Saúde

Dormir mal é tão nocivo quanto fumar, segundo nova diretriz médica

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Mulher com as mãos no rosto e um relógio do lado
Bryan Lufkin – Da BBC Worklife

Mulher com as mãos no rosto e um relógio do lado

De acordo com a Associação Americana do Coração (AHA, na sigla em inglês), 80% das doenças cardiovasculares são evitáveis. Isso porque a maioria dos riscos associados a esses problemas está ligada à dieta e estilo de vida. Agora, pela primeira vez, um sono de boa qualidade também faz parte destes fatores. A nova métrica recomenda que adultos devem dormir de 7 a 9 horas por noite o para uma saúde cardiovascular ideal. Para crianças, a quantidade varia de acordo com a idade.

Nesta quarta-feira, a AHA atualizou pela primeira vez em 12 anos o Life’s Simple 7, um conjunto de sete métricas, composta por comportamentos e fatores de risco para a saúde, que ajuda a avaliar a saúde do coração e do cérebro. A diretriz foi criada em 2010, quando a AHA estabeleceu a ambiciosa meta de reduzir a mortalidade por acidente vascular cerebral (AVC) e doenças cardiovasculares em 20% até 2020.A boa notícia é que posteriormente ficou constatado que a saúde do cérebro e do coração estão intimamente relacionadas e, portanto, cuidar de uma, contribui para a outra e vice-versa.

A atualização da diretriz foi publicada na renomada revista Circulation e recebeu o nome de Life’s Essential 8, pois além dos sete fatores originais – tabagismo, alimentação, atividade física, nível de colesterol, glicose no sangue, índice de massa corpórea (IMC) e pressão arterial -, passou a incluir o sono.

“A nova métrica da duração do sono reflete as últimas descobertas da ciência: o sono afeta a saúde geral e as pessoas que têm padrões de sono mais saudáveis ​​gerenciam fatores de saúde como peso, pressão arterial ou risco de diabetes tipo 2 de forma mais eficaz”, disse o cardiologista Donald. M. Lloyd-Jones, presidente da Associação Americana do Coração, em comunicado.

Estudos mostram que a curta duração ou má qualidade do sono está associada à pressão alta, colesterol elevado e aterosclerose. Além disso, dormir pouco frequentemente aumenta a probabilidade de eventos cardiovasculares, como infarto e AVC.

Além de incluir a qualidade de sono, o documento conta com outras atualizações: os critérios poderão ser aplicados desde a infância, a partir dos dois anos de idade; a exposição ao fumo passivo e ao vapor gerado pelo cigarro eletrônico passaram a ser considerados como fator de risco, não apenas o tabagismo; o colesterol não-HDL (o famoso “colesterol ruim) deverá ser usado no lugar do colesterol total para medir os lipídios no sangue; e a hemoglobina A1c deverá ser medida como parte da avaliação do nível de glicose no sangue.

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Em comunicado, a AHA afirma que as atualizações foram motivadas por novas descobertas na saúde do coração e do cérebro, baseadas em milhares de estudos publicados na última década. Lloyd-Jones explicou que algumas das métricas anteriores, como dieta, não eram tão sensíveis às diferenças entre as pessoas às mudanças que ocorrem naturalmente ao longo da vida.

“Achamos que era o momento certo para realizar uma revisão abrangente das pesquisas mais recentes para refinar as métricas existentes e considerar quaisquer novas métricas que agreguem valor à avaliação da saúde cardiovascular para todas as pessoas”, ressaltou o presidente da AHA.

As doenças cardiovasculares são a causa número um de morte no Brasil e mundo. De acordo dados da última edição da pesquisa Vigitel, realizada pelo Ministério da Saúde, 26,3% da população brasileira tem pressão alta; 22,4%milhões têm obesidade, 9,1% têm diabetes tipo 2 e apenas 3 em cada 10 adultos relataram praticar a quantidade de atividade física recomendada pelo Ministério da Saúde.

Cada um dos oito fatores de risco avaliados pelo Life’s Essential 8 possui um sistema de pontuação que varia de 0 a 100 pontos. A pontuação geral de saúde cardiovascular é a média das pontuações para cada uma das medidas. Escores gerais abaixo de 50 indicam saúde cardiovascular “ruim”; entre 50 e 79, “moderada” e acima de 80; boa.

Veja abaixo como promover a saúde do coração, com base nas novas recomendações Life’s Essential 8:

Durma bem

Uma boa noite de sono é fundamental para a nossa saúde física e mental. Dormir a bem ajuda na cura e restauração de células, tecidos e vasos sanguíneos. Já está mais do que comprovado que uma boa noite de sono melhora a função cerebral, a criatividade , a produtividade, o humor e a energia. Deixa os reflexos mais rápidos, o sistema imunológico mais forte, aumenta a capacidade de construir músculos e possibilita o crescimento e desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes.

Por outro lado, dormir mal ou pouco aumenta a probabilidade de pressão alta; altos níveis de açúcar no sangue , colesterol alto, infecções e obesidadede, o que aumenta o risco de declínio cognitivo e demência, incluindo Alzheimer; doenças cardiovasculares, depressão e diabetes.

O tempo ideal de sono varia de acordo com a idade. Adultos devem dormir de 7 a 9 horas diárias. Para crianças de até 5 anos, o tempo ideal de sono é 10 a 16 horas por dia; crianças de 6 a 12 anos precisam dormir de 9 a 12 horas; e adolescentes de 13 a 18 anos, devem ter entre entre 8 e 10 horas de sono por noite.

Alimente-se bem

Uma dieta saudável é uma das suas melhores armas para combater as doenças cardiovasculares. Isso inclui muitos legumes, frutas, grãos integrais, feijões, legumes, nozes, proteínas vegetais, proteínas animais magras, aves sem pele e peixes. Por outro lado, é recomendado limitar o consumo de bebidas açucaradas, sódio, carnes processadas, carboidratos refinados, grãos processados, laticínios integrais, ovos, alimentos altamente processados e óleos tropicais como coco e palma. Já as gordura trans e as frituras devem ser evitadas.

Movimente-se

A atividade física diária aumenta a longevidade e a qualidade de vida.Adultos devem praticar no mínimo 150 minutos de atividade física moderada ou 75 minutos exercícios vigorosos por semana; já para as crianças a partir de seis anos, essa meta sobe para pelo menos 420 minutos semanais.

Exposição à nicotina

O tabagismo foi substituído por “exposição à nicotina”, visto que ficou constatado que não é a apenas o ato de fumar que prejudica a saúde, mas também a exposição ao fumo passivo por crianças e adultos. Além disso, a nova diretriz passa a incluir o uso e a exposição ao vapor gerado pelos cigarros eletrônicos e não apenas pelos tradicionais.

Índice de Massa Corporal (IMC)

A AHA reconhece que o IMC é uma medida imperfeita, mas como ela é facilmente calculada e está amplamente disponível, a associação continua a utiliza-lo para como um indicador de categorias de peso que podem levar a problemas de saúde. Um IMC entre 18,5 e 24,9, que é considerado saudável, está associado aos mais altos níveis de saúde cardiovascular. Para as demais categorias, o risco pode variar de acordo com origem racial, étnica ou ascendência.

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Controle o colesterol

O colesterol alto contribui para a formação de placas, que podem obstruir as artérias e levar a doenças cardíacas e derrames. Quando você controla seu colesterol, você está dando às suas artérias a melhor chance de permanecerem livres de bloqueios.

Em vez do colesterol total, a AHA passa a recomendar o monitoramento do colesterol não HDL, conhecido como “colesterol ruim”. Como esse colesterol pode ser medido sem jejum prévio, a mudança aumenta a possibilidade de realizar o exame e de monitorar esse fator de risco em um número maior de pessoas.

Reduza o açúcar no sangue

A maioria dos alimentos que ingerimos é transformada em glicose (ou açúcar no sangue) que nosso corpo usa para obter energia. Com o tempo, altos níveis de açúcar no sangue podem danificar seu coração, rins, olhos e nervos.

Na nova recomendação, a AHA incluiu a medição dos níveus de hemolobina A1c, chave para avaliar o risco de diabetes tipo 2, pois reflete melhor o controle glicêmico a longo prazo.

Gerencie a pressão arterial

A hipertensão arterial é um importante fator de risco para doenças cardíacas e AVCs. Quando essa medida permanece dentro da faixa considerada saudável, há redução da pressão sobre o coração, artérias e rins, o que significa uma saúde saudável por mais tempo. O ideal é manter a pressão arterial em níveis inferiores a 120/80 mm Hg.

Dicas para uma boa noite de sono

Passamos um terço da nossa vida dormindo, mesmo assim, conforme envelhecemos, fica cada vez mais difícil pegar no sono. A vida moderna, com muito stress e distrações contribui para isso. Por isso, praticar uma boa higiene do sono é fundamental.

Confira abaixo algumas dicas para planejar sua rotina e ter um sono restaurador.

– Tente dormir sempre no mesmo horário; – Gaste 15 minutos para se preparar para o dia seguinte; uma mente inquieta dificulta a indução do sono; – Medite, pratique exercícios de respiração ou escreva em um diário para se acalmar e liberar todo o stress do dia; – Evite telas antes de dormir; seja da TV, do computador, do tablet ou do celular. Se for realizar alguma atividade, prefira um livro; – Durante o dia é recomendado manter horário regular da alimentação, praticar atividade física; – Evitar o excesso de cafeina, nicotina e bebidas alcoólicas no final do dia


Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Ministério da Saúde lança Campanha Nacional de Vacinação

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Confira, a seguir, informações como as faixas etárias para as diferentes categorias de vacinação
Tânia Rêgo/Agência Brasil – 26/01/2022

Confira, a seguir, informações como as faixas etárias para as diferentes categorias de vacinação

O Ministério da Saúde lançou hoje (7), em São Paulo, a Campanha Nacional de Vacinação contra a poliomielite e de multivacinação. O objetivo é recuperar a cobertura vacinal de crianças e adolescentes que deixaram de tomar os imunizantes previstos no calendário nacional.

A partir de amanhã (8), cerca de 40 mil salas de vacinação em todo o país estarão abertas para aplicar doses de 18 tipos de imunizantes previstos no calendário nacional de vacinação para esse público. A campanha terminará em 9 de setembro.

A vacinação contra a poliomielite é destinada para crianças menores de 5 anos. A multivacinação é para crianças e adolescentes menores de 15 anos. Para crianças estarão disponíveis os seguintes imunizantes :

Hepatite A e B; Penta (DTP/Hib/Hep B), Pneumocócica 10 valente; VIP (Vacina Inativada Poliomielite); VRH (Vacina Rotavírus Humano); Meningocócica C (conjugada); VOP (Vacina Oral Poliomielite); Febre amarela; Tríplice viral (Sarampo, Rubéola, Caxumba); Tetraviral (Sarampo, Rubéola, Caxumba, Varicela); DTP (tríplice bacteriana); Varicela e HPV quadrivalente (Papilomavírus Humano).Para adolescentes: HPV; dT (dupla adulto); Febre amarela; Tríplice viral; Hepatite B, dTpa e Meningocócica ACWY (conjugada).

Segundo o ministério, a partir dos três anos de idade, as vacinas de covid-19 podem ser administradas de forma simultânea ou com qualquer intervalo com os demais imunizantes.

Ao participar do lançamento da campanha, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que o último caso de pólio no Brasil foi registrado em 1989.

Segundo ele, a cobertura vacinal da população está diminuiu em todo o mundo, principalmente durante o período da pandemia de covid-19. O ministro também conclamou as famílias a levarem as crianças para vacinar.

“Peço aos pais que levem seus filhos para as salas de vacinação. É inaceitável que, hoje, no século 21, 100 anos depois do esforço extraordinário de Oswaldo Cruz para introduzir esses conceitos sanitários no Brasil, nós tenhamos ainda crianças com doenças que podem ser evitáveis por vacina”, afirmou.

O ministério espera vacinar cerca de 14.3 milhões de pessoas contra a polio. Todos os imunizantes ofertados têm registro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Adolescente que acreditava ter Covid descobre tumor cerebral

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Jovem de 15 anos é diagnosticado com tumor no cérebro
Divulgação / Ronald McDonald House United Kingdom

Jovem de 15 anos é diagnosticado com tumor no cérebro

Um adolescente de 15 anos foi diagnosticado com um tumor no cérebro no Reino Unido após sentir dores de cabeça constantes que foram interpretadas inicialmente como sintomas da Covid longa. O quadro é classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a persistência dos sinais da Covid-19 por três meses ou mais após a infecção.

Kane Allcock recebeu um diagnóstico positivo para a contaminação pelo novo coronavírus no último ano novo, depois de sentir uma leve dor de cabeça. Mais de duas semanas depois, quando a infecção já havia passado, as dores persistiram. Em março, os pais do adolescente decidiram o levar ao hospital, conforme as dores se tornavam mais intensas e constantes, mas os resultados dos testes não indicaram nenhum problema.

“A conclusão foi que ele possivelmente ainda estava sofrendo os efeitos posteriores da Covid, então fomos para casa e fomos instruídos a voltar se algo piorasse. Na semana seguinte, ele parecia ir ladeira abaixo rapidamente. As dores de cabeça estavam ficando mais frequentes, e ele estava ficando tonto e com dores no pescoço”, conta a mãe de Kane, Nicki Allcock, ao site da Casa Ronald McDonald do Reino Unido, instituição que auxiliou os familiares do jovem durante o tratamento.

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“Liguei novamente para o clínico geral e fomos mandados de volta ao hospital, onde ele fez mais avaliações neurológicas. Como os resultados foram bons novamente, eles ainda estavam pensando que era Covid longa ou possivelmente enxaquecas desencadeadas pela puberdade”, continua Nicki.

Ela conta que as dores continuaram, e a família chegou a procurar um outro médico, que fez um exame geral e concluiu, novamente, que deveria ser resultado da síndrome pós-Covid. No dia seguinte, a situação piorou e eles voltaram ao hospital. Nicki diz que sabia ter algo de errado com o filho pois havia notado também um pequeno amassado na cabeça de Kane.

“Ele estava segurando sua cabeça e balançando em agonia. Ele não conseguia andar direito. Eles fizeram alguns exames de sangue e o colocaram em oxigênio e analgésicos intravenosos. A mensagem que eu estava recebendo era que ele ainda estava sofrendo de enxaqueca. Mas quando estávamos sendo registrados na ala de avaliação, falei com uma enfermeira que parecia nos levar mais a sério e disse a ela que notei um amassado na parte de trás da cabeça de Kane”, diz a mãe do adolescente.

Eles então passaram a noite no hospital. Na manhã seguinte, as dores estavam ainda piores e Kane teve uma convulsão. Os médicos socorreram o jovem e decidiram então que ele deveria ser submetido a um exame de ressonância magnética. Duas horas depois, vieram os resultados.

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“Steve (marido de Nicki) e eu fomos levados para uma sala e nos disseram que haviam descoberto um quadro de hidrocefalia aguda, que é um acúmulo de pressão no cérebro causado pelo excesso de líquido. Isso não foi o pior de tudo, no entanto. Eles também encontraram um grande tumor”, conta a mãe.

Kane foi então levado para uma cirurgia de emergência para tratar a hidrocefalia. Dois dias depois, ele voltou à sala de operações para remover o tumor. O procedimento, que levou quase oito horas, foi bem sucedido e indicou ainda outra boa notícia: o tumor era benigno. Quatro dias depois, ele teve alta e voltou para casa. O adolescente precisou ainda passar por uma outra operação devido à volta da hidrocefalia, mas teve alta e agora está bem, diz a mãe.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: Brasil supera a marca de 680 mil mortes

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Brasil ainda enfrenta a Covid
André Biernath – @andre_biernath – Da BBC News Brasil em Londres

Brasil ainda enfrenta a Covid

O Brasil registrou, neste sábado, 210 novas mortes pela Covid-19, elevando para 680.012 o total de vidas perdidas no país para o novo coronavírus. Já a média móvel foi de 211 óbitos. O número registrado é 9% menor que cálculo de duas semanas atrás, o que demonstra tendência de estabilidade pelo vigésimo dia consecutivo.

Os dados são do consórcio formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo, que reúne informações das secretarias estaduais de Saúde divulgadas diariamente até as 20h. A iniciativa dos veículos da mídia foi criada a partir de inconsistências nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde.

O país também registrou 24.577 casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 34.009.075 infectados pelo coronavírus desde o começo da pandemia no país. A média móvel foi de 27.089 diagnósticos positivos. O número é 35% menor que o cálculo de 14 dias atrás, o que demonstra uma tendência de queda que continua desde o último dia 22, há 16 dias.

Os números de casos e mortes foram atualizados em 21 estados. Seis não registraram óbitos neste sábado.

A “média móvel de 7 dias” faz uma média entre o número do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda dos casos ou das mortes. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o ruído” causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

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Vacinação

Com o avanço da vacinação, diversos estados vêm deixando de divulgar dados sobre a aplicação de vacinas nos finais de semana e feriados, tornando os dados imprecisos. Por esse motivo, o consórcio de veículos de imprensa passa a divulgar, nestes dias, apenas casos e mortes provocados pela Covid-19. Os números represados virão nos dias seguintes, geralmente, nas segundas e terças-feiras.

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Fonte: IG SAÚDE

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ALMT – Campanha Fake News II

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