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Michelle promete atuar em ações sociais e busca moradia para a família Bolsonaro

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Michelle Bolsonaro tem agenda de visitas ao Palácio do Alvorada e à Granja do Torto
José Cruz/Agência Brasil – 21.11.18

Michelle Bolsonaro tem agenda de visitas ao Palácio do Alvorada e à Granja do Torto

A futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro
, visitou nesta quarta-feira (21) a atual detentora desse título, Marcela Temer, e prometeu dar sequência à ‘tradição’ de atuar em programas sociais durante o governo de seu marido, Jair Bolsonaro (PSL). 

Intérprete de libras, a língua brasileira de sinais, Michelle Bolsonaro
se disse interessada em ampliar sua atuação em pról de pessoas com deficiência auditiva, mas acrescentou ainda que quer ajudar em “todo os projetos sociais possíveis”.

“Era algo que eu já fazia antes de conhecer o Jair [Bolsonaro]”, disse Michelle ao deixar o Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) em Brasília, onde funciona o gabinete de transição, acrescentando que compreende seu trabalho social como missão. “Deus que colocou [isso] na minha vida”, afirmou.

Embaixadora do programa Criança Feliz, a atual primeira-dama, Marcela Temer
, acompanha Michelle em sua primeira visita a Brasília após a eleição de Bolsonaro
. As duas vão ainda hoje ao Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente da República, e à Granja do Torto, outro local de moradia da Presidência. “Vamos bater um papo”, Michelle sobre o encontro com a esposa de Michel Temer (MDB).

A futura primeira-dama
quer conhecer os dois locais para definir onde a família vai morar. Porém, até 1º de janeiro de 2019, quando ocorre a posse, a família deve permanecer na casa da Granja do Torto. Ela disse que vai escolher um local menor, pois tem uma filha de 7 anos. 

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A Residência Oficial da Granja do Torto está situada na ponta extrema da Asa Norte, às margens do Ribeirão do Torto, de onde vem o seu nome. Antigamente conhecida como Fazenda do Riacho Torto, o local já serviu de morada para alguns presidentes, como João Goulart, João Baptista Figueiredo, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

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Michele participa nessa quinta-feira (22) do casamento do ministro extraordinário da Transição, Onyx Lorenzoni, e volta volta a Brasília na próxima semana.

Discreta e isolada na maior parte da campanha eleitoral, Michelle Bolsonaro
tem 36 anos de idade e é natural de Ceilândia (DF). Ela é mãe de Letícia, filha de outro casamento, e Laura, a caçula de Jair Bolsonaro. Conheceu o marido em 2007, quando trabalhava como secretária parlamentar na Câmara dos Deputados, e se casou no civil em novembro daquele mesmo ano. A cerimônia religiosa, celebrada pelo pastor Silas Malafaia, aconteceu seis anos depois, no Rio de Janeiro.

*Com reportagem da Agência Brasil

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Relatora defende regras aprovadas sobre educação domiciliar; oposição critica proposta

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Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados
Discussão e votação de propostas. Dep. Luisa Canziani PSD - PR
Luisa Canziani: há critérios para assegurar o desenvolvimento pleno das crianças

A relatora da proposta que regulamenta a educação domiciliar (PL 3179/12), deputada Luisa Canziani (PSD-PR), afirmou que a medida garante aos pais e responsáveis o direito de educar as crianças em casa com a supervisão do poder público. “Elaboramos um texto com muita tecnicidade, para dar esse direito às famílias, mas, sobretudo, para garantir o desenvolvimento pleno das nossas crianças”, afirmou.

O texto-base do projeto foi aprovado nesta quarta-feira (18) no Plenário da Câmara, com a previsão de concluir a votação nesta quinta-feira (19). Deputados de oposição argumentaram, no entanto, que o ensino em casa enfraquece a educação pública e pode levar ao aumento da violência doméstica e do abuso sexual contra crianças.

Já a relatora defendeu a proposta e destacou a definição de critérios que garantam a qualidade desse tipo de ensino. “Vinculamos essas famílias a uma escola. Elencamos a necessidade de haver uma formação mínima para esses pais ou para esses preceptores. Ou seja, o projeto traz uma série de balizas, para que possamos assegurar o desenvolvimento pleno dessas crianças”, explicou Luisa Canziani.

Autor da proposta, o deputado Lincoln Portela (PL-MG) destacou que a educação em casa é uma realidade no País e no mundo há mais de 30 anos. “Em momento algum, quem faz a educação domiciliar ataca a escola brasileira. Nós queremos que a educação brasileira saia do 74º lugar, do último lugar no Pisa [Programa Internacional de Avaliação de Alunos]”, disse.

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Para os contrários ao texto, a educação domiciliar desprestigia as escolas e compromete a formação das crianças. “A escola não é uma opção da família. A escola é um direito da criança”, disse o deputado Professor Israel Batista (PSB-DF).

Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados
Discussão e votação de propostas. Dep. Ivan Valente PSOL - SP; Dep. Sâmia Bomfim PSOL-SP; Dep. Joseildo Ramos PT-BA; Dep. Vivi Reis PSOL-PA; Dep. Lídice da Mata PSB-MA; Dep. Alice Portugal PCdoB - BA; Dep. Alencar Santana; Dep. Professora Rosa Neide PT - MT; Dep. Tabata Amaral PSB - SP
Deputados de oposição protestaram contra o projeto

O deputado Rogério Correia (PT-MG) afirmou que a educação em casa suprime a diversidade. “Ter as crianças na escola, ter diversidade de cultura, ter diversidade de cor, ter diversidade de ideologia, isto ajuda a formatar um sentido de convivência e de solidariedade entre as pessoas. A escola é isto também, um local onde as ideologias se confrontam”, declarou.

Abuso sexual
Um ponto recorrente do debate sobre a proposta foi o possível aumento de casos de violência em crianças que não frequentam a escola.

Para a deputada Tabata Amaral (PSB-SP), esse será um resultado da votação. “No Dia do Combate à Exploração Infantil, esta é uma mensagem horrível que a Câmara dos Deputados passa. É um projeto que não olha para o trabalho infantil que existe e para a exploração sexual e violência doméstica”, criticou.

A líder do Psol, deputada Sâmia Bomfim (SP), também apontou o aumento da violência doméstica como uma consequência da medida. “Sem querer, os deputados que votaram a favor vão colocar a digital em um projeto que pode aprofundar a violência sexual de crianças e adolescentes, porque 80% dos abusos acontecem dentro de casa – e é nas escolas, muitas vezes, que será possível identificar esses casos.”

O deputado Gilberto Nascimento (PSC-SP) rebateu esse argumento. “A criança pode ser abusada, lamentavelmente, em qualquer situação. Isso é uma questão de polícia”, disse.

Para o deputado Lincoln Portela, não há casos de pedofilia no homeschooling. Ele criticou ainda a educação sexual nas escolas. “A reclamação que nós temos nas escolas públicas brasileiras, nas escolas confessionais brasileiras, nas escolas particulares brasileiras, é sobre o ensino sexual precoce nas escolas, é ensinar o adolescente a usar camisinha, isso sim é um absurdo”, afirmou.

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Reportagem – Carol Siqueira
Edição – Pierre Triboli

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Deputados aprovam urgência para projeto que autoriza consórcio público a instituir fundo para custear programas

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Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados
Discussão e votação de propostas. Dep. Geninho Zuliani  UNIÃO-SP
Geninho Zuliani, autor do projeto de lei

A Câmara dos Deputados aprovou o regime de urgência para o Projeto de Lei 196/20, do deputado Geninho Zuliani (União-SP), para permitir que os consórcios públicos instituam fundos para custear programas, ações e projetos de interesse público.

A proposta poderá ser votada nas próximas sessões do Plenário.

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Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Pierre Triboli

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Aprovada urgência para projeto que torna hediondos os crimes relacionados à pedofilia

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Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados
Discussão e votação de propostas
Deputados na sessão do Plenário desta quarta-feira

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (18) o regime de urgência para o Projeto de Lei 1252/21, do deputado Osires Damaso (PSC-TO), que torna hediondos os crimes relacionados à pedofilia e aumenta a pena para os mesmos.

A proposta poderá ser votada nas próximas sessões do Plenário.

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Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Pierre Triboli

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