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Mães empresárias: Histórias de mulheres que se dividem entre negócios e filhos

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Mães se dividem entre os negócios e a maternidade
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Mães se dividem entre os negócios e a maternidade

No universo do empreendedorismo , está se tornando cada vez mais fácil encontrar mulheres bem-sucedidas ou em cargos de liderança. No entanto, há quem tenha medo de deixar empresas para investir no próprio negócio e acabar prejudicando a educação dos filhos.

Mas já pensou que pode ser diferente?

No especial de Dia das Mães , o iG reuniu histórias de quatro mães empreendedoras que tinham medo de encarar os negócios, mas passaram a encontrar mais tempo na agenda e aumentaram a dedicação aos filhos.

O empreendedorismo fez a empresária Laura López dedicar mais tempo ao filho
Arquivo pessoal

O empreendedorismo fez a empresária Laura López dedicar mais tempo ao filho

O trabalho tomava o tempo de ser mãe

Quando trabalhava como diretora de comércio em uma empresa de tecnologia, a empresária Laura López se viu no dilema entre focar nas reuniões de negócio e dividir seu tempo com o filho recém-nascido. Preocupada em dar qualidade de vida para o primogênito, ela optou em colocá-lo em uma creche aos 50 dias de vida, mas nunca deixou de estar ao lado dele.

“Quanto mais você trabalha, mais alto o seu cargo, maiores as suas responsabilidades, sua dedicação. Meu filho nasceu e durante os primeiros cinco anos de vida dele, eu praticamente não pude me dedicar a sua criação”, conta.

“Então imagina o quão mal eu me sentia? Estava sempre ocupada. Eu ficava péssima em relação ao meu trabalho e a maternidade”.

Ao sentir falta de passar mais tempo com o filho, Laura deixou o cargo na empresa que trabalhava e encontrou no empreendedorismo a alternativa de ter mais disponibilidade na agenda. Junto com a sócia, que também planejava uma gravidez, a empresária abriu um salão de beleza . Em pouco tempo, o negócio se tornou uma franquia com 60 estabelecimentos no Brasil e Bolívia.

“Quando chegamos na terceira unidade, o sucesso do projeto era tanto que as pessoas começaram a nos procurar para querer abertura de franquias e consultorias. Foi aí que pensamos em expandir ainda mais nosso negócio”.

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Laura lembra da necessidade de organização para conseguir dividir o tempo de empreendedora e mãe. Atualmente, a empresária vive em reuniões de trabalho, mas sempre com uma companhia a mais: o filho.

“Se você deixar o empreendedor 24 horas por dia e sete dias por semana, nem percebe que está trabalhando. O negócio se torna parte da gente. Porém, empreendendo, eu consigo ter uma relação mais próxima do meu filho. Preparo as refeições, levo ao médico, vou com ele e acompanho todas as consultas, reuniões de pais… Sempre que tem alguma atividade relacionada a ele, é prioridade e a agenda se encaixa nisso”.

Estefânia
Arquivo pessoal

Estefânia afirma que quer manter os filhos cada vez mais próximos, mesmo que seja no trabalho

“Sou mais mãe do que nunca”

Empreendedora desde pequena, Estefânia Garutti lembra dos momentos que passou com mãe, também comerciante . Os ensinamentos da infância tornaram a empresária mais assertiva nos negócios e na vida pessoal.

“Eu costumo brincar que eu empreendo desde que eu nasci. Minha mãe é comerciante e acabei crescendo no chão do escritório e acompanhando as vendas dela. Desde pequena, trabalho com a minha mãe, fazendo bijuterias para ganhar dinheiro. Sempre gostei de aprender”.

Ao precisar se dedicar aos negócios com o marido, Estefânia precisou abdicar do tempo de mãe e contratar uma babá para cuidar dos filhos. Mas, a pandemia de Covid-19 mudou o cenário e aumentou a proximidade entre mãe e filhos.

“Meus filhos ficavam em casa com a babá diariamente, das 6h30 até às 19h30, 20h. Com a pandemia, a babá não podia mais pegar ônibus, não podia mais ir para casa e trabalhar e nós adaptamos o nosso escritório para receber os meus filhos, os filhos dos nossos colaboradores lá dentro”.

“Hoje falo que eu sou mais mãe que nunca. Eu tenho uma filha de dez anos e uma de sete anos. Hoje eu os tenho ali 24 horas sobre a nossa gestão e junto com o trabalho. Eu não quero mais que isso mude, eu quero que a nossa creche ali continue”, conta.

Para as mães que querem seguir o mesmo caminho, Estefânia orienta estudar as possibilidades e entender que o início será complicado.

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“Você tem que ter muito conhecimento sobre o que você vai empreender e tem que ter muita disponibilidade, pelo menos até o seu negócio engrenar”, aconselha. “Até lá, ele vai exigir com que você deixe um pouco a sua vida familiar de lado”, pontua.

Família , para mim, é prioridade, mas o meu empreendimento e o tempo que eu fiquei longe dos meus filhos foram necessários para poder dar uma qualidade de vida melhor para eles”.

Paula aproveita a produção de brinquedos para trabalhar e brincar com os filhos
Arquivo pessoal

Paula aproveita a produção de brinquedos para trabalhar e brincar com os filhos

Mãe que trabalha divertindo os filhos

A empresária Paula Takahashi uniu a vontade de ficar com os filhos e o próprio negócio. A dificuldade de encontrar brinquedos de madeira para as crianças fez com que ela buscasse empreender na área infantil .

Mesmo precisando se dedicar ao trabalho, Paula percebeu o aumento do tempo para os filhos e até conciliou o empreendedorismo e as brincadeiras com primogênitos, que aproveitam para testar os brinquedos produzidos pela empresa.

“Eu consigo fazer notas ou comunicação com algum cliente no período da noite, quando eles estão dormindo, algo que outro trabalho talvez não seria possível. Eles acabam aproveitando muito também os brinquedos, eles são os testadores oficiais. São bem espertinhos, então é uma alegria, uma festa”, conta Paula.

Ela ainda aconselha a abertura do próprio negócio para mulheres que pretendem ser mães, ressaltando a possibilidade de fazer as atividades diárias no seu tempo, sem interferência de superiores.

“Depois da escola, ficavam com os avós em um período, porque não tinha essa possibilidade de fazer as coisas em casa. A partir do momento em que somos donas do nosso tempo, podemos fazer essas escolhas. Agora vou me dedicar aos filhos”.

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“Estou aqui no computador, gerindo as coisas e eles estão brincando em volta. Paramos uns 10 minutinhos para fazer um lanche com eles. Se fosse em outro lugar, eu teria um horário fixo e essa proximidade com meus filhos poderia ficar prejudicada”, afirma a empresária.

O empreendedorismo ajudou Daniela no acompanhamento do crescimento da filha
Arquivo pessoal

O empreendedorismo ajudou Daniela no acompanhamento do crescimento da filha

Empreendedorismo infantil

A vida da empresária Daniela Repolês sempre esteve ligada ao empreendedorismo. Vendedora de produtos importados , ela e o marido perceberam que a venda de roupas infantis poderia ser negócio promissor: dito e feito.

Nos últimos anos, as vendas cresceram a ponto de requisitarem dedicação integral. 100% do tempo dela era dedicado ao trabalho, mas, após engravidar, Daniela teve que aprender a distribuir sua agenda para clientes e a filha.

“A gente viu que as peças tiveram um giro muito rápido, então achamos que poderia ser um mercado promissor, porque criança cresce muito rápido e sempre precisam de roupas novas”, diz.

“Quando fiquei grávida, pensei em ter um negócio próprio e ter mais tempo para criar minha filha. Foi aí que eu e meu marido decidimos que era a hora certa de empreender”.

Para conseguir conciliar o empreendedorismo e a primogênita, Daniela passou se organizar e aumentou o foco. Viver em meio a essa divisão faz a empresária acreditar ser uma super-heroína .

“Nós somos super-heroínas. Nós precisamos conciliar as rotinas de casa com as atividades da empresa. É necessário ter muito foco, determinação e planejamento para conseguir dar conta dos dois turnos. É muito gostoso cumprir o papel de empresária e a de mãe ao mesmo tempo”, reflete Daniela.

No entanto, a empresária lembra que empreender não é tão fácil quanto parece, mas pode ser um bom investimento que previsibilidade positiva de retorno financeiro e de tempo para a família.

“O empreendedorismo, realmente, não é fácil. Mas é uma oportunidade que a gente tem para poder conciliar essas atividades, a partir do momento que você tem planejamento e foco no que você faz, é possível administrar. Empreendendo, você tem uma flexibilidade maior no seu tempo e consegue se dedicar também à maternidade. Entretanto, eu sempre lembro que para empreender é necessário ter prazer em fazer acontecer e gostar do negócio. Trabalhar por prazer, é muito gratificante”, completa.

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Deputados buscam estratégias para debater reforma administrativa em comissão

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Deputados querem buscar estratégias para apoiar emendas sobre a Reforma Administrativa
Reprodução/Câmara dos Deputados

Deputados querem buscar estratégias para apoiar emendas sobre a Reforma Administrativa

Com o início das atividades da comissão especial da reforma administrativa  na Câmara dos Deputados , parlamentares que fazem parte de frentes em defesa do serviço público estão definindo estratégias para o debate do mérito do texto. À coluna, quatro membros titulares do grupo de trabalho na Casa adiantaram o que vem por aí.

O objetivo é construir apoio para, ao menos, aprovar emendas que reduzam o que eles consideram danos aos servidores , como o fim da estabilidade para a maioria dos carreiras e a criação do vínculo de experiência antes da investidura no cargo. Isso porque, nessa fase, derrubar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) elaborada pelo Executivo seria menos provável, pelo fato de o governo ter ao seu lado a maioria dos integrantes da comissão.

Para o presidente da Frente Servir Brasil, deputado federal Professor Israel Batista (PV-DF), as reuniões serão importantes para preparar terreno para a votação no plenário. “As discussões vão ser bastante acaloradas. Não temos a ilusão de derrubar o texto. A ideia é utilizar a comissão para mobilizar a opinião pública e atingir os deputados com detalhes.”

A Servir Brasil optou por não apresentar emendas à PEC. Milton Coelho (PSB-PE), que também compõe a frente, disse que a mobilização dos servidores e da sociedade em geral para pressionar os parlamentares será fundamental. “Sem isso, vejo poucas chances de parar a reforma.”

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PT e PCdoB querem protocolar emendas

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Um dos coordenadores da Frente Parlamentar Mista do Serviço Público, o deputado federal Rogerio Correia (PT-MG) contou que o Partido dos Trabalhadores preparou quatro emendas. Uma é um texto substituto global à PEC do governo; outra ataca pontos prejudiciais aos atuais servidores; a terceira acrescenta a exclusão de militares da política à proposta; e a última trata do fim do teto salarial duplo, que beneficia aposentados e militares da reserva em cargos comissionados ou de confiança. A meta, agora é recolher as 171 assinaturas de parlamentares exigidas para que as emendas sejam protocoladas na comissão.

A deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), da mesma frente, afirmou que a legenda também está formatando emendas para serem apresentadas:

— O texto da reforma dissolve o Estado brasileiro. É um desastre total, inclusive para o acesso da população aos serviços públicos. O salário médio de um servidor é de R$ 4 mil. A PEC não mexe nos “supersalários”. Meu apelo é que que todos se levantem contra essa proposta. O sucesso será proporcional ao grau de mobilização.

Debate deve durar dois meses e meio

Na tramitação de uma PEC na Câmara, a comissão especial visa analisar as características da proposição. Não há um número de reuniões definido nem datas específicas para que elas ocorram. O regimento determina que a apresentação de emendas deve acontecer no prazo de dez sessões do plenário da Casa, e a emissão do parecer do relator, em 40 sessões.

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Com isso, a previsão é que os debates, que incluirão audiências públicas cujos requerimentos já foram aprovados na semana passada, durem cerca de dois meses e meio. O passo seguinte é a votação da proposta em dois turnos por todos os deputados da Casa.

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Fome de humor

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Jornalista Ed Wanderley e seu livro Diário de um gordo (em dieta), que será lançado em 24 de junho
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Jornalista Ed Wanderley e seu livro Diário de um gordo (em dieta), que será lançado em 24 de junho

Na onda da autopublicação, o jornalista pernambucano Ed Wanderley lança, no próximo dia de São João (24/6), o livro “ Diário de um gordo (em dieta) ”, um convite à reflexão sobre padrões, sorte (e falta dela), autoimagem e a capacidade de rir de si mesmo.

Por mais que se diga que o brasileiro lê pouco ou se acostumou a não ir além das manchetes – e considerando ainda a sequência de recuperações judiciais de grandes redes de livrarias no país apenas nos últimos quatro anos -, a tentação seria de que não vale a pena se lançar escritor no país. Há dados que mostram o contrário. E, para além dos dados, a vontade de contadores de histórias ignoram qualquer mau presságio, tal qual fez o jornalista pernambucano Ed Wanderley, que lança o autopublicado “Diário de um gordo (em dieta)”, no próximo dia 24/6 sem medo de estatísticas ruins.

No campo do mercado, ainda que grandes distribuidoras de literatura, antes cambaleantes, tenham sentido em cheio o peso da pandemia no Brasil, o público vem achando outras formas de leitura e estimulando um mercado paralelo, como a autopublicação – quando, sem editora, o autor publica e distribui sua obra, com ou sem auxílio de terceiros. Só na plataforma de autopublicação, Clube de Autores, quase 50 novos títulos chegam às prateleiras digitais brasileiras a cada dia. Em 2020, a empresa, que permite a autores publicar e distribuir suas obras nas principais lojas virtuais do país, cresceu 40% em vendas. Segundo a Forbes Brasil, o lucro estimado da companhia chegou a R$ 8,5 milhões, podendo chegar a R$ 17 milhões em 2021.

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O próprio modo de consumo teve a mudança acelerada pelo novo coronavírus e os leitores mais ávidos, apesar de comprarem menos livros físicos, leram mais durante a quarentena. Maior loja virtual de livros na atualidade, a Amazon é também a plataforma de autopublicação mais procurada, com cerca de 100 mil obras disponibilizadas por brasileiros desde 2012, quando trouxe ao país o Kindle Direct Publishing (KDP), que disponibiliza, em três dias, a obra do autor em seu acervo. Dos 100 títulos mais vendidos na Amazon, 30 são autopublicados.

A “facilidade” de publicação e a velocidade com a qual o título chega na mão de leitores faz disparar o consumo digital de livros, mesmo em cenário de queda dos livros físicos. De acordo com a última pesquisa da Sociedade Nacional dos Editores de Livros (Snel), em parceria com a consultoria Nielsen e a Câmara Brasileira do Livro (CBL), entre 2016 e 2019, o faturamento do mercado editorial com conteúdos digitais mais que dobrou, com crescimento de 115%, chegando a R$ 103 milhões. Com o fechamento temporário de livrarias e o confinamento durante a pandemia, esses números serão ainda mais expressivos até o fim de 2021.

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“Não entrei na onda (da autopublicação) para ficar rico, mas para compartilhar histórias com um público maior que não alcançaria nas redes, por exemplo”, explica o jornalista e escritor Ed Wanderley, cujo primeiro livro pela Amazon KDP sai no próximo dia de São João (24). Para ele, o processo com editoras tradicionais leva muito tempo e a urgência de levar a mensagem a outros públicos é característica de sua geração, então o caminho foi natural. “Escrever é tão terapêutico quanto ler, então se alguém for provocado com uma reflexão ou simplesmente rir num dia que estava precisando muito por conta do que pus naquelas páginas, já vou ter cumprido minha missão”, completa.

O “Diário de um gordo (em dieta)” reúne 50 crônicas marcadas por ironia, mau humor e reflexões sobre a luta contra a balança. Ficcional, a obra é concebida com verdadeiras aventuras que se passam no cotidiano, com um personagem que não tem nem a ida a um supermercado como uma experiência tradicional.

“Não é biográfico, mas, claro, tem muito das minhas vivências e inseguranças ali e acho que é o relato humano sem censuras ou limites que vai fazer muita gente se identificar”, garante Wanderley. O livro físico está disponível no site do autor (edwanderley.com) e o digital, e-book, no site brasileiro da Amazon, que oferece ainda a versão impressa sob demanda para o público dos Estados Unidos e Europa pelas lojas da amazon.com e amazon.es.


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Auxílio emergencial: Caixa faz novos pagamentos hoje; saiba quem recebe

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Auxílio Emergencial
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Auxílio Emergencial

Neste domingo (20), os trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em  março receberão a  terceira parcela do auxílio emergencial 2021. Os saques ficam disponíveis a partir do dia 3 de julho. 

O valor da terceira parcela do auxílio emergencial 2021 permanece o mesmo: uma cota de R$ 150 (para famílias de uma só pessoa), R$ 250 (para famílias de duas ou mais pessoas) e R$ 375 (para mães chefes de famílias monoparentais).

Clique  aqui para conferir o calendário completo.  

Num primeiro momento, o dinheiro somente poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. O app permite o pagamento de boletos (como contas de consumo de água, luz, gás e telefone) ou de compras feitas de farmácias, lojas e supermercados (por meio de um cartão virtual gerado na hora ou de QR Code). Governo antecipa calendário de pagamento da terceira parcela do auxílio emergencial; confira as datas

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que o banco estuda antecipar o pagamento da quarta parcela do auxílio emergencial. O atual cronograma prevê que a Caixa comece a depositar os valores relativos à quarta parcela na conta social digital dos beneficiários nascidos em janeiro a partir de 23 de julho e que os depósitos da quarta fase se estendam até 22 de agosto, com o pagamento para os nascidos em dezembro.

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ALMT – Campanha Fake News II

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