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Embraer registra lucro de R$ 26,1 milhões no segundo trimestre

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Agência Brasil/Antônio Milena

Embraer registrou lucro de R$ 26,1 milhões no segundo trimestre deste ano

A fabricante de aviões Embraer anunciou nesta quarta-feira (14) um lucro líquido de R$ 26,1 milhões no segundo trimestre de 2019, revertendo prejuízo de R$ 485 milhões registrado no mesmo período do ano passado. Os números divulgados pela companhia ainda contemplam a divisão de aviação comercial, que está em processo final de venda para a norte-americana Boeing.

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O segmento de aviação comercial continuou representando a maior fatia de receita da empresa no trimestre passado. Segundo balanço, o segmento comercial foi responsável por 45,7% da receita, o equivalente a R$ 2,4 bilhões.

O segmento executivo representou 21,5% (R$ 1,1 bilhão) e defesa e segurança ficou com 14,2% (R$ 766 milhões), enquanto serviços e suporte representou 18,5%, o equivalente a R$ 1 bilhão. A receita total foi de R$ 5,4 bilhões no segundo trimestre deste ano.

“Os segmentos executivo e defesa estão mais fortes do que nunca e vão trazer valor a nossos acionistas”, disse o presidente da empresa, Francisco Gomes Neto, durante teleconferência com analistas.

No período, a empresa entregou 51 aeronaves, sendo 26 comerciais e 25 executivas, três a mais que no mesmo período de 2018. A carteira de pedidos somou US$ 16,9 bilhões ao final do período. No primeiro trimestre, a carteira de pedidos somava US$ 16 bilhões. 

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Gomes Neto afirmou que a previsão de que o negócio com a Boeing seja concluído até o fim do ano está mantida. Ele afirmou que há duas frentes de trabalho neste momento. 

“Estamos submetendo a transação às autoridades regulatórias de diversos países. E a outra frente prevê a separação dos ativos da aviação comercial, considerando a infraestrutura que vamos precisar”, explicou Gomes Neto.

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Boeing e Embraer serão sócias numa nova empresa de aviação comercial que vai se chamar Boeing Brasil – Commercial . A nova empresa está avaliada em US$ 5,26 bilhões e a Boeing será dona de 80% enquanto a Embraer terá 20%, parcela que poderão ser vendida à americana no futuro. O acordo foi firmado em dezembro do ano passado entre as companhias.

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‘Lembra o feudalismo’, diz economista sobre trabalhadores essenciais na crise

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Branko Milanovic
Reprodução Roda Viva/TV Cultura

Branko Milanovic, economista, disse que Brasil deve pensar na arrecadação

Nesta segunda-feira (13), o economista Branko Milanovic, coautor do livro “Capitalismo sem rivais – o futuro do sistema que domina o mundo” e especialista no assunto da desigualdade social, afirmou que o trabalho essencial durante a crise da pandemia lembra o feudalismo.


A fala de Milanovic foi durante o programa Roda Viva, da TV Cultura, do qual ele participou nesta segunda-feira. O economista comentava sobre como trabalhadores essenciais ganham menos e têm que enfrentar a pandemia no dia a dia.

“Quase me lembra um sistema do tipo feudal, no qual pessoas de mais baixa renda trabalhavam nas ocupações mais perigosas. As pessoas foram compelidas, as que não conseguem sobreviver, obviamente, sem um salário mensal, a enfrentar uma situação extremamente perigosa”, disse Milanovic.

O Brasil na crise da pandemia

Perguntado sobre sua opinião sobre o Brasil na crise, o economista afirmou que é preciso priorizar novas formas de taxação de impostos.

“No Brasil, novas formas de tributação precisam ser encontradas agora, porque estamos num estado de emergência. É quase como uma guerra: para vencer ou sobreviver, é preciso colocar qualquer outra consideração em segundo plano. A economia precisa continuar existindo para as pessoas poderem sobreviver – mas salvar vidas é a prioridade”, expressou.

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Crise de 2020, crise de 2008

Sobre a crise da pandemia, Milanovic fez uma comparação com a crise global de 2008.

“Na minha opinião, desigualdade social se tornou um assunto importante por conta da crise de 2008. O que aconteceu, no Brasil, foi que houve uma espécie de ‘parada’ ou uma diminuição no crescimento, que revelou certas características do sistema – incluindo o fato de que a classe média não ganhou muito, na verdade, um fato que vinha sendo mascarado pelo acesso ao crédito até 2008. As ‘falhas geológicas’ do sistema foram reveladas claramente, por conta da crise. Algo parecido está acontecendo agora, quando as falhas dos sistemas – como nos sistemas de saúde – estão sendo muito reveladas por essa crise. [Em 2008] as pessoas perceberam que não ganharam muito com a globalização, enquanto que o 1% mais rico tinha ganhado enormemente.”

Disputa entre China e EUA

“Com a pandemia, a competição entre Estados Unidos e China se tornou muito mais acirrada e óbvia a todos. Parte disso é porque a pandemia começou na China e porque a pandemia deu destaque às reações à pandemia na China e nos EUA”, disse Milanovic. Para ele, a reação dos EUA à pandemia foi desastrosa porque o modelo do país é o do capitalismo meritocrático.

“Se fosse uma guerra, seria diferente”, expressou ele sobre as ações dos EUA. Por outro lado, disse que a China soube conter a pandemia, mesmo com os erros iniciais, pela presença do estado na sociedade.

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O capitalismo tem futuro?

Sobre sua influência marxista, Milanovic afirma que seu livro é de esquerda. “Eu vejo o livro como um livro de esquerda. O que confunde as pessoas é que eu digo que o capitalismo agora é o único modo de produção”, afirmou.

Mas, sobre o fim do capitalismo, o autor disse que “Há possibilidade de que o trabalho braçal possa parar de desempenhar o papel que tem agora. Então, há possibilidade de que no futuro nos vejamos algo diferente do capitalismo.”

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Milionários pedem que governos aumentem seus impostos diante da pandemia

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Milionários dizem que aumentar taxa de impostos é “a única escolha”


Em meio à crise da pandemia do novo coronavírus , um grupo de 80 milionários se uniram para enviar uma carta a seus governos, pedindo que paguem por impostos mais caros. Mesmo com cerca de 199 mil milionários, nenhum brasileiro assinou a carta.


“Hoje, nós, milionários que assinamos esta carta, pedimos aos nossos governos que aumentem impostos sobre pessoas como nós. Imediatamente. Substancialmente. Permanentemente”, afirmam, alertando a seus líderes sobre a possibilidade de uma crise econômica capaz de durar por anos e anos.

O grupo, organizado pelo projeto Millionaires for Humanity (Milionários pela Humanidade, em português), ainda chama atenção para pessoas que podem ser levadas à pobreza, calculadas pelo grupo em cerca de meio bilhão.

“Ao contrário de dezenas de milhões de pessoas em todo o mundo, não precisamos nos preocupar em perder nossos empregos, casas ou nossa capacidade de sustentar nossas famílias. Então por favor. Taxe-nos. É a escolha certa. É a única escolha”, escrevem.

Assinaram a carta milionários da Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Holanda, Nova Zelândia e Reino Unido. Entre essas pessoas está Jerry Greenfield, um dos fundadores da marca de sorvete Ben and Jerry’s, e Abigail e Tim Disney.

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A ideia surgiu no parlamento do Reino Unido e foi apresentada pela oposição, segundo a Forbes, como maneira de tirar o peso dos mais pobres diante da crise econômica causada pela pandemia . Assim, o grupo de milionários espera poder contribuir com financiamento para áreas como educação, segurança e saúde por meio do aumento dos impostos.

Brasil de fora

O Brasil é o 18º na lista de países com maior número de pessoas milionárias, segundo World Wealth Report, e teve um crescimento de 7% neste ano.

O motivo de ficar em uma posição “vantajosa” que o coloca na frente de países mais ricos, como Áustria e Suécia, se dá pelo tamanho do país.

Por outro lado, os Estados Unidos estão prestes a alcançar a marca de 6 milhões de milionários. O país, ao lado de Alemanha, China e Japão, têm 61,6% da população milionária.

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Quina valendo R$ 14,5 milhões: veja os números sorteados nesta segunda-feira

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Quina valendo R$ 14,5 milhões: veja os números sorteados nesta segunda-feira
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Quina valendo R$ 14,5 milhões: veja os números sorteados nesta segunda-feira

O concurso 5311 da Quina desta segunda-feira (13), tem um prêmio estimado em R$ 14,5 milhões. As dezenas sorteadas foram:

05 – 10 – 30 – 35 – 79

Ninguém acertou os cinco números deste sorteio. Assim, o prêmio para a edição que ocorrerá na terça-feira (14) está acumulado em R$ 16,2 milhões.

Como apostar

Para apostar na Quina , o participante deve escolher de 5 a 15 números dentre os 80 disponíveis nas lotéricas credenciadas pela Caixa , ou no site especial de loterias do banco.

Ganham prêmios quem acerta de 2, 3, 4 ou 5 números. Além disso, a pessoa pode concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos consecutivos com a Teimosinha .

Segundo a Caixa , ninguém acertou as cinco dezenas sorteadas no último sábado (11). Os números sorteados foram: 15 – 23 – 29 – 31 – 55.

A aposta mínima na Quina custa R$ 2,00. Os sorteios da Quina são realizados, normalmente, de segunda-feira a sábado, às 20h.

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