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Ilha de Paquetá pode ser tornar a primeira área livre da Covid-19 no Rio

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Praia na Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro
George Magaraia

Praia na Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro

A bucólica Ilha de Paquetá, com suas ruas de terra e casas históricas, estará na vanguarda da cidade do Rio de Janeiro nos próximos meses e poderá ser a primeira área da cidade a erradicar a covid-19. O passo mais importante para que isso aconteça ocorre amanhã (20), com a vacinação em massa promovida em um estudo da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Famosa nacionalmente como cenário do clássico A Moreninha, romance de Joaquim Manuel de Macedo, a ilha é localizada na parte mais interna da Baía de Guanabara e tem 4.180 moradores. Para chegar e sair do bairro, a barca é o único meio de transporte público, e as bicicletas e caminhadas substituem os carros nos 120 hectares de área da ilha.

Em uma transmissão ao vivo na internet com a Associação de Moradores de Paquetá (Morena), realizada na última semana, pesquisadores da Fiocruz e o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, explicaram como funcionará o estudo, que terá um ano de duração e espera antecipar os efeitos da vacinação que meses depois serão observados no restante da cidade.O imunizante utilizado será a vacina Oxford/AstraZeneca, que é produzida no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz).

“Nossa esperança e principal expectativa é que Paquetá seja a primeira área do Rio de Janeiro livre da covid-19, e a gente poder falar que estamos há tantos dias sem nenhum caso de covid-19 em Paquetá. A expectativa é que isso aconteça 14 dias após a segunda dose, mas pode acontecer de a imunidade coletiva ser até mesmo com a primeira dose. Vamos analisar diariamente a curva de casos”, disse Soranz.

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Na quinta-feira (17), o trabalho começou a ser realizado com a coleta de amostras de sangue para testes sorológicos em 3 mil moradores de Paquetá que se apresentaram como voluntários. Entre os objetivos, o estudo quer monitorar a “soroconversão”, isto é, quem era soronegativo (não tinha anticorpos) e passou a ser soropositivo (com anticorpos).

A pesquisa será capaz de diferenciar quem passou a ter anticorpos por causa da vacina e quem os adquiriu devido a uma infecção, e isso ajudará a verificar, entre outros pontos, o nível de proteção coletiva que será alcançado. O infectologista da Fiocruz José Cerbino Neto explicou que a população será dividida em três grupos: quem já havia se vacinado, quem vai receber a vacina no domingo e quem não pode receber a vacina, como as crianças. Com isso, será possível conferir questões como a proteção já na primeira dose e o quanto a vacinação das pessoas em volta é capaz de proteger quem não foi imunizado.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, 1.946 pessoas já haviam recebido a primeira dose de alguma das vacinas contra a covid-19 em Paquetá até o dia 17 de junho, e 1.132 segunda dose já haviam sido aplicadas nos moradores até a mesma data. A expectativa de Soranz é que o número de doses aplicadas neste domingo possa chegar a 1,6 mil. Os pesquisadores explicam que quanto maior for a adesão da população ao estudo, maior será a possibilidade de extrair conclusões.

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A pesquisa é considerada um estudo de Fase 4, quando o que está em análise é a efetividade das vacinas “no mundo real”, conceito que é diferente de eficácia, que é o percentual de proteção medido pelos testes clínicos, em um grupo controlado e em comparação a um placebo antes da aprovação da vacina pelas autoridades sanitárias.”O que a gente precisa fazer agora é a fase seguinte desses estudos”, acrescenta o infectologista Cerbino Neto.

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“São os estudos que a gente chama de ‘mundo real’, em que a gente aplica a vacina na população em um ambiente muito menos controlado”.

A escolha de Paquetá para esse estudo passa por uma série de características, como o fato de ser uma ilha, com uma única entrada e saída. Além disso, o bairro tem apenas uma unidade de saúde, que, por sua vez, possui um cadastro de saúde da família bem consolidado com capacidade de monitorar a evolução dos casos. O infectologista da Fiocruz disse ainda que o estudo em Paquetá terá características diferentes dos que foram realizados em populações maiores, como nas cidades de Serrana e Botucatu.

Segundo o infectologista, com um grupo populacional menor em observação, é possível, por exemplo, analisar o deslocamento dos voluntários para fora da ilha e possíveis impactos que isso possa ter na efetividade da vacina. Apesar da análise mais completa, os dados e as informações médicas dos moradores serão mantidas em sigilo.“A gente vai poder avaliar questões de segurança da vacina, eventos adversos em uma escala maior e com controle mais fino. A gente vai poder ver a resposta da vacina para as diferentes variantes. Todos os casos de covid-19 que eventualmente apareçam a gente vai genotipar para saber que variante é aquela. São respostas muito importantes nesse momento”, explica Cerbino Neto.

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“Paquetá está na vanguarda da estratégia de vacinação da cidade. A gente vai começar por Paquetá e os resultados que a gente encontrar vão ajudar muito nas políticas de controle para o resto da cidade”.

Oito semanas após a primeira dose, haverá uma nova vacinação em massa para completar o esquema vacinal dos participantes do estudo. O intervalo de oito semanas está dentro da janela de oito a 12 semanas recomendada para a aplicação da segunda dose da AstraZeneca e permitirá obter os resultados mais rapidamente do que com o intervalo de 12 semanas. A expectativa dos pesquisadores é que 14 dias após a segunda dose a circulação do vírus tenha sido reduzida ou zerada, abrindo caminho para a realização de um evento-teste na ilha.O evento será realizado no Parque Darke de Mattos, um local aberto, e só poderão participar moradores de Paquetá que tenham sido vacinados.

Essa etapa do estudo depende de uma grande adesão à vacinação e permitirá observar se o vírus será capaz de circular em meio a uma população vacinada, que será dispensada do uso de máscara nessa ocasião, segundo Cerbino Neto. “A ideia é que seja um evento ao ar livre, em que as pessoas possam participar sem máscaras. A gente acredita que mesmo que haja uma pessoa infectada naquele ambiente, o fato de ter um cinturão com um grande número de pessoas vacinadas não vai permitir transmissão do vírus. Isso é que é a proteção coletiva, a imunidade de rebanho. Mas isso vai depender da adesão da população ao estudo”, explica o infectologista, que afirma que essa adesão também vai determinar a data e o formato do evento.

Fonte: IG SAÚDE

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Paciente é pedida em casamento em UTI de Covid-19 e diz “sim” no Ceará

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Paciente disse
Divulgação

Paciente disse “sim” ao receber pedido de casamento

Uma paciente de 36 anos foi pedida em casamento na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Misericórdia de Sobral, no Ceará, em tratamento contra a Covid-19. Mônica Regina está internada há 43 dias e foi pedida pelo companheiro Erlo César, de 50 anos, nessa quinta-feira (29). As informações são do portal Metrópoles .

Segundo a publicação, o casal vive junto há 12 anos. “Meu amor, eu sempre adiei esse pedido, sempre deixei o tempo passar, mas hoje é o momento. Quero casar com você, vamos fazer uma festa quando você sair daqui e vamos viver para sempre juntos”, disse o noivo ao fazer o pedido.

Mônica aceitou e, de acordo com o enfermeiro coordenador da unidade, Thiago Ribeiro, o momento foi emocionante. Ele disse ao jornal que a paciente está se recuperando e já fora do período de transmissão da Covid-19.

“Todo o momento foi acolhido com bastante alegria e entusiasmo pela nossa equipe, e para garantir a segurança de pacientes, da equipe e do noivo, o cuidado com a higienização e paramentação foi essencial”, contou o enfermeiro.

“Erlo usou todos os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) necessários, e o encontro durou poucos minutos”, continuou.

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Fonte: IG SAÚDE

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Butantan pede à Anvisa para vacinar público de 3 a 17 anos com Coronavac

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Butantan quer ampliar faixa etária da Coronavac
Reprodução/Twitter/Yang Wanming

Butantan quer ampliar faixa etária da Coronavac

Nesta sexta-feira (30), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu um pedido do Instituto Butantan para incluir crianças e adolescentes de 3 a 17 anos na faixa etária de vacinação contra a Covid-19 com a Coronavac.

O imunizante está autorizado para uso emergencial desde 17 de janeiro deste ano, mas somente para pessoas acima de 18 anos. A Anvisa informou que a inclusão do novo grupo na bula da Coronavac deve ser feita pelo laboratório responsável pela vacina.

Segundo a agência, o fabricante precisa apresentar estudos que comprovem a segurança e eficácia da vacina para a nova faixa etária, para que a decisão seja tomada. As pesquisas podem ser realizadas no Brasil ou em outros países, mas, no caso do imunizante da chinesa Sinovac com o Instituto Butantan, os ensaios são conduzidos fora do território brasileiro.

Fonte: IG SAÚDE

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Tóquio 2020: Recorde de casos de covid liga alerta, mas tem ligação com Jogos?

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BBC News Brasil

Olimpíada de Tóquio 2021: recorde de casos de covid liga alerta, mas tem ligação com Jogos?
Lourdes Heredia* – Do Serviço Mundial da BBC em Tóquio

Olimpíada de Tóquio 2021: recorde de casos de covid liga alerta, mas tem ligação com Jogos?

O Japão atingiu, pelo segundo dia, um número recorde de casos de covid-19 — um aumento perceptível dentro da bolha olímpica, onde as tensões crescentes são sentidas mesmo nas menores interações.

“Por favor, fale baixo perto da comida.” Um funcionário do hotel se aproxima de mim enquanto eu escolho os itens do buffet de café da manhã para comer no meu quarto.

Devido às restrições por causa da pandemia, os jornalistas em Tóquio não têm permissão para comer no restaurante até que tenham passado 14 dias no Japão e completado os testes de PCR diários.

Embora eu esteja usando uma máscara, o funcionário fica preocupado. É apenas um exemplo de como o povo japonês se sente em conflito com relação a sediar os Jogos no meio de uma pandemia, em comparação com o desejo de permanecer seguro e conter a crescente onda de casos.

‘Pior momento’ desde o início da pandemia

Pessoa com máscara em estádio vazio

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Atletas estão competindo em estádios quase vazios e aderindo ao distanciamento social

Tóquio, que sedia as Olimpíadas, está em seu quarto estado de emergência desde o início da pandemia, embora isso não signifique um lockdown completo. Por exemplo, os restaurantes recebem a orientação de parar de servir bebidas alcoólicas após as 20h, mas isso não é obrigatório.

Muitos residentes da cidade se cansaram das restrições facultativas, e alguns especialistas dizem que a decisão de seguir em frente com a realização de um dos maiores eventos esportivos do mundo enviou uma mensagem confusa ao público — uma opinião repetida pelo jornal Mainichi Shimbun , que disse que os Jogos geraram uma “complacência” com a prevenção de infecções.

Nacionalmente, os casos do Japão ultrapassaram 10 mil pela primeira vez na quinta-feira (29/7) e, pelo terceiro dia consecutivo, Tóquio registrou alta, com 3.865 novos casos — superando o recorde anterior estabelecido no dia anterior.

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Esse número é muito maior do que quando atletas e delegações começaram a chegar, em 1º de julho, quando a média diária de novos casos era inferior a 700.

Mulher nas ruas com máscara

Getty Images
O número crescente de casos faz com que japoneses não aproveitem os Jogos

“Estamos no pior momento desde que a pandemia começou há um ano e meio. Temos que enviar uma mensagem mais forte e melhor com urgência e precisão aos cidadãos”, diz Shigeru Omi, que chefia uma força-tarefa do governo contra covid-19.

“Muitos fatores podem aumentar o número de infecções. Por exemplo, os cidadãos estão cansados do coronavírus, há a variante Delta … e há as Olimpíadas. A maior crise é que a sociedade não está acreditando na urgência da situação. Se o clima atual continuar, a pandemia definitivamente vai piorar”.

‘Quando assistimos notícias, ficamos nervosos’

O número crescente de casos tem feito com que alguns no Japão não consigam aproveitar os Jogos, apesar do crescente número de medalhas no país.

“É muito difícil”, diz a residente de Tóquio Yashimoto Yuko, em um pequeno parque fora do Estádio Nacional, um dos poucos lugares perto de um estádio olímpico onde as pessoas podem ir fotos.

“Queremos comemorar, queremos mostrar nosso lindo país, mas quando ouvimos a notícia, ficamos um pouco nervosos.”

Uma mulher assiste aos jogos das Olimpíadas na televisão em uma loja

Getty Images
As pessoas estão sendo incentivadas a ficar em casa e assistir às Olimpíadas na televisão

Na bolha olímpica — onde ficam os funcionários, atletas e jornalistas —, o número de casos é mantido sob controle. Todos precisam seguir um rígido “manual” elaborado pelos organizadores para evitar a propagação do vírus.

Os jornalistas assinam uma declaração prometendo seguir as regras para poder trabalhar. Atletas precisam usar máscaras, exceto quando estiverem comendo, bebendo, dormindo, treinando ou competindo.

Quem viajou ao Japão para a Olimpíada precisa ter em seu telefone aplicativos instalados que monitoram a posição da pessoa por GPS e rastreiam as pessoas com quem ela entrou em contato. As pessoas precisam enviar um relatório diário sobre sua saúde.

Aqueles que estiveram em contato próximo com alguém que testou positivo para covid-19 precisam ficar isolados. Isso aconteceu com os integrantes da equipe australiana de atletismo, após contato próximo com o atleta americano Sam Kendricks, que testou positivo.

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Na quarta-feira, o comitê olímpico disse que mais 16 pessoas ligadas aos Jogos, nenhum deles atletas, testaram positivo para covid-19, elevando o total desde o início deste mês para 174.

Casos diários de covid em Tóquio. Média de 7 dias*. *Dados até 29 de julho.

Há um sentimento na imprensa japonesa de que os Jogos são culpados pelo aumento dos casos de covid-19.

“Desde que os Jogos começaram, a complacência no comportamento dos atletas e dos outros tornou-se visível”, escreve o Mainichi Shimbun.

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O jornal destacou ainda que “também foram vistos atletas em locais de competição se abraçando e, em outros lugares, pessoas tirando completamente as máscaras para torcer pelos competidores, entre outros atos”.

O porta-voz do Comitê Olímpico, Mark Adams, insistiu que o aumento de casos em Tóquio fora da bolha não foi causado pelos Jogos.

“Aqui temos a comunidade mais testada provavelmente de qualquer lugar do mundo”, disse ele. “Além disso, você tem algumas das restrições de lockdown mais duras na Vila dos Atletas.”

“Eles realmente estão vivendo em um mundo paralelo e se ocorrem problemas nós lidamos com eles. Até onde eu sei, não há um único caso de infecção de atletas ou do movimento olímpico se espalhando para a população local.”

“E vou além. Pelo que sei, não há um único caso grave entre eles.”

‘Nenhum outro país poderia ter feito um trabalho melhor’

Pódio

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Os competidores só podem remover suas máscaras por 30s para uma foto no pódio

Os atletas estão tão acostumados com as medidas na bolha que ninguém reclama, pelo menos não oficialmente.

Pablo Sarmiento, um dos médicos da seleção equatoriana, disse que está acostumado com este novo “mundo covid” e que o “sistema de bolhas” se tornou uma norma para eventos esportivos internacionais durante a pandemia.

“Os organizadores japoneses fizeram um excelente trabalho levando em consideração as circunstâncias. Eles tiveram que modificar todos os seus planos e você só pode admirá-los para tentar acomodar a todos nós nessas circunstâncias.”

É um sentimento compartilhado por outras pessoas.

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“Estamos extremamente gratos ao Japão”, disse Santiago Alvarez, da equipe argentina de rúgbi vencedora do bronze. “Não creio que nenhum outro país pudesse ter feito um trabalho melhor.”

‘Fique em casa e assista na TV’

É inegável que existem medidas para tentar reduzir os casos ao mínimo: isolamento, testes diários, barreiras e estações de desinfecção por todo o lado. Mesmo nos estádios praticamente vazios, as pessoas são constantemente lembradas de usar máscaras em todos os momentos e de se distanciarem socialmente.

O comitê olímpico concordou em flexibilizar suas regras em apenas uma situação: uma oportunidade de foto de 30 segundos no pódio após o hino nacional do vencedor. Só então eles podem remover suas máscaras, enquanto comemoram a vitória.

Um voluntário desinfeta o mastro de uma baliza de handebol durante uma partida nas Olimpíadas

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Um voluntário desinfeta o mastro de uma baliza de handebol durante uma partida nas Olimpíadas

Com o passar dos dias, os jornalistas começam a entrar na nova rotina. Os guardas nas portas que controlam se estamos saindo de nossos quartos para ir a uma loja de alimentos ou para pegar o transporte para as instalações olímpicas tornaram-se mais amigáveis.

Mas ninguém pode quebrar nenhuma regra e, com educação, mas com firmeza, eles continuam nos lembrando que esta é uma situação difícil para o Japão, que vacinou totalmente apenas 26% da população até agora.

Toru Kakuta, vice-presidente da Associação Médica de Tóquio, teme que dias piores estejam por vir, alertando que a demanda por leitos hospitalares é agora maior do que o previsto.

“O número de pacientes com sintomas de nível moderado que precisam de fornecimento de oxigênio em alta concentração aumentou.”

Na terça-feira, o primeiro-ministro do Japão, Yoshihide Suga, pediu às pessoas que fiquem em casa e assistam à Olimpíada pela TV.

Fico me perguntando se a equipe que trabalha incansavelmente na bolha teria preferido que todos nós tivéssemos ficado em casa.

*Colaborou Eddy Duan


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Fonte: IG SAÚDE

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