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Entenda a doença que faz o Papa Francisco usar cadeira de rodas

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Osteoartrite faz papa andar de cadeira de rodas
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Osteoartrite faz papa andar de cadeira de rodas

Há algum tempo, o  Papa Francisco sofre de dores no joelho, mas nos últimos meses, seu quadro piorou. Ele cancelou compromissos, incluindo uma viagem à África e sua participação na missa e na procissão de Corpus Christi, e passou a usar cadeira de rodas em suas aparições públicas. A saúde do pontífice, de 85 anos, preocupou fiéis ao redor do mundo.

O Papa sofre de osteoartrite, também chamada de artrose, do joelho direito. A idade avançada certamente contribuiu para essa situação, mas, segundo informações da imprensa italiano, a doença estaria associada causada sobre pela postura errada. 

O problema postural o levou a descarregar mais peso na articulação do joelho direito, o que levou ao seu enfraquecimento ao longo do tempo e provocou um desgaste severo do ligamento.

A dor no joelho não é exatamente uma novidade na vida de Francisco, mas se agravou recentemente. Há anos, antes mesmo de ser eleito, Bergoglio sofre de dor ciática e usa sapatos ortopédicos para facilitar a caminhada e corrigir a postura do quadril.

A doença é caracterizada pelo desgaste da cartilagem articular e por alterações ósseas. O tratamento do Papa inclui anti-inflamatórios, corticosteróides, infiltrações locais e fisioterapia.

Os médicos já indicaram a realização de cirurgia para colocar uma “prótese de joelho”. Mas a opção foi veementemente rechaçada pelo pontífice. Em reunião privada com os bispos, Francisco teria dito que prefere renunciar ao invés de passar por uma cirurgia.

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Um levantamento do Colégio Americano de Reumatologia, publicado no periódico Arthritis & Rheumatology, revelou que entre 1990 e 2019, o número de casos da doença aumentou 113,25%. Estima-se que 12 milhões de brasileiros sofram da doença. Isso corresponde a 6,3% da população adulta. Mas a prevalência aumenta com o avanço da idade.

A doença é considerada um processo natural do envelhecimento, por isso, sua prevalência aumenta após os 65 anos: 85% das pessoas dessa faixa etária apresentam evidência da doença em exames radiológicos. 


Entretanto, o desgaste pode ser acentuado por diversos fatores, incluindo anormalidades anatômicas, obesidade, esforços físicos repetitivos, esportes com impacto, traumas, doenças reumatológicas inflamatórias, entre outras.

Os sintomas incluem dor e inchaço nas articulações, redução da mobilidade e ruídos frequentes na movimentação das articulações. Além dos joelhos, quadris e as mãos são as principais articulações afetadas pela osteoartrite.

O tratamento inclui o uso de anti-inflamatórios, analgésicos, compressas, fisioterapia, acupuntura e até mesmo exercícios aeróbicos (como natação e caminhada) para melhorar o condicionamento físico. Dependendo do caso, a cirurgia pode ser recomendada.

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Produção da CoronaVac é suspensa por baixa demanda e falta de registro

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Vacina do Butantan (Coronavac) foi fundamental para conter o atraso das importações das outras vacinas
Crédito: SOPA Images/LightRocket via Getty Images

Vacina do Butantan (Coronavac) foi fundamental para conter o atraso das importações das outras vacinas

O Instituto Butantan anuncia a interrupção da produção da CoronaVac. A vacina foi a primeira aplicada no Brasil, e teve sua última produção realizada em outubro de 2021. Apesar das mais de 110 milhões de doses entregues, o último envio ocorreu em fevereiro. Sem novos pedidos por lotes do imunizante, não há previsão de retomada.

Pano de fundo para uma briga política entre o ex-governador João Doria (PSDB) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), a CoronaVac foi aprovada pela Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) para uso emergencial em janeiro do ano passado, e desde então, nunca foi deixada de lado. Hoje, é utilizada especialmente para a vacinação de crianças e adolescentes.

A CoronaVac ajudou bastante a manter a eficiência da vacinação em “rebanho” no Brasil, uma vez que, os demais modelos, demoraram para chegar ao Brasil. Entretanto, assim que o abastecimento dessas demais aumentou, a vacina do Instituto Butantan perdeu espaço na campanha nacional de vacinação.

Em abril deste ano, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou o fim da emergência sanitária pela covid-19 no país. Sem emergência sanitária, apenas vacinas registradas definitivamente podem ser aplicadas em adultos — por isso, a CoronaVac foi barrada e ficou restrita a crianças e adolescentes. Os outros três imunizantes aplicados no país já têm registro definitivo pela Anvisa : Pfizer, AstraZeneca e Janssen .

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Vacinação contra a gripe é ampliada a partir deste sábado no país

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Reforço para a imunização ocorre pelo SUS (Sistema Único de Saúde)
Rovena Rosa/Agência Brasil – 19.01.2022

Reforço para a imunização ocorre pelo SUS (Sistema Único de Saúde)

A campanha contra a gripe será ampliada a partir deste sábado (25) para a população a partir de 6 meses de idade, em todo o país, enquanto durarem os estoques da vacina. A mobilização busca prevenir complicações decorrentes da doença e diminuir óbitos e pressão sobre o sistema de saúde.

Quem faz parte do público-alvo e ainda não se imunizou, também poderá se vacinar. Para receber a vacina da gripe, basta ir a qualquer posto de vacinação. O Sistema Único de Saúde (SUS) tem cerca de 38 mil salas de vacinas espalhadas por todo país e o Ministério da Saúde já distribuiu 80 milhões de doses da vacina contra a gripe para estados e Distrito Federal.

Até o momento, a mobilização contra a doença atingiu 53,5% de cobertura vacinal. “Os pressupostos para o sucesso das campanhas de vacinação são absolutamente atendidos no nosso país. Temos vacinas, temos uma capacidade sem precedentes de aplicação, graças aos vacinadores que estão nas salas de vacinação do Brasil .

Ano passado, tivemos casos em várias regiões do País por conta da cepa H3N2 . A vacina deste ano já protege contra essa cepa e as passadas. Precisamos combater essas doenças”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Ele fez um apelo à população para que à população para que ajude a aumentar os índices de imunização contra a doença no Brasil. Veja os grupos preferenciais, a seguir.

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Idosos acima de 60 anos; Trabalhadores da saúde; Crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias); Gestantes e puérperas; Povos indígenas; Professores; Pessoas com comorbidades; Pessoas com deficiência permanente; Forças de segurança e salvamento e Forças Armadas; Caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso; Trabalhadores portuários; Funcionários do sistema prisional; Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas; População privada de liberdade.

Fonte: IG SAÚDE

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Brasil tem 17 casos confirmados de varíola dos macacos

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Brasil tem 17 casos confirmados de varíola dos macacos
Reprodução / CNN Brasil – 17.06.2022

Brasil tem 17 casos confirmados de varíola dos macacos

O Brasil registra, no momento, um total de 17 casos confirmados para a varíola dos macacos – monkeypox –, sendo 11 em São Paulo, dois no Rio Grande do Sul e quatro no Rio de Janeiro. Outros dez casos seguem em investigação. Do total de caso, cinco seriam autóctones, o que significa que houve transmissão local da doença. Dois deles no Rio de Janeiro e três em São Paulo.

Nesta sexta-feira (24), a pasta foi notificada de três novos casos da doença no país, sendo dois no estado do Rio de Janeiro e outro no estado de São Paulo, confirmados pelos laboratórios da Fiocruz-RJ e Adolf Lutz em São Paulo. Os dois casos do Rio de Janeiro já tinham sido confirmados pela prefeitura na noite de quinta-feira (23).

Em São Paulo, trata-se de um caso importado, com histórico de viagem para a Europa. O paciente é do sexo masculino, 29 anos, residente na capital paulista. Segundo informações do MS, os casos apresentam quadro clínico estável, sem complicações e estão sendo monitorados pelas Secretarias de Saúde dos estados e municípios.

São Paulo

Nesta quinta (23), o Ministério da Saúde foi notificado de três casos autóctones confirmados para a varíola dos macacos no estado de São Paulo, segundo divulgou a pasta. São três pacientes do sexo masculino, residentes na capital paulista, com idade entre 24 e 37 anos, sem histórico de viagem para países com casos confirmados.

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De acordo com o MS, os casos ainda estão em investigação para a busca de vínculos de transmissão. Eles estão isolados, com quadro clínico estável, sem complicações e sendo monitorados pelas Secretarias de Saúde do Estado e do município.

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Fonte: IG SAÚDE

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ALMT – Campanha Fake News II

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