Saúde

Estudo identifica 7 hábitos que reduzem o risco de demência em até 43%

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Os 7 hábitos que diminuem o risco de demência em até 43%, mesmo para aqueles com predisposição genética
Kaique Lima

Os 7 hábitos que diminuem o risco de demência em até 43%, mesmo para aqueles com predisposição genética

Por falhas no combate à demência, a Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que o número de pessoas acometidas pelo quadro deve crescer mais de 150% até 2050, passando de 55 para 139 milhões. Além da busca por novos e mais eficazes medicamentos para tratar a neurodegeneração, pesquisadores alertam para hábitos que a ciência já comprova serem capazes de atuar na prevenção desse cenário.

Em novo estudo publicado na revista científica Neurology, pesquisadores do Centro Médico da Universidade do Mississipi, nos Estados Unidos, avaliaram o impacto de um conjunto de sete hábitos simples, já preconizados pela Associação Americana do Coração para uma melhor saúde cardiovascular, na redução do desenvolvimento de demências.

O trabalho utilizou informações de mais de 10 mil pessoas, coletadas durante três décadas, que tinham idade média de 54 anos no início do período. Os cientistas descobriram que o conjunto de práticas conhecido como “os 7 simples da vida” conseguem reduzir em até 43% o risco de demência, até mesmo para aqueles com predisposição genética.

“Esses hábitos saudáveis dos “7 simples da vida” têm sido associados a um menor risco de demência em geral, mas era incerto se o mesmo se aplica a pessoas com alto risco genético. A boa notícia é que, mesmo para essas pessoas, viver com esse estilo de vida mais saudável leva a um risco menor”, afirma a pesquisadora do Centro Médico da Universidade do Mississipi e autora do estudo, Adrienne Tin, em comunicado.

De forma resumida, as sete práticas para se incorporar ao cotidiano são: permanecer ativo; adotar uma alimentação saudável; evitar o sobrepeso; não fumar; manter a pressão arterial adequada; controlar o colesterol e a taxa de açúcar no sangue.

Os participantes foram avaliados em cada um desses critérios. Ao fim do período analisado, quando tinham em média 84 anos, entre aqueles que aderiram aos hábitos houve uma incidência de 6% a 43% menor das demências. O percentual variou de acordo com o número de práticas adotadas e a intensidade.

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O neurologista Paulo Caramelli, professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e membro do Conselho Mundial de Demência (WDC), explica que, em 2020, uma comissão de pesquisadores internacionais referência no tema já havia listado fatores de risco considerados modificáveis em relação às demências, como obesidade, diabetes, perda auditiva, abuso de álcool e sedentarismo. Agora, ele destaca que o novo estudo comprova que hábitos simples que levam a uma redução desses fatores são de fato efetivos.

Isso acontece especialmente pela demência não ser uma doença única, mas sim uma síndrome causada por um conjunto de diagnósticos que leva a um comprometimento cognitivo em áreas como memória, atenção, linguagem e, eventualmente, ocasionam uma perda na capacidade de realizar tarefas do dia a dia.

Essa síndrome, embora seja provocada pela doença do Alzheimer em cerca de 60% dos casos, pode também ser resultado de problemas vasculares, como um Acidente Vascular Cerebral (AVC), ou outros quadros que causem uma neurodegeneração.

“E não é raro haver mais de uma causa. Então, embora estejamos avançando em medicamentos para o Alzheimer, que são extremamente importantes, há outras causas, o que alerta para a importância de se falar em prevenção”, afirma Caramelli.

Mas, mesmo para o Alzheimer, esses hábitos são efetivos. Ele esclarece que, embora exista de fato um componente genético ligado ao desenvolvimento da doença, ele é decisivo para o diagnóstico em apenas 1% dos casos.

“Então essa participação da genética é importante, mas não é determinante na grande maioria dos casos. Para essas pessoas, esses hábitos podem de fato prevenir o desenvolvimento da doença”, complementa o neurologista, que é vice-coordenador do conselho consultivo da Sociedade Internacional para Pesquisa Avançada em Alzheimer (ISTAART).

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Não há hora certa para se falar em prevenção

A neurologista Sonia Brucki, da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), reforça que nunca é muito cedo ou muito tarde para aderir às práticas que ajudam a proteger o cérebro de futuras demências.

“É uma recomendação desde sempre, quanto mais cedo você tratar a sua saúde de uma forma global melhor. Mas em qualquer fase já se comprovou que é importante manter os hábitos de vida saudáveis, então pode começar em qualquer época da vida para ajudar a prevenir”, diz a especialista, que é coordenadora do Grupo de Neurologia Cognitiva e do Comportamento do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP).

Os especialistas destacam ainda que a escolaridade também é um grande agente para o desenvolvimento de demências durante a velhice. Por isso, eles ressaltam que uma série de países na Europa têm hoje previsões de redução no número de diagnósticos nas próximas décadas, realidade que não é a de países de média e baixa renda, como o Brasil, que concentram hoje dois terços dos casos no mundo.

“Nós sabemos que aumentando a educação geral da população, associada a essa estratégia de melhora das condições de saúde, você reduz muito os casos de demência. Em alguns estudos prévios, feitos sobre esses fatores na América Latina, observou-se que pouco mais de 50% dos casos de demência eram preveníveis. Então é um grande número de pessoas que podem se beneficiar dessas mudanças”, complementa Sonia.

Para avaliar essa possibilidade na prática, Caramelli faz parte de um estudo, financiado pela Associação Americana do Alzheimer, em andamento em todos os continentes do planeta.

Na América Latina, são 13 países, onde 100 pessoas identificadas como de risco para demências estão sendo monitoradas em cada um. Com isso, elas estão sendo submetidas a intervenções para atuar nesses fatores, como melhora da alimentação e prática de atividades físicas, para posteriormente serem avaliados os impactos em âmbito global.

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Palavras cruzadas ajudam, mas em grupo é melhor

Além dos já listados pelo trabalho recente da Universidade do Mississipi, outro hábito que as pessoas costumam adotar para prevenir demências são atividades que estimulam o cérebro, como jogos de memória e palavras cruzadas. Caramelli reconhece os benefícios, mas faz uma ressalva.

“Existe uma quantidade e qualidade boa de estudos mostrando que treinos cognitivos, que são atividades que demandam raciocínio, atenção, velocidade de processamento e memória, podem de fato ajudar. Mas o ideal é que sejam atividades diversificadas e que incluam interação social, em grupo. E elas não substituem os outros fatores de risco, são hábitos complementares”, orienta o neurologista.

Para Brucki, a prevenção é importante especialmente no contexto em que hoje não há cura para a demência, apenas formas de atenuar os sintomas e retardar a evolução. Ela afirma que, embora novos medicamentos em desenvolvimento indiquem uma realidade otimista para formas mais eficazes de tratar as doenças nos próximos cinco anos, a tendência de envelhecimento da população e a extensão dos impactos do diagnóstico levam a uma atenção necessária para o problema agora.

“Demência é um problema de saúde pública, que vai se tornar cada vez mais importante conforme a população envelhece. É um quadro que afeta não apenas o indivíduo, como a família inteira. Então estamos mais do que atrasados em pensar em como levar formas de prevenção para a população geral”, defende a especialista.

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Fonte: IG SAÚDE

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Entenda a importância dos estímulos para o desenvolvimento infantil

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Entenda a importância dos estímulos para o desenvolvimento infantil
Redação EdiCase

Entenda a importância dos estímulos para o desenvolvimento infantil

Quando se fala em estímulos, é comum pensarmos em ações especializadas para garantir o avanço de determinadas competências das crianças. Mas será que quando tratamos da educação de crianças de zero a três anos esta ideia se aplica? Creio que em parte, sim, porém, considero que estímulo seja algo comum e necessário para todas as interações estabelecidas com as crianças pequenas. 

Tipos de estímulos 

Pais e educadores devem considerar que o princípio básico da estimulação está na qualidade do toque, do olhar, do afeto, do contato físico, do tom de voz e da disponibilidade para estar com as crianças. Quando pensamos em estímulo, podemos nos referir às conquistas motoras, ao autocuidado, à comunicação, à interação e à disponibilidade para a aprendizagem. 

Benefícios do estímulo para o autocuidado

Partindo destas ideias, vou tratar aqui dos estímulos para o autocuidado , pois considero que uma criança que consiga, progressivamente, identificar e dar conta de solucionar os próprios incômodos, é uma criança que se torna capaz de locomover-se e comunicar-se com qualidade. 

A ideia central é garantir a progressiva autonomia e inclusão das crianças na realização de ações do dia a dia, pois isto contribui para que se tornem pessoas responsáveis e comprometidas consigo mesmas e com os outros. 

Necessidade de cuidados 

Considero importante dar um status diferenciado para os estímulos que podem ser considerados triviais, justamente por ser comum observarmos crianças grandes (maiores de três anos), que pouco se responsabilizam com os cuidados básicos de organização de espaços, mais dependentes de adultos do que deveriam ser nos momentos de alimentação, trocas de roupa e banho… Isso talvez porque seus cuidadores dedicaram pouco tempo para os estímulos do dia a dia, como se, cuidar de si e dos outros, fosse algo totalmente natural.  

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Por Ana Paula Yazbek

Formada em pedagogia pela Universidade de São Paulo, especialista em educação de crianças de zero a três anos, pelo Instituto Singularidades, mestre em educação pela Faculdade de Educação/USP. É diretora pedagógica e sócia do Espaço Ekoa, escola que atende crianças entre quatro meses e sete anos. 

Fonte: IG SAÚDE

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Saiba qual frequência o lençol deve trocado e lavado

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Prefira lençóis de algodão e linho aos sintéticos, porque esquentam menos
Thinkstock/Getty Images

Prefira lençóis de algodão e linho aos sintéticos, porque esquentam menos

Você já se perguntou com que frequência deveria trocar e lavar o lençol da sua cama? É uma indagação simples, mas pesquisas recentes mostram que muitas pessoas tem hábitos errados quanto o assunto e prolongam por muito tempo a ida da roupa de cama a máquina de lavar. Muito mais do que o período recomendado por especialistas e acabam ajudando na proliferação de germes e bactérias naquilo que deveria ser um dos lugares mais limpos da casa, a cama.

Uma pesquisa feita no Reino Unido, pela YouGov, por exemplo, mostra que a idade e o gênero têm grande relação com o descuido na hora de levar lençóis para a lavagem. Qualquer pessoa que considere passar a noite na casa de um jovem adulto deve tomar cuidado. O estudo, de 2016, ouviu cerca de 1000 pessoas, desses, 37% dos menores de 30 anos, esperam até quase dois meses para lavar seus lençóis.

O número é surpreendente quando descobrimos que quase 50% das pessoas com mais de 45 anos lava seus lençóis toda semana. Os jovens adultos acreditam que “higienizar regularmente” a roupa de cama é a cada duas semanas, e 58% desse público faz isso. 1 em cada 10 troca a roupa de cama semanalmente.

A pesquisa também apontou que o gênero também importa. Os homens em geral são mais descuidados nas atitudes em relação aos lençóis limpos do que as mulheres. 44% das mulheres limpam seus lençóis pelo menos uma vez por semana, em comparação com 32% dos homens.

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6% de homens e mulheres, no entanto, formam o “grupo central imundo” que higieniza os lençóis no mínimo a cada sete semanas.

Mas qual é o período certo para a retirada e higienização das roupas de cama? a companhia de saúde, Sleep Foundation, recomenda que a maioria das pessoas lave seus lençóis uma vez por semana. Entretanto, para aqueles que tem bichos de estimação dentro de casa e que dormem em cima da cama, o ideal seria lavar a cada 3 a 4 dias – pelo menos duas vezes durante a semana.

Isso porque, por mais que os bichanos estejam dentro de casa, eles ainda carregam bactérias e sujeiras que podem ser prejudiciais a nossa saúde. Sem contar que os nossos lençóis absorvem toda a nossa sujeira como suor, fluídos e óleos corporais e os temidos ácaros, criaturas microscópicas que se alimentam das células da pele. Um colchão usado típico pode ter de 100.000 a 10 milhões dessas bactérias.

Ainda segundo o estudo, nós perdemos cerca de 3,9 quilos de células de pele ao longo de 365 dias e grande parte disso inevitavelmente acaba nas camas, lugar onde passamos um terço de nossas vidas.

Outro estudo

Uma pesquisa um pouco mais antiga da mesma empresa, YouGov, de 2014, separou os britânicos em grupos dos mais limpos ao sem limpeza nenhuma. Apenas 3% do público inglês lava seus lençóis mais de uma vez por semana e são considerados os “maníacos por limpeza”, um terço deles, ou seja 33%, se enquadra na categoria “limpadores semanais” e o maior grupo é o “limpadores a cada duas semanas”, com 35%.

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Há um outro grupo, mais abaixo, considerado sem limpeza nenhuma que são pessoas que esperam até sete semanas para limpar o lençol da cama e cerca de 37% desse grupo, ou seja, mais de um terço, são jovens de 18 a 24 anos. Como medida de comparação, a porcentagem desse grupo cai para 14% entre pessoas com mais de 60 anos.

Os homens e as mulheres também têm uma pequena diferença no tempo em que sentem que os lençóis se tornam “nojentos”. Para o sexo masculino, a roupa de cama fica insustentável depois de seis semanas sem uma higienização. Já para as mulheres, o ideal é não deixar de levar para a máquina de lavar passar de 5 semanas.

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Fonte: IG SAÚDE

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4 dicas para diminuir o colesterol ruim

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4 dicas para diminuir o colesterol ruim
Vitoria Rondon

4 dicas para diminuir o colesterol ruim

No dia 8 de agosto é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Colesterol. A data tem como principal objetivo conscientizar as pessoas sobre os riscos da doença. Segundo informações do Ministério da Saúde, 4 em cada 10 brasileiros têm colesterol alto. Isso porque os novos hábitos de vida têm aumentado o consumo de alimentos gordurosos e processados.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) entre 2017 e 2018, revelou que 50,5% da alimentação dos brasileiros era processada. Dados como esses demonstram a importância de adotar novos hábitos de vida, como explica a médica cirurgiã Dra. Aline Lamaita.

“O grande problema dos altos níveis de colesterol no sangue está no fato de ser uma intercorrência silenciosa. O colesterol aumentado pode não causar sintoma nenhum, obstruindo as artérias aos poucos. Então, em alguns casos, a primeira manifestação da alta do colesterol é um evento como infarto ou derrame, quando já é tarde para prevenir”, alerta a especialista.

Para ajudar a controlar os níveis de colesterol, a médica nefrologista Caroline Reigada, a cirurgiã Aline Lamaita e a médica nutróloga Marcella Garcez elencam 4 dicas. Confira!

1. Faça exercícios físicos 

Praticar atividade física é uma das medidas mais eficazes para quem deseja reduzir o colesterol ruim (LDL). Para isso, fazer caminhada, correr, subir escadas ou praticar natação regularmente são excelentes opções. “Ser ativo por 30 minutos na maioria dos dias pode ajudar a reduzir o colesterol ruim e aumentar o colesterol bom”, explica a Dra. Caroline Reigada.

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2. Consuma alimentos ricos em fitoesteróis

Segundo a médica nutróloga Dra. Marcella Garcez, consumir diariamente alimentos ricos em fitoesteróis, como óleos vegetais, nozes, castanhas e chocolate amargo pode ajudar a reduzir o colesterol ruim do corpo. A prática também ajuda a evitar o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

“Aposte em alimentos ricos em ômega 3, como o salmão e nas sementes de linhaça e chia. O ômega 3 é responsável por prevenir doenças cardiovasculares, evitar a formação de coágulos, diminuir os níveis de colesterol total e de LDL colesterol e aumentar os níveis de HDL”, diz a especialista.

3. Aumente a ingestão de fibras 

Uma alimentação rica em fibras pode trazer inúmeros benefícios para o corpo, pois elas inibem a formação de gordura no fígado. A aveia é uma excelente opção de fibra. “Já que contém uma fibra solúvel chamada betaglucana, que retarda o esvaziamento gástrico, promovendo maior saciedade, melhora a circulação, controla a absorção de açúcares e inibe a absorção de gorduras […]”, diz a Dra. Marcella Garcez.

A médica ainda explica que as frutas cítricas também são excelentes aliadas no controle do colesterol, pois são ricas em fibras e substâncias antioxidantes “[As frutas] limitam a absorção do colesterol no intestino e ajudam a reduzir os níveis de LDL no organismo”, destaca a Dra. Marcella Garcez. Por isso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo de cinco porções diárias de frutas e vegetais.

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4. Invista em gorduras boas

Assim como evitar a ingestão de gorduras ruins e alimentos processados pode ajudar a reduzir o colesterol ruim (LDL), consumir produtos que são fontes de gordura boa (HDL) é essencial para equilibrar o nível de colesterol no organismo. Apesar de não reduzir os níveis de LDL, esses alimentos aumentam o HDL. “O azeite, a castanha, o abacate e os peixes, por exemplo, são ricos em gorduras benéficas para o organismo “, indica a Dra. Aline Lamaita.

Fonte: IG SAÚDE

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ALMT – Campanha Fake News II

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