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Criança de 4 anos é multada por andar de patins em praça de Veneza

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Criança de 4 anos é multada, em Veneza, por andar de patins
Reprodução/ Ansa

Criança de 4 anos é multada, em Veneza, por andar de patins

Uma criança de 4 anos foi multada enquanto andava de patinete em volta da praça Piazzetta dei Leoncini, nessa segunda-feira (19), em Veneza, na Itália. Por ser menor de idade, a multa – um total de 66,80 euros – foi atribuída ao pai do menino e, após ser compartilhada nas redes sociais, recebeu diversos comentários sobre a atuação do policial. “Vergonha”, “loucura” e “tristeza” foram algumas das manifestações dos internautas.

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Diversos comentários saíram em defesa da criança e criticaram a multa
aplicada, dizendo que ela estava “somente brincando” e que impedir que crianças brinquem nas ruas é o primeiro passo para tornar Veneza uma “cidade fantasma”.

Na sanção foi registrada que “a pessoa consentia ao filho menor de idade utilizar um acelerador de velocidade (patinete) na proximidade da Piazzeta dei Leoncini”. Ameaçando chamar um advogado, o pai do menino se dirigiu à sede policial para protestar contra a aplicação da multa, medida que achava exagerada e absurda.

“Piazza San Marco não deve virar um parque de jogos, mas que dano uma criança de 4 anos pode ter causado?”, debateu o pai dirigindo-se a Monica Sambo, chefe do Partido Democrático (PD) no Conselho Municipal.

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Nas próximas semanas, um novo regulamento da Polícia Municipal estará em curso para aprovação com o objetivo de abolir a utilização de patinetes por crianças
menores de 10 anos de idade e sugerir outros lugares mais delicados e artísticos na cidade que possam ser propícios à utilização do equipamento, como San Marco e Rialto.

Enquanto as novas regras são votadas, o regulamento antigo, que proíbe a utilização de “todo e qualquer acelerador de velocidade”, como patins, por exemplo, continua valendo. Além disso, são proibidos jogos coletivos e individuais que possam envolver o lançamento de objetos.

Mas não só essas medidas estão regendo na Itália.
 Nos últimos meses, a Prefeitura de Veneza colocou em prática novas restrições a moradores e turistas, visando o maior controle de Piazza San Marco e suas proximidades, gerando polêmica no país.

No entanto, essa não foi a única sanção estranha aplicada nos países internacionais. Em junho desse ano, na Guiana, o jovem Kevin Rodrigues teve seu carro parado pela polícia
 enquanto levava uma vítima de picada de cobra ao centro médico em Georgetown, capital do país.

“Isso não é problema meu e nem desculpa para infringir a lei”, disse o policial que aplicou a medida.  Após o adolescente ser barrado, o “criminoso” foi liberado e conseguiu chegar a tempo para socorrer sua amiga Lizzy. A vítima ficou internada e o adolescente teve que comparecer ao tribunal para reverter a sua multa
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*Com informação da ANSA

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Comissão externa discute situação da pandemia no Paraná

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Geraldo Bubniak/Agência de Notícias do Paraná
Saúde - doenças - coronavírus Covid-19 pandemia detecção casos contaminação contágio amostras (testes realizados no Lacen, Laboratório Central do Estado do Paraná)
O Paraná é um dos estados onde o número de contaminados pela Covid-19 está em alta

A comissão externa da Câmara dos Deputados que acompanha ações de combate ao novo coronavírus reúne-se nesta quinta-feira (16), às 11 horas, para discutir a situação da pandemia de Covid-19 no estado do Paraná.

Os debatedores serão ouvidos por videoconferência. Foram convidados:

  • o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello;

  • o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco;

  • o secretário de Saúde do Paraná, Carlos Alberto Gebrim Preto;

  • o deputado estadual e presidente da Comissão de Saúde Pública da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná (Alep), Dr. Batista (DEM);
  • o presidente da Federação das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Beneficientes do Estado do Paraná (Femipa), Flaviano Feu Ventorim;
  • o prefeito de Pérola (PR) e presidente da Associação dos Municipios do Paraná (AMP), Darlan Scalco; e
  • o presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Paraná (Cosemspr), Carlos Alberto de Andrade.

O público poderá participar da reunião por meio de sala de bate-papo do portal e-Democracia.

Da Redação – MO

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Plenário inicia sessão para analisar projetos relacionados à pandemia; acompanhe

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Saúde - doenças - coronavírus Covid-19 pandemia epidemia aplicativo auxílio emergencial Caixa Econômica CEF economia recessão desemprego PIB
Proposta que impede penhora do auxílio emergencial é o primeiro item da pauta

O Plenário da Câmara dos Deputados iniciou há pouco a sessão virtual desta quarta-feira (15), destinada a analisar propostas relacionadas à pandemia de Covid-19. O primeiro item da pauta é o Projeto de Lei 2801/20, que considera de natureza alimentar o auxílio emergencial de R$ 600 instituído em razão dos impactos econômicos da doença.

De autoria dos deputados do DEM Alexandre Leite (SP), Luis Miranda (DF) e Efraim Filho (PB), a proposta proíbe penhora, bloqueio ou desconto do auxílio que vise ao pagamento de dívidas ou prestações, salvo em caso de pensão alimentícia. O parecer do relator, deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), estende essas regras a outros benefícios sociais.

Mais informações em instantes

Reportagem ‒ Ralph Machado
Edição ‒ Marcelo Oliveira

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Governo sanciona novo Marco Legal do Saneamento Básico

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Aprovado no Senado Federal no final do mês passado, após tramitar também pela Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei (PL) 4.162/19, que atualiza o novo Marco Legal do Saneamento Básico, foi sancionado hoje (15) pelo presidente Jair Bolsonaro. A cerimônia começou às 13h, por videoconferência, no Palácio da Alvorada. Participam do evento virtual diversos ministros, sendo que alguns, como o ministro da Economia, Paulo Guedes, participam presencialmente do evento. 

Confira a cerimônia completa:

O projeto viabiliza a injeção de mais investimentos privados no serviço de saneamento. Hoje, em 94% das cidades brasileiras, o serviço de saneamento é prestado por empresas estatais. As empresas privadas administram o serviço em apenas 6% das cidades.

O novo marco prevê que empresas privadas também poderão participar de licitações do setor. Atualmente, prefeitos e governadores podem optar pela licitação ou por firmar termos de parceria diretamente com as empresas estatais. Com a nova legislação, as empresas estatais não poderão firmar novos contratos para a prestação do serviço sem participar de licitação junto com as empresas privadas.

Os atuais contratos em vigor poderão ser prorrogados por mais 30 anos, desde que as empresas comprovem uma saúde financeira suficientemente boa para se manterem apenas com a cobrança de tarifas e contratação de dívida. Além disso, as empresas devem ampliar o fornecimento de água para 99% da população e acesso a esgoto para 90% da população.

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Edição: Denise Griesinger

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