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Gabriel Jesus volta a marcar e Brasil vence Arábia Saudita em amistoso

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O Brasil venceu a Arábia Saudita
por 2 a 0, em amitoso realizado nesta sexta-feira, no King Saud University Stadium, em Riade, capital do país árabe. Os gols da seleção brasileira
foram marcados por Gabriel Jesus, que jogou pela primeira vez após a Copa do Mundo com a camisa verde e amarela, e por Alex Sandro, no último minuto do confronto.

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Gabriel Jesus e Neymar se abraçam após camisa 9 marcar gol do Brasil sobre Arábia Saudita
Pedro Martins / MoWA Press

Gabriel Jesus e Neymar se abraçam após camisa 9 marcar gol do Brasil sobre Arábia Saudita

Quem esperava uma vitória elástica do Brasil
sobre a Arábia Saudita se decepcionou. A seleção de Tite, que começa a trocar algumas peças já de olho no novo ciclo, não apresentou um futebol vistoso e, por conta do nível do adversário, poderia ter feito mais. O segundo gol, no último lance da partida, deixou o placar menos feio.

Como foi a vitória do Brasil


Jogadores do Brasil se abraçam após o segundo gol em amistoso
Pedro Martins / MoWA Press

Jogadores do Brasil se abraçam após o segundo gol em amistoso

O confronto que parecia fácil, começou complicado. A primeira boa chance da seleção brasileira foi aos 11 minutos com Neymar. O camisa 10 chuteou, a bola bateu no goleiro e ele não conseguiu chegar para completar para o gol. Aos 19, em pancada com a perna esquerda, o atacante jogou a bola para fora.

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Aos 25 minutos, Gabriel Jesus desviou de cabeça após cobrança de falta de Neymar e o goleiro Al-Owais fez grande defesa, evitando o primeiro. Aos 42, no entanto, Marquinhos recuperou bola, tocou para Neymar, que deu lindo passe em direção ao camisa 9.

Na cara do gol, o maior artilheiro da era Tite tocou na saída do goleiro e abriu o placar. Quatro minutos mais tarde o árbitro encerrou a partida.

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Lucas Moura entrou no lugar de Fred no intervalo e a primeira chance da etapa final foi dele. Aos seis minutos, Neymar fez ótima jogada individual e deixou o atacante do Tottenham livre na área, mas o goleiro Al-Owais defendeu.

Três minutos depois, novamente Neymar tentou em jogada solo. Desta vez ele trouxe da direita para o meio e bateu com a canhota, mas a bola raspou na trave e saiu.

A partida passou a ficar travada e sem chances para ambos os times. Somente aos 42 uma nova chance foi criada, em faltam na entrada da área cobrada por Neymar, mas que bateu na barreira. Na cobrança de escanteio, o camisa 10 colocou na cabeça de Walace, que finalizou para fora.

No último lance do jogo, aos 51 minutos, Neymar cobrou escanteio pelo lado direito e encontrou Alex Sandro, que subiu mais que a zaga e cabeceou firme para o fundo das redes. Logo na sequência, o árbitro encerrou o duelo em Riade.

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Ficha técnica de Arábia Saudita 0 x 2 Brasil

Arábia Saudita:
Al-Owais, Al-Burayk (Al-Muwallad, aos 27’/2ºT), Omar Hawsawi, Al-Boleahi e Al-Shahrani; Al-Mogahwi (Ghaleb, aos 46’/2ºT), Ateef, Al-Faraj; Al-Bishi (Al-Shehri, aos 34’/2ºT), Al-Dawsari (Sulaimani, aos 45’/2ºT) e Bahbir (Malayekah, aos 41’/2ºT).
Técnico:
Juan Antonio Pizzi.

Brasil:
Ederson, Fabinho, Marquinhos, Pablo e Alex Sandro; Casemiro (Walace, aos 19’/2ºT), Fred (Lucas Moura, no intervalo) e Renato Augusto; Philippe Coutinho (Arthur, aos 26’/2ºT), Neymar e Gabriel Jesus (Richarlison, 27’/2ºT).
Técnico:
Tite.

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O próximo amistoso do Brasil
será terça-feira contra a Argentina.

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Esportes

Acordo de cooperação com UFPR viabiliza diagnóstico esportivo em Mato Grosso

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Um acordo de cooperação técnica entre a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) e a Universidade Federal do Paraná (UFPR) vai possibilitar o diagnóstico da governança, gestão e infraestrutrua esportivas nos municípios mato-grossenses. A parceria foi firmada na última semana e suas ações serão viabilizadas pelo Instituto de Pesquisa Inteligência Esportiva (IPIE) que integra a universidade paranaense.

“Participar desse estudo do Instituto de Pesquisa Inteligência Esportiva será muito importante para o desenvolvimento do esporte e lazer em Mato Grosso. A partir do diagnóstico, poderemos ter uma visão geral das demandas do Estado e direcionar esforços em políticas esportivas que atendam de fatos as reais necessidades”, informa o superintendente de Esporte e Lazer da Secel, Rodrigo Siqueira.

O projeto de pesquisa em inteligência esportiva é uma ação articulada entre o Instituto e a Secretaria Especial do Esporte, do Ministério da Cidadania que começou em 2013 e teve seus estudos no campo de gestão e governança intensificados a partir de 2017. Por meio do levantamento de aspectos quantitativos e qualitativos desenvolvidos pelas secretarias estaduais/municipais na área de esporte e lazer, o projeto busca potencializar as ações dos diferentes entes federados, melhorar o nível de informação esportiva e possibilitar articulações futuras na área.

Com o acordo celebrado junto à Secel, as pesquisas em Mato Grosso terão início em breve. Para isso, uma equipe da secretaria adjunta de Esporte e Lazer participará de formação sobre a metodologia desenvolvida pelo IPIE e estabelecerá reuniões e tratativas individuais com gestores municipais do estado.

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A ferramenta a ser utilizada tem como base quatro dimensões de estudo que envolvem características do Estado/município, as informações do órgão responsável pela gestão esportiva, recursos humanos disponíveis e políticas para o esporte. As coletas e análises de dados poderão caracterizar, classificar e apontar direções futuras sobre como as instituições podem potencializar sua gestão e melhorar suas práticas de governança.

Segundo o coordenador do IPIE, professor Fernando Mezzadri, o acordo celebrado poderá trazer inúmeras outras ações conjuntas visando melhorar e qualificar as políticas públicas para o desenvolvimento do esporte.

“Para nós será uma parceria muito frutífera. Além do cadastro e a partir dele, podemos melhorar também a gestão dos municípios, qualificar os gestores a melhorar suas ações junto aos atletas e pontencializar a infraestrutura do esporte no estado. Não podemos deixar de agradecer ao então secretário Allan Kardec que se prontificou para que a parceria acontecesse. Agora vamos caminhando juntos nessa ação tão importante para todos os envolvidos”, destaca Mezzadri.

A minuta do termo de cooperação com a UFPR pode ser acessada AQUI.

Fonte: GOV MT

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Esportes

O jogo mudou; Arena Pantanal transforma em centro de Triagem para pessoas com sintomas da Covid-19

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O Centro de Triagem da Covid-19 contará com equipes médicas para atendimento e avaliação das pessoas com sintomas do coronavírus que buscarem tratamento. O atendimento aos casos graves, como falta de ar e febre persistente, continua nas unidades municipais, que são a porta de entrada da rede de saúde pública.

O centro entra em funcionamento nos próximos dias, na Arena Pantanal, em Cuiabá.

O objetivo com a abertura do Centro de Triagem é facilitar o acesso e possibilitar a detecção e o tratamento precoce do coronavírus em adultos.

O Governo do Estado busca com a iniciativa evitar o agravamento da doença em pessoas que, inicialmente, apresentem sintomas leves da síndrome respiratória e, com isso, diminuir os impactos na rede de saúde pública, com a necessidade de internação em leitos hospitalares, principalmente, em Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

“O primeiro atendimento é fundamental para o tratamento da Covid-19 e, por isso, a gestão estadual atua no sentido de facilitar o acesso ao atendimento, aos exames e medicamentos. Com a detecção e atendimento precoces, a ideia é conter o número de internações por quadros graves da doença”, afirmou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Atendimento

No centro, serão realizados os exames de detecção do vírus, as avaliações de quadro clínico, tomografia e a entrega de medicamentos para pacientes adultos.

Após triagem e consulta individualizada, poderá haver – caso recomendado pelo profissional médico – a prescrição de uma receita para a retirada, no local, de remédios que tratam os sintomas da Covid-19.

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Fonte: GOV MT

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Esportes

Há 15 anos, São Paulo conquistava o Tri da libertadores das Américas

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Natanael Oliveira*,
especial para o site da FPF
O dia 14 de julho certamente é inesquecível para os torcedores do São Paulo. Há exatos 15 anos, o Tricolor Paulista goleou o Athletico, por 4 a 0, e se tornou o ‘dono’ da América pela terceira vez em sua história, sendo o primeiro time brasileiro a alcançar tal marca continental.

Atuando em um Morumbi completamente lotado, com mais de 70 mil pessoas, a equipe são-paulina não deu chances aos paranaenses. Após empatar por 1 a 1 na partida de ida, o clube precisava de uma vitória simples para levantar o troféu sul-americano. Mas o que se viu foi uma atuação de gala tricolor para não deixar dúvidas sobre a conquista.

Dono de grandes atuações ao longo da competição, Cicinho foi um dos grandes destaques do São Paulo naquela cconquista. “O principal trunfo e maior mérito que tivemos foi a união daquela equipe. Nosso time, praticando um bom futebol, chamava a atenção até dos adversários. Nós ganhamos o respeito de todos com boas exibições e pela maneira de jogar. Não menosprezávamos ninguém, sempre tratamos todos com respeito. Não é porque estávamos vivendo um grande momento que iriamos deixar a soberba tomar conta”, disse antes de ressaltar a importância do técnico Paulo Autuori.

“Além da união do elenco, acredito que o Paulo Autuori também foi um destaque, já que soube extrair o melhor de cada jogador para as partidas decisivas. Ele já chegou pegando uma equipe vitoriosa, que vinha do título paulista, dando somente a sequência. Então não pegou um time que estava acostumado com derrota, não. Chegou em um time acostumado a vencer, e usou dessa boa fase e a união do grupo para conquistarmos os objetivos”, analisou o lateral.

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No ano anterior, o São Paulo chegou perto de conquistar a Libertadores, mas caiu na semifinal para o futuro campeão Once Caldas-COL. Mas apesar de não levantar a taça no ano anterior, o ex- lateral-direito tricolor acredita que a campanha em 2004 serviu de lição para o sucesso há 15 anos. “Nós sabíamos que as dificuldades iriam ser imensas, e em 2004 ficou aquele gostinho de ‘quero mais’. Nós procuramos o que? Acertar o que tínhamos errado, então a preparação foi totalmente diferente, a concentração foi outra, e acabou dando certo”, revelou.

Decisão
Digna de uma final continental, a partida começou com boas chances para as duas equipes. Aos sete minutos, o zagueiro Lugano levou perigo com uma cabeçada da pequena área, mas a bola foi para fora. Os paranaenses não demoraram para responder, e quase abriram o placar aos 12: após Fabricio cobrar falta, Alex desviou de cabeça e quase marcou contra.

O susto aumentou ainda mais o ímpeto são-paulino. Aos 16, o São Paulo abriu o placar em uma bela jogada construída com uma tabelinha entre Danilo e Luizão, que chutou para o gol. O goleiro do Athletico defendeu parcialmente, e no rebote, Danilo aproveitou para cruzar na cabeça de Amoroso.

Já no final do primeiro tempo, o São Paulo perdeu a oportunidade de ampliar. Aos 42, Danilo chutou forte e a bola passou raspando a trave do goleiro adversário. Nos acréscimos, os paranaenses provaram que ainda estavam no jogo: em cobrança de fala, Fabricio acertou a trave do goleiro Rogério Ceni.

Na segunda etapa, o Athletico começou pressionando os mandantes, mas a pressão não surtiu efeito. Logo aos sete minutos, o São Paulo ampliou a vantagem em uma cabeçada mortal do zagueiro Fabão, após cobrança de escanteio.

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A partir do segundo gol, o São Paulo tomou conta da partida. Aos 25, após grande jogada pela direita, Amoroso cruzou e Luizão tocou sem trabalho para ampliar o placar. Aos 43, Diego Tardelli fechou a conta: 4 a 0. O São Paulo conquistava a Copa Libertadores pela terceira vez em sua história, sendo o primeiro time brasileiro a alcançar tal marca.

Campanha
O São Paulo se classificou para a Copa Libertadores de 2005 após alcançar a terceira colocação no Campeonato Brasileiro do ano anterior. A equipe brasileira caiu no Grupo C, que também contava com a Universidade de Chile-CHI, Quilmes-ARG e The Strongest-BOL.

O Tricolor Paulista não teve muitos problemas para garantir a classificação, indo às fases posteriores na liderança do grupo. O time somou 12 pontos, com três vitórias e três empates –a equipe chilena da Universidad de Chile, ficou em segundo.

Nas oitavas, o São Paulo teve um clássico pela frente. Enfrentando o Palmeiras, o Tricolor venceu as duas partidas (1 a 0 e 2 a 0) para seguir adiante no sonho da conquista continental. Nas quartas, o time aplicou um 4 a 0 sobre o Tigres-MEX, e a vitória por 2 a 1 dos mexicanos na segunda partida passou longe de ameaçar a classificação dos brasileiros.

Nas semifinais, o adversário seria uma das grandes potências da América do Sul: o River Plate-ARG. O São Paulo bateu de frente e conseguiu vencer a primeira partida por 2 a 0. na Argentina, o Tricolor novamente saiu vitorioso, dessa vez com um placar de 3 a 2, garantindo sua vaga na grande final.

Falando justamente da partida contra os argentinos, Cicinho classificou o confronto como um dos mais marcantes na campanha do título. “Nós tivemos vários momentos marcantes, como os duelos contra o Palmeiras pelas oitavas. Mas o que está na minha memória como um momento crucial, foi o jogo contra o River Plate. Eu não participei, porque estava com a seleção brasileira na Alemanha, e acompanhei pela televisão. Eu torci muito para que o nosso time conquistasse a vitória e conseguisse chegar na grande decisão. Então esse foi o momento mais difícil no meu caso, porque não pude jogar. Acompanhei de longe a vitória sobre o River na Argentina e chegamos com muita moral na final”, finalizou.

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Ficha técnica:
São Paulo 4 x 0 Athletico – (Final – Libertadores)

Local: estádio do Morumbi, em São Paulo (SP);
Data: 14 de julho de 2005, quinta-feira;
Horário: 21h45 (horário de Brasília);
Árbitro: Horácio Elizondo (Argentina);
Assistentes: Rodolfo Otero e Juan Carlos Rebollo (ambos da Argentina);
Público: 71.986 pagantes;
Cartões amarelos: Lugano, Fabão e Danilo (São Paulo); Evandro, Cocito e André Rocha (Atlhetico);
Gols: Amoroso, aos 16 minutos do primeiro tempo, Fabão, aos 7, Luizão, aos 25 e Diego Tardelli, aos 43 minutos do segundo tempo.

São Paulo: Rogério Ceni; Fabão, Diego Lugano e Alex; Cicinho, Mineiro, Josué, Danilo e Junior (Fábio Santos); Amoroso (Diego Tardelli) e Luizão (Souza). Técnico: Paulo Autuori.

Athletico: Diego; Jancarlos, Danilo, Durvão e Marcão (Fernandinho); Cocito, André Rocha (Alan Bahia), Evandro e Fabrício; Lima (Rodrigo) e Aloísio. Técnico: Antônio Lopes.

Fotos: Rubens Chiri/São Paulo FC
Sob supervisão de Luiz Minici*

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