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É preciso eliminar celulite para ser bonita? Modelo plus size mostra que não

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Laura Brioschi é uma das modelos plus size mais conhecidas da Itália e, recentemente, começou a ganhar o mundo com a própria marca de biquínis e maiôs inclusivos, ou seja, que contemplam diversos biotipos femininos. Com o lema “ter curvas não é um crime”, a italiana está chamando atenção nas redes sociais com discursos sobre como não é preciso eliminar celulite, por exemplo, para se sentir bonita por fora (e por dentro, também).

A modelo plus size Laura Brioschi quer mostrar que não é preciso eliminar celulite para se sentir bem consigo mesma
Reprodução/Instagram/the_lovecurvy_bikini

A modelo plus size Laura Brioschi quer mostrar que não é preciso eliminar celulite para se sentir bem consigo mesma

Em uma publicação no Instagram, Laura compartilhou uma foto das próprias “imperfeições”. Com foco nos furinhos e marquinhas nas coxas e no bumbum, ela quer mostrar que não é preciso tentar eliminar celulite. Na realidade, os furinhos são algo normal para as mulheres, mas por conta da pressão estética, muitas sentem que precisam escondê-las.

“Por que você não gosta do meu bumbum quando gosta da Lua?”, escreveu na legenda da imagem. “A Lua tem crateras, eu tenho celulite… E nós duas brilhamos!”. A modelo também afirma que parou de fazer exercícios que foquem em acabar com a celulite e está focada em outras atividades físicas que a façam se sentir bem.

Veja quem já mostrou que não é preciso eliminar celulite

Mulheres mostram que eliminar celulite não é essencial porque é uma característica bem comum em todas nós

Reprodução

Mulheres mostram que eliminar celulite não é essencial porque é uma característica bem comum em todas nós

Felizmente, existem outras mulheres que, assim como Laura, estão determinadas a combater essa ideia de que é preciso lutar contra todos os “defeitos” do corpo e mudar a visão das pessoas sobre esses furinhos. Confira:

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Carmen Rene

Quebrando a ideia de que é preciso eliminar celulite para ser linda, Carmen Rene mostra seu corpo nas redes sociais
Reprodução/Instagram

Quebrando a ideia de que é preciso eliminar celulite para ser linda, Carmen Rene mostra seu corpo nas redes sociais

No Instagram,  Carmen Rene costuma compartilhar muitas fotos que deixam o próprio corpo em evidência, inclusive imagens em que está completamente nua. Além de mostrar que ela se sente bem consigo, ela também quer encorajar outras mulheres a terem mais autoconfiança e se amarem, aceitando em si aquilo que a sociedade geralmente vê como “falha” – e mostrando que não é preciso eliminar celulite a qualquer custo.

“Há tantas coisas que são consideradas imperfeitas nesta foto. A gordura das costas, as celulites, as veias de aranha”, escreveu na legenda de uma das imagens. “Nós somos ensinadas a esconder essas ‘falhas’, mas em vez disso eu desafio você a abraçá-las. A compartilhá-las. A amá-las”.

Tesia Kline

Tesia compartilhou uma foto que tirou sem querer com uma foto posada, para mostrar que não é preciso eliminar celulite

Reprodução/Instagram/tk_line09

Tesia compartilhou uma foto que tirou sem querer com uma foto posada, para mostrar que não é preciso eliminar celulite

A blogueira  Tesia Kline fala sobre positividade corporal nas redes sociais, reforçando aos seguidores a mensagem de que está tudo bem em ser como é e não eliminar celulite. Em uma das publicações, ela compartilhou uma foto que tirou sem querer na praia. Por causa da iluminação, do ângulo e da pose dela, algumas “imperfeições” ficaram visíveis.

Então, a blogueira comparou lado a lado essa “foto acidental” com uma imagem posada, para mostrar a realidade do corpo nas duas situações. “Às vezes seu ‘corpo modelo’ não é sempre o que ele parece ser (especialmente no Instagram)”, escreveu na legenda. “Obrigada, ângulos e luz, por me ajudar a ver que eu ainda sou incrível de todos os pontos de vista. E você também é!”

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Nienke Kampman

Mostrando que nem tudo que está no Instagram é a realidade das mulheres, Nienke edita foto para eliminar celulite
Reprodução/Instagram/nienkke

Mostrando que nem tudo que está no Instagram é a realidade das mulheres, Nienke edita foto para eliminar celulite

A  influenciadora holandesa Nienke Kampman
também abriu uma discussão sobre eliminar celulite, mas abordando como esses furinhos na coxa e no bumbum geralmente são “mascarados” em fotos no Instagram .

Para isso, Nienke compartilhou uma colagem de fotos com as legendas “Como o Instagram quer que eu me pareça”, embaixo da que aparece com a pele lisa, sem nenhuma marca e “Como eu realmente sou”, na outra imagem, em que mostra que tem celulite. “Algumas garotas podem ter mais do que outras, mas quase todas têm [celulite]. Apesar disso, nós acabamos esquecendo que é algo normal”, afirmou.

A influenciadora lembrou que muitas fotos passam por um processo de edição antes de serem publicadas e, por isso, parecem “perfeitas”. “Por favor, lembre-se que o Instagram nem sempre é a vida real e é muito fácil editar uma foto. Não seja tão dura consigo mesma. Ter celulite, estrias ou qualquer outra marca não te torna menos atraente. Não tenha medo de mostrá-las.”

Aylish Rutherford

Para provar à seguidores que não é preciso eliminar celulite, Aylish Rutherford publicou uma foto mostrando os furinhos

Reprodução/Instagram/aylish_rutherford

Para provar à seguidores que não é preciso eliminar celulite, Aylish Rutherford publicou uma foto mostrando os furinhos

A britânica Aylish Rutherford  estuda nutrição e sempre publica fotos de sua rotina de exercícios e alimentação no Instagram. Com mais de 120 mil seguidores, a jovem costuma receber comentários positivos sobre o estilo de vida fitness, que incluem também elogios à sua “pele perfeita”, sem nenhum traço de estrias ou celulite.

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Entretanto, quando o assunto são redes sociais, nem tudo é o que parece. A própria Aylish afirma que seu corpo e sua pele estão longe de não ter nenhuma “imperfeição”. Para desmistificar essa ideia, a jovem publicou uma foto lado a lado comparando “o que os seguidores enxergam” e como ela mesma se vê.

“Eu tenho gordura, tenho celulite, tenho estrias (que cobrem minha coxa inteira), mas eu não sou essas coisas, elas não me definem e não me fazem pensar menos de mim”, escreveu na legenda da imagem. Além disso, Aylish falou de como é fácil ver as “partes negativas” quando você passa 24 horas por dia com seu corpo  enquanto vê “fotos perfeitamente posadas de garotas na internet” por apenas alguns segundos e fica se comparando à elas.

Diana Sirokai

Diana Sirokai decidiu questionar a ideia de que é preciso eliminar celulite em uma foto exibindo o bumbum com furinhos
Reprodução/Instagram/dianasirokai

Diana Sirokai decidiu questionar a ideia de que é preciso eliminar celulite em uma foto exibindo o bumbum com furinhos

A modelo plus size Diana Sirokai  decidiu que era hora de questionar os padrões ao falar sobre como a ideia de que é preciso eliminar celulite se perpetua pela sociedade. “Quem nos disse que celulite é nojento? Quem disse que precisamos mudar para sermos aceitas? Não há nada de errado sobre você! Há algo de errado com a indústria da beleza. Pense bem, quantas empresas deixariam de fazer dinheiro se as mulheres, hoje, decidissem amar sua aparência ? Todas elas!”, escreveu na legenda de uma foto mostrado o bumbum com furinhos.

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Confira os signos mais chorões do mundo místico!

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Confira os signos mais chorões do mundo místico!
Reprodução: Alto Astral

Confira os signos mais chorões do mundo místico!

Por acaso você é aquela pessoa do grupo de amigos que fica emocionada e começa a chorar por tudo? Saiba que para alguns signos do Zodíaco, qualquer probleminha basta para começar aquele drama! Já para outros, só enfrentando o fundo do poço para soltar algumas lágrimas e ficar mais emotivo.

Se você é apaixonado pelo mundo místico, já conhece muito bem as nuances do Mapa Astral e sabe que os signos podem, sim, influenciar os mais diversos aspectos da nossa personalidade. Dessa forma, que tal entender como os astros ditam na maneira com a qual os doze signos lidam com as emoções? Abaixo, confira o ranking dos 6 signos mais emotivos do Zodíaco:

Câncer

Não é novidade para ninguém que o signo mais chorão do Zodíaco é Câncer. Afinal, o canceriano é considerado o mais emotivo e sentimental do horóscopo. Seja assistindo a filmes, séries e novelas ou ouvindo uma declaração de amor, Câncer não sente vergonha de deixar as lágrimas rolarem.

Peixes

O segundo lugar é do signo mais amável e companheiro do mundo místico: Peixes. Há momentos que o coração desse signo fica tão mole que é inevitável segurar as lágrimas. Quando ele chora, se sente mais calmo e até mesmo mais leve.

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Escorpião

Escorpião chora? Por incrível que pareça, sim! Esse signo é julgado por ser frio, mas há um grande coração por trás de toda apatia dos escorpianos. Ele não é de chorar na frente das pessoas, porém, quando está sozinho, esse signo pode soltar todas as emoções guardadas dentro de si.

Você viu?

Libra

Esse é o signo que pega facilmente as dores de outras pessoas. Quem convive com librianos sabe que eles têm uma tendência a chorar por causa dos conflitos e aflições que os amigos ou a família estão passando. Conte uma história de vida triste e emocionante para Libra que você verá a maior choradeira!

Áries

Sabe aquele choro de raiva? Então, no caso de Áries, é desse tipo de choro que estamos falando. O ariano pode ficar tão irritado com algo ou alguém que pode começar a soltar as lágrimas! Mas, como tudo na vida, as lágrimas são passageiras e logo ele assume o controle das emoções.

Leão

Leão não vai chorar na frente das pessoas, principalmente se forem seus inimigos. Porém, esse signo pode se extravasar quando sente que está sendo deixado de lado, que não consegue fazer algo ou quando as pessoas não fazem o que ele quer. Nessas horas, o leonino se esconde no quarto e liberta o chororô.

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Consultoria: João Bidu

Fonte: IG Mulher

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Corpo Espetáculo revela vivências LGBTQIA+ por meio de fotos e documentário transgressores

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Mayara Lima- Foto: Assessoria

Onze corpos que falam, dançam, atuam, pintam-se e se vestem das cores da diversidade. Esses corpos se manifestam de forma transgressora e potente, opondo-se aos padrões heteronormativos. Esses corpos também estão a dizer: “queremos ocupar nossos espaços, ser reconhecidos por isso e resistir continuando vivos”.

Assim se define a Instalação Artística Corpo Espetáculo, um projeto que criou espaço para que 11 pessoas LGBTQIA+, sendo a maioria pessoas trans, possam falar de suas existências e dialogar, por meio da arte e da fotografia, suas histórias, perspectivas e modos de estar no mundo.

O idealizador do projeto, Ricardo Almeida, conhecido como Paçoca, e que é o diretor artístico, design de figurinos e maquiagem da instalação, explica que o Corpo Espetáculo se trata de uma abertura de espaço para que as pessoas dialoguem e absorvam as vivências de pessoas LGBTQIA+ para além do que elas são.

“Fizemos um recorte muito pautado em pessoas transexuais, que possuem certa invisibilidade. São trans, travestis, intersexo, queers, drag queens, pessoas que não seriam objeto de diálogo em espaços elitizados. Suas fotos e seus depoimentos que se transformaram em um documentário tratam sobre vivências, trabalhos e os desafios que essas pessoas enfrentam em suas vidas”.

Us modeles

O Corpo Espetáculo contou com a participação de modeles que moram em Cuiabá, Rondonópolis e Primavera do Leste. As fotos, em locais que demonstram os espaços ocupados por essas pessoas, retratam por meio dos figurinos e da maquiagem um pouco da forma como elas se expressam, seja como multiartistas, estudantes, ativistas, e acima de tudo, como sonhadores de uma existência com dignidade e respeito.O projeto também mostra a realidade desses artistas, sendo que muitos são vítimas da violência estrutural.

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De forma autêntica e impactante, o Corpo Espetáculo fotografou e entrevistou a travesti preta Lupita Amorim, a drag queen Dan Close; o multiartista Pedro Scalart, que se define como uma bicha preta e afeminada; e Geo Rodrigues que é uma pessoa trans não binárie.

Já de Rondonópolis, participaram Abayomi Jamila, pessoa não binárie; Adriana Liário, mulher trans e sobrevivente de diversos ataques transfóbicos; Majur, indígena que é a primeira mulher trans a se tornar cacique em Mato Grosso; e Nicolas de Jesus, que é homem trans e que expressa nas artes sua visão sobre a vida.

Em Primavera do Leste, us modeles do Corpo Espetáculo são: Camila Lima, mulher trans que se dedica ao ativismo em nome das causas LGBTQIA+ e que produz fantasias de carnaval, um trabalho que realiza em conjunto com Mayara Lima, também mulher trans; e Monique Lorrayne, mulher trans que está ganhando as redes sociais como influencer digital.

O projeto também contou com a contribuição de 10 profissionais, que atuaram para quebrar tabus, oportunizar a discussão de gênero e de sexualidade, sendo a maioria pessoas LGBTQIA+.

“Queremos que a sociedade mude, sabemos que isso demora para acontecer, mas a exposição vem contribuir com isso, é uma forma de expressão e de valorização desses corpos que estão à margem, que não são figuras de representação, ou qualquer coisa positiva ainda para a maioria das pessoas. Espero que a exposição dê essa visibilidade e que a sociedade pare com o preconceito”, expõe Cássyo Ander, produtor-geral do Corpo Espetáculo.

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Corpo Espetáculo

A Corpo Espetáculo é um projeto aprovado na seleção estadual nº 5 – Edital Nascente da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), por meio dos recursos da Lei Federal nº 14.017/2020, designada Lei Aldir Blanc.

O resultado da Instalação Artística pode ser acompanhado de forma virtual pelas redes sociais. No instagram a página com as fotos é a @corpoespetaculo. Já a história de cada modele pode ser conferida no blog do projeto: https://corpoespetaculo.medium.com/

O Corpo Espetáculo também vai realizar duas oficinas intuitivas online, que apresentará técnicas de pinturas em diferentes objetos, espaços ou corpos, considerando para isso: tela para pintura, maquiagem, roupas, esculturas, muros e outros locais e objetos que podem se transformar em arte. Também será proporcionado o debate de conceitos de arte, de espaço, corpo, performance, objeto artístico, entre outros assuntos.

As oficinas vão ser realizadas em duas datas, sendo os dias 7 e 20 de agosto, com transmissão pela plataforma Google Meet.

Já a exibição de estreia do documentário Corpo Espetáculo será no sábado, dia 14 de agosto, também pela plataforma Google Meet, e depois ficará disponível no canal da instalação artística no Youtube.

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Queda de cabelo é percebida em pessoas que se recuperaram da Covid-19

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Pesquisa estadunidense indica que o vírus pode estar ligado à perda acelerada dos fios

Foto: Divulgação

Os relatos sobre quedas excessivas de cabelos entre pessoas que tiveram a Covid-19, têm sido cada vez mais frequentes. Estudos feitos por universidades dos Estados Unidos, México e Suécia apontam que um a cada quatro pacientes são atingidos pelo sintoma. Os dados demonstram ainda que 25% dos acometidos pelo vírus, adquirem a chamada “Covid-19 persistente/longa”, após a recuperação.

O professor do curso de medicina da Universidade de Cuiabá (Unic), infectologista Tiago Rodrigues, diz que ainda não há explicação específica para o fenômeno. “Estudos estão sendo feitos para entender melhor a causa específica, mas ela pode vir do processo inflamatório provocado pelo vírus no organismo, como acontece em outras doenças como a dengue e o zicavírus; ou devido ao estresse emocional causado pela própria doença. Além do problema capilar, outros sintomas também chamam atenção e são averiguados, como algumas lesões na pele e, em casos mais raros, cegueira”, diz.

A cuiabana e fotógrafa, Luana Moretto, relatou em suas redes sociais que percebe a queda dos fios e comenta que identificou outras mulheres vivendo a mesma situação. “Quem me conhece há mais tempo, ainda que apenas por redes sociais, sabe que sempre tive bastante cabelo. Meu cabelo é cacheado e bem volumoso. Eu tive Covid, me recuperei e agora, dois meses depois de curada, estou com várias falhas na cabeça. Outras meninas responderam aos meus stories no Instagram, pois também estão passando por isso”, fala.

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Luana comenta que nas últimas semanas, os fios têm caído em menor quantidade, mas quando percebeu o problema, chegou a chorar por ter medo de ficar careca. “Em um banho saía tufos, perdia mechas e mechas grossas quando eu passava a mão, era desesperador. Eu digo tranquilamente que eu perdi mais ou menos 50% do volume do meu cabelo, no banho consigo ver bastante o couro cabeludo e em algumas fotos eu percebo as falhas que ficaram”

Outra pesquisa realizada nos Estados Unidos, observou pacientes já recuperados da doença. O resultado mostrou que apesar de as pessoas perderem cabelos naturalmente durante o dia (cerca de 100 por dia), existe uma ligação da infecção ao ciclo de vida dos fios. O estudo apontou que neste grupo de pessoas, a etapa em que se espera a queda do fio sofre alteração e acontece de forma antecipada, justificando a perda excessiva de cabelo.

O professor da Unic acrescenta que não existe prevenção para a situação, pontua que um(a) médico(a) deve ser consultado quando os sintomas começarem a aparecer, para que as medidas cabíveis sejam tomadas de forma saudável. “É importante buscar o médico ou médica de sua confiança e iniciar o tratamento adequado, caso ele seja prescrito. Não é recomendável que se faça receitas caseiras ou algo do tipo”, orienta.

UNIC

Fundada em 1988, a Unic foi a primeira instituição privada de ensino superior no Mato Grosso e é uma das universidades mais conhecidas e tradicionais da região, tendo formado milhares de alunos nos cursos presencias e a distância. Com unidades em várias cidades do estado e representatividade em diversos campos de atuação, a instituição oferece cursos de extensão, graduação, pós-graduação lato sensu, além de programas de mestrado e doutorado.

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De portas abertas para a comunidade, a instituição presta inúmeros serviços gratuitos à população por meio das Clínicas-Escola na área de Saúde e Núcleos de Práticas Jurídicas, locais em que os acadêmicos desenvolvem os estudos práticos. Focada na excelência da integração entre ensino, pesquisa e extensão, a Unic oferece formação de qualidade e tem em seu DNA a preocupação em compartilhar o conhecimento com a sociedade também por meio de projetos e ações sociais.

Em 2010, a Unic passou a integrar a Kroton. Para mais informações, acesse: https://www.unic.br
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ALMT – Campanha Fake News II

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