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Deputadas levam pautas de direitos humanos ao Congresso dos EUA

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No final do mês passado, na semana de Carnaval, três deputadas visitaram o Congresso dos Estados Unidos para participar de reuniões com comitês que discutem assuntos de interesse dos negros, indígenas e trabalhadores, além de uma mesa redonda com o Comitê de Recursos Naturais da Câmara norte-americana.

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Deputadas Érika Kokay, Fernanda Melchiona e Joênia Wapichana, durante visita ao Congresso dos Estados Unidos

A deputada Fernanda Melchiona (Psol-RS) se reuniu com integrantes de comitivas de mulheres, do movimento negro e da corte interamericana dos Direitos Humanos. Entre os assuntos, os dois anos do assassinato de Marielle Franco em 14 de março, um crime ainda não esclarecido.

“Levei essa luta que temos muito forte aqui no Brasil. Esse movimento já tinha feito manifestações nos Estados Unidos, em outros lugares, por justiça pra Marielle, assim como temas que dizem respeito ao racismo estrutural no nosso país”, disse a deputada.

Liberdade de imprensa
Já a deputada Erika Kokay (PT-DF) tratou da luta por liberdade de imprensa e expressão, direitos humanos e trabalhistas e ameaças crescentes à democracia. Ela destacou o convite feito por mulheres deputadas e defende a articulação de parlamentares. O encontro foi o primeiro passo para algo maior.

“Nós queremos construir uma rede com mais organicidade, com fluxos de informações ao receber essas informações, contribuir na perspectiva de denunciar violações de direitos e uma rede, com mais organicidade, de mulheres das Américas”, observou.

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Direitos indígenas
A deputada Joênia Wapichana (Rede-RR) conversou com as deputadas americanas sobre violações de direitos indígenas no Brasil. Ela e a norte-americana Deb Haaland são as primeiras indígenas eleitas nos legislativos do Brasil e dos Estados Unidos. A deputada lembrou que no ano passado já houve um encontro de parlamentares indígenas da América Latina, em Lima, e agora a ideia é organizar um encontro mundial.

“Estamos com planos de fazer um segundo encontro de parlamentares indígenas, agora não somente da América Latina, mas a nível global, e a Deb com certeza será uma das convidadas”, disse Joênia Wapichana.

Foi a primeira vez na história que mulheres indígenas da América do Sul e da América do Norte se reuniram para colaborar e discutir estratégias para defender e proteger o meio ambiente, os direitos indígenas e lidar com as mudanças climáticas.

Reportagem – Luiz Cláudio Canuto
Edição – Roberto Seabra

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Bolsonaro anuncia reajuste dos combustíveis

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Foto: Assessoria

Neste domingo (24), o presidente Jair Bolsonaro, ao lado do ministro Paulo Guedes, da Economia, anunciou que um novo reajuste no preço dos combustíveis deve ocorrer nos próximos dias. Bolsonaro também voltou a criticar o monopólio da Petrobras.

“Pelo que tudo indica teremos reajuste nos combustíveis. Não precisa ter bola de cristal nem informações privilegiadas, que eu não tenho, é só ver o preço do barril de petróleo lá fora e o comportamento do dólar aqui dentro”, disse.

Bolsonaro ressaltou que não tem poderes para interferir na Petrobras e disse ter conversas abertas sobre “o que fazer com ela” para terminar com o monopólio no futuro. Sobre uma possível privatização, ele disse que “não vai simplesmente colocar à venda na prateleira”.

“Alguns querem que a gente interfira nos preços, a gente não vai interferir no preço de nada. Isso já foi feito no passado e não deu certo. Pelos números lá fora, nos próximos dias, a partir de amanhã, teremos reajuste nos combustíveis. Prevendo isso estamos discutindo um auxílio ao caminhoneiro “, comentou.

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Após embargo carne fica mais barata para China; e brasileiro continua pagando caro

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Foto: Divulgação

A suspensão da importação de carne brasileira pela China, após a confirmação de dois casos de mal da vaca louca em frigoríficos de Minas Gerais e Mato Grosso, fez o produto ficar mais barato para a exportação. Mas, aqui no nosso país, o preço da carne bovina segue em alta para os consumidores.

Desde o início do embargo, em 4 de setembro, a cotação da arroba do boi gordo já caiu 9,5%. Mas por que essa queda não é sentida nos bolsos dos brasileiros?

O preço do produto, de fato, recuou no atacado. No estado de São Paulo, por exemplo, o preço ficou menor porque uma parte que seria embarcada para a China foi despachada para o mercado interno. No varejo, entretanto, o preço da carne continua alto.

Esse descompasso entre atacado e varejo se deve a uma diferença no modo de consumo. O mercado interno é abastecido por cortes traseiros (carnes de primeira), enquanto os dianteiros (carnes de segunda) normalmente são voltados para a exportação. É justamente esse último que viu seu preço cair.

Além disso, com a exportação para a China parada, os frigoríficos reduziram os abates e as compras de boi gordo. A menor oferta, por sua vez, levou a um aumento dos preços.

Da redação com IG

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Após a apresentação do  relatório oficial da CPI da Covid, Bolsonaro ataca Renan: ‘Vagabundo é elogio para ele’

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Um dia após a apresentação do  relatório oficial da CPI da Covid, o presidente Jair Bolsonaro atacou nesta quinta-feira o relator da comissão,  senador Renan Calheiros (MDB-AL). Bolsonaro afirmou que “não há maracutaia lá por Brasília que não esteja o nome do Renan envolvido”.

Em seu relatório, Renan pediu o  indiciamento de Bolsonaro por nove crimes: epidemia com resultado morte, infração de medida sanitária preventiva, charlatanismo, incitação ao crime, falsificação de documento particular, emprego irregular de verbas públicas, prevaricação, crimes contra a humanidade e crime de responsabilidade (violação de direito social e incompatibilidade com dignidade, honra e decoro do cargo).

'Não há maracutaia que não esteja o nome do Renan envolvido', diz Bolsonaro
Agência Brasil

‘Não há maracutaia que não esteja o nome do Renan envolvido’, diz Bolsonaro

Um dia após a apresentação do  relatório oficial da CPI da Covid, o presidente Jair Bolsonaro atacou nesta quinta-feira o relator da comissão,  senador Renan Calheiros (MDB-AL). Bolsonaro afirmou que “não há maracutaia lá por Brasília que não esteja o nome do Renan envolvido”.

Em seu relatório, Renan pediu o  indiciamento de Bolsonaro por nove crimes: epidemia com resultado morte, infração de medida sanitária preventiva, charlatanismo, incitação ao crime, falsificação de documento particular, emprego irregular de verbas públicas, prevaricação, crimes contra a humanidade e crime de responsabilidade (violação de direito social e incompatibilidade com dignidade, honra e decoro do cargo).

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Durante evento de inauguração do trecho da transposição do Rio São Francisco, em São João de Piranhas (PB), Bolsonaro questionou por que é “atacado”:

“Por que eu sou atacado 24h por dia? Onde eu errei? Relatório da CPI comandada por Renan Calheiros”.

Da redação com IG

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ALMT – Campanha Fake News II

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