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Entregadores farão reunião com Rodrigo Maia nesta quarta-feira (8)

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entregadores em greve
Paulo Galo/Divulgação

Empresas de aplicativos ainda não atenderam reivindicações de direitos dos entregadores

Depois da  greve no dia 1º, entregadores de aplicativos de delivery farão reunião nesta quarta-feira (8), às 11h, com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O objetivo é encaminhar a pauta de reivindicações dos profissionais.

A reunião será feita online. O contexto da greve e das reivindicações leva em conta a busca por melhores condições de trabalho, medidas de proteção contra o risco de infecção de Covid-19 e direitos para os entregadores.

Representantes de vários estados, responsáveis pelo movimento nacional, estarão na reunião.

De acordo com eles, o objetivo do encontro virtual é expor as más condições de trabalho dos entregadores de aplicativos, que são submetidos a jornadas exaustivas, sem garantia de direitos sociais, como proteção para acidentes de trabalho e equipamentos de proteção individual.

Por conta da pandemia – em que os serviços de entrega via aplicativos se tornaram um serviço essencial – os trabalhadores passaram a ter mais trabalho, tiveram redução de renda e estão mais expostos ao contágio.

As principais reivindicações são: a fixação de tabela de preço do frete de entregas, o aumento da taxa mínima das entregas, o  fim dos bloqueios e desligamentos de forma injusta e sem justificativas e uma legislação específica para a categoria.

Veja Mais:  Banco Central não prevê nova onda de covid-19 no país, afirma diretor

Além disso, os trabalhadores pedem um auxílio-pandemia, com fornecimento dos equipamentos de proteção individual (EPIs) e licença remunerada caso o entregador seja afastado em decorrência do coronavírus.

A iniciativa da reunião partiu da bancada do PSOL na Câmara.

No dia 1º de julho, os entregadores realizaram a primeira  greve nacional da categoria. O movimento teve colaboração de  usuários dos aplicativos, restaurantes, lideranças políticas e ativistas e teve repercussão na imprensa nacional.

As empresas de aplicativos, no entanto, ainda não responderam a nenhuma reivindicação dos trabalhadores. Haverá uma segunda paralisação no final do mês.

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Conta de luz contará na hora de pedir empréstimo; veja novo horário da Enel

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Conta de luz contará na hora de pedir empréstimo; veja novo horário da Enel
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Conta de luz contará na hora de pedir empréstimo; veja novo horário da Enel

A associação de distribuidores de energia elétrica ( Abradee ) afirmou, nesta quinta-feira (13), que irá assinar na terça (18) um acordo com as companhias para que o histórico de pagamento das faturas comece a ser usado na análise de concessão de empréstimos e produtos financeiros.

O cadastro positivo começou a funcionar em janeiro, mas coletando apenas informações do sistema bancário. A estratégia é um dos esforços para tentar reduzir as taxas de juros pagas pelos brasileiros.

Novo horário de funcionamento da Enel

A distribuidora de energia elétrica Enel irá funcionar com horário de atendimento ampliado em 24 postos na cidade de SP e na Grande SP.

A companhia disponibilizará, a partir desta quinta (13), o atendimento com hora marcada nas lojas, sendo feito pelo site da própria empresa ( www.eneldistribuicaosp.com.br ).

O novo horário de funcionamento, de segunda a sexta, é das 7h às 16h30. Anteriormente, era das 9h às 15h. A Enel também afirmou que 12 de suas lojas passaram a abrir aos sábados, das 9h às 15h.

Confira as lojas que funcionam das 7h às 16h30 de segunda a sexta:

Zona Leste

  • São Miguel – av. São Miguel, 9.419
  • Tatuapé – rua Padre Estevão Pernet, 314
Veja Mais:  PF desarticula chácara no interior de SP que era "central de fraudes" no auxílio

Zona Oeste

  • Freguesia do Ó – av. Santa Marina, 2.523 / 2.525

Zona Sul

  • Jabaquara – av. Engenheiro Armando de Arruda Pereira, 394
  • Santo Amaro – rua Barão do Rio Branco, 425

Zona Norte

  • Santana – rua Voluntários da Pátria , 1.068

Grande SP

  • Barueri – av. Henriqueta Mendes Guerra, 604
  • Cajamar – av. Tenente Marques, 1667
  • Cotia – av. Prof. Joaquim Barreto, 322
  • Diadema – av. Nossa Senhora das Vitórias, 275
  • Embu-Guaçu – av. Elias Yazbek, 984
  • Itapevi – rua Manoel Alves Mendes, 204
  • Juquitiba – rua ver. João Aquino Soares, 180
  • Mauá – rua dr. Getúlio Vargas, 172
  • Osasco – rua Euclides da Cunha, 150
  • Pirapora do Bom Jesus – rua José Bonifácio, 64
  • Ribeirão Pires – rua João Domingues de Oliveira, 337
  • Rio Grande da Serra – rua José Maria de Figueiredo, 130 A
  • Santana de Paranaíba – av. Copacabana, 55 C
  • Santo André – rua Onze de Junho, 461
  • São Bernardo do Campo – av. Brigadeiro Faria Lima, 1.280
  • São Caetano do Sul – av. Goiás, 215
  • São Lourenço da Serra – rua Honório Augusto de Camargo, 320
  • Taboão da Serra – praça Nicola Vivelechio , 287
  • Vargem Grande – José Manuel de Oliveira, 248

Confira as unidades que abrem aos sábados, das 9h às 15h:

Zona Leste

  • São Miguel – av. São Miguel, 9.419
  • Tatuapé – rua Padre Estevão Pernet, 314
Veja Mais:  Mudança: haverá redução da mistura de biodiesel a partir de setembro

Zona Oeste

  • Freguesia do Ó – av. Santa Marina, 2.523 / 2.525

Zona Sul

  • Jabaquara – av. Engenheiro Armando de Arruda Pereira, 394
  • Santo Amaro – rua Barão do Rio Branco, 425

Zona Norte

  • Santana – rua Voluntários da Pátria , 1.068

Grande SP

  • Diadema – Av. Nossa Senhora das Vitórias, 275
  • Mauá – rua dr. Getúlio Vargas, 172
  • Osasco – rua Euclides da Cunha, 150
  • Santo André – rua Onze de Junho, 461
  • São Bernardo do Campo – av. Brigadeiro Faria Lima, 1.280
  • São Caetano do Sul – av. Goiás, 215

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Mudança: haverá redução da mistura de biodiesel a partir de setembro

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Agência Brasil

biodiesel
Geraldo Kosinski/Petrobras

Diesel e biodiesel sofrerão mudança a partir do próximo mês; entenda

A diretoria colegiada da Agência Nacional do Petróleo,  Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), com a concordância do Ministério de Minas e Energia (MME), aprovou hoje (13) a redução excepcional e temporária do percentual de mistura obrigatória do biodiesel ao óleo diesel dos atuais 12% para 10% no bimestre de setembro e outubro de 2020.

Segundo a ANP, a medida é necessária para dar continuidade ao abastecimento nacional, uma vez que a oferta de biodiesel para o período poderia não ser suficiente para atender à mistura de 12% ao diesel B, que vem sendo bastante consumido, apesar da atual situação de pandemia de Covid-19.

Reação de empresários do setor

Segundo a coluna Vaivém das Commodities, da Folha de S.Paulo, a reação dos empresários do setor do biodiesel foi ruim.

“Insanidade, retrocesso, decisão surreal, vergonha, lamentável, pior do que nos tempos do PT, absurdo, insegurança jurídica. Essa é a reação da cadeia de biodiesel sobre a decisão da ANP e do Ministério de Minas e Energia de reduzir a mistura de biodiesel de 12% para 10% no bimestre setembro-outubro. Não faltaram também palavrões pouco comuns na boca de empresários”, publicou o colunista do jornal, Mauro Zafalon.

Veja Mais:  Mudança: haverá redução da mistura de biodiesel a partir de setembro

De acordo com o jornalista, os empresários se espantaram e disseram que esta foi a primeira interferência governamental na política de mistura do biodiesel. O problema para os empresários é que as indústrias adquiriram matéria-prima e há um cronograma de produção, que serão afetados com a mudança.

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Banco Central não prevê nova onda de covid-19 no país, afirma diretor

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Banco Central não prevê segunda onda de covid-19 no país, diz diretor
Raphael Ribeiro/BCB – 26.4.2019

Banco Central não prevê segunda onda de covid-19 no país, diz diretor

O Banco Central não espera a ocorrência de uma “segunda onda” da pandemia do novo coronavírus ( Sars-Cov-2 ) no país, disse hoje o diretor de Política Econômica do Banco Central, Fabio Kanczuk, em seminário virtual promovido pela Associação de Bancos no Estado do Rio de Janeiro ( Aberj ).

“Em nosso cenário básico não há uma segunda onda do vírus, que é a grande ameaça atual nos países desenvolvidos. Quando parecia que a pandemia já tinha acabado, veio a reabertura e as medidas de isolamento voltaram. Esse é o grande assunto hoje nos Estados Unidos e na Europa . O nosso cenário, aqui, é de que as coisas voltem sem uma nova onda.”

Para Kanczuk , apesar dessa perspectiva, a instituição analisa cenários alternativos, baseado no que vem ocorrendo em outros países. O diretor disse que se houver uma segunda onda, serão tomadas outras medidas com relação à economia, como uma nova expansão de crédito.

“Nosso papel é atuar. A gente tem certeza de que, dependendo do caminho, se acontecer uma segunda onda, vamos com tudo de novo. Estamos prontos para atuar mais uma vez e fazer medidas de expansão de crédito novo. Mas é um pouco mais reativo do que pró ativo. Esse é o nosso papel. É assim que a gente vê a nossa atuação”, disse ele.

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Retomada

Sobre a recuperação da economia, Kanczuk afirmou que existem várias indicações, podendo se dar no formato de V (swoosh), em que após uma queda profunda começa a recuperação no mesmo ritmo em que caiu. Há também a representação em U, quando a volta não é tão rápida e ainda em W, em que são duas quedas com duas retomadas.

O diretor destacou que, em crises econômicas, o sistema bancário precisa dar respostas e se refazer, como nos Estados Unidos , mas disse que aqui a situação pode ser diferente nesse sentido, porque o sistema bancário brasileiro é sólido e respondeu bem nas crises econômicas de 2008 e 2009.

“Nos Estados Unidos , o sistema bancário vai ter que se refazer, não vai ser algo rápido, lá tem todo um estudo de como crises financeiras mais se parecem com um U do que um V”, disse.

No caso do Brasil, o diretor acredita que a economia pode voltar em uma velocidade do U. Ele afastou a possibilidade de ser como um V, com a recuperação mais rápida, porque há setores que não conseguem retomar, devido ao isolamento social. Na falta de uma letra, aparece o símbolo usado pelos economistas, o swoosh . “Parece o símbolo da Nike, mas é um pouco diferente. É alguma coisa assim. Volta, não é um U, mas começa a perder um pouco de força, porque alguns setores não conseguem voltar.”

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Varejo e indústria

Neste período de pandemia, segundo Kanczuk , as compras pela internet e o movimento dos que receberam renda de programas do governo favoreceram setores do varejo e da indústria. Mas outros setores não conseguiram dar resposta rápida, como os de serviços prestados a famílias, de cabeleireiro e limpeza, por exemplo. “Esses não retornam com a mesma força e ficam meio em função da pandemia, de quando isso vai se encerrar”.

Para Kanczuk, dados como o da Pesquisa Mensal de Serviços ( PMS ), divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE ), têm mostrado isso. “Não teve surpresa nenhuma. Foi mais ou menos o que todo mundo esperava”.

Autonomia

Em sua apresentação, o diretor disse que a autonomia do Banco Central atrai mais os investidores externos que conhecem pouco o Brasil . “A minha impressão é de que o brasileiro não vê diferença, mas um cara que conhece bem menos de Brasil, e quer saber onde vai colocar o dinheiro, olha o país e vê que tem banco central independente, que é uma coisa de instituição correta”, afirmou.

Ele disse ainda que a Aberj se apresenta como a antiga entidade de classe representante do sistema financeiro, fundada pelos banco, e que o principal objetivo é o aprimoramento técnico. “Responsabilidade que margeia sua personalidade socioeconômica, política e cultural.”

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