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Joby sai na frente com promessa de fabricar táxis aéreos

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Joby Aviation vai construir e operar uma frota comercial de táxis aéreos até 2024
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Joby Aviation vai construir e operar uma frota comercial de táxis aéreos até 2024

A Joby Aviation anunciou recentemente planos de construir e operar uma frota comercial de táxis aéreos até 2024, cujo projeto já teve início. Inicialmente a empresa quer chamar a atenção dos investidores públicos e parece que vem dando resultados. As ações subiram mais de 12% durante a primeira hora de negociação.

Fundada em 2009, a Joby já fez parcerias com empresas como a Uber Technologies Inc. e Toyota Motor Corp . por meio da construção de um novo tipo de drone de passageiros o que, segundo a empresa, levantou mais de US$ 700 milhões em capital privado, algo em torno de R$ 2,6 bilhões 

A Joby é o maior investidor entre um grupo de iniciantes, que também inclui Volocopter GmbH e Beta Technologies Inc. Eles estão indo contra Airbus SE, Boeing Co. e Lockheed Martin Corp. buscando alavancar avanços em tecnologia de bateria para criar um ambiente mais amigável de transporte urbano, livre de tráfego terrestre. Para isso, eles precisam produzir as máquinas em massa, superar os obstáculos regulatórios e fazer o modelo de negócios funcionar.

Joby Aviation já levantou mais de US$ 700 milhões em capital privado, algo em torno de R$ 2,6 bilhões para projeto de construção de táxis aéreos.
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Joby Aviation já levantou mais de US$ 700 milhões em capital privado, algo em torno de R$ 2,6 bilhões para projeto de construção de táxis aéreos.

JoeBen Bevirt, o fundador e CEO da Joby , expressou seu otimismo característico em uma entrevista em vídeo de sua casa perto da sede de Joby em Santa Cruz, Califórnia, montanhas cercadas por sequoias. “Estamos nos sentindo muito bem com o progresso”, disse ele. “Ser capaz de construir uma aeronave limpa, com emissão zero e silenciosa é realmente um sonho que se tornou realidade e é algo de que posso continuar a me orgulhar.”

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A Joby planeja ainda desenvolver um serviço de táxi por meio de parcerias. O Uber , que é um grande investidor e parceiro após vender sua própria unidade de carro voador para Joby no ano passado, disse que oferecerá serviço aéreo de Joby para seus clientes e fornecerá transporte terrestre para os locais de partida e chegada de Joby. Eles planejam começar nas cidades dos EUA, incluindo Los Angeles, Miami, Nova York e São Francisco.

Fonte: IG CARROS

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Aceleramos a série limitada de 40 anos da BMW F 750GS

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BMW F750 GS da série especial de 40 anos tem preço sugerido de R$ 64.500 com itens exclusivos
Gabriel Marazzi

BMW F750 GS da série especial de 40 anos tem preço sugerido de R$ 64.500 com itens exclusivos

Esta BMW F 750GS 40 anos se parece muito com a BMW F 850GS do mês passado, mas é outra motocicleta, considerando suas diferenças. Em comum, o logotipo “40 anos”, já que elas fazem parte da gama de modelos especiais inspirados na primeira G/S – F 750GS, F 850GS, F 850GS Adventure, R 1250GS e R 1250GS Adventure –, e a cilindrada do motor.

Entre outras cositas. Mas como? A cilindrada do motor é a mesma para a 750 e para a 850? Sim. Como a história dos 40 anos da GS já foi contada com a F 850GS Adventure, vamos explicar apenas as diferenças entre a BMW F 750GS e a BMW F 850GS .

Trata-se da mesma motocicleta básica, com algumas diferenciações, o que não inclui o motor, que é o mesmo nas duas, com cilindrada exata de 853 cm 3 . Ajustes eletrônicos diferenciados fazem com que a 750 tenha potência máxima de 77 cv a 6.250 rpm, contra os 80 cv à mesma rotação da 850.

Os números de torque seguem a mesma proporção, 8,5 kgfm e 9,0 kgfm, respectivamente, sempre na mesma rotação da potência máxima. Realmente, o número que acompanha o nome oficial das motos, em especial, o da BMW F 750GS , dá a entender que as cilindradas seriam diferentes.

Ambas são modelos de uso misto, aventureiras, mas a BMW F 750GS é mais comportada, não apenas no desempenho, mas também nas suspensões.  Enquanto a F 850GS tem suspensão dianteira de garfo invertido, bengalas de 43 mm e curso de 230 mm, a F 750GS tem garfo convencional de 41 mm, com curso de apenas 170 mm.

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Com o kit de rebaixamento , que reduz a altura do assento de 815 mm para 760 mm, o curso das suspensões são ainda menores, de 150 mm. A suspensão traseira da F 850GS tem curso de 215 mm e na F 750GS o curso é de 170 mm.

Essas são as diferenças principais entre a BMW F 750GS e a BMW F 850GS, deixando claro que a irmã maior tem maior aptidão ao fora de estrada do que a menor, o que fica definitivamente determinado pelas rodas raiadas de 21 e 17 polegadas na F 850GS e nas rodas de liga leve de 19 e 17 polegadas da F 750GS.

As suspensões diferentes determinam também geometrias diferentes de direção, a F 850GS com cáster de 62 o e trail de 126 mm, contra os 63 o e 104,5 mm da F 750GS.

Essa diferença afeta também a distância entre-eixos , que é de 1.559 mm na F 750GS e 1.593 na F 850GS. Apesar de tudo, a 850 pesa apenas 6 kg a mais do que a 750.

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Para quem deseja uma motocicleta mais pacata, a BMW F 750GS é ótima, com muita força, principalmente em acelerações, mas com funcionamento suave . A altura do banco de 815 mm, podendo reduzir para 760 mm, é a melhor pedida para quem não tem pernas muito longas.

Já a BMW F 850GS tem um funcionamento bem mais brusco, com acelerações brutais em comparação à outra. E a altura original do banco é de 860 mm, com opções para troca do banco para alguns pouca coisa mais baixos, e um ainda mais alto, de 875 mm. A  BMW F 750GS 40 anos custa R$ 64.500.

Fonte: IG CARROS

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GM volta a produzir Onix e Onix Plus após paralisação de quatro meses

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Chevrolet Onix deve retornar gradualmente às concessionárias em busca de retomar a liderança nas vendas
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Chevrolet Onix deve retornar gradualmente às concessionárias em busca de retomar a liderança nas vendas

A Chevrolet anuncia a retomada das atividades na fábrica de Gravataí (RS), onde são produzidos os modelos Onix e Onix Plus , para a próxima segunda-feira (16). O complexo gaúcho foi prejudicado pela falta de microchips semicondutores que está afetando toda a indústria global. 

Para superar a escassez de componentes, a Chevrolet anuncia retorno gradual das atividades. A fábrica de Gravataí voltará a operar em um turno, com a expectativa de retomar a normalidade ainda no segundo semestre de 2021.

A Chevrolet foi a montadora mais afetada pela escassez de componentes na indústria. Com os modelos Onix e Onix Plus em falta nas concessionárias, a fabricante perdeu posições no ranking de vendas. Segundo o presidente da General Motors da América do Sul, Carlos Zarlenga, milhares de clientes aguardam o retorno dos modelos às lojas. “É o carro preferido do consumidor brasileiro”, diz o executivo.

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Hegemonia

O Chevrolet Onix foi o carro mais vendido do Brasil pelo sexto ano consecutivo em 2020. Em um período impactado pelo início da pandemia, com queda de 26% no setor, o modelo da General Motors foi o único a emplacar mais de 100 mil unidades.

A falta de microchips semicondutores afetou toda a indústria global. Os componentes são utilizados em sistemas eletrônicos, como Wi-Fi, central multimídia, assistente de voz e outros recursos. Por ser um dos mais tecnológicos da categoria, o Chevrolet Onix também foi o mais afetado.

Confira as versões e preços do Chevrolet Onix 2022 em seu retorno às concessionárias:

Motor 1.0 aspirado : – Chevrolet Onix 1.0 manual – R$ 63.430 – Chevrolet Onix LT 1.0 manual – R$ 65.530 – Chevrolet Onix LT1 1.0 manual – R$ 68.030

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Motor 1.0 turbo :

– Chevrolet Onix 1.0 Turbo – R$ 68.390 – Chevrolet Onix LT 1.0 Turbo – R$ 71.130 – Chevrolet Onix LT 1.0 Turbo automático – R$ 76.890 – Chevrolet Onix LTZ 1.0 Turbo manual – R$ 74.690 – Chevrolet Onix LTZ 1.0 Turbo automático – R$ 80.430 – Chevrolet Onix RS 1.0 Turbo automático – R$ 81.430 – Chevrolet Onix Premier 1.0 Turbo automático – R$ 85.430 – Chevrolet Onix Premier 2 1.0 Turbo automático – R$ 88.890

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Confira as versões e preços do Chevrolet Onix Plus 2022 :

Motor 1.0 aspirado :

– Chevrolet Onix Plus 1.0 LT manual – R$ 69.060

Motor 1.0 turbo :

– Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo automático – R$ 68.390 – Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo LT manual – R$ 76.060 – Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo LT automático – R$ 81.890 – Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo LTZ manual – R$ 79.690 – Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo LTZ automático – R$ 85.430 – Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo Midnight automático – R$ 88.890 – Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo Premier automático – R$ 89.930 – Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo Premier II automático – R$ 93.260

Fonte: IG CARROS

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Os desafios da descarbonização do setor automotivo

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Segundo Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea, o maior desafio do país é reduzir as emissões do transporte de carga
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Segundo Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea, o maior desafio do país é reduzir as emissões do transporte de carga

A Anfavea (Associação Nacional das Fabricantes de Veículos Automotores) elaborou um estudo sobre o processo de descarbonização do setor automotivo brasileiro em parceria com a consultoria BCG (Boston Consulting Group). Os dados revelam que apenas a adesão de biocombustíveis e o aumento da frota eletrificada não serão suficientes para garantir um ecossistema mais sustentável.

Segundo a entidade, a redução na emissão de gases tóxicos passará pela retirada de veículos mais antigos de circulação ao longo desta década. O estudo também aponta que modelos com motores flex e a diesel ainda serão maioria na frota brasileira em 2035. Ouça o bate-papo com Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea:

O executivo afirma que o mercado de veículos pesados continua sendo o mais desafiador, mesmo em países desenvolvidos como França, Espanha e Reino Unido. “Hoje não temos a possibilidade de eletrificação para longas distâncias. As empresas europeias estão avaliando o gás natural e a célula de combustível como alternativas mais sustentáveis que o diesel”, avalia Moraes.

No Brasil, marcas já começam a investir em caminhões e utilitários elétricos para transporte urbano. Este é o caso da Volkswagen , que aposta no caminhão elétrico e-Delivery . O modelo pode rodar apenas 250 km com 100% da bateria, fator que dificulta seu uso rodoviário. Para o JAC iEV1200T , a autonomia é de apenas 200 km.

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Entretanto, os modelos já caíram no gosto das grandes empresas. Grupos importantes como PepsiCo, Ambev, Carrefour e Porto Seguro já fortaleceram suas frotas de caminhões 100% elétricos.

O estudo da Anfavea em parceria com a BCG indica que modelos eletrificados correspondem a 2% do mix de vendas de modelos leves. Em 2030, no melhor dos cenários, a representatividade do segmento pode variar entre 12% e 22%. Ouça o podcast para mais detalhes.

Fonte: IG CARROS

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ALMT – Campanha Fake News II

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