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Estudantes se fantasiam de “goleiro Bruno e Macarrão” e geram revolta nas redes

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A foto das fantasias de Goleiro Bruno e Macarrão foram publicadas no Instagram com a legenda
Reprodução/Instagram

A foto das fantasias de Goleiro Bruno e Macarrão foram publicadas no Instagram com a legenda “fantasia raiz”

Dois jovens geraram revolta após se fantasiarem de “goleiro Bruno e Macarrão” para uma festa na cidade mineira de Inconfidentes. De acordo com o jornal Estado de Minas
, ambos são estudantes do Instituto Federal Sul de Minas, que publicou uma nota de repúdio nas redes sociais.

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As fantasias de goleiro Bruno
e Macarrão foram usadas em uma festa a fantasia, realizada fora da escola, e o caso veio a público após os estudantes publicarem uma foto usando os trajes, que incluíam um saco preto com o nome “Eliza Samudio” escrito no rótulo.

A imagem foi originalmente postada nos stories do Instagram com a legenda “fantasia raiz”, e, pouco tempo depois, começou a repercutir nas redes sociais. Em perfis do Twitter e Facebook, muitos usuários apontaram a atitude dos estudantes como uma apologia ao feminicídio
, tendo em vista o crime em questão.

O caso chegou no Instituto Federal, que divulgou uma nota de repúdio em seu Facebook. Leia na íntegra a carta sobre as
fantasias

:

“O IFSULDEMINAS – Campus Inconfidentes repudia, veementemente, qualquer ato que incite a violência de gênero, feminicídio ou qualquer outro tipo de crime. Consideramos a apologia aos atos citados absolutamente inadmissível e isso não deve ser tratado, em hipótese alguma, como um tipo de brincadeira.

Esperamos dos estudantes do nosso Campus a consciência para compreenderem a gravidade deste assunto e neste sentido contamos com ações promovidas por meio do Grupo de Estudos de Gênero, Arte, Educação e Sexualidade – GAES, da Semana das Diferenças e do Grupo de Teatro Arte Federal.

Vale esclarecer que, todo e qualquer membro da comunidade da nossa instituição, seja servidor ou aluno, é antes de mais nada cidadão e como tal deve responder pelos seus atos e suas consequências.

A Direção”

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Relembre o caso do goleiro Bruno e Eliza Samudio


O caso de feminicídio foi cometido pelo Goleiro Bruno e Macarrão contra a modelo Eliza Samudio
Renata Caldeira / TJMG

O caso de feminicídio foi cometido pelo Goleiro Bruno e Macarrão contra a modelo Eliza Samudio

Bruno Fernandes das Dores de Souza e Luiz Henrique Romão, conhecido como Macarrão, foram condenados pelo homicídio e ocultação do corpo da modelo Eliza Samudio, além do sequestro do filho do ex-jogador e da mulher, no ano de 2010. O caso poderia se enquadrar na lei do feminicídio, que só foi sancionada em 2015.

O goleiro foi sentenciado a 20 anos e nove meses de detenção e, em junho desse ano, saiu do presídio onde cumpria a pena, na cidade mineira de Varginha, e agora cumpre a determinação da justiça na Associação de Proteção ao Condenado (Apac).

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Amigo de infância do  goleiro Bruno
, Macarrão foi condenado a 15 anos de prisão pelo envolvimento nos crimes. Há seis meses, deixou a prisão para cumprir o resto da pena em regime aberto.

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Senadores médicos defendem importância da CPI da Pandemia para a população

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Senadores médicos ajudam a qualificar os trabalhos da CPI da Pandemia, contribuindo para esclarecer dúvidas da população sobre a crise sanitária e tornar os depoimentos mais precisos e detalhados. Para a senadora Zenaide Maia (Pros-RN), que é médica infectologista, a comissão parlamentar de inquérito vem mostrando as verdadeiras formas de prevenção à covid-19. Otto Alencar (PSD-BA) e Humberto Costa (PT-PE), também médicos, avaliam que o colegiado tem cumprido seu papel de trazer respostas à sociedade. O Senado também tem em funcionamento a Comissão Temporária da Covid-19, que analisa as ações governamentais de combate à pandemia. 

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Preços e fiscalização de planos de saúde serão tema de audiência na segunda-feira

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A Comissão de Transparência, Fiscalização e Controle (CTFC) promove audiência pública interativa na segunda-feira (21), às 16h, para debater a saúde suplementar no Brasil, com foco nos planos de saúde oferecidos pelas operadoras. Qualquer pessoa pode acompanhar o debate virtual e enviar perguntas pelo portal e-Cidadania.

A reunião foi requerida pelo presidente da CTFC, o senador Reguffe (Podemos-DF). De acordo com ele, as empresas que operam planos de saúde no Brasil se negam a vender planos de saúde individuais, obrigando os consumidores a adquirir planos coletivos.

“Nos planos coletivos, diferentemente dos individuais, o consumidor não tem a garantia de que não será descartado na renovação anual. Nos planos individuais, as operadoras não podem rescindir unilateralmente o contrato com os consumidores”, diz Randolfe na justificativa de seu requerimento para a audiência. 

Já confirmaram participação Vera Valente, diretora-executiva da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde); Marco Aurélio Ferreira, da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp); Alexander Jorge Saliba, presidente da Associação Brasileira de Auditores em Saúde (Audif); Daniela de Assis Moya Yokomizo, primeira-secretária da Associação Brasileira de Odontologia Seção do Distrito Federal (ABO-DF); e Matheus Falcão, do Programa de Saúde do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

Também devem participar dos debates Rogério Scarabel Barbosa, diretor-presidente substituto da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), e César Eduardo Fernandes, presidente da Associação Médica Brasileira (AMB).

Valores elevados

Reguffe informa que, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o setor conta com mais de 47 milhões de beneficiários de planos ou seguros de saúde, sendo 23% deles contratos individuais e 77%, planos de saúde coletivos.

“Além dos planos de saúde atualmente apresentarem valores elevadíssimos às famílias brasileiras, há que se discutir a política de reajuste dos valores dos planos de saúde pela ANS. No ano de 2019 (pré-pandemia), enquanto o IPCA acumulou alta de 4,31%, os convênios individuais e familiares tiveram seus valores elevados em até 7,35%, conforme autorização da ANS. Os planos coletivos, por sua vez, apresentaram reajustes médios da ordem de 20%, uma vez que não têm seus valores regulados e aumentos autorizados pela agência”, acrescenta Reguffe. 

O presidente da CTFC também quer debater durante a audiência pública o desempenho da ANS nos últimos anos na regulação, normatização e fiscalização de entidades de assistência médica, hospitalar e odontológica. Reguffe sugere, ainda, que o debate deverá abordar o papel da agência na regulação, normatização e fiscalização das relações jurídicas e comerciais entre as operadoras de planos e os hospitais e outros prestadores de serviços profissionais médicos e odontólogos. 

A CTFC é composta por 17 senadores titulares e 17 suplentes; o vice-presidente é o senador Marcos do Val (Podemos-ES). 

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COMO ACOMPANHAR E PARTICIPAR

Participe:
http://bit.ly/audienciainterativa
Portal e-Cidadania:
senado.leg.br/ecidadania

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Comissão vai debater situação da educação indígena

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Jana Pessôa/Governo de Mato Grosso
Direitos Humanos - índios - educação indígenas (aldeia Halataikwa, da etnia Enawenê-nawê)
Audiência vai debater a educação indígena a partir do Sistema Nacional de Educação

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados realiza audiência pública na segunda-feira (21) para discutir a situação da educação escolar indígena. O debate atende requerimento apresentados pelas deputadas Joenia Wapichana (Rede-RR) e Professora Rosa Neide (PT-MT).

A audiência será realizada no plenário 12, às 9 horas.

Foram convidados para o debate:

  • representante do Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena, Rita Gomes do Nascimento (Potyguara);
  • o ex-ministro da Educação Renato Janine Ribeiro;
  • o professor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Carlos Roberto Jamil Cury;
  • o professor da Universidade Federal do Amazonas e membro do Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena, Gersem José dos Santos Luciano (Baniwa); e
  • a integrante do Conselho Estadual de Educação Escolar Indígena de Mato Grosso e do Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena, Francisca Navantino Pinto de Ângelo (Pareci).

As deputadas que pediram a audiência lembram que estão em análise na Câmara os projetos de lei complementar 25/19 e 216/19, que tratam da instituição do Sistema Nacional de Educação, e que é importante debater as especificidades da educação escolar indígena dentro desse modelo de educação pública em discussão.

Da Redação – RS

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