Saúde

Israel começa a vacinar menores de 18 anos com imunizante da Pfizer

Publicado


source
Israel vai vacinar adolescentes entre 16 e 18 anos contra Covid-19
Pixabay/Creative Commons

Israel vai vacinar adolescentes entre 16 e 18 anos contra Covid-19

Israel avançou mais algumas casas com sua campanha de vacinação contra a Covid-19 neste domingo (24), ao incluir jovens de 16 a 18 anos. A medida, divulgada pelas autoridades de saúde, foi apresentada como um esforço para permitir que os adolescentes possam fazer provas e vestibulares em segurança.

O diretor-geral do Ministério da Saúde, Hezi Levy, disse em entrevista a uma rádio local que, embora não se tenha muita informação sobre a vacinação em jovens, os possíveis efeitos colaterais são inferiores às vantagens de se vacinar.

“Esta vacina não é diferente das vacinas contra outras doenças virais. E já foi testada com sucesso”, disse.

Você viu?

Israel lançou uma campanha de vacinação em 19 de dezembro com foco nos idosos, aqueles com comorbidades médicas e trabalhadores de saúde que atuam na emergência. Mais de um quarto de seus cidadãos já receberam a vacina da Pfizer  produzida em parceria com a BioNTech, segundo as autoridades de saúde.

O país lidera no ranking mundial de vacinados, proporcionalmente à sua população. Mesmo assim, o governo decretou a continuação do confinamento nacional, pelo menos até o fim do mês, devido ao aumento no número de infecções.

As autoridades locais já haviam anunciado, no último dia 20, a inclusão de mulheres grávidas entre os grupos que têm acesso prioritário às vacinas contra a Covid-19, alegando não ver riscos para elas ou para os fetos, disse o governo nesta quarta-feira. A vacinação de gestantes é uma polêmica no mundo, uma vez que elas não participaram dos estudos feitos com as vacinas sobre segurança e eficácia.

A decisão seguiu-se à hospitalização nesta semana de várias mulheres grávidas com complicações da Covid-19 em meio a contágio crescente do novo coronavírus. Pelo menos uma foi colocada em um respirador e seu bebê nasceu por cesariana.

Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook

Saúde

Ocupação de UTI pública chega 70% em em São Paulo

Publicado


source
A alta tem sido associada por médicos e especialistas aos efeitos das aglomerações das festas de fim de ano e há preocupação com as consequências do carnaval
Foto: Marcelo Casal/EBC

A alta tem sido associada por médicos e especialistas aos efeitos das aglomerações das festas de fim de ano e há preocupação com as consequências do carnaval

O estado de São Paulo bateu novo recorde de internações por Covid-19 em leitos de UTI pública. De acordo com dados divulgados pela CNN Brasil, são 6.767 pacientes com a doença em tratamento intensivo, o que representa mais de 70,4% das vagas públicas. 

Segundo dados do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (SindHosp), 72% dos hospitais particulares de São Paulo estão com ocupação entre 80% e 100%. 

No Hospital Israelita Albert Einstein, a taxa total de ocupação é de 99% nesta quinta-feira, 25 e, no Sírio-Libanês, é de 96%. No Hospital Alemão Oswaldo Cruz, a taxa de ocupação de UTI para covid está em 91%.

Na Beneficência Portuguesa, a taxa de ocupação dos leitos de internação para infectados pelo vírus estava em 94% na quarta-feira, 24, e era 95,74% nas UTIs. Na quinta, a taxa de ocupação nos leitos de UTI e enfermaria dedicados à doença no HCor é de 85% e a ocupação total, 86%.

Veja Mais:  Pazuello espera vacinar 170 milhões de brasileiros até o fim deste ano; entenda

Na última quarta-feira (24), o governo de São Paulo anunciou medidas restritivas para conter o avanço da pandemia no estado. O coordenador do Centro de Contingência Contra a Covid-19, o médico Paulo Menezes, descreveu o cenário como “bastante preocupante”. Segundo ele, se a tendência atual se mantiver, o Estado poderá ter um esgotamento de leitos de UTI em três semanas.

Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook
Continue lendo

Saúde

Metade da população de Israel já tomou uma dose da vacina contra a Covid-19

Publicado


source
35% dos israelenses já receberam a segunda dose do imunizante
Foto: Thinkstock/Getty Images

35% dos israelenses já receberam a segunda dose do imunizante

Metade da população de Israel já tomou uma dose da vacina contra a Covid-19, enquanto 35% dos israelenses já receberam a segunda dose do imunizante. As informações foram divulgadas pelo ministro da Saúde Yuli Edelstein, na quinta-feira (25).

De acordo com Edelstein, o país também contabiliza os palestinos que vivem no leste de Jerusalém, incluídos na campanha de vacinação no início de dezembro como parte da população de 9,3 milhões de habitantes. 

A expectativa do primeiro ministro Benjamin Netanyahu é que todo os israelenses de até 16 anos sejam vacinados até o final de março. Ele disse que permitiria uma reabertura do país, pós-pandemia, em meados de abril.

Apesar do prazo otimista, o Ministério da Saúde está preocupado com a diminuição de repasses da vacina da Pfizer-BioNtech.

Você viu?

Para conter o vírus, o governo monitora e limita o acesso a alguns locais de lazer que foram reabertos para pessoas que apresentam um “passe erde” no aplicativo que mostra o status de vacinação.

O Ministério da Saúde divulgou uma redução de 98,9% na mortalidade entre as pessoas que receberam as duas doses da vacina da Pfizer, na comparação com duas semanas atrás.

Além da redução da mortalidade, o governo também anunciou uma redução de 98,2% no número de casos graves da doença e de 98,9% na quantidade de pacientes hospitalizados com sintomas de Covid-19.

O país registrou mais de 740 mil casos e 5,5 mil mortes pela infecção, com direito a três lockdowns

Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook
Continue lendo

Saúde

Covid: Mais de 2 mil jovens estão em lista de vacinados do Ministério da Saúde

Publicado


source
Covid: Mais de 2 mil jovens estão em lista de vacinados do Ministério da Saúde
neca/Oxford (Crédito:

Covid: Mais de 2 mil jovens estão em lista de vacinados do Ministério da Saúde

O banco de dados do Ministério da Saúde lista, como vacinadas, 2.355 pessoas com menos de 18 anos. A princípio, a vacinação para esse grupo não é permitida, já que nem a CoronaVac, nem o imunizante da Oxford/AstraZeneca foram testados em menores de idade. Procurada, a pasta não informou se menores de idade foram mesmo vacinados ou se os dados de idade e data de nascimento de adultos foram inseridos de forma errada. Para especialistas, as incoerências nos dados são consequência de erro de registro no sistema.

Na análise feita pelo GLOBO, há pelo menos dez plataformas diferentes para inserir dados de pessoas vacinadas no banco de dados. Até esta quinta-feira, 6,3 milhões de pessoas haviam sido vacinadas no Brasil.

As inconsistências de idade não são as únicas no banco de dados. No último domingo, uma análise de dados feita pelo GLOBO revelou que 19% dos vacinados foram identificados como preto ou pardos. Até aquele momento, 1 a cada 4 das pessoas imunizadas não tinham sua cor identificada. O recorte por cor é considerado importante porque é um marcador que, no Brasil, reflete também questões sociais e econômicas.

Veja Mais:  Pazuello espera vacinar 170 milhões de brasileiros até o fim deste ano; entenda

Nas últimas semanas, o ministério já lidou com críticas sobre problemas em organização e logística, destacados pelo episódio de envio da quantidade de doses reservadas ao estado do Amapá para o estado do Amazonas, que ficou com 70 mil doses a menos do que o que tinha direito de acordo com sua população.

A lista de vacinados do ministério apresenta algumas situações curiosas, como o caso de três motoristas de ambulância que receberam a imunização, mas, segundo o registro, têm 5, 9 e 10 anos.

“No cadastro de pessoas vacinadas, devem ter erros de registro e cada município, estado e nível federal deve analisar os resultados possivelmente errados. Acredito que a hipótese mais provável seja essa, e não de fraude. A probabilidade de menores de 18 anos serem vacinados acho que é muito baixa”, afirmou José Cássio de Moraes professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa-SP.

A planilha tem tanto o dado das idades dos vacinados como também o de sua data de nascimento. Há casos, por exemplo, em que a idade aparece como sendo “0”, embora o cidadão tenha nascido em 1971. Na análise feita pelo GLOBO, foram filtrados apenas os registros com data de nascimento após 25 de fevereiro de 2003 e idade abaixo de 18 anos.

A maioria dos dados tem como sistema de origem o “Novo PNI”. Tecnicamente, não deveria haver incompatibilidade na data de nasicmento de pessoas que já estavam cadastradas no SUS, seja por ter Cartão Nacional de Saúde, seja pelo seu CPF.

Entre os 2.355 registros indentificados pelo GLOBO, a maioria é de pessoas que foram vacinadas dentro do grupo de “trabalhadores de saúde”, 1.765 pessoas. Eles são seguidos por 395 menores de idade que foram imunizados na categoria de população indígena.

Segundo a norma do Ministério da Saúde que regulamentou esse registro, a identificação nos grupos prioritários é feita por meio de pesquisa na base de dados do CADSUS, quando no caso de faixa etária, e no CNES, no caso de trabalhadores de saúde. A falta de cadastro prévio não é motivo para deixar de vacinar o cidadão, mas, neste caso, ele deverá apresentar comprovante de que pertence a esses grupos.

“Como é possível cruzar os dados de atendimento para identificar automaticamente quando uma pessoa vacinada acabou tendo síndrome gripal ou síndrome respiratóriia aguda grave ou outra complicação? Tratamos esse problema de erro de digitação como “normal”, mas um investimento em atualização de sistemas de informação para automatizar essas coisas reduziria esses erros e permitiria investigações epidemiológicas de maneira muito mais rápida”, afirma.

O Ministério da Saúde lançou um novo sistema de registro de vacinação automatizado e com conexão com cadastros nacionais, como o CADSUS e o banco de dados do CNES. Entretanto, a aplicação desse sistema não ocorreu de forma equânime e a imunização começou com cada local de vacinação usando um sistema de notificação próprio ou o que era antigamente utilizado nas campanhas. A pasta agora corre para integrar todos os sistemas em apenas um.

Veja Mais:  Covid: Mais de 2 mil jovens estão em lista de vacinados do Ministério da Saúde

O GLOBO procurou o Ministério da Saúde na última terça-feira para um posicionamento sobre os dados. A área técnica da pasta, entretanto, não conseguiu terminar a análise dos dados até esta quinta-feira.

Para Rafael Lopes, pesquisador do Observatório Covid-19 BR, a importância de dados confiáveis é essencial tanto do ponto de vista de estudos e pesquisas sobre a vacinação como também para o acompanhamento da vacinação no país.

“Dados confiáveis, abertos e acessíveis são essenciais para que todos tenham claro qual é o ritmo de vacinação no país. Sabemos que a vacinação está restrita aos maiores de 18 anos, por falta de estudos de que atestem segurança das vacinas para esses públicos e então, em teoria, não deveria haver pessoa vacinadas com menos de 18 anos”, afirma.

Lopes, entretanto, destaca que, por enquanto, essa inconsistência da idade não deve causar grandes problemas.

“O número de 2.355 possíveis vacinações em pessoas com menos de 18 anos é bem pequeno, dado que já ultrapassamos mais de 6 milhões de aplicações, ele não representa mais que 0.04% desse total. Até agora parecem ser somente isso, inconsistências, nada sistemático ou deliberado, então para análises futuras em pouco afeta essas inconsistências”, afirmou.

Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook
Continue lendo

CAMPANHA COVID-19 ALMT

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana