Mato Grosso

Licitação no valor de R$ 6,8 mi para aquisição de materiais elétricos permanece suspensa

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Por unanimidade, o Pleno do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) homologou, na sessão ordinária remota desta terça-feira (22), medida cautelar que suspendeu temporariamente processo licitatório da Prefeitura de Vila Rica, para registro de preços para futura e eventual aquisição de materiais elétricos para atender as demandas das secretarias, no valor estimado de R$ 6,8 milhões.

A medida cautelar foi solicitada em Representação de Natureza Interna (RNI) proposta pela Secretaria de Controle Externo (Secex) de Contratações Públicas, que constatou indícios de sobrepreço em nove itens do Pregão Eletrônico nº 23/2020, dos dez analisados, num montante de R$ 1,8 milhão. No total, o procedimento licitatório conta com 151 itens, divididos em 29 lotes.

Conforme o relator da representação, conselheiro João Batista Camargo, a unidade técnica do TCE-MT apontou que o pregão tem alta materialidade, uma vez que é o terceiro de maior vulto econômico realizado pela prefeitura e ressaltou que o valor constatado de sobrepreço representa cerca de 27% do valor total estimado para o certame, mesmo tendo sido considerados apenas nove itens.

Sendo assim, o relator entendeu que, em análise superficial para o julgamento quanto ao pedido de medida cautelar, verifica-se que houve irregularidade e ineficiência na realização de pesquisa para a definição de valores  estimados na licitação. “Os quais apresentam indícios robustos de sobrepreço, em razão das provas acostadas aos autos, o que justifica nesse aspecto específico a concessão da medida cautelar pleiteada”.

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A decisão da Corte de Contas por manter a suspensão do processo licitatório corrobora com os argumentos do relator de que a iminente aquisição dos produtos decorrentes da licitação, bem como a possível adesão de outros entes à ata de registro de preços dele derivado, poderá causar prejuízos irreparáveis ou de difícil reparação aos erários envolvidos, o que reforça a necessidade da paralisação imediata do certame até o julgamento de mérito da RNI.

Ainda na sessão desta terça-feira, o Pleno julgou improcedente Recurso de Agravo proposto pela Prefeitura de Vila Rica, que solicitou a não homologação da medida cautelar concedida no julgamento singular nº 600/JBC/2020. O conselheiro João Batista Camargo apontou que no recurso não foram apresentados novos fatos que comprovassem o saneamento das possíveis falhas encontradas.

Clique aqui e confira o vídeo completo do julgamento.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: [email protected]

Fonte: TCE MT

Mato Grosso

Sexta-feira (30): Mato Grosso registra 143.325 casos e 3.846 óbitos por Covid-19

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta sexta-feira (30.10), 143.325 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 3.846 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 278 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 143.325 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 5.269 estão em isolamento domiciliar e 133.721 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 148 internações em UTIs públicas e 135 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 36,72% para UTIs adulto e em 15% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (29.223), Rondonópolis (10.599), Várzea Grande (10.043), Sinop (7.104), Sorriso (6.332), Lucas do Rio Verde (5.893), Tangará da Serra (5.694), Primavera do Leste (4.939), Cáceres (3.473) e Campo Novo do Parecis (2.887).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 115.464 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 482 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na última quinta-feira (29), o Governo Federal confirmou o total de 5.494.376 casos da Covid-19 no Brasil e 158.969 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 5.468.270 casos da Covid-19 no Brasil e 158.456 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

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Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados de sexta-feira (30).

Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Merendeiros relatam saudade dos alunos e desafios de uma alimentação com qualidade

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A qualidade da educação pública passa pela cozinha. Muitas vezes, a alimentação escolar é uma das maiores motivações para que o aluno frequente a escola. É no refeitório ou mesmo na janela da cozinha que uma merenda feita com carinho e capricho faz a diferença. A comida servida é mais que um motivo para o aluno estudar com afinco.

Para comemorar o dia do merendeiro, no dia 30 de setembro, três profissionais da área relatam o desafio de trabalhar em tempo de pandemia e as perspectivas para o futuro.

A merendeira Vilma Ribeiro, que trabalha há mais de 20 anos na Escola Estadual Agenor Ferreira Leão, no bairro Tijucal, mudou a sua rotina com a pandemia. Nesse período, o trabalho se limita a organizar os kits de alimentação escolar e na distribuição aos pais que vem buscar conforme agendamento.  

Assim que retornar as aulas presenciais, Vilma acredita que a rotina será um pouco diferente do que ocorria no ano passado. A merendeira lembra que a cozinha de uma escola sempre foi um território restrito. “Trabalhamos num ambiente fechado, uniformizadas, sempre usamos luvas. Agora, com a pandemia, máscaras. Estamos ansiosas, eu particularmente porque a preparação não será tão diferente, mas a distribuição aos alunos será outra – eles chegavam na janela, pegavam o prato e iam para o refeitório. Vamos ter que manter um distanciamento deles. O que é triste porque querem conversar e até abraçar. E isso não pode”, assinala.

No entendimento de Vilma, o refeitório é uma das partes que os alunos mais gostam da escola porque é o local que serve a comida que eles tanto adoram. A escola tem um cardápio variado, que é orientado pelas nutricionistas. São servidas saladas, frutas – tudo o que é nutritivo e que os alunos gostam.

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Vilma ressalta que na escola criou-se um hábito entre os alunos – a maioria faz as refeições e elogiam o trabalho das merendeiras. Com a postagem da entrega dos kits de alimentação escolar nas redes sociais da escola, a resposta dos alunos é imediata – mandam recados para as merendeiras. “Tia, quando a gente vai voltar a escola? Estou com saudade de sua comida”. Vilma admite que ela e as colegas estão ansiosas e preparadas para o novo quadro com as aulas presenciais. “A gente ama o que faz”.

Novo na profissão

Estreante na profissão, e lotado na Escola Militar Tiradentes, em Cuiabá, Rodrigo Martins está animado em trabalhar com a educação, pois sabe que jovens e crianças tem a merenda escolar como principal refeição do dia. Ao assumir a função de merendeiro, Rodrigo tinha consciência que estava entrando num espaço que a mulher domina, mas foi recebido muito bem pelas novas colegas. 

O novo merendeiro tem orgulho de trabalhar com alimentação escolar e poder contribuir no desenvolvimento das crianças e dos jovens dentro da escola, mesmo que de forma indireta. Em seu entendimento, a educação nas escolas envolve mais do que ler e escrever, pois é espaço de socialização, aprendizagem e de desenvolvimento.

“E a comida faz parte do bem-estar e saúde dos alunos. Sabemos que o rendimento escolar de um aluno bem alimentado é melhor. Para mim é uma honra poder fazer parte desta função pública”, ressalta.

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Na pandemia, Rodrigo teve o trabalho reduzido, pois sem aulas presenciais, trabalha em escala. Mesmo nesse período em que não há alunos, o serviço de organização do ambiente de trabalho tem que ser mantida a limpeza, manutenção a higiene dos utensílios e da cozinha que são tão importantes quanto preparar os alimento.

Rodrigo acha importante a valorização do servidor para poder evoluir como profissionais e, com isso, retribuir aos alunos um trabalho mais profissional e de qualidade. “O nosso espaço e um espaço coletivo onde teremos os cuidados redobrados para que a comunidade escolar sinta se tranquilizada”, destaca.

Rodrigo frisa que que a cozinha tem um pouco de cada matéria e o merendeiro tem que dominar todas, como saber fracionar, dividir, multiplicar, de qual região vem determinado produto. Além de conhecer a história desse produto. Com isso, a cozinha se transforma numa verdadeira sala de aula com direito a interatividade, visualização em tempo real e saborear.

Mesmo após a pandemia, meu trabalho continuará sendo execução com a maior dedicação, boa vontade e carinho que tenho por todos os alunos, pois minhas filhas também são estudantes em outra escola e desejo que elas recebam o melhor tratamento possível quanto os que eu procuro ofertar para os alunos da minha unidade escolar, lembrando que a pandemia ainda não passou a covid-19 está no nosso meio social ainda, mas estaremos seguindo os orientativos e orientando nossos alunos aos cuidados e a proteção.

Desafio

A merendeira Yasmin Alves Scarella, da EE Estevão Alves Corrêa, em Cuiabá, acredita que trabalhar em tempos de pandemia será um grande desafio já que os profissionais manuseiam alimentos, e por isso, será preciso redobrar os cuidados e higiene, pois o vírus ainda está presente.

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“Acredito que 2021 será um ano completamente diferente, um ano em que vamos precisar de muitas adaptações, ainda não sabemos como ocorrera o retorno às aulas presenciais, mas sabemos que vamos precisar de muito cuidado e atenção uns para com os outros”, observa.

Yasmin acredita que a hora do lanche vai sofrer alterações, pois é o momento em que os alunos vão precisar tirar suas máscaras para se alimentar, então vão precisar estar longe uns dos outros.

“Nosso controle de qualidade começa desde quando o fornecedor dos alimentos vem realizar as entregas. Nós conferimos se está tudo certo com a mercadoria, se está adequada para o consumo naquela semana. As verduras, frutas e legumes são entregues semanalmente então estão sempre frescas e de boa qualidade” exemplifica.

Yasmin lembra que os alunos elogiam – e muito – o trabalho das merendeiras, principalmente quando está um tempo fresco e são servidos os pratos preferidos deles, como carne com mandioca. “Eles gostam bastante de frutas também, principalmente porque aqui faz muito calor, eles amam uma melancia ou abacaxi geladinho.

Para Yasmin, a pandemia gerou a falta do contato, da conversa, da amizade que as merendeiras desenvolveram com eles. “Tudo está passando – o pior já passou – e em breve retornaremos às atividades e mesmo que com alguma diferença na rotina, poderemos nos ver e aos poucos voltando ao nosso normal”.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Novos delegados irão atuar em 11 regionais da Polícia Civil no interior do estado

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Eles vieram de doze estados brasileiros e, juntos aos mato-grossenses que formam a turma de novos delegados da Polícia Civil de Mato Grosso, foram em busca de concretizar um sonho. Neste 29 de outubro concluíram, com a formatura, a última das etapas do concurso público para o cargo de delegado de Polícia e os 30 profissionais têm uma palavra para resumir essa trajetória: resiliência. A partir de agora, a resiliência continuará a fazer parte da vida de cada um, pois os desafios do trabalho cotidiano, as inúmeras diligências, investigações, inquéritos que virão pela frente pedem de cada profissional a capacidade de transformar adversidade em oportunidade.

Os 30 novos profissionais, sendo três mulheres na turma, serão lotados em delegacias de 11  regionais da Polícia Civil no interior de Mato Grosso.

O orador da turma, Honório Gonçalves dos Anjos Neto, natural da pequena Poxoréu, no sul do estado, resumiu a ansiedade e trajetória de cada um dos colegas da turma. “Hoje se encerra um ciclo. Portar o distintivo policial e vestir a camisa da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso não é mais um sonho. É realidade. E não foi fácil chegar até aqui. O caminho foi árduo, de muito estudo, dedicação, planejamento e abdicação. Todos passaram por diversas etapas de um certame de concorrência acirrada, afinal, foram 14 mil inscritos no concurso realizado em 2017. Se existe uma palavra que resume todo o processo pelo qual nós passamos é a resiliência, palavra que é uma das características fundamentais do Policial Civil”, destacou o novo delegado.

Bruna Caroline Laet conhece bem a realidade da Polícia Civil, mas o cargo de delegada traz ainda mais responsabilidades para quem já fez parte da instituição. Aos 29 anos, ela é uma das três delegadas da turma. Em 2015 ingressou na Polícia Civil no cargo de investigadora, que exerceu até ser nomeada delegada. “No primeiro semestre da faculdade de Direito assisti a uma palestra de um delegado de Polícia e me identifiquei com a carreira policial. Ao término da graduação direcionei meus estudos para concursos na área com o objetivo de ser delegada e cheguei até aqui”, comemora.

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Filhos de pais advogados, o cuiabano Philipe Pinho conta que cresceu dentro de um escritório de advocacia e queria exercer a profissão tão familiar, até o quarto ano da faculdade de direito na UFMT, quando então optou por estudar para concursos. “No último ano de faculdade fui aprovado para técnico do DNIT, onde trabalhei por dois anos como pregoeiro e assistente jurídico. Depois fui nomeado Oficial de Justiça na Capital, onde trabalhei por mais quatro anos. A carreira de delegado em Mato Grosso era considerada um sonho distante, já que é uma das mais respeitadas e concorridas do Brasil. Com esforço e dedicação fui brindado com um bom resultado e pude realizar esse sonho”, afirma um dos novos delegados.

Para o diretor da Acadepol, delegado Welber Franco, a realização do curso de formação neste ano trouxe desafios a todos, diante das restrições em função da pandemia e também das adaptações necessárias para não deixar de atender a grade curricular. “Os desafios e as oportunidades de nos reinventarmos foram constantes e conseguimos superar e chegar neste momento”, afirmou o diretor, que junto ao adjunto da academia, delegado Joaquim Leitão, coordenou o 16º curso de formação.

Com a presença do governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, de toda a diretoria da Polícia Civil e autoridades civis e militares do estado, a formatura da 16º Curso de Formação da Academia da Policia Civil reuniu também familiares dos formandos, alguns vindos de estados mais distantes como Pernambuco, como a do delegado Hugo Abdon Lima. A mãe dele, a também policial civil pernambucana Rosemary Lima, era só orgulho e resume o sentimento de todas as famílias presentes. “Como mãe me sinto realizada, pois ele se dedica e tenho certeza de que se empenhará em sua trajetória da mesma forma como se dedicou até chegar aqui, assim como todos os outros da turma. Estou entregando meu filho ao Estado de Mato Grosso e só desejo sucesso e engrandecimento para a corporação. Ele foi vitorioso, pois enquanto outros estados estão parados por diversas dificuldades, sem concursos, ele está recebendo a oportunidade de trabalho e premiação por toda a luta para chegar até aqui. E digo a todos pais e mães que  Deus abençoará a cada um deles”.

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Desafios de uma polícia mais moderna

Empenhado junto com toda a diretoria em ações para modernizar as atividades da Polícia Civil, o delegado-geral da instituição, Mário Dermeval Aravéchia de Resende, destacou também a capacidade que cada profissional deve ter para lidar com as adversidades cotidianas e saber transformá-las em melhores oportunidades de trabalho. “Com um estado gigantesco que temos, em uma área territorial que cabem três estados de São Paulo e crescimento maior que a China, os desafios não faltam e as oportunidades também. Temos aqui uma turma bastante diversa, alguns com experiência em outras áreas do serviço público, inclusive policial, outros não, mas com imensa responsabilidade e todos com garra e determinação e para trabalhar e fazer o melhor em cada cidade onde irão atuar e mostrar o bom nome da Polícia Civil. Aliem-se às instituições e formem um time coeso de combate ao crime e não permitam-se contaminar por pensamentos contraproducentes e busquem não enxergar problemas, mas desafios”.

O delegado-geral frisou ainda que a nova turma chega em um momento em que a Polícia Civil caminha para a concretização da tecnologia, com modernização operacional, como 100% do inquérito eletrônico, que em um mês de completo implantação em todas as unidades policiais já conta com mais de 10 mil ajuizamentos, projeto que gera economia e maior funcionalidade. Dentro da modernização, Mário Dermeval destaca ainda outras ações que estão no ‘forno’ como o reconhecimento facial, o TCO avançado e captura de imagens em 3D para materiais apreendidos. “Momento complexo, mas um futuro seguramente feliz, em que poderão mostrar excelentes resultados”, concluiu o delegado-geral.

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Fazer a diferença na vida das pessoas

Encerrando a formatura, o governador Mauro Mendes agradeceu aos formando que agora fazem parte do grande time de mais de 50 mil servidores públicos estaduais da ativa. “Obrigado a todos vocês por escolher Mato Grosso. Tenho certeza de que vão honrar o cargo para o qual foram formados. O delegado-geral esteve lá em meu gabinete muitas vezes em busca da nomeação dos novos delegados. E você Mário apresentou resultados e foi perseverante pela instituição. Muitas pessoas dizem que gostariam de ser servidores públicos, mas muitos não pagam o preço para chegar até aqui. Estar onde vocês estão não foi e não é fácil e por isso sempre digo, que devemos ter sempre em mente a capacidade de compreensão do papel de cada um, que encontre seu objetivo que faça sentido na vida de cada um. A nossa missão é atender e servir a sociedade e como tal precisamos encontrar esse propósito de decidir pelo melhor e fazer a diferença na vida das pessoas, aplicando a lei, que é o parâmetro de nossa sociedade”, finalizou.

A 16ª turma da Academia de Polícia Civil de Mato Grosso é composta por delegados oriundos de Mato Grosso, Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Pernambuco, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná, Piauí, Santa Catarina, Maranhão e Rio de Janeiro.

Participaram da solenidade os diretores da Policia Civil: Walfrido Nascimento (Interior), Ana Paula de Faria Campos (Metropolitana), Daniela Maidel (Execução Estratégica) Juliano Carvalho (Inteligência), Fernando Pigozzi (Atividades Especiais), Jesset Arilson Munhoz (Corregedor). Também acompanharam a formatura as seguintes autoridades: secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, secretário adjunto de Inteligência da Sesp, Wylton Massao Ohara, comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Alessandro Borges, coronel Jonildo José de Assis, comandante-geral da PM, diretor-geral da Politec, Rubens Okada, superintendente da PF em Mato Grosso, Sérgio Mori.

Fonte: GOV MT

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