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Dafra Citycom HD 300 chega às lojas para rivalizar com Honda PCX, por R$ 21.490

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Dafra HD 300: Com novo projeto, o scooter tem como objetivo aumentar a participação da marca no segmento

O Dafra Citycom HD 300, apresentado ao público durante o Festival Duas Rodas, chegará às concessionárias da marca no início deste mês de março por R$ 21.490, com frete incluso, já no modelo 2021. O lançamento vem como mais uma opção aos consumidores, complementando a gama de scooters da montadora em parceria com a taiwanesa SYM, que conta atualmente com Citycom S 300i e Maxsym 400i. Com um design moderno e itens de conforto, o novo integrante terá 2 anos de garantia.

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Segundo a marca, a chegada do Dafra HD 300 lojas foi antecipada graças ao ótimo desempenho do modelo nos testes realizados na fábrica. “A previsão de lançamento, inicialmente em maio, correspondia ao prazo médio para desenvolvimento de um novo projeto, porém em função da qualidade do produto, que tem a mesma sólida base mecânica-eletrônica do Dafra Citycom S 300i, e do sucesso na realização dos testes em fábrica e de rodagem, tivemos a possibilidade de antecipar sua entrada no mercado”, afirma Victor Trisotto, diretor de engenharia e produção da Dafra.

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Mecânica e equipamentos

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Apesar do projeto mais moderno e da proposta de melhorar o custo-benefício, o cluster segue o mesmo analógico da linha

O Citycom HD 300 chega com carregador USB, farol e lanterna de LED, abertura do tanque na chave de ignição e espaço otimizado no compartimento sob o banco. Sobre este último item, a realocação da bateria, tradicionalmente posicionada neste compartimento, ampliou este espaço em 27%, ou seja, agora tem capacidade de 38 litros. Além disso, vem com freios ABS de série e o mesmo motor do Citycom S 300i, com 278,3 cc, que gera 27 cv. Entretanto, com 13 kg a menos, o que promete mais agilidade.

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O painel do Dafra HD 300 , por sua vez, é o tradicional da marca, com ponteiros e as luzes espia. Ainda para este ano é aguardada a chegada de uma variedade de scooters ao mercado brasileiro: Yamaha XMax 250, Kymco AK 550 e os Honda ADV 150 e Forza 300.

Fonte: IG CARROS

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Aceleramos a série limitada de 40 anos da BMW F 750GS

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BMW F750 GS da série especial de 40 anos tem preço sugerido de R$ 64.500 com itens exclusivos
Gabriel Marazzi

BMW F750 GS da série especial de 40 anos tem preço sugerido de R$ 64.500 com itens exclusivos

Esta BMW F 750GS 40 anos se parece muito com a BMW F 850GS do mês passado, mas é outra motocicleta, considerando suas diferenças. Em comum, o logotipo “40 anos”, já que elas fazem parte da gama de modelos especiais inspirados na primeira G/S – F 750GS, F 850GS, F 850GS Adventure, R 1250GS e R 1250GS Adventure –, e a cilindrada do motor.

Entre outras cositas. Mas como? A cilindrada do motor é a mesma para a 750 e para a 850? Sim. Como a história dos 40 anos da GS já foi contada com a F 850GS Adventure, vamos explicar apenas as diferenças entre a BMW F 750GS e a BMW F 850GS .

Trata-se da mesma motocicleta básica, com algumas diferenciações, o que não inclui o motor, que é o mesmo nas duas, com cilindrada exata de 853 cm 3 . Ajustes eletrônicos diferenciados fazem com que a 750 tenha potência máxima de 77 cv a 6.250 rpm, contra os 80 cv à mesma rotação da 850.

Os números de torque seguem a mesma proporção, 8,5 kgfm e 9,0 kgfm, respectivamente, sempre na mesma rotação da potência máxima. Realmente, o número que acompanha o nome oficial das motos, em especial, o da BMW F 750GS , dá a entender que as cilindradas seriam diferentes.

Ambas são modelos de uso misto, aventureiras, mas a BMW F 750GS é mais comportada, não apenas no desempenho, mas também nas suspensões.  Enquanto a F 850GS tem suspensão dianteira de garfo invertido, bengalas de 43 mm e curso de 230 mm, a F 750GS tem garfo convencional de 41 mm, com curso de apenas 170 mm.

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Com o kit de rebaixamento , que reduz a altura do assento de 815 mm para 760 mm, o curso das suspensões são ainda menores, de 150 mm. A suspensão traseira da F 850GS tem curso de 215 mm e na F 750GS o curso é de 170 mm.

Essas são as diferenças principais entre a BMW F 750GS e a BMW F 850GS, deixando claro que a irmã maior tem maior aptidão ao fora de estrada do que a menor, o que fica definitivamente determinado pelas rodas raiadas de 21 e 17 polegadas na F 850GS e nas rodas de liga leve de 19 e 17 polegadas da F 750GS.

As suspensões diferentes determinam também geometrias diferentes de direção, a F 850GS com cáster de 62 o e trail de 126 mm, contra os 63 o e 104,5 mm da F 750GS.

Essa diferença afeta também a distância entre-eixos , que é de 1.559 mm na F 750GS e 1.593 na F 850GS. Apesar de tudo, a 850 pesa apenas 6 kg a mais do que a 750.

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Para quem deseja uma motocicleta mais pacata, a BMW F 750GS é ótima, com muita força, principalmente em acelerações, mas com funcionamento suave . A altura do banco de 815 mm, podendo reduzir para 760 mm, é a melhor pedida para quem não tem pernas muito longas.

Já a BMW F 850GS tem um funcionamento bem mais brusco, com acelerações brutais em comparação à outra. E a altura original do banco é de 860 mm, com opções para troca do banco para alguns pouca coisa mais baixos, e um ainda mais alto, de 875 mm. A  BMW F 750GS 40 anos custa R$ 64.500.

Fonte: IG CARROS

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GM volta a produzir Onix e Onix Plus após paralisação de quatro meses

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Chevrolet Onix deve retornar gradualmente às concessionárias em busca de retomar a liderança nas vendas
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Chevrolet Onix deve retornar gradualmente às concessionárias em busca de retomar a liderança nas vendas

A Chevrolet anuncia a retomada das atividades na fábrica de Gravataí (RS), onde são produzidos os modelos Onix e Onix Plus , para a próxima segunda-feira (16). O complexo gaúcho foi prejudicado pela falta de microchips semicondutores que está afetando toda a indústria global. 

Para superar a escassez de componentes, a Chevrolet anuncia retorno gradual das atividades. A fábrica de Gravataí voltará a operar em um turno, com a expectativa de retomar a normalidade ainda no segundo semestre de 2021.

A Chevrolet foi a montadora mais afetada pela escassez de componentes na indústria. Com os modelos Onix e Onix Plus em falta nas concessionárias, a fabricante perdeu posições no ranking de vendas. Segundo o presidente da General Motors da América do Sul, Carlos Zarlenga, milhares de clientes aguardam o retorno dos modelos às lojas. “É o carro preferido do consumidor brasileiro”, diz o executivo.

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Hegemonia

O Chevrolet Onix foi o carro mais vendido do Brasil pelo sexto ano consecutivo em 2020. Em um período impactado pelo início da pandemia, com queda de 26% no setor, o modelo da General Motors foi o único a emplacar mais de 100 mil unidades.

A falta de microchips semicondutores afetou toda a indústria global. Os componentes são utilizados em sistemas eletrônicos, como Wi-Fi, central multimídia, assistente de voz e outros recursos. Por ser um dos mais tecnológicos da categoria, o Chevrolet Onix também foi o mais afetado.

Confira as versões e preços do Chevrolet Onix 2022 em seu retorno às concessionárias:

Motor 1.0 aspirado : – Chevrolet Onix 1.0 manual – R$ 63.430 – Chevrolet Onix LT 1.0 manual – R$ 65.530 – Chevrolet Onix LT1 1.0 manual – R$ 68.030

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Motor 1.0 turbo :

– Chevrolet Onix 1.0 Turbo – R$ 68.390 – Chevrolet Onix LT 1.0 Turbo – R$ 71.130 – Chevrolet Onix LT 1.0 Turbo automático – R$ 76.890 – Chevrolet Onix LTZ 1.0 Turbo manual – R$ 74.690 – Chevrolet Onix LTZ 1.0 Turbo automático – R$ 80.430 – Chevrolet Onix RS 1.0 Turbo automático – R$ 81.430 – Chevrolet Onix Premier 1.0 Turbo automático – R$ 85.430 – Chevrolet Onix Premier 2 1.0 Turbo automático – R$ 88.890

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Confira as versões e preços do Chevrolet Onix Plus 2022 :

Motor 1.0 aspirado :

– Chevrolet Onix Plus 1.0 LT manual – R$ 69.060

Motor 1.0 turbo :

– Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo automático – R$ 68.390 – Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo LT manual – R$ 76.060 – Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo LT automático – R$ 81.890 – Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo LTZ manual – R$ 79.690 – Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo LTZ automático – R$ 85.430 – Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo Midnight automático – R$ 88.890 – Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo Premier automático – R$ 89.930 – Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo Premier II automático – R$ 93.260

Fonte: IG CARROS

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Os desafios da descarbonização do setor automotivo

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Segundo Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea, o maior desafio do país é reduzir as emissões do transporte de carga
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Segundo Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea, o maior desafio do país é reduzir as emissões do transporte de carga

A Anfavea (Associação Nacional das Fabricantes de Veículos Automotores) elaborou um estudo sobre o processo de descarbonização do setor automotivo brasileiro em parceria com a consultoria BCG (Boston Consulting Group). Os dados revelam que apenas a adesão de biocombustíveis e o aumento da frota eletrificada não serão suficientes para garantir um ecossistema mais sustentável.

Segundo a entidade, a redução na emissão de gases tóxicos passará pela retirada de veículos mais antigos de circulação ao longo desta década. O estudo também aponta que modelos com motores flex e a diesel ainda serão maioria na frota brasileira em 2035. Ouça o bate-papo com Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea:

O executivo afirma que o mercado de veículos pesados continua sendo o mais desafiador, mesmo em países desenvolvidos como França, Espanha e Reino Unido. “Hoje não temos a possibilidade de eletrificação para longas distâncias. As empresas europeias estão avaliando o gás natural e a célula de combustível como alternativas mais sustentáveis que o diesel”, avalia Moraes.

No Brasil, marcas já começam a investir em caminhões e utilitários elétricos para transporte urbano. Este é o caso da Volkswagen , que aposta no caminhão elétrico e-Delivery . O modelo pode rodar apenas 250 km com 100% da bateria, fator que dificulta seu uso rodoviário. Para o JAC iEV1200T , a autonomia é de apenas 200 km.

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Entretanto, os modelos já caíram no gosto das grandes empresas. Grupos importantes como PepsiCo, Ambev, Carrefour e Porto Seguro já fortaleceram suas frotas de caminhões 100% elétricos.

O estudo da Anfavea em parceria com a BCG indica que modelos eletrificados correspondem a 2% do mix de vendas de modelos leves. Em 2030, no melhor dos cenários, a representatividade do segmento pode variar entre 12% e 22%. Ouça o podcast para mais detalhes.

Fonte: IG CARROS

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ALMT – Campanha Fake News II

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