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Itália registra maior número de casos de Covid-19 desde maio

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Ministro da Saúde da Itália diz que momento é de alerta.

Segundo dados do Ministério da Saúde da Itália , foram registrados 629 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas. O número é o maior desde o dia 23 de maio, quando 669 pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Desde o começo da pandemia, o país registrou 253.438 casos da doença. A região com mais casos foi a de Vêneto, com 120 novas infecções. Por outro lado, três regiões não registraram nenhuma contaminação.

Os números comprovam uma tendência de alta no número de novos casos, que vem sendo acompanhada pelas autoridades nas últimas semanas. O Ministério da Saúde diz que o momento é de alerta, se referindo à uma possível segunda onda da doença.

Nas últimas 24 horas, foram registradas quatro mortes pela Covid-19 e 314 pessoas foram curadas da doença. No momento, o país tem 14.406 casos ativos. Desse total, 55 estão unidades de terapia intensiva (UTI), 764 em hospitais e mais de 13,5 mil em isolamento domiciliar.

Fonte: IG SAÚDE

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Vacina da Johnson contra Covid-19 é segura e induziu resposta imune

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Vacina desenvolvida pelo grupo Johnson & Johnson contra a Covid-19
Foto: Reprodução/Facebook J&J

Vacina desenvolvida pelo grupo Johnson & Johnson contra a Covid-19

Um estudo com resultados preliminares e parciais apontam que a vacina desenvolvida pelo grupo Johnson & Johnson contra a Covid-19 é segura e induziu resposta imune mesmo após uma única aplicação. Os dados são referentes a uma parte dos participantes das fases 1 e 2, conduzidas de forma conjunta.

A imunização foi a quarta a obter autorização de testes de fase 3 no Brasil, em agosto; na semana passada, a empresa anunciou que começaria a terceira etapa em todo o mundo, com 60 mil voluntários. No Brasil, segundo a Anvisa, haverá 7 mil participantes.

Os testes

Nas fases 1 e 2, ao todo, os testes foram feitos com 796 participantes, divididos em 3 grupos (que não tinham, necessariamente, a mesma quantidade de voluntários cada um). Dos 3 grupos, 2 tinham voluntários com idades de 18 a 55 anos. O terceiro grupo tinha voluntários com 65 anos de idade ou mais (394 pessoas).

De acordo com os resultados, os pesquisadores concluíram que a geração de anticorpos foi similar nos participantes com idades de 18 a 55 anos e nos que tinham 65 anos ou mais.

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Os efeitos colaterais mais comuns foram febre, fadiga, dor de cabeça e dor no corpo. A febre foi de leve a moderada, e se resolveu de 1 a 2 dias após a vacinação.

A melhor forma de continuar estudando a vacina é aplicá-la em dose única, com a menor dose testada – porque ela foi suficiente para induzir uma resposta imune satisfatória e gerou efeitos colaterais menos intensos nos participantes.

“Todas as outras vacinas de Covid-19 atualmente em desenvolvimento requerem duas doses, enquanto as respostas de anticorpos neutralizantes em todos os participantes relatados foram obtidas após uma única dose de Ad26.COV2.S”, destacam os cientistas no estudo.

“Uma vacina eficaz de dose única teria vantagens sobre uma vacina de duas doses em termos de implementação, especialmente durante uma pandemia”, pontuaram os pesquisadores.

“A potência de uma única vacinação com nossa vacina candidata Ad26.COV2.S é apoiada por nosso estudo recentemente relatado em primatas não humanos, em que uma única dose forneceu proteção completa contra a replicação do Sars-Cov-2 no pulmão e quase completa proteção contra a replicação viral no nariz”, afirmaram na pesquisa.

Eles lembram, entretanto, que ainda não se sabe qual é a “quantidade” de resposta imune necessária para garantir proteção contra a Covid-19.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Novavax inicia fase 3 de testes de vacina e terá idosos entre voluntários

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O estudo foi projetado para ter pelo menos 25% dos participantes com mais de 65 anos, bem como priorizar os grupos mais afetados pela doença, incluindo minorias raciais e étnicas
O estudo foi projetado para ter pelo menos 25% dos participantes com mais de 65 anos, bem como priorizar os grupos mais afetados pela doença, incluindo minorias raciais e étnicas

Vacinação

A farmacêutica Novavax iniciou a fase 3 de sua vacina contra a Covid-19, a NVX-CoV22373. De acordo com a empresa, o estudo ocorrerá no Reino Unido, em parceria com a força-tarefa de vacinas do governo.

A expectativa da farmacêutica é imunizar 10 mil pessoas entre 18 e 84 anos, com ou sem comorbidades, nas próximas seis semanas.

O estudo foi projetado para ter pelo menos 25% dos participantes com mais de 65 anos, bem como priorizar os grupos mais afetados pela doença, incluindo minorias raciais e étnicas.

A Novavax explicou que metade dos participantes receberá duas injeções intramusculares de vacina com 5 microgramas de antígeno e 50 microgramas do adjuvante Matrix-M, administradas com 21 dias de intervalo, enquanto metade dos participantes do estudo receberá placebo.

“Com um alto nível de transmissão de SARS-CoV-2 observado e esperado para continuar no Reino Unido, estamos otimistas de que este ensaio clínico fundamental da fase 3 será registrado rapidamente e fornecerá uma visão de curto prazo da eficácia da NVX-CoV22373”, disse Gregory M. Glenn, presidente do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da Novavax.

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“Espera-se que os dados deste ensaio estejam de acordo com as submissões regulatórias para licenciamento no Reino Unido, UE e outros países. Somos gratos pelo apoio do Governo do Reino Unido, incluindo o Departamento de Saúde e Assistência Social e do Instituto Nacional de Pesquisa em Saúde, para o avanço desta importante pesquisa”, complementou.

A Novavax aumentou a capacidade de fabricação da vacina para 2 bilhões de doses por ano. 

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

As tendências de atendimento médico nos próximos anos

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Telemedicina é uma das prioridades para a saúde no Brasil
A medicina é uma ciência que se transforma constantemente com avanços nos tratamentos para doenças, vacinas, remédios, entre outras coisas. A prática da medicina também evolui. Há alguns anos, por exemplo, jamais imaginaríamos que seria possível se consultar com um médico através da tela do celular. Hoje, com a telemedicina, isso é realidade e está ajudando muita gente a não correr riscos por conta da pandemia de Covid-19.

A telemedicina foi regulamentada, temporariamente, pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pelo Ministério da Saúde em março, mas ainda não há resposta se este modelo de atendimento médico continuará depois que essa situação provocada pela pandemia amenizar. Mas, por ser uma prática que se mostrou eficiente nos últimos meses, sua regularização permanente, com certeza, voltará a ser discutida em breve.

Vitor Moura, CEO da VidaClass, plataforma online que há seis anos promove acesso a serviços médicos, dentistas, exames de imagens e laboratoriais, consultas e telemedicina, concorda com a prática e acredita que ela deve ser regularizada mesmo após a pandemia: “Os serviços de telemedicina com consultas por videochamadas podem ser enquadrados como exemplo de tecnologia voltada para o bem estar das pessoas, já que une pacientes e médicos por geolocalização e pretende ser um suporte para os quase 170 milhões de brasileiros que não possuem plano de saúde e precisam de algum tipo de atendimento médico”.

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Além da telemedicina, outra tendência que está crescendo são startups que promovem serviços médicos mais baratos, como a própria VidaClass, que oferece consultas com diversos profissionais por valores acessíveis, às consultas custam a partir de R$ 35 e exames a partir de R$ 2,50, há também serviços de seguros que garantem internação hospitalar, vida e assistência, além de produtos que disponibilizam descontos e entrega em domicílio de medicamentos.

A VidaClass ainda oferece inscrição gratuita aos médicos, para iniciar o atendimento aos pacientes basta acessar a plataforma, se inscrever e ser aprovado. Os médicos também têm liberdade para oferecer seus preços sem interferência da empresa. A plataforma é totalmente preparada com a lei de proteção de dados, gateway de pagamento e possibilita armazenamento de documentos, exames e prontuários.

Com planos de saúde particulares custando cada vez mais caro e o sistema público com lotação esgotada e ofertas de serviços demoradas, as pessoas passaram a buscar alternativas rápidas e baratas para atendimento médico, por isso, serviços como a VidaClass devem conquistar cada vez mais espaço e torna-se uma tendência cada vez maior nos próximos anos.

Sobre a empresa – Criada em 2014, a VidaClass é uma startup que promove acesso a diversos serviços na área da saúde. Entre eles, médicos, dentistas, exames de imagens e laboratoriais, consultas multiprofissionais, pacotes hospitalares, seguro de diária internação hospitalar e benefícios farmacêuticos. Atualmente, existem mais de 25 mil profissionais de saúde cadastrados na plataforma e mais de 200 mil usuários.

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