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Juntos na luta contra a COVID-19

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Fortalecimento Institucional

Juntos na luta contra a COVID-19

Produtores rurais continuam produzindo para não faltar alimento para o mundo

02/06/2020

O Agro não para! Os produtores rurais continuam produzindo para não faltar alimento para o mundo, mesmo diante da pandemia provocada pelo COVID-19 (novo coronavírus). Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) também não pode parar e continua prestando serviços aos associados seguindo à risca todas as orientações de segurança com a saúde de associados e colaboradores.

  • Medidas de Prevenção
  • Cancelamento e remarcação de eventos
  • Revezamento de equipe
  • Viagens de colaboradores suspensas
  • Recepções de missões e pessoas estrangeiras na sede da entidade suspensas
  • Uso obrigatório de máscaras
  • Desinfecção do prédio da entidade
  • Higienização constante do ambiente de trabalho
  • Distanciamento entre colaboradores no local de trabalho
  • Álcool gel 70% em todas as salas, recepção e próximo aos elevadores
  • Distribuição de álcool em gel e máscaras para todos os colaboradores
  • Grupo de risco em home office

 

 

 

 

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Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Veja Mais:  Agrocientista traz resultados do estudo de híbridos de milho suscetíveis a nematoides

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CAD Parecis dispõe de ferramentas que tornam possível a produção em solos arenosos

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Defesa Agrícola

CAD Parecis dispõe de ferramentas que tornam possível a produção em solos arenosos

Resultados serão apresentados em live

09/07/2020

Uma das maiores dificuldades enfrentadas pelo agricultor é a produção em solos arenosos, mas essa realidade tem sido transformada através de estudos científicos aliados a técnicas adequadas realizados pelo Centro de Aprendizagem Difusão (CAD Parecis). Implantado há quatro safras, o projeto é uma parceria entre Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) e a Fundação Mato Grosso.

O CAD Parecis está localizado no município de Campo Novo do Parecis, numa área de 88 hectares com textura do solo variando entre 35% e 7% de argila, destinada a realizar pesquisas que auxiliem o produtor rural com áreas nessa condição. Conforme a gerente de Defesa Agrícola da Aprosoja, Jerusa Rech, os trabalhos são voltados ao manejo, uso e conservação do solo, dinâmica de nutrientes, sistemas de produção, correção do solo, uso de produtos biológicos, controle de pragas e doenças.

A gestora reforça que todo esse trabalho é feito em prol do produtor rural. “Os resultados propõem soluções para dificuldades encontradas no manejo de solos arenosos. Quem trabalha com essa qualidade de solo sabe das dificuldades e gargalos, e o CAD Parecis vem justamente propor soluções por meio desses estudos para orientar o produtor quanto a produção de grãos nessas condições de solo”, enfatizou Jerusa Rech.

Veja Mais:  Produtores que contrataram seguro rural com o apoio do governo federal receberam R$ 341 milhões em indenizações em 2019

Diretor técnico da Fundação Mato Grosso, Leandro Zancanaro, enaltece a parceria com a entidade e ressalta que obedecendo os critérios agronômicos, conceitos e pensando num sistema integrado de várias culturas, adequado a esse ambiente arenoso, é possível melhorar a estabilidade produtiva desse solo. “Realizamos esse trabalho desde 2016 e temos visto que conseguimos melhorar a condição biológica, melhorar a convivência com os nematoides e ter redução da degradação desses solos. Essa união potencializa as instituições, os produtores e esses ambientes mais frágeis, respeitando suas limitações, mostrando que o bom manejo consegue mais estabilidade, com maior produtividade ao produtor e melhor qualidade”, destacou.

Pesquisador da Fundação Mato Grosso, Táimon Semler, enfatiza que este é um trabalho de longo prazo, imparcial, que tem permitido discutir com muita clareza e sanar dúvidas recorrentes ao manejo de nutrientes, do sistema de produção em solo de textura média e arenosa. Táimon também pontua que os resultados gerados têm riqueza de informações produzidas ao logo de quatro anos de CAD Parecis. “Temos lá pesquisas relacionadas ao manejo de Nitrogênio, Fósforo, Potássio, Magnésio, Enxofre, Boro, Calagem, Correção do perfil, que hoje é muito discutida, uso de gesso, plantas de cobertura, os esquemas de rotação de culturas, trabalhos envolvendo entomologia e controle biológico”, detalhou o pesquisador.

LIVE – Para saber mais sobre o manejo adequado em solos arenosos, veja a segunda Live da Aprosoja que traz o tema: Resultados do CAD Parecis. O evento online contará com a participação dos pesquisados Leandro Zancanaro e Táimon Semler e será mediado pelo diretor administrativo da Aprosoja, Lucas Costa Beber.

Veja Mais:  Ministra participa da abertura da feira AgroBrasília, que acontece pela primeira vez em versão virtual

A Live será realizada próxima quarta-feira (15.07), às 10h (horário de Mato Grosso), com transmissão online gratuita pelo canal do YouTube e na página do Facebook da Aprosoja. Participe enviando suas dúvidas para o Canal do Produtor até o dia 10/07, via WhatsApp pelos telefones (65) 3027-8100 ou (65) 99257-1521, ou ainda pelo e-mail: [email protected].

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Com recordes de valores de soja e milho, VBP de 2020 é estimado em R$ 716,6 bilhões

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O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de 2020, com base nos dados de junho, está estimado em R$ 716,6 bilhões, 8,8 % acima do obtido em 2019 (R$ 658,8 bilhões). O valor das lavouras cresceu 11,6 % e o da pecuária, 3,4%. O aumento do valor das lavouras deve-se principalmente aos desempenhos de arroz (12%), soja (19,8%), milho (13,7%), café(39,3%) e laranja (9,8%).

Estes cinco produtos vêm puxando o faturamento das lavouras, segundo o estudo do Departamento de Crédito e Informação da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

“O milho e a soja obtiveram valores recordes ao longo da série histórica desde 1989: R$ 76,1 bilhões e R$ 173,5 bilhões, respectivamente”, aponta o coordenador da pesquisa, José Garcia Gasques. Na pecuária, o crescimento vem sendo estimulado pela carne bovina (11,8%), carne suína(5,6%) e ovos (15,5%). 

Outros produtos tem apresentado bom desempenho, como amendoim, cacau, cana-de-açúcar, feijão e trigo. Desempenho pouco favorável é observado nas culturas de algodão herbáceo, banana, batata inglesa, mamona, tomate e uva.

“Além dos resultados favoráveis da safra de grãos deste ano, que segundo a Conab está prevista em 251,4 milhões de toneladas, os preços agrícolas também são um fator importante na garantia dos resultados que vêm sendo observados”, explica Gasques.

A pecuária tem sido beneficiada pelas boas condições do mercado internacional. De janeiro a junho deste ano, as exportações de carnes, bovina, suína e frangogeraram umareceita de U$ 8 bilhões (Agrostat, 2020). O valor das exportações de carne bovina foi de U$ 3,927 bilhões, carne suína, U$ 1,07 bilhão, e carne de frango, U$ 3,09 bilhões. Nesse período, as exportações de soja geraram U$ 23,928 bilhões.

Veja Mais:  Aprosoja destaca redução de juros no Plano Safra do BB

Os resultados do VBP regional indicam Mato Grosso liderando o ranking com 17,5% do valor, seguido do Paraná (12,8%), São Paulo (12,7%), Minas Gerais (10,7%) e Goiás (8%).

Indicador

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) é um indicador de desempenho da agropecuária. É considerado também um indicador do faturamento. Com atualizações mensais, seu cálculo é efetuado para os estados e regiões brasileiras, com dados de 21 produtos de lavouras e cinco atividades da pecuária. 

O VBP é obtido pela multiplicação da quantidade produzida pelo preço recebido pelo produtor. Como as estimativas de safras divulgadas mensalmente referem-se à previsão para o ano, a estimativa do VBP também é anual. Na pecuária, como as informações do IBGE são trimestrais, a cada três meses, são atualizadas as informações de quantidades.

A fonte de dados de produção é do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) do IBGE. Para os produtos da pecuária, a fonte também é o IBGE. Os preços são da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) e CEPEA – USP (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), órgão da Universidade de São Paulo. Os valores reais são obtidos com o uso de IGP-DI da Fundação Getúlio Vargas. 

>> Veja aqui VBP Regional e Brasil

>> Veja aqui tabela sobre as lavouras e pecuária

>> Veja aqui o resumo do VBP

Informações à Imprensa
Inez De Podestà
[email protected]

Veja Mais:  Produtores que contrataram seguro rural com o apoio do governo federal receberam R$ 341 milhões em indenizações em 2019

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Produtores que contrataram seguro rural com o apoio do governo federal receberam R$ 341 milhões em indenizações em 2019

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou o resultado das indenizações pagas pelas seguradoras para os produtores rurais que participaram do PSR em 2019. Das 95 mil apólices contratadas com o apoio do governo no ano passado, cerca de 9 mil foram acionadas e tiveram indenizações pagas, que totalizaram R$ 341 milhões, as lavouras mais afetadas foram as de milho 2ª safra, soja, trigo, uva e maçã. No caso do milho 2ª safra, 2.639 apólices foram sinistradas, principalmente pela seca, o que resultou em R$ 102 milhões (30%) em indenizações pagas aos produtores. 

“Apoiar a transferência do risco da atividade no campo para as seguradoras é um dos objetivos do PSR, pois em caso de perdas ocasionadas por riscos cobertos na apólice, o produtor será indenizado e conseguirá pagar os compromissos assumidos na safra, evitando assim o comprometimento da sua capacidade financeira”, ressaltou o Secretário de Política Agrícola do Mapa, César Halum.  

Além da seca, que provocou indenizações de R$ 168,2 milhões no total, os principais eventos que motivaram os pagamentos para os produtores foram a geada (R$ 73,6 milhões), granizo (R$ 59,7 milhões) e a chuva excessiva (R$ 23,4 milhões). O Diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa, Pedro Loyola, explica que o valor de R$ 341 milhões reflete apenas parte do total pago pelas seguradoras em 2019 e que metade das apólices contratadas no Brasil não tiveram acesso ao PSR naquele ano.

“Em 2019, as seguradoras pagaram R$ 2,4 bilhões em indenizações, porém parte dessas apólices não foram subvencionadas. Neste ano, devemos disponibilizar o orçamento de R$ 955 milhões para subvencionar a contratação das apólices, esperamos com isso atender quase toda a demanda por seguro”, explica. 

Veja Mais:  Produtores que contrataram seguro rural com o apoio do governo federal receberam R$ 323 milhões em indenizações em 2019

O registro dos dados do mercado de seguros é realizado pela Superintendência de Seguro Privados (Susep) e difere do efetuado no PSR. Enquanto na Susep os dados de sinistros refletem os valores pagos em determinado período, independente do ano de emissão da apólice, no caso do PSR os valores são consolidados considerando o ano de emissão da apólice, independente de quando o pagamento foi realizado. 

Em 2019, o valor total segurado com o incentivo do PSR foi de R$ 20 bilhões, o maior desde o início do programa em 2006, para 2020 a estimativa é que esse valor alcance R$ 43 bilhões. De acordo com Loyola, esse montante reforça a importância do PSR no desenvolvimento do mercado de seguro rural no país e o consolida com uma das principais políticas agrícolas no momento. “Por meio do seguro rural é possível proteger a atividade agrícola contra diversos riscos, principalmente os climáticos, ao mesmo tempo em que resguardamos o governo de eventuais riscos fiscais, na medida em que reduzimos a necessidade de refinanciamentos no crédito rural”, diz o diretor. 

Os dados completos de indenizações estão disponíveis no site do Mapa.

O clima é o principal fator de risco para a produção rural. Ao contratar uma apólice de seguro rural o produtor pode minimizar suas perdas ao recuperar o capital investido na sua lavoura. Desde o ano de 2006, o governo federal, por meio do PSR, auxilia o produtor na aquisição do seguro rural, pagando parte do valor da apólice (prêmio). 

Contratação 

Veja Mais:  Com recordes de valores de soja e milho, VBP de 2020 é estimado em R$ 716,6 bilhões

O produtor que tiver interesse em contratar o seguro rural deve procurar um corretor ou uma instituição financeira que comercialize apólice de seguro rural. Atualmente 14 seguradoras estão habilitadas para operar no PSR. A subvenção econômica concedida pelo Ministério da Agricultura pode ser pleiteada por qualquer pessoa física ou jurídica que cultive ou produza espécies contempladas pelo Programa.

Para os grãos em geral, o percentual de subvenção ao prêmio pode variar entre 20% e 40%, a depender da cultura e tipo de cobertura contratada. No caso das frutas, olerícolas, cana-de-açúcar e demais modalidades (florestas, pecuário e aquícola) o percentual de subvenção ao prêmio será fixo em 40%. 

Para mais informações sobre o PSR, faça o download do aplicativo. Basta acessar para Android e para IOS. 

 

*Texto alterado às 10h50 para correção de informações

Informações à Imprensa
[email protected]

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