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Facebook e Instagram vão remover fake news sobre vacinas da COVID-19

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Victor Hugo Silva

Facebook e Instagram vão remover fake news sobre vacinas da COVID-19

O avanço de alguns países  rumo a campanhas de vacinação contra a COVID-19 levou o Facebook a anunciar ações que serão tomadas sobre fake news relacionadas ao tema. A empresa afirmou que, nas próximas semanas, começará a remover posts com alegações falsas sobre vacinas. A medida também vale para o Instagram.

Em comunicado, o Facebook afirmou que a decisão de remover fake news sobre o novo coronavírus faz parte de sua política de impedir a desinformação que pode causar danos físicos aos usuários . Com o anúncio, a companhia promete excluir afirmações falsas sobre segurança, eficácia, componentes e efeitos colaterais das vacinas.

Isso inclui as acusações falsas de que as vacinas seriam usadas para implantar microchips na população ou de que teriam componentes que não são listados oficialmente. Os posts também serão removidos se promoverem teorias da conspiração sabidamente falsas como a de pessoas que estariam sendo usadas sem seu consentimento para testes da eficácia das vacinas.

O Facebook informou ainda que, mesmo depois de implementar as medidas, vai receber a orientação de autoridades de saúde pública para continuar atualizando a lista de afirmações que serão removidas à medida em que novos fatos sobre a COVID-19 forem descobertos.

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Facebook combate fake news com Google e Twitter

Este não é o primeiro posicionamento do Facebook para combater as fake news sobre vacinas. Em novembro, a empresa se uniu com Google e Twitter , além de agências de checagem de fatos e órgãos governamentais, em uma iniciativa para combater a desinformação relacionada a este assunto.

Organizada pela Full Fact , entidade que atua contra informações falsas, a ação pretende se antecipar a uma onda de fake news em meio ao avanço do desenvolvimento das vacinas contra o novo coronavírus. O Facebook já proíbe anúncios com discurso anti-vacina e o YouTube exibe avisos com fatos sobre vacinas da COVID-19.

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WandaVision chegou no Disney+: veja todos os lançamentos da semana

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Unsplash/Marques Kaspbrak

Veja os lançamentos da semana no Disney+

A Disney+ teve semanas bem agitadas desde o seu lançamento trazendo cada vez mais séries, filmes e outras produções originais para o seu catálogo. Já com muitas novidades previstas para entrar, é claro, você deve sempre ficar de olho em quais são os lançamentos da Disney+ para saber se algo de seu interesse entrará ou não no catálogo da plataforma de streaming .

Nessa semana, o destaque da vez ficou com a série da Marvel ” WandaVision “, que mostra os personagens Wanda Maximoff e Visão vivendo no subúrbio tranquilamente até começarem a desconfiar das pessoas ao seu redor. A seguir, confira quais foram os lançamentos da Disney+  nessa semana.

Os lançamentos da Disney+: Séries, programas e desenhos

  • As Aventuras de Timão e Pumba (15/01)

Programa divertido traz os famosos personagens do clássico Rei Leão , que mostram um pouco mais de seu estilo de vida no dia a dia.

  • BIS! – Temporada 1 – Episódio 10 (15/01)

Série reúne os ex-colegas de classe do ensino médio de uma escola dos Estados Unidos para realizarem uma grande peça musical com a ajuda de astros da Broadway.

  • Bluey (15/01)

Desenho mostra um filhote simpático que mora com os seus pais aprontando diversas artes enquanto descobre um pouco mais do mundo.

  • Diário de Uma Futura Presidente – 1ª Temporada – Episódio 10 (15/01)
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Série mostra a história da garota Helena que passa por diversas situações hilárias em sua infância.

  • High School Musical: A Série: O Musical – 1º temporada – Episódios 10 (15/01)

Em seu último episódio da temporada, série mostra alguns estudantes trabalhando duro para atuarem em uma peça de sua escola baseada nos filmes originais do High School Musical .

  • Pijama Party (15/01)

Programa conta com a participação de pessoas comuns vestindo pijamas numa competição que vale uma viagem para a Disney .

Você viu?

  • Pixar na Vida Real – 1º temporada – Episódio 10 (15/01)

Série produzida pela Pixar traz diversos personagens do famoso estúdio para o mundo real.

  • Star Wars: The Clone Wars – 7º Temporada – Episódio 10 (15/01)

Série que se passa no universo de Star Wars mostra uma guerra civil onde uma jedi luta por liberdade e paz na galáxia.

  • Super Cães: Apresentado Por Bill Farmer (15/01)

O dublador responsável pela voz do Pluto e do Pateta, Bill Farmer, sai de trás do microfone e mostra quais trabalhos sensacionais podem ser feitos com cachorros.

  • T.O.T.S. – Serviço de Entrega de Filhotes (15/01)

Desenho mostra os pássaros que não são cegonhas em treinamento para poder trabalhar no Serviço de Entrega de Filhotes.

  • WandaVision – 1º temporada – Episódios 1 e 2 (11/01)
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Série da Marvel mostra os personagens Wanda Maximoff e Visão vivendo no subúrbio tranquilamente até começarem a desconfiar das pessoas ao seu redor.

  • X-Men – Temporadas 2, 3, 4 e 5 (15/01)

Famoso desenho da Marvel que mostra os mutantes descobrindo mais sobre seus poderes ganhará diversas temporadas neste mês de janeiro.

Os lançamentos da Disney+: Filmes

  • Revolução do Gênero (15/01)

Documentário expõe pessoas a várias perguntas para fazê-las refletir sobre a aceitação de seu gênero.

  • Dr. Dolittle 3 (15/01)

Terceiro filme da saga que se iniciou com Eddie Murphy como astro traz a filha do famoso Dr. Dolittle em evidência mostrando que ela tem o mesmo dom do pai para falar e entender os animais.

  • Eragon (15/01)

Ao se tornar um cavaleiro após cuidar do ovo de um dragão, Eragon fará de tudo para derrotar o Esperctro Durza e o exército de Galbatrorix.

  • Expedição Everest (15/01)

Documentário mostra cientistas montando a estação meteorológica mais alta do mundo.

  • Magic Camp (15/01)

Um grupo de crianças participam de um acampamento para ajudar um mágico a redescobrir o seu amor pela magia.

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Copa das Aldeias de Free Fire movimenta comunidades indígenas em todo o Brasil

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copa das Aldeias
Arquivo pessoal

Comunidade assistindo a transmissão de Free Fire na primeira edição da Copa das Aldeias na Aldeia Bracui, no Rio de Janeiro

Um evento tem reunido famílias em frente a telas em comunidades indígenas de todo o Brasil. Parece final de campeonato de futebol, mas o jogo é outro: o Free Fire . 144 equipes de 28 etnias competem a segunda edição da Copa das Aldeias , que teve início no último domingo (10).

O campeonato conta apenas com participantes indígenas que enfrentam dificuldade de conexão à internet , baixo acesso à energia elétrica e a resistência dos mais velhos para conseguirem disputar no famoso jogo de celular. Dois deles são Flávia Xakriabá, de 23 anos do povo Xakriabá, de Minas Gerais, e Alexandro Kuaray, também de 23 anos da aldeia Yyakã Porã, de Ubatuba, litoral de São Paulo.

Flávia é apaixonada por games desde que se entende por gente, mas foi só depois dos 18 anos, quando teve seu primeiro celular, que começou a entrar de vez no universo dos jogos eletrônicos . A história de Alexandro é parecida: a falta de acesso à internet na aldeia que vivia anteriormente o fez começar a jogar um pouco mais tarde.

copa das aldeias
Arquivo pessoal

Flávia Xakriabá e Alexandro Kuaray participam da competição

Ambos já tinham participado de outros campeonatos de Free Fire , mas nenhum que reunisse tão bem a comunidade indígena. “Eu nunca tinha participado de um campeonato, nunca tinha visto uma competição só de indígenas. E isso, para mim, é incrível, porque eu estou conhecendo outros povos, outras etnias, tem etnia do Brasil inteiro, e tem muita gente, e a galera joga muito. Tem uma diversidade incrível dentro da Copa das Aldeias”, comenta Flávia.

Parece final de campeonato

E a competição, que teve sua primeira edição em dezembro passado e promete ser mensal, realmente faz juz ao seu nome, já que os jogos da Copa das Aldeias movimentam as comunidades igual final de campeonato de futebol. Isso, porém, não aconteceu facilmente.

Alexandro conta que algumas pessoas da sua família e de sua aldeia não viam os jogos eletrônicos com bons olhos antes, mas o campeonato tem mudado essa visão. “Até minha irmã que criticava acompanhou [meu jogo] ontem. Minha família toda estava ligada no notebook, isso é uma ligação muito forte que está trazendo para nós”, conta.

Não foi diferente na comunidade da Flávia, assim como nas de outras dezenas de meninos e meninas que participam da competição. Ela conta que o futebol era o único esporte que reunia a aldeia toda mas, com a chegada da pandemia e a impossibilidade do contato físico, os jogos eletrônicos ganharam espaço dentro das aldeias à medida que foram ganhando a confiaça do povo indígena.

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“[No início,] a gente jogava e o pessoal da família reclamava. Depois que a gente explicou sobre a Copa das Aldeias, que tinha outros indígenas e que isso de alguma forma poderia beneficiar o povo, poderia trazer visibilidade para o povo, aí até a galera que criticava está começando a assistir. Porque, de uma forma ou de outra, isso traz um impacto positivo para a aldeia. As famílias se reúnem para ver a gente jogando, então isso é bacana”, afirma a jovem.

Convencer os mais velhos de que o campeonato era positivo, porém, não foi difícil apenas para quem compete. Igor “Cai por Terra”, jogador, narrador de Free Fire e organizador da Copa das Aldeias, diz que foi complicado quebrar a barreira da desconfiança dos mais velhos, sobretudo porque ele não é indígena.

“É um pouco complicado você convencer um ancião. ‘Free Fire dentro da minha aldeia? Pelo amor de Deus, vocês vêm para matar minha cultura, vocês vêm para tirar o que a gente está preservando há mil anos’. A barreira para enfrentar isso foi grande no começo. Até eles me conhecerem, saberem do meu caráter, saberem quem eu sou. Agora, a gente está amigo. Muitos anciãos estão acreditando em mim, estão aceitando a ideia”, comenta.

O campeonato surgiu de uma ideia do próprio Igor depois de ele ser convidado por um jogador indígena para narrar uma partida. “Como eu moro em comunidade, então toda a classe que é minoria, a gente abraça mesmo”, diz. Ele, então, apresentou a ideia para a plataforma de streaming de jogos Nimo TV , que resolveu abraçar a novidade e dar força para o campeonato. “Quando a gente vê potencial, a gente quer que o negócio estoure mesmo”,  afirma Rodrigo Russano Dias, gerente de maca e PR da Nimo TV.

Da primeira para a segunda edição, o campeonato triplicou em número de participantes – dentre os novos, estão Flávia e Alexandro. O objetivo é continuar crescendo e revelando talentos da comunidade indígena para o universo dos games. “Meu sonho é realizar os sonhos das pessoas através do game”, diz Igor.

Conexão em meio à mata

Para jogar a Copa das Aldeias, muitos competidores andam quilômetros para conseguirem acesso à internet , conta Emy Yoshinho “Bruxinha”, uma das organizadoras do evento, responsável pela seleção dos participantes. 

“O maior desafio de todos é a internet. Tem muita aldeia que é super longe. Esse semana mesmo, uma equipe não pôde jogar por conta da energia, e isso deixa a gente triste. Como eles falaram, eles se prepararam muito para estar ali”, comenta.

Alexandro e Flávia explicam que a dificuldade é real. Na aldeia de Alexandro, por exemplo, a energia vem através de placas solares – se não tem Sol, não tem celular carregado e não tem campeonato de Free Fire . Já do lado da Flávia, a internet é instável – se chove, nada de jogo.

“A maioria das aldeias tem essa dificuldade de internet porque é de difícil acesso. A aldeia fica longe da cidade, a maioria fica mais para o meio da mata, e isso dificulta muito para a gente começar realmente a entrar nesse mundo gamer. E outro fator é falta de energia, essas coisas acabam dificultando. Aqui mesmo, na minha aldeia, a gente não tem energia elétrica, a gente usa três placas solares para poder carregar os nossos celulares. E aí a gente depende do Sol também, quando não tem Sol durante uns dois ou três dias, aí já não tem como carregar o celular, e isso dificulta demais esse mundo de games para nós”, explica Alexandro.

As dificuldades, porém, nunca foram impeditivo para que os jovens continuem treinando. E, em meio às matas, talento nos games é o que não falta. Igor confessa que já presenciou, na Copa das Aldeias, muitas crianças de sete ou oito anos jogando melhor do que ele.

“Nas comunidades indígenas, nas aldeias, nos territórios, tem muito talento, tem gente que joga demais e poderia estar em uma dessas guildas [nome dados às equipes do jogo] grandes, poderia estar participando dos campeonatos, poderia estar junto com os grandes players. Acho que o que falta é um olhar mais sensível, uma busca pela gente, para os povos indígenas”, opina Flávia.

O moderno conversando com a cultura milenar

“Para todos os players que estão nessa Copa, eu espero que um desses jovens tenha oportunidade de estar em uma guilda grande, ou que uma guilda de indígenas seja, também, grande”, sonha Alexandro.

Ele lembra que, em meio às comunidades indígenas, os jovens tem dois olhares: um para dentro da cultura milenar da comunidade, e outro para o que é novo e moderno, como o universo dos games . As duas visões, porém, se conversam. “Entramos nessa vida de gamer, mas sem esquecer da nossa cultura”.

Para jogar e ter o apoio da família, ele conta que conversou com os irmãos e sobrinhos para que eles separassem os horários de treino dos momentos de terem suas tarefas domésticas e ajudarem a comunidade. A experiência de Flávia é parecida.

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“Como Alexandro bem destacou, o fato da gente estar no mundo dos games, estar com celular, estar no computador, isso não vai fazer da gente menos indígena. É importante a gente destacar isso: a gente joga, a gente brinca, a gente se diverte, mas a gente também tem os deveres da aldeia, a gente também não deixa morrer as tradições e a nossa cultura”, diz ela.

Não é só mais um joguinho

A união que as comunidades indígenas têm experimentado com o campeonato de Free Fire pode ser definida por uma frase bastante utilizada pela fãs do game: não é só mais um joguinho. Na cabeça dos organizadores, a Copa das Aldeias é capaz de projetar jovens indígenas para o mundo dos games.

Mas, além disso, o campeonato também está sendo capaz de promover trocas culturais bastante interessantes. Com etnias dos quatro cantos do Brasil participando, os jovens conseguem conhecer variações culturais em uma experiência que tem sido bastante respeitosa e colaborativa, apesar da rivalidade natural da competição.

Até para quem está de fora das aldeias, o ganho cultural é muito grande. Emy conta, por exemplo, que começou a aprender sobre a cultura indígena participando da organização do evento. “Uma das coisas que me fisgou na Copa das Aldeias é porque eu tenho descendência [indígena] também por parte do meu pai, só que eu não tenho contato. Então quando eu entrei em contato, eu comecei a me apaixonar mesmo, comecei a querer descobrir mais sobre a minha família, sobre a minha descendência. E isso é muito legal, algo dentro da gente está mudando”.

Para Flávia, um dos grandes ganhos da Copa das Aldeias é a visibilidade que o campeonato traz para o povo indígena. Ela, que é a primeira estudante de jornalismo do seu povo, diz que sua graduação na área nunca foi sequer sonhada pela comunidade, mas que ela tem representado sua etnia nesse sentido. No mundo dos games , a expectativa é que ocorra um movimento parecido. “A gente tem vários influencers que são indígenas também. Tem uma diversidade muito grande de indígenas na mídia, em vários espaços. Só no mundo gamer que ainda não tem, e eu espero que isso mude”.

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Signal é melhor que o WhatsApp? Compare os dois mensageiros

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Signal WhatsApp
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Signal recebeu muitos downloads após mudança de política de privacidade do WhatsApp

Com a recente alteração nos termos de uso e privacidade do WhatsApp , o número de usuários buscando por mensageiros alternativos aumentou. Dentre todas as opções, dois se destacam : Signal e Telegram . Mas o que possuem de especial para terem roubado a atenção dos usuários do maior mensageiro do mundo?

Para se tornar um dos aplicativos de mensagens mais proeminentes das lojas oficiais do Google e Apple em dezenas de países nos últimos dias, o Signal passou, praticamente, três anos no ‘escuro’. Voltado à privacidade do usuário, o app nasceu em 2017 graças à dupla Brian Acton e Moxie Marlinspike. O primeiro já era uma figura muito conhecida no meio da tecnologia: antes do Signal, Acton foi cofundador do famoso WhatsApp .

Ainda novo, com apenas um ano, o mensageiro já começava a despertar a atenção de inúmeras personalidades, como o ex-NSA Edward Snowden, Jack Dorsey, CEO do Twitter , Laura Poitras, jornalista e cineasta, e Elon Musk , CEO da Tesla.

Por outro lado, o WhatsApp, fundado pelo mesmo Brian Acton e Jan Koum, colegas que passaram quase 20 anos no Yahoo!, ganhou o mundo em 12 anos de existência. Presente em 180 países e com mais de 2 bilhões de usuários, ele se tornou o aplicativo de bate-papo mais utilizado no Brasil.

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Apesar de terem o cofundador em comum, eles guardam recursos distintos. Fizemos um rápido comparativo entre os dois mensageiros e traçamos as principais diferenças entre eles. Confira.

O WhatsApp oferece muitos recursos em um aplicativo de mensagens. Wallpapers, grupos com suporte até 256 pessoas, exportação de chats para outros aplicativos (de maneira individual), personalização de toques para conversas e mensagens temporárias, essas com duração de 7 dias.

Além disso, há também outros recursos extras, como o Status , uma espécie de ‘stories’, muito popular para quem gosta de compartilhar imagens ou recados com duração de 24 horas.

Você viu?

No que diz respeito ao armazenamento e backup de conversas e conteúdo, o app permite que o usuário utilize serviços de nuvem como iCloud e G oogle Drive .

Em relação ao compartilhamento, o WhatsApp limita o tamanho de fotos, vídeos e áudios até 16 MB. Já para documentos, é permitido o envio de até 100 MB.

Além disso, o mensageiro permite o compartilhamento de localização em tempo real com contatos, dentro de uma conversa ou um grupo.

Signal: privacidade importa

Com proposta distinta, o Signal é um aplicativo mais básico em relação à interface gráfica. Apesar do visual despojado, o mensageiro não fica devendo ao que se propõe entregar: privacidade e segurança online.

Em relação às funcionalidades padrões, todas são encontradas facilmente por aqui: acesso a chats, chamadas de voz e vídeo. Tudo isso com criptografia de ponta a ponta , também presente no WhatsApp, que garante que o aplicativo não armazene o conteúdo das conversas nos servidores da empresa.

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Quanto aos recursos distintos ao WhatsApp, o Signal traz mensagens que se apagam automaticamente por meio de um temporizador regulado pelo próprio usuário. Há também uma função no chat voltada especialmente para compartilhamento de imagens: ao escolher “ver apenas uma vez”, o destinatário terá apenas uma chance de visualização. Após fechá-la, o conteúdo é deletado para ambos os participantes do chat .

Além disso, o app conta com o “Notas para mim”, um recurso no qual é possível fazer anotações com rapidez no próprio aplicativo (quem nunca abriu um chat no WhatsApp para anotar alguma informação, hein?). Para usá-lo, basta tocar no ícone de lápis no canto esquerdo da tela e encontrar ‘Nota para mim’ na própria lista de contatos.

Outro ponto interessante é retransmissão de chamadas de voz para os servidores do aplicativo , para que a identidade do usuário permaneça oculta para contatos e não contatos. A ferramenta é similar a uma rede VPN.

O app ainda conta com uma função integrada para ocultar o endereço IP, e uma ferramenta para borrar rostos em fotos antes de enviá-las em uma conversa, protegendo a identidade de terceiros que aparecerem por acaso nas imagens.

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Outro recurso que não encontramos no WhatsApp foram as reações de mensagens em um chat: o usuário tem à disposição todos os emojis para reagir a qualquer mensagem, tanto em recebidas quanto em enviadas.

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