conecte-se conosco
Copyright © 2018 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262


Nacional

Em 2018, governo de MG aprovou obras da Vale que colocavam Brumadinho em risco

Publicado


Bombeiros trabalham na busca por vítimas da tragédia de Brumadinho (MG); por enquanto, foram confirmadas 157 mortes
Divulgação/Corpo de Bombeiros MG

Bombeiros trabalham na busca por vítimas da tragédia de Brumadinho (MG); por enquanto, foram confirmadas 157 mortes

O governo de Minas Gerais aprovou, pouco menos de um mês antes da tragédia provocada pelo rompimento da barregam da Vale em Brumadinho, ações da mineradora em um projeto de expansão das minas do Córrego do Feijão, onde ocorreu o desastre. A obras autorizadas colocavam a região em risco. 

Leia também: Inhotim reabriu neste sábado e prometeu ajudar na recuperação de Brumadinho

De acordo com uma reportagem da Globo News
, transmitida na manhã deste domingo (10), em dezembro do ano passado, a Vale obteve autorização do governo mineiro para fazer explosões e usar equipamento pesado nas minas de Brumadinho
. As obras previstas, no entanto, contrariavam algumas das recomendações de segurança de um relatório de julho.

No documento, elaborado pela consultora Tüv Süd a pedido da própria Vale
, ficou atestada a estabilidade da estrutura, mas com ressalvas: a estabilidade do alteamento estava no limite de segurança das normas brasileiras.

Leia também: Polícia Militar de Minas Gerais detém seis pessoas por estelionato, roubo e atrapalharem buscas em Brumadinho

Por conta disso, o estudo recomendava à Vale que tomasse providências para aumentar a segurança e evitar a liquefação, uma das possíveis causas do rompimento da barragem
. O documento ainda recomendava que não fossem feitas explosões nas redondezas da mina e que não fossem usados equipamentos pesados na estrutura – justamente o que foi, em dezembro, aprovado pela Secretaria do Meio Ambiente (Semad) de Minas Gerais.

Veja Mais:  Bolsonaro diz que manifestantes contrários são "terroristas"

Embora a Vale não tenha revelado se tais obras haviam sido iniciadas, elas estavam permitidas pelo governo de Minas Gerais
, em dezembro, em detrimento de um laudo técnico assinado por uma consultora em julho. 

O rompimento da barragem de Brumadinho 
deixou, até agora, um total de 157 mortos e 182 desaparecidos
, passando a ser a maior tragédia humana já ocorrida no Brasil, com envolvimento de mineradoras. Atualmente, os bombeiros fazem buscas em cerca de 45 pontos da região atingida pela lama, com especial atenção para o ITM, os vestiários e o entorno do estacionamento, onde as equipes se concentram mais. 

* Com informações da Agência Brasil.

Comentários Facebook

Nacional

Brasil bate novo recorde de mortes por covid-19 em 24h nesta quinta-feira (4)

Publicado

Enterro Coronavirus

Os novos dados obtidos pelas secretarias estaduais de saúde, nesta quinta-feira, 4, apontam que o Brasil já possui 34.039 mortes provocadas pelo coronavírus e 615.870 casos confirmados da doença desde o início da pandemia.

Segundo o novo balanço das entidades de saúde, os números desta quinta representam um novo recorde de mortes em 24h, com um total de 1.471 óbitos.

Com isso, o país ultrapassa a marca dos 600 mil contaminados e também passa a Itália no número total de vítimas causadas pelo Covid-19. O país europeu conta 33.689 mortos no balanço global da universidade Johns Hopkins. Agora, o Brasil é o terceiro país com mais óbitos em decorrência da doença, atrás apenas de Estados Unidos e Reino Unido, respectivamente.

De acordo com o novo boletim epidemiológico, 72% das cidades brasileiras já registraram infecções pelo vírus, além de 30% contabilizar, pelo menos, uma morte em decorrência da doença. Até o momento, 12 das 20 cidades com maior taxa de mortalidade no país estão no estado amazonense e apenas três fora da região Norte.

Comentários Facebook
Veja Mais:  Projeto impede prescrição de crimes durante estado de calamidade pública
Continue lendo

Nacional

Senadores do PR repudiam nome de jornal em lista de propagadores de fake news

Publicado


.

Os senadores paranaenses Alvaro Dias (Podemos), Oriovisto Guimarães (Podemos) e Flavio Arns (Rede) divulgaram nota conjunta nesta quinta-feira (4) defendendo o jornal Gazeta do Povo, com sede em Curitiba, de produzir e propagar notícias falsas. De acordo com os parlamentares, o jornal foi incluído, junto com outros veículos, em relatório técnico apresentado na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News, como responsáveis por disseminar notícias falsas e que teriam recebido anúncios do governo federal. Os senadores também se pronunciaram durante a sessão plenária remota do Senado Federal.

O relatório foi publicado no site da comissão no dia 7 de maio e consta como informação técnica elaborada pela Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados sobre canais nos quais os anúncios do governo, contratados por meio da plataforma Google Adwords, foram exibidos no período de 1º de janeiro a 10 de novembro de 2019.

Na nota conjunta, os parlamentares destacam a importância da Gazeta do Povo e de seus 101 anos de história, “sempre marcados pela responsabilidade e pela credibilidade conquistada perante a comunidade paranaense e brasileira”, e lembram que “esse reconhecimento parte também de entidades representativas da área, como a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ), além dos prêmios nacionais e internacionais que o jornal acumula”.

Na abertura da sessão plenária remota desta quinta-feira, o senador Oriovisto pediu a palavra pela ordem e classificou a inclusão do jornal no relatório como uma grande injustiça com todo o estado do Paraná.

Veja Mais:  Senadores destacam trajetória de Paulo Paim em mais de 30 anos como parlamentar

— Eu já falei ao nosso querido Senador Angelo Coronel, e ele certamente não é o culpado disso, mas veja: uma CPMI de fake news não pode produzir uma fake news, E olha o que fizeram: catalogaram o jornal Gazeta do Povo, o mais tradicional jornal do Paraná, com mais de 100 anos de existência, que é um jornal equivalente para o Paraná ao que é o jornal O Estado de S. Paulo para o estado de São Paulo; ou do que é o Correio Braziliense para Brasília; ou do que é o jornal A Tarde para Salvador, catalogaram esse jornal como sendo um jornal gerador de fake news — ressaltou.

Oriovisto Guimarães afirmou ainda que a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) já se pronunciou em defesa do jornal paranaense e pediu que a CPMI tenha mais cuidado ao fazer tal classificação.  

— Acho mesmo que o culpado por isso — certamente é algum assessor ou alguém que fez isso desavisadamente — deveria fazer um pedido formal de desculpas ao jornal Gazeta do Povo, que faz parte da tradição dos paranaenses e que teve a sua reputação não maculada, porque isso não macula um jornal que tem a tradição do jornal Gazeta do Povo, mas foi uma notícia muito triste, e eu queria fazer esse reparo — destacou.

O senador Alvaro Dias também lamentou o episódio envolvendo o jornal paranaense durante a sessão remota.

Veja Mais:  Bolsonaro diz que manifestantes contrários são "terroristas"

— Quero subscrever as palavras do Senador Oriovisto, e sei que falo também em nome do Senador Flávio Arns, já que hoje publicamos nota conjunta — os três senadores do Paraná solidários à Gazeta do Povo —, entendendo como um equívoco o que ocorreu com a presença do jornal paranaense na relação no relatório da CPMI das Fake News.

A CPI Mista das Fake News tem a finalidade de investigar, no prazo de 180 dias, os ataques cibernéticos que atentam contra a democracia e o debate público; a utilização de perfis falsos para influenciar os resultados das eleições de 2018; a prática de cyberbullying sobre os usuários mais vulneráveis da rede de computadores, bem como sobre agentes públicos; e o aliciamento e orientação de crianças para o cometimento de crimes de ódio e suicídio.

Confira a íntegra da nota:

NOTA CONJUNTA

A valorização de veículos sérios e que são reconhecidos por sua atuação profissional e dentro dos princípios da ética e do jornalismo nunca se fez tão necessária. Neste sentido, destacamos a importância da Gazeta do Povo e de seus 101 anos de história, sempre marcados pela responsabilidade e pela credibilidade conquistada perante a comunidade paranaense e brasileira.

Esse reconhecimento parte também de entidades representativas da área, como a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ), além dos prêmios nacionais e internacionais que o jornal acumula.

Por estes motivos, nós, senadores do Paraná, vimos manifestar nosso testemunho em favor do jornal paranaense Gazeta do Povo por ocasião de sua classificação como divulgador de “notícias falsas” no relatório apresentado pela “CPMI das Fake News”, sempre respeitando a independência e liberdade de trabalho que devem ser a marca de qualquer comissão parlamentar de inquérito.

Assinam esta nota os senadores:

Alvaro Dias (Podemos-PR)

Flávio Arns (Rede-PR)

Oriovisto Guimarães (Podemos-PR)

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Veja Mais:  Líderes divulgam nota desencorajando ida a manifestações no domingo

Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

Eduardo Gomes elogia votações desta quinta e prevê MPs na pauta da próxima semana

Publicado


.

O líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), avaliou como positivo o resultado das votações durante a sessão remota desta quinta-feira (4), que foi presidida por ele: o Senado aprovou três matérias relacionadas às medidas de enfrentamento à pandemia de coronavírus.

Um dos projetos de lei aprovados nesta quinta-feira foi o que torna obrigatório o uso de máscaras de proteção que cubram a boca e o nariz em ambientes públicos e privados acessíveis ao público (PL 1.562/2020).

Os senadores também aprovaram o PL 1.888/2020, projeto de leii que concede auxílio financeiro da União no valor de até R$ 160 milhões para asilos, visando ao combate à covid-19

— Essa é uma matéria muito importante para todas aquelas pessoas da terceira idade em nosso país, que são um grupo de risco — ressaltou Eduardo Gomes.

Outro projeto de lei aprovado foi o PL 1.075/2020, que libera R$ 3 bilhões em auxílio financeiro a artistas e estabelecimentos culturais durante a pandemia.

— Principalmente a música, o entretenimento. Estamos cuidando de um setor que foi o primeiro a entrar em crise diante da pandemia, por conta de suas características. E deve ser, inclusive, o último a sair dessa situação por causa das regras de recomendação de saúde. Então, nós estamos prestando esse serviço àqueles que, mesmo em dificuldade, têm prestado solidariedade ao país por meio das lives, do seu trabalho, ajudando as pessoas. Portanto, é uma homenagem justa e uma providência correta e contundente do Congresso Nacional para esses brasileiros que estão enfrentando esse momento difícil com muito trabalho e com muita determinação — declarou.  

Veja Mais:  Líderes divulgam nota desencorajando ida a manifestações no domingo

Medidas provisórias

Eduardo Gomes prevê que a pauta de votações da próxima semana priorizará as medidas provisórias e outras matérias relacionadas ao estado de calamidade em razão da covid-19.

— O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, lida permanentemente com demandas novas e com uma adaptação feita pelo colégio de líderes. Por isso, a necessidade da reunião na segunda-feira [8]. Mas a gente entende que as medidas provisórias têm precedência e estão sendo estudadas. E também projetos estruturantes, como é o caso da Lei de Saneamento (PL 4.162/2019), e outros que estão aparecendo aí com muita força, devem ser estudados para a votação — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Comentários Facebook
Continue lendo

Câmara Municipal de Rondonópolis

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana