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Curso sobre municipalização ambiental terá início nesta terça-feira

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Para orientar os municípios como estruturar a área ambiental com o objetivo de promover o gerenciamento e proteção do setor, terá início nesta terça-feira (26) uma capacitação sobre a importância da municipalização ambiental, sua fiscalização e a estrutura administrativa de apoio ao meio ambiente. O curso será promovido por meio do programa CNM Qualifica e tem uma ampla programação. A capacitação será dividida em dois módulos que vão abordar vários temas, como a criação da estrutura administrativa de apoio ao meio ambiente, municipalização da estrutura administrativa de licenciamento e fiscalização ambiental, entre outros.

Ainda em janeiro será realizado um curso sobre Lei geral de proteção de dados, nos dias 28 e 29. Já estão também programadas várias qualificações para o início de fevereiro, conforme programação abaixo. A Associação Mato-grossense dos Municípios está mobilizando as equipes das prefeituras para a participação nas capacitações.

Devido à pandemia da Covid-19, todos os cursos serão realizados virtualmente pelo sistema de ensino a distância, através da Plataforma EAD. Os cursos em formato de videoconferência viabilizam as participações de equipes de todas as regiões. As capacitações a distância buscam aprimorar o conhecimento das equipes que atuam nas prefeituras.

Os cursos são voltados para diferentes áreas, sendo Finanças, Planejamento, Contabilidade, Meio Ambiente, Tecnologia e administração.  O programa tem como parceiro o Instituto Paulo Ziulkoski. Todas as capacitações são realizadas seguindo o horário de Brasília.

As inscrições estão abertas e são gratuitas para os municípios que são filiados, com um limite de inscrições. No portal www.cnm.org.br, o interessado confere todos os detalhes e regras que definem as gratuidades na participação de representantes de municípios. 

Confira a programação:

CNM Qualifica EaD: A importância da municipalização ambiental, sua fiscalização e a estrutura administrativa de apoio ao meio ambiente

Local: Plataforma EaD

Data: 26 a 28 de janeiro

Horário: 14:00 às 17:00

Inscrições: cnmqualifica.cnm.org.br/eventos/780

CNM Qualifica: Lei geral de proteção de dados

Local: Plataforma EAD

Data: 28 a 29 de janeiro

Horário: 14:00 às 17:00

Inscrições: cnmqualifica.cnm.org.br/eventos/782

CNM Qualifica EaD: Controle Interno – Aspectos gerais para atuação, padronização e planejamento de ações de controle interno

Local: Plataforma EaD

Data: 01 a 02 de fevereiro

Horário: 09:00 às 12:00

Inscrições: cnmqualifica.cnm.org.br/eventos/788

CNM Qualifica EaD: 10 medidas para alavancar a arrecadação a partir da Dívida Ativa

Local: Plataforma EAD

Data: 02 de fevereiro

Horário: 09:00 às 12:00

Inscrições: cnmqualifica.cnm.org.br/eventos/789

 

CNM Qualifica EaD: Plano Diretor e Legislações urbanas – Fontes de Financiamento e Desenvolvimento Local

Local: Plataforma EaD

Data: 02 a 03 de fevereiro

Horário: 09:00 às 12:00

Inscrições: cnmqualifica.cnm.org.br/eventos/787

CNM Qualifica EaD: Ações para ampliar a receita do IPTU

Ações para ampliar a receita do IPTU

Local: Plataforma EAD

Data: 03 de fevereiro

Horário: 09:00 às 12:00

Inscrições: cnmqualifica.cnm.org.br/eventos/790

CNM Qualifica EaD: Gestão do Agro nos municípios – Caminhos para o desenvolvimento econômico no pós-pandemia

Local: Plataforma EaD

Data: 02 a 03 de fevereiro

Horário: 14:00 às 17:00

Inscrição: cnmqualifica.cnm.org.br/eventos/769

 

CNM Qualifica EaD: Desafios e elaboração dos planos de Mobilidade Urbana

Local: Plataforma EaD

Data: 02 a 03 de fevereiro

Horário: 14:00 às 17:00

Inscrição: cnmqualifica.cnm.org.br/eventos/771

CNM Qualifica EaD: Ética: o Desafio da Atualidade – O que fazer para enfrentar os dilemas de nosso tempo

Local: Plataforma EaD

Data: 04 a 05 de fevereiro

Horário: 14:00 às 17:00

Inscrições: cnmqualifica.cnm.org.br/eventos/781

Fonte: AMM

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Presidente da AMM lamenta falecimento de ex-governador Frederico Campos

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Em nome dos prefeitos de Mato Grosso, o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios, Neurilan Fraga, lamenta o falecimento do ex-governador e ex-prefeito de Cuiabá, Frederico Campos, aos 93 anos, vítima da Covid-19. Campos estava internado em um hospital particular de Cuiabá, mas não resistiu às complicações da doença.

 “Lamentamos a perda do ex-governador e ex-prefeito, que muito contribuiu para o desenvolvimento da capital e do estado de Mato Grosso. Reconhecemos a importância da sua atuação no cenário político estadual e o seu exemplar legado como homem público. Prestamos a nossa mais sincera homenagem ao senhor Frederico Campos e nos solidarizamos com os familiares e amigos neste momento de tristeza e profundo pesar”, assinalou Fraga.

Frederico Campos  foi nomeado prefeito de Cuiabá pelo governador Pedro Pedrossian tendo cumprido o mandato entre 1967 e 1969. Também atuou como secretário de Obras no governo Garcia Neto (1975-1978)  e foi o primeiro indicado ao governador de Mato Grosso em 1978 pelo presidente Ernesto Geisel, sendo o segundo a ocupar o cargo após a divisão do estado determinada por lei. Em 1988, venceu sua primeira eleição direta ao ser eleito prefeito de Cuiabá.

Fonte: AMM

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Senado vota nesta terça MP que facilita compra de vacinas contra coronavírus

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A Medida Provisória (MP) 1.026/2021, que facilita a compra de vacinas contra a covid-19, é um dos quatro itens da pauta da sessão deliberativa do Plenário do Senado nesta terça-feira (2). O texto, aprovado pela Câmara dos Deputados na última terça (23), dispensa licitação e estabelece regras mais flexíveis para a aquisição de insumos e serviços necessários à imunização.

A MP 1.026/2021, aprovada pela Câmara na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 1/2021, determina que a aplicação de vacinas deve seguir o Plano Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde e autoriza estados e municípios a comprar e aplicar imunizantes, caso a União não adquira doses suficientes para os grupos prioritários previstos.

A medida acompanha o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), permitiu aos entes da Federação a compra e distribuição de vacinas, caso o governo federal não cumpra o plano de imunização. O relator da matéria é o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).   

PEC Emergencial

Também consta na pauta de votações Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 186/2019, a chamada a PEC Emergencial. No entanto, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, informou que na terça só haverá a discussão do texto, que já sido objeto de intensos debates entre os parlamentares. A votação da matéria está prevista para quarta-feira (3).

Apresentado pelo Poder Executivo em 2019, o texto sofreu modificações, sugeridas nas últimas semanas pela equipe econômica para compensar o pagamento de um novo auxílio emergencial.

Cadeia agroindustrial

O Plenário do Senado pode finalizar ainda a votação do PL 5.191/2020 que cria os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro), uma ferramenta para que o setor agropecuário possa captar dinheiro no mercado de capitais. Da Câmara dos Deputados, o texto-base já tinha sido aprovado pelos senadores no início de fevereiro, restando dois destaques a serem votados antes de o projeto seguir para a sanção presidencial.

O Fiagro permite que investidores nacionais e estrangeiros direcionem recursos ao setor através de aplicações em ativos financeiros atrelados ao agronegócio ou da aquisição de imóveis rurais. Os rendimentos e ganhos de capital distribuídos pelo fundo serão sujeitos ao imposto de renda retido na fonte, com alíquota de 20%.

O senador Carlos Fávaro (PSD-MT) é o relator da proposta.

Protocolo de Nairóbi

Outro item a ser votado pelos senadores é o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 568/2020, já aprovado pela Câmara dos Deputados, que ratifica o Protocolo de Nairóbi, que trata da eliminação dos subsídios de produtos agrícolas e foi acordado em 2015, durante a 10ª Conferência Ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC).

A proposta tem como relator o senador Zequinha Marinho (PSC-PA).

Fonte: AMM

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Termina hoje prazo para apresentação de emendas ao Orçamento de 2021

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Termina nesta segunda-feira (1º) o prazo para apresentação de emendas ao Orçamento Geral da União de 2021 (PLN 28/2020) por deputados, senadores e bancadas estaduais.

Pelo cronograma definido pela Comissão Mista de Orçamento (CMO), a previsão é de que a votação final do texto, pelo plenário do Congresso Nacional, ocorra em 24 de março. Antes disso, na quarta-feira (3), o colegiado deve votar o parecer sobre a receita e o relatório preliminar da proposta. Já os relatórios setoriais da despesa serão votados entre os dias 15 e 19. Na CMO, o relatório geral deve ser votado até o dia 23 de março.

Emendas

De acordo com o texto, o valor total das emendas impositivas individuais por parlamentar é de R$ 16.279.986, distribuídos em até 25 emendas. Pelo menos metade desse valor deve ser destinada à saúde. Já emendas de bancadas estaduais com garantia de execução e contingenciamento proporcional ficam limitadas a R$ 241.460.468 por unidade da Federação.

Cada parlamentar poderá apresentar emendas individuais impositivas ao Orçamento no total de R$ 16.279.986, divisível em até 25 sugestões, todas de execução obrigatória. O cálculo foi feito ainda no ano passado pelas consultorias de Orçamento do Congresso Nacional.

Atraso

Presidida pela deputada Flávia Arruda (PL-DF) e com o senador Marcio Bittar (MDB-AC) na relatoria, desta vez, a proposta orçamentária terá que ser analisada a toque de caixa. Serão menos de 50 dias para isso.

Pela Constituição a proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA) deve ser enviada pelo Executivo ao Congresso até 31 de agosto do ano anterior. Já os parlamentares devem entregar o texto votado para sanção presidencial até 22 de dezembro, quando termina o ano legislativo.

O Executivo entregou no prazo, mas a pandemia do novo coronavírus, as eleições municipais e as disputas políticas pelo comando da Comissão Mista de Orçamento (CMO) – além das articulações em torno da sucessão das cadeiras de presidentes da Câmara e do Senado – atrasaram a análise de propostas orçamentárias fazendo com que a CMO sequer fosse instalada no ano passado.

Apesar de prever prazo para a votação do orçamento, a Constituição não diz o que acontece caso essa votação atrase.

Vácuo

Sem o orçamento deste ano votado, o presidente da República, Jair Bolsonaro, editou o Decreto nº 10.625, para a execução provisória do Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) de 2021 e estabeleceu a programação financeira para o ano.

Com base na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2021, o decreto determina que, para as despesas obrigatórias com controle de fluxo e para as despesas discricionárias ressalvadas de contingenciamento pela LDO 2021, foram propostos fluxos mensais correspondentes a 1/12 do valor das dotações orçamentárias constantes do PLOA 2021.

Para as demais despesas discricionárias, foram propostos fluxos mensais correspondentes a 1/18 do valor das dotações orçamentárias constantes do PLOA 2021, das despesas correntes para essas programações.

Fonte: AMM

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