diabetes, a doença é considerada um fator de risco tanto para ela, quanto para o bebê. No caso dos homens, pouco se fala sobre como o diabetes pode interferir nesse processo para ser pai .

Eu conversei com dois endocrinologistas , a Dra. Denise Franco e o Dr. Rodrigo Siqueira, ambos são referência no tratamento do  diabetes no Brasil e alertaram para a necessidade dos cuidados para homens e mulheres que sonham em ter filho e convivem com diabetes.

No caso da mulher, a recomendação é para que a gestação seja “ planejada ”. Isso porque durante os meses de gestação é necessário manter um controle mais rigoroso da glicose no sangue. O diabetes oferece risco tanto para o bebê, quanto para a mãe. A falta de controle glicêmico, por exemplo, pode causar má formação dos bebês, além de aborto espontâneo, pré-eclâmpsia ou parto prematuro.

É recomendado que a mulher com diabetes e gestante seja acompanhada também pelo médico especialista em diabetes, no caso, o endocrinologista. Caso esse cuidado e planejamento aconteçam, a mulher pode realizar esse sonho de filhos.

Já no caso dos homens com diabetes, o importante é saber que o controle da glicose é fundamental para evitar a impotência sexual causada pelo diabetes descontrolado.

A glicose alta pode resultar em uma neuropatia no pênis, que impede a ereção.

Portanto, se você é homem, convive com diabetes e sonha em ser pai, controle a glicemia para não perder a chance de ser pai.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Varíola dos macacos: Brasil tem 2.458 casos confirmados até agora

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Varíola dos macacos
Divulgação

Varíola dos macacos

O número de casos confirmados da varíola de macaco já está em 2.458 pessoas no Brasil, segundo números atualizados, nesta sexta-feira (12), pelo Ministério da Saúde.

A maioria dos casos confirmados está no estado de São Paulo, com 1.748. Na sequência vem Rio de Janeiro (278), Minas Gerais (102), Distrito Federal (92), Paraná (52), Goiás (53), Bahia (25), Ceará (9), Rio Grande do Norte (8), Espírito Santo (7), Pernambuco (13), Tocantins (1), Acre (1), Amazonas (5), Pará (1), Paraíba (1), Piauí (1), Rio Grande do Sul (29), Mato Grosso (2), Mato Grosso do Sul (8), e Santa Catarina (22).

Cuidados necessários

As feridas na pele provocadas pela varíola trazem o risco de infecções secundárias causadas, principalmente, por bactérias. As fissuras presentes nas lesões servem de porta de entrada de microrganismos que podem ser nocivos.

O Ministério da Saúde recomenda que os cuidados voltados para a população de risco sem sinais de gravidade devem ser analisados caso a caso.

Em relação aos pacientes com bom estado geral, recomenda-se que seja prescrito tratamento sintomático. Além disso, o paciente deve permanecer isolado até a liberação dos resultados negativos da doença.

As lesões na pele devem ser cobertas o máximo possível, com o uso de camisas de mangas compridas e calças, também para minimizar o risco de contato com outras pessoas. Para evitar o risco de contaminação de outras partes do próprio corpo, o paciente deve evitar tocar nas feridas e não levar as mãos à boca e aos olhos, por exemplo.

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Ações do Ministério da Saúde 

O Centro de Operações de Emergência, criado pelo Ministério da Saúde para monitorar o avanço da doença, classificou a varíola dos macacos com nível máximo de emergência no território nacional. O nível III é estabelecido em cenários de “excepcional gravidade” e admite que a situação pode culminar em declaração de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin).

De acordo com o plano, a situação da doença no país foi classificada como nível III pois já existem casos confirmados da doença no Brasil, com transmissão comunitária, e ainda não há disponibilidade de medidas de imunização e tratamento.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Cientistas recuperam visão com implante sintético de pele de porco

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Cientistas recupera visão com implante sintético de pele de porco - 12.08.2022
Reprodução: pixabay – 09/05/2022

Cientistas recupera visão com implante sintético de pele de porco – 12.08.2022

Um estudo piloto realizou implantes de córnea derivados de um tipo de colágeno encontrado na pele de porco e resultados supreenderam com a restauração da visão de 20 pessoas que sofriam com doença da córnea, que causa perda da visão.

A pesquisa foi publicada na revista  Nature Biotechnology  e detalha como pesquisadores na Índia e no Irã criaram córneas sintéticas livres de células a partir de “atelocolágeno dérmico suíno tipo I purificado e liofilizado de grau médico”.

O material é também conhecido como colágeno de pele de porco congelado . Os pesquisadores utilizaram em implantes nos olhos de 20 pessoas que sofriam de deficiência visual.

Este estudo mostra-se promissor para o tratamento da cegueira corneana usando implantes de bioengenharia como alternativa às córneas humanas doadas, que estão em falta no mundo. 

A equipe de pesquisadores realizou previamente um estudo de viabilidade e implantou as ‘córneas sintéticas’ nos olhos de 14 dos 20 pacientes iniciais que eram inicialmente cegos.

Após 24 meses das cirurgias, observaram que “nenhum evento adverso ocorreu em nenhum paciente”. Todos os 20 pacientes tiveram a visão restaurada e a restauraram sua capacidade para usar lentes de contato.

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Processos da pesquisa

O coordenador do estudo, Neil Lagali, oftalmologista da Universidade Linköping da Suécia, disse que ao produzirem os implantes com células epiteliais da córnea humana e colocá-las nos olhos dos pacientes descobriram que as células cresceram e se tornaram transparentes nos olhos dos implantados em pouco mais de duas semanas após serem implantadas.

A pesquisa foi acompanhada por testes de laboratórios independentes para garantir que os implantes estivesse sempre estéreis e com esses mesmos testes descobriram que as córneas sintéticas de colágeno de porco eram muito mais estáveis ​​​​do que os tecidos de doadores humanos – que têm vida útil de apenas uma semana ou duas. Os implantes experimentais da descobera, apresentam vida útil mínima de dois anos.

Muitos estudos são direcionados à criação e desenvolvimento de córneas sintéticas, mas os pesquisadores observaram que ninguém ainda tentou esse procedimento específico de implantação e que espera que essa nova técnica possa “reduzir significativamente a demanda por tecido corneano doador no futuro”.

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Fonte: IG SAÚDE

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ALMT – Campanha Fake News II

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