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Saúde

Médicos retiram cisto de 20kg do ovário de mulher; imagens são fortes

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Uma equipe médica da cidade de Santa Rita , no interior da Paraíba, usou as redes sociais para comemorar a extração bem sucedida de um cisto de 20 quilos do ovário de uma mulher de 69 anos.

Segundo a equipe do Hospital e Maternidade Flávio Ribeiro, a paciente sofria com a presença do cisto no local há cerca de oito anos e conseguiu receber a cirurgia via Sistema Único de Saúde (SUS).

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Um médico ginecologista, um médico residente e uma médica anestesista foram responsáveis pela cirurgia, que não teve duração revelada. O feito foi considerado como “raro e inédito” na instituição de ensino. Além do cisto, a mulher precisou retirar o ovário e o útero, mas se recupera bem e deve receber alta em breve.

Confira, abaixo, imagens da massa extraída durante a cirurgia:


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Saúde

Saiba onde fazer o teste da Covid-19 em São Paulo

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Teste rápido para Covid-19
Reprodução Jornal Nacional

Teste rápido para Covid-19

A procura por testes  de detecção da Covid-19 em São Paulo tem aumentado desde que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a realização dos exames para ampliar a oferta e a rede de testagem, além de reduzir a alta demanda em serviços públicos de saúde durante a pandemia.

Devido à praticidade e a não necessidade de pedido médico, interessados têm buscado as melhores opções para descobrirem se estão ou já foram infectados pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2).

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Em alguns locais, é possível realizar o teste através da modalidade drive-thru, que possibilita fazer a detecção dos anticorpos sem que seja necessário sair do o automóvel. Há também coletas realizadas em domicílio.

Tipos de testes oferecidos sem pedido médico

Diferentemente da modalidade RT-PCR — que deve ser feita no período em que a infecção está ativa no organismo, detectando o material genético do vírus numa amostra de secreção nasal ou da garganta, coletada com uma espécie de cotonete — os testes rápidos, que já são oferecidos emm São Paulo sem necessidade de pedido médico e mediante ao pagamento de um valor, utilizam uma amostra de sangue para detectar a presença de dois tipos de anticorpos: o IgM e o IgG .

O igM é considerado um marcador eficiente para a fase aguda da doença e começa a ser produzido entre cinco e sete dias após a infecção pelo vírus; já o igC, é um anticorpo que permanece circulando mesmo após o fim da fase aguda, indicando que a pessoa está, teoricamente, protegida de futuras infecções.

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Para potencializar a eficácia do diagnóstico, é recomendado que o teste seja realizado, pelo menos, 10 dias após o início dos sintomas, uma vez que a produção de anticorpos no organismo demora um certo período depois da exposição ao vírus.

A amostra de sangue pode ser colhida de duas formas: por um furo no dedo, no caso do teste de imunocromatografia,  ou pela coleta de sangue a partir de uma veia, o chamado teste sorológico

É bom reforçar, porém,  que esses testes auxiliam o diagnóstico, mas não possuem finalidade comprobatória, já que há possibilidade de que o exame apresente resultado “falso negativo”. Isso ocorre quando o paciente é testado no estágio inicial da doença em razão da ausência ou de baixos níveis de anticorpos de Sars-CoV-2 na amostra.

Saiba onde realizar o teste em São Paulo:

Farmácia Pague Menos

Os exames de detecção dos anticorpos igM e igC são realizados em diversas unidades, mediante agendamento prévio, por meio do telefone 0800 022 8282. Cada teste custa R$ 193 e é feito no perído das 10 às 16 horas.

Antes da realização do teste, é feita uma breve entrevista e é combinado local e hora da aplicação do exame. O resultado do teste, atestado por clínicas especializadas e notificado ao Ministério da Saúde, sai dentro de 30 minutos e é compartilhado por e-mail.

Drogaria São Paulo

A Drogaria São Paulo realiza o teste rápido de detecção dos anticorpos igC e igM, também sem necessidade de pedido médico. Para realizar o exame, o cliente deve pagar o valor de R$ 139 e fazer o agendamento pelo site

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I-group Care

A empresa oferece a realização de testes rápidos de anticorpos em domicílio.  

Uma equipe multidisciplinar, composta por enfermeiro e técnico de enfermagem devidamente paramentados com equipamentos de proteção individual se desloca até o endereço com os testes rápidos de identificação de anticorpos IgG e IgM. É necessário agendamento prévio via Whatsapp (95866-1111). 

O valor varia entre R$ 250 e R$ 230. No mais caro, a enfermeira aguarda o resultado junto com o paciente. No mais em conta, o resultado do exame é enviado por SMS ou foto. 

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Grupo Pardini

Teste rápido de detecção dos anticorpos igC e igM disponível no sistema drive-thru nas unidades Tatuapé e Morumbi, de segunda a sexta-feira. O valor é de  R$ 190 e não há necessidade de pedido médico. O cliente deve fazer agendamento no site

Labi Exames

A coleta para o teste dos anticorpos igM e igC pode ser feita em domicílio ou de forma presencial nas unidades Pinheiros, Vila Mariana e Guarulhos. O valor cobrado é de R$ 298 e o resultado sai em um dia útil. Também é necessário fazer agendamento pelo site do laboratório

Instituto CURA

O instituto cura realiza o teste que detecta os anticoropos igC e igM na modalidade drive-thru, situado na unidade Jardins (Av. Brigadeiro Luiz Antonio, 4487). O valor para realizar o teste rápido é R$ 229 e o resultado sai em até 2 horas. O agendamento deve ser feito pelos canais de atendimento: telefone (3056-4707) ou WhatsApp (97135-2766).

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A realização do teste na modalidade drive-trhu traz mais segurança e menos risco de contágio
Renato Alves/Agência Brasil

A realização do teste de Covid-19 na modalidade drive-trhu traz mais segurança e menos risco de contágio

Shopping Golden Square 

Não há necessidade de agendamento e nem pedido médico, basta pagar o valor de R$ 310. 

O interessado realiza um cadastro no local e depois segue para a área destinada à coleta das amostras, que serão testadas conforme a metodologia de anticorpos (IgM/igC). O resultado sai em até 4 horas.

Shopping Eldorado

A coleta acontece todos os dias da semana, sempre das 8h às 20h. Para a realização do exame, não há necessidade de pedido médico e nem de agendamento prévio. O teste realizado é o de imunocromatografia. O valor é de R$ 310,00.

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Rappi – Movimento #2em2

Através de uma parceria com várias empresas, o aplicativo de delivery Rappi está disponibilizando  testes sorológicos para COVID-19 a preço de custo (R$ 251) em sua plataforma. Por meio da iniciativa Movimento #2em2, a companhia vende os exames e disponibiliza outro para pessoas que não podem pagar pelo teste.

Ao abrir o aplicativo, clique no menu “Teste COVID-19” e escolha o melhor horário disponível para você. Há, ainda, a possibilidade de realizar uma doação na aba “Deseja doar outro exame?”.

Para que o exame seja realizado, o Shopping Iguatemi São Paulo cedeu o seu estacionamento para a testagem em esquema de drive-thru. A coleta é realizada por profissionais da área da saúde que foram treinados pela Cia. da Consulta. Laboratórios parceiros do Movimento #2em2 farão as análises dos testes.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

UFMG e Fiocruz desenvolvem teste mais preciso e barato para Covid-19

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Agência Brasil

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Além de mais barato, novo teste possui a vantagem de ser mais preciso

O CT Vacinas, núcleo formado por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), desenvolveu um teste para diagnosticar a Covid-19, que diminui as chances de o resultado ser de falso negativo ou falso positivo. Trata-se de um teste Elisa, nome que deriva da abreviação de “ensaio de imunoabsorção enzimática” (em inglês, enzyme-linked immunosorbent assay ), em referência à técnica usada. Pelo mundo, o método consolidou-se, há anos, como ferramenta de detecção do HIV.

Além de rápido, o teste concebido pelo CT Vacinas tem a vantagem de ser mais barato que outra opção existente, o RT-PCR (do inglês reverse-transcriptase polymerase chain reaction), cujo custo varia de R$ 280 a R$ 470 na capital paulista, conforme apurou a Agência Brasil , após contatar três redes de laboratórios.

Como os testes rápidos, o Elisa também é sorológico (feito a partir da procura por anticorpos no sangue), com a diferença de que pode ser realizado somente em laboratórios, ainda que o equipamento necessário seja relativamente simples. Após as validações iniciais, a próxima etapa é obter a certificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“No caso do Elisa, de metodologia completamente diferente [em relação aos testes rápidos], tira-se uma amostra de sangue maior, precisa-se de 1 mililitro, pelo menos. Então, é necessária uma agulha para coletar o sangue. O processo de detecção da presença do anticorpo é muito mais sensível”, diz a coordenadora do CT Vacinas, Santuza Ribeiro.

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“Por isso, mesmo que a pessoa tenha baixas quantidades de anticorpo, não se detecta naquele teste rápido, mas pode-se detectar no Elisa. Não se consegue fazer o Elisa em um balcão de farmácia, por exemplo. Por outro lado, há uma sensibilidade muito maior. Outra vantagem é que, com o Elisa, consegue-se uma redução não só de falso negativo, mas de falso positivo, que é quando se tem uma reação que parece positiva, e, na verdade, é um anticorpo contra outro vírus, que não o Sars-CoV-2 , como o de gripe comum”, explica Suzana.

Com o Elisa desenvolvido pelos pequisadores do CT Vacinas, consegue-se mostrar que, em pessoas que têm anticorpos contra outras viroses, como dengue, não se detecta positivo. “O teste rápido não é capaz de diferenciar as outras infecções”, acrescenta.

Na prática, o que se faz é fixar o antígeno em uma placa de poliestireno e ligá-lo a um anticorpo com marcador enzimático. Caso haja reação de defesa do organismo contra o agente patogênico – no caso, o novo coronavírus -, na forma de anticorpos, o material depositado sobre a placa muda de cor.

Em virtude da estrutura exigida para aplicação do teste, a equipe agora busca o apoio de órgãos federais, como o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e outros entes públicos e também de empresas, para possibilitar a produção em larga escala e a disponibilização a uma parcela significativa da população. Duas pontes que estão sendo negociadas envolvem a Fundação Ezequiel Dias (Funed), do governo de Minas Gerais, e o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), da Fiocruz.

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Santuza destaca, ainda, que o teste Elisa para covid-19 surgiu do aprimoramento de um saber que já circulava no núcleo, sinalizando para a importância do investimento estável em ciência. “No CT Vacinas, a gente já havia desenvolvido um teste muito semelhante, para outras doenças, inclusive não virais, para leishmaniose, doença de Chagas e malária. A mudança que foi feita consistiu em colocar como componente do teste uma molécula capaz de detectar o anticorpo contra o covid-19.”

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“Testamos três opções e encontramos o antígeno N, componente da partícula viral, como a melhor molécula para detectar o anticorpo contra Covid-19 . Isso foi uma demanda específica que tivemos da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), com financiamento da fundação, inicialmente, e depois recebemos recursos do governo federal, por meio da Rede Virus, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. De acordo com a coordenadora do CT Vacinas, trata-se de uma molécula distinta da que está sendo usada no desenvolvimento de vacinas.

A proposta foi apresentada pela Fapemig no início de março, diz Santuza, ao destacar o sucesso da equipe, que completoo o desafio em três meses: “A gente ficou muito feliz, porque não sabia se teria capacidade de realizar em um tempo tão curto.”

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Cidades do interior podem propagar Covid-19 como capitais, aponta estudo

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Pixabay/Tumisu

A expectativa é que os resultados do estudo possam apoiar decisões de intervenção na mobilidade entre cidades durante a atual pandemia da Covid-19 e em futuras epidemias

O potencial de propagação da COVID-19 em cidades como Ribeirão Preto, no Estado de São Paulo, Campina Grande, na Paraíba, e Caruaru, em Pernambuco, equivale ao das capitais de alguns estados do país.

Os três municípios são cidades-polo, com grande concentração de indústrias, comércio e serviços, e têm importância estratégica na dinâmica de mobilidade regional, medida pelas fortes conexões que possuem com diversos outros municípios em termos de fluxo de pessoas. Por isso, desempenham um papel central no processo de interiorização de casos de COVID-19 no país, aponta um estudo feito por pesquisadores das universidades Federal de Ouro Preto (UFOP) e Estadual Paulista (Unesp), campus de São José dos Campos, em colaboração com colegas do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).

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Resultado de um Projeto Temático apoiado pela FAPESP, o estudo foi publicado na plataforma medRxiv , ainda sem revisão por pares.

“Essas cidades podem ajudar a acelerar e amplificar a interiorização da epidemia de COVID-19 ao servir de atalho para a propagação da doença para diversos outros municípios com os quais têm conexões”, diz à Agência FAPESP Leonardo Bacelar Lima Santos , pesquisador do Cemaden.

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Para identificar as cidades brasileiras mais vulneráveis à disseminação do SARS-CoV-2, os pesquisadores analisaram a mobilidade entre municípios das regiões Sudeste, Sul, Nordeste e Centro-Oeste, baseada em uma abordagem de redes.

As redes de conexão entre municípios foram construídas a partir de dados de mobilidade terrestre obtidos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que fornece informações sobre os fluxos de pessoas entre as cidades por diversos modais.

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As cidades foram representadas nas redes por nós e as conexões entre elas como arestas (segmentos de encontro dos nós).

Por meio de ferramentas matemáticas foram medidos o número de municípios aos quais uma cidade está conectada – para avaliar o número de destinos possíveis de novos casos da doença -, a força da conexão, em termos de fluxo de pessoas, e a centralidade delas na rede.

Os resultados indicaram que cidades como Campina Grande, na Paraíba, Feira de Santana, na Bahia, e Caruaru, em Pernambuco, têm forças de conexão mais altas do que as capitais de alguns estados do país.

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Algumas cidades do Estado de São Paulo, como Ribeirão Preto, Jundiaí, Sorocaba, Piracicaba e Presidente Prudente, também figuraram em posições mais altas em todas as medidas analisadas.

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Ao comparar os resultados das medidas com os casos confirmados de COVID-19 no Brasil até 1º de maio, os pesquisadores constataram que a força da conexão é a métrica que apresenta a melhor correspondência com a disseminação da doença no país. As cidades com maior força de conexão também são, em média, as que primeiro registraram casos de infecção pelo SARS-CoV-2.

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“Dados de mobilidade são fundamentais para pesquisas em desastres e em estudos de disseminação de doenças. As pessoas impactadas por um alagamento, por exemplo, não só moram na região alagada, mas também transitam por aquelas áreas em seus deslocamentos para o trabalho”, afirma o pesquisador, que atualmente faz estágio de pesquisa na Humboldt University, na Alemanha, com bolsa da FAPESP.

Interiorização da doença

Os pesquisadores também conseguiram quantificar o limiar de conexão das cidades que as torna mais suscetíveis a registrar casos de COVID-19 no país ou influenciar na disseminação da doença.

No início da pandemia no país, em março, eles observaram que esse limiar era bastante alto – na média, as cidades precisavam ter um alto fluxo de pessoas para registrar casos de COVID-19. A partir de meados de abril, o limiar passou a ser menor.

“Essa é uma possível assinatura do processo de interiorização da COVID-19 no país. Hoje, cidades que têm menor fluxo de pessoas já correm um risco significativo de registrar casos da doença porque têm conexões com cidades que são polos regionais”, avalia Santos.

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Os pesquisadores pretendem analisar futuramente também os dados de mobilidade aérea e fluvial para avaliar a dinâmica de mobilidade entre cidades da região Norte do país, especialmente na Amazônia.

A expectativa é que os resultados do estudo possam apoiar decisões de intervenção na mobilidade entre cidades durante a atual pandemia da COVID-19 e em futuras epidemias.

“Como, infelizmente, estima-se que poderão ocorrer novas ondas da epidemia no país, os dados do estudo podem ser um recurso para predizer quais cidades têm alta probabilidade de registrar novos casos e orientar ações preventivas”, afirma Santos.

Este texto foi originalmente publicado por Agência FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND . Leia o original aqui .

Fonte: IG SAÚDE

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