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Dólar do cartão será do dia da compra a partir de março, define BC

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Agência Brasil

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Novas regras vão tornar compras feitas em dólar com o cartão de crédito mais transparentes

O Banco Central (BC) definiu as regras para a divulgação das taxas de conversão de gastos em moeda estrangeira em cartão de crédito de uso internacional.

A circular publicada neste domingo (23)  detalha norma definida no fim do ano passado que determinou que os gastos feitos em moeda estrangeira nos cartões de crédito internacionais terão seu valor fixado em reais pela taxa de conversão vigente no dia de cada gasto realizado.

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O novo cálculo passa a valer a partir a partir de 1º de março de 2020. Com essa medida, o cliente ficará sabendo já no dia seguinte quanto vai desembolsar em reais , eliminando a necessidade de eventual ajuste na fatura subsequente.

A circular também determina que a taxa de conversão do dólar deve ficar disponível nos canais remotos de atendimento ao cliente, inclusive por meios eletrônicos, com acesso direto ao público no menu relativo a cartões de uso internacional.

A divulgação das taxas de conversão deve ser realizada independentemente de identificação ou autenticação do usuário, diz a circular.

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Além disso, a taxa de conversão deve ter quatro casas decimais e deve ser divulgada tanto em formato de dados abertos (acesso livre para modificação e compartilhamento), quanto em formato final para utilização direta pelo público .

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Histórico

Quanto ao histórico, a circular determina que a informação deve abranger as taxas de conversão praticadas, no mínimo, a partir de 1º de março de 2020, até 30 de agosto de 2020. A partir de 1º de setembro de 2020, o histórico deve abranger as taxas de conversão praticadas, no mínimo, nos últimos 180 dias .

O BC também determina que o histórico deve conter a opção para a consulta da última taxa de conversão disponível.

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Economia

Compra de mês no supermercado ainda vale a pena? Veja dicas para economizar

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Especialistas dão dicas de economizar nas compras do supermercado
Tânia Rêgo/Arquivo/Agência Brasil

Especialistas dão dicas de economizar nas compras do supermercado

A inflação dos alimentos desacelerou em março, mas não o suficiente para compensar o aumento dos preços desse grupo, que acumula alta de 13,87% em 12 meses. Em tempos como esse, os consumidores costumam recorrer à estratégia de fazer uma compra grande, uma vez ao mês, em busca de economizar no supermercado . Mas será que essa ainda é a melhor forma de reduzir as despesas?

Economista e professora do Ibmec-RJ, Ana Beatriz Moraes explica que o hábito de fazer compras de mês surgiu durante o período de hiperinflação , que ocorreu no Brasil nos anos 80 e início dos anos 90, em que o preço dos produtos podia subir consideravelmente no mesmo dia, e a inflação chegou a superar 80% ao mês.

“Nessa época, fazia muita diferença no bolso do consumidor a mesma cesta de produtos de um mês para o outro. Depois que esse momento passou, a compra de mês passou a significar comodidade, por ter os produtos estocados em casa”, aponta a professora.

Atualmente, porém, a concorrência entre os supermercados faz com que, mesmo em momentos de inflação mais alta, haja uma disputa pelo consumidor, que acaba sendo favorecido com promoções. Nesse sentido, ir às compras com mais frequência pode significar mais oportunidades de encontrar ofertas e preços mais baixos .

“O Rio de Janeiro, por exemplo, é um dos estados com mais ações promocionais, porque a concorrência é muito grande. Temos uma capilaridade grande de vários tipos de varejo: supermercados, hipermercados, atacarejos, lojas de vizinhança e até as lojas de conveniência, que também disputam”, explica o consultor de Varejo Marco Quintarelli, que brinca: “Isso faz com que o consumidor fluminense seja dos mais desleais, porque chega em casa com uma sacola de cada estabelecimento”.

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Ana Beatriz afirma que, se a renda permitir, vale a pena tentar fazer um estoque não muito grande de itens que são consumidos com frequência . No entanto, é importante ficar atento às ofertas, mesmo que isso signifique ir ao supermercado mais vezes:

“Vale a pena aproveitar dias de promoções, como o dia da carne, dia da feira, e procurar supermercados tradicionalmente mais baratos para os itens diários e não perecíveis. Atacados acabam sendo uma ótima opção para quem vai comprar em maior quantidade, mas pesquisar preços é fundamental”.

A melhor estratégia para gastar menos

Do ponto de vista estritamente financeiro, as compras semanais são mais vantajosas pela sazonalidade das promoções e dos produtos em oferta. Mas também é importante ter cuidados e ficar ligado em algumas dicas.

“A compra de mês não faz sentido, muito menos quando é feita nos primeiros quinze dias, em que as coisas estão mais caras. As promoções dos supermercados acontecem mais no fim do mês, mas cada produto de uma vez. Assim, comprando aos poucos se conseguem preços melhores”, diz André Braz, da FGV.

Os especialistas alertam, porém, que, para quem não é muito controlado, ir várias vezes ao supermercado pode significar gastar mais do que deveria.

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“Tem gente que faz da ida ao supermercado um programa, ainda mais agora em tempos de isolamento social. E, assim, toda semana tem uma vontade diferente, o sentimento de ‘eu mereço’ e pagando aos poucos não percebe o quanto está gastando no total”, afirma a planejadora financeira e especialista em finanças comportamentais, Paula Sauer.

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A recomendação é fazer uma lista de compras e se ater a ela. E comprar produtos não perecíveis no supermercado em dias de desconto, e os perecíveis semanalmente em lugares mais baratos, como feiras.

Pesquisa de valores é mais fácil online

Com o crescimento das compras online, há quem ainda fique em dúvida se é mais vantajoso ou não usar a internet. Segundo especialistas, o espaço virtual é mais fácil para pesquisar preços e tende a ter mais promoções.

“Hoje em dia informação é tudo, e o consumidor pode inclusive usar aplicativos que comparam preços. Vale a pena aproveitar as ofertas de diferentes supermercados, se houver essa possibilidade”, afirma Quintarelli.

Muitos mercados não cobram taxa de entrega , o que permite ao consumidor comprar em mais de uma empresa o que estiver com o melhor preço. E a comparação de produtos não perecíveis é simples: mesma marca, peso e preço. Já para os perecíveis, é preciso ver se o serviço entrega boa qualidade e atende ao desejado no momento.

“Às vezes o barato sai caro, se as frutas ou legumes já estão muito maduros e você não vai usar de imediato. Aí pode valer mais a pena comprar escolhendo bem o que deseja”, afirma a planejadora financeira Paula Sauer.

Dólar e clima afetaram preços no Brasil

Economista do Ibre/FGV, André Braz afirma que entre os motivos para a alta dos preços dos alimentos está o câmbio, que impacta em produtos que são vendidos internacionalmente — as chamadas commodities —, como a soja e o trigo.

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“O óleo de soja quase dobrou de preço em 12 meses pela valorização no mercado internacional. O trigo a mesma coisa, e eleva o preço de massas. O milho, que serve de ração, encarece também o o preço do frango. Outra questão do dólar é que quando o real desvaloriza, os produtos brasileiros ficam muito baratos, atraindo os compradores internacionais”, explica o economista.

Com isso, segundo Braz, o mercado doméstico sofreu com o desabastecimento de alguns itens, reduzindo a oferta e, consequentemente, aumentando os preços.

“Teve também problemas na safra de feijão e arroz , que são o carro-chefe da alimentação no Brasil. Houve excesso de chuvas em algumas áreas e falta em outras”, acrescenta.

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Deputados querem derrubar vetos de Bolsonaro à nova Lei de Licitações

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Lei foi publicada no dia 1º de abril
O Antagonista

Lei foi publicada no dia 1º de abril

Deputados querem derrubar alguns dos 26 vetos feitos pelo presidente Jair Bolsonaro à nova Lei de Licitações (lei 14.133/21).

Para o relator do texto na Câmara, deputado Augusto Coutinho (Solidariedade-PE), alguns pontos podem ser rediscutidos com o governo como o veto à consideração de técnica e preço para os contratos acima de R$ 300 milhões. “Muitas vezes se contrata uma empresa que não faz um bom projeto para a execução de uma obra. Pode-se pagar mais barato por esse projeto, mas a obra sai mais cara justamente pela falta de qualidade do projeto apresentado. O governo vetou esse ponto”, alertou.

Coutinho também não concorda com o veto ao depósito antecipado de parcelas de obras aos contratados. Para o governo, basta a existência de orçamento aprovado. O deputado Vitor Lippi (PSDB-SP) também discorda do veto porque, segundo ele, esse é um problema apontado pelo Tribunal de Contas da União. “Próximo de 70% das obras públicas paradas no Brasil são por atraso de pagamento ou falta de pagamento do governo. Portanto, se queremos reduzir o total de obras paradas ou empresas que quebram por não pagamento, o ideal seria garantir esse depósito antecipado.”

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Produção local

Lippi lamentou ainda o veto à margem de preferência que municípios e estados poderiam dar a empresas que têm produção local. Segundo Augusto Coutinho, a preferência poderia ser dada em relação a produto importado, mas para o governo, dar preferências internas poderia afetar a concorrência.

Coutinho disse ainda que não entendeu o veto à publicação de notas fiscais de fornecedores no novo Portal Nacional de Contratações Públicas.

O deputado Enio Verri (PT-PR) criticou justamente os vetos ligados a divergências de entendimento entre Executivo e Legislativo. Para ele, deveria prevalecer o Legislativo. “Numa posição que não tem nada de ilegal ou inconstitucional, trata-se, portanto, muito mais de uma interpretação do Executivo em relação à maneira como foi enxergada pelo Legislativo.”

Com 194 artigos, a nova Lei de Licitações institui a modalidade de contratação do diálogo competitivo, que é uma tentativa de elaborar o edital a partir da realidade de mercado. O texto também aumenta penas para crimes relacionados a licitações e contratos, e exige seguro-garantia para obras de grande porte. A garantia, que será de até 30% do valor da licitação, permite que as seguradoras assumam obras interrompidas.

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Mudanças na CNH passam a valer nesta segunda-feira; veja novidades

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CNH passa a valer por 10 anos
IG – Último Segundo

CNH passa a valer por 10 anos

Entram em vigor hoje (12) as alterações promovidas no Código Brasileiro de Trânsito . A principal novidade é ampliação do prazo de validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para dez anos no caso de condutores de até 50 anos. As mudanças foram sancionadas pelo presidente Jair Bolsonaro em outubro do ano passado, quando ficou definido que a vigência passaria a ocorrer 180 dias após a sanção.

Os exames de aptidão física e mental para renovação da CNH não serão mais realizados a cada cinco anos. A partir de agora, a validade será de dez anos para motoristas com idade inferior a 50 anos; cinco anos para motoristas com idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70 e três anos para motoristas com idade igual ou superior a 70 anos.

Haverá mudanças também na quantidade de pontos que podem levar à suspensão da carteira. Atualmente, o motorista que atinge 20 pontos durante o período de 12 meses pode ter a carteira suspensa. Agora, a suspensão ocorrerá de forma escalonada.

O condutor terá a habilitação suspensa com 20 pontos (se tiver duas ou mais infrações gravíssimas na carteira); 30 pontos (uma infração gravíssima na pontuação); 40 pontos (nenhuma infração gravíssima na pontuação). As novas regras proíbem que condutores condenados por homicídio culposo ou lesão corporal sob efeito de álcool ou outro psicoativo tenham pena de prisão convertida em alternativa.

O uso de cadeirinhas no banco traseiro passa a ser obrigatório para crianças com idade inferior a 10 anos que não tenham atingido 1,45 metro de altura. Pela regra antiga, somente a idade da criança era levada em conta.Nos casos de chamamentos pelas montadoras para correção de defeitos em veículos (recall), o automóvel somente será licenciado após a comprovação de que houve atendimento da campanhas de reparos.

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