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Ministério da Saúde crê que validade dos testes encalhados poderá ser ampliada

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Rovena Rosa/Agência Brasil

Testes RT-PCR podem ser jogados fora se validade não for reavaliada

O ministério da Saúde recebeu, nesta quarta-feira (24) o resultado dos testes sobre a ampliação do prazo de validade dos quase 7 milhões de exames de Covid-19 represados no Brasil . Segundo o secretário de vigilância em Saúde, Arnaldo Correia, a Organização Panamericana de Saúde (Opas) confirmou que os testes têm eficácia por mais 12 meses.

O lote de testes do tipo RT-PCR, considerados padrão ouro para diagnóstico da Covid-19, foram comprados pelos ministérios e ainda não foram usados, apesar da proximidade da data de validade. O estudo, então, busca avaliar quais testes ainda poderão ser usados pelo sistema público por um prazo maior.

O Ministério agora aguarda a análise da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que determina se os exames estão autorizados ou não no País.

“Hoje recebemos o resultado dos estudos da validade estendida em que a empresa está entrando junto a Anvisa para pedir essa validade estendida em que na conclusão […] está estendida de pelo menos 12 meses”, afirmou o secretário de vigilância sanitária em Saúde, em audiência pública na Câmara dos deputados.

Fonte: IG SAÚDE

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Veja Mais:  Israel começa a vacinar menores de 18 anos com imunizante da Pfizer

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Israel começa a vacinar menores de 18 anos com imunizante da Pfizer

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Israel vai vacinar adolescentes entre 16 e 18 anos contra Covid-19
Pixabay/Creative Commons

Israel vai vacinar adolescentes entre 16 e 18 anos contra Covid-19

Israel avançou mais algumas casas com sua campanha de vacinação contra a Covid-19 neste domingo (24), ao incluir jovens de 16 a 18 anos. A medida, divulgada pelas autoridades de saúde, foi apresentada como um esforço para permitir que os adolescentes possam fazer provas e vestibulares em segurança.

O diretor-geral do Ministério da Saúde, Hezi Levy, disse em entrevista a uma rádio local que, embora não se tenha muita informação sobre a vacinação em jovens, os possíveis efeitos colaterais são inferiores às vantagens de se vacinar.

“Esta vacina não é diferente das vacinas contra outras doenças virais. E já foi testada com sucesso”, disse.

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Israel lançou uma campanha de vacinação em 19 de dezembro com foco nos idosos, aqueles com comorbidades médicas e trabalhadores de saúde que atuam na emergência. Mais de um quarto de seus cidadãos já receberam a vacina da Pfizer  produzida em parceria com a BioNTech, segundo as autoridades de saúde.

O país lidera no ranking mundial de vacinados, proporcionalmente à sua população. Mesmo assim, o governo decretou a continuação do confinamento nacional, pelo menos até o fim do mês, devido ao aumento no número de infecções.

As autoridades locais já haviam anunciado, no último dia 20, a inclusão de mulheres grávidas entre os grupos que têm acesso prioritário às vacinas contra a Covid-19, alegando não ver riscos para elas ou para os fetos, disse o governo nesta quarta-feira. A vacinação de gestantes é uma polêmica no mundo, uma vez que elas não participaram dos estudos feitos com as vacinas sobre segurança e eficácia.

A decisão seguiu-se à hospitalização nesta semana de várias mulheres grávidas com complicações da Covid-19 em meio a contágio crescente do novo coronavírus. Pelo menos uma foi colocada em um respirador e seu bebê nasceu por cesariana.

Fonte: IG SAÚDE

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Fiocruz começa a aplicar vacina de Oxford; infectologista é o primeiro a receber

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Vacinação com imunizante de Oxford começa no Brasil
Patrick T. Fallon/Divulgação

Vacinação com imunizante de Oxford começa no Brasil

A Fundação Oswaldo Cruz ( Fiocruz ) iniciou na tarde deste sábado (23) a aplicação das primeiras doses da vacina Oxford/AstraZeneca , que chegaram ao Brasil ontem em um voo da Índia .

O infectologista do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), Estevão Portela, foi o primeiro profissional de saúde a ser vacinado pelo imunizante. Ao todo, 10 pessoas receberam a vacina, incluindo a médica pneumologista do Centro de Referência Professor Hélio Fraga, da Fiocruz, Margareth Dalcolmo.

A Fiocruz liberou as doses para serem entregues ao Ministério da Saúde e, em seguida, distribuídas pelo Brasil, após realizar um processo de análise de segurança. O governo prevê entregar todas as doses no domingo (24).

Os estados que mais receberão ampolas são: São Paulo (501.960), Minas Gerais (190.500), Rio de Janeiro (185.000), Amazonas (132.500), Bahia (119.500) e Rio Grande do Sul (116.000).

As vacinas foram fabricadas pelo Instituto Serum, na Índia , e eram aguardadas desde sábado passado (16), mas sofreram atraso no envio por questões internas da Índia .

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Durante esta madrugada, as doses tiveram a temperatura avaliada e, na sequência, foram etiquetadas. Cada uma das caixas tem 50 frascos e 500 ampolas do imunizante .

A vacina de Oxford /AstraZeneca apresentou eficácia média de 70,42%, segundo estudo preliminar publicado na revista científica The Lancet no início de dezembro e validado pela Anvisa

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Ele utiliza um adenovírus que provoca resfriado em chimpanzés e é inofensivo para humanos, mas contendo a sequência genética responsável pela codificação da proteína “spike”, usada pelo novo coronavírus  (Sars-CoV-2) para atacar.

Essa sequência genética instrui as células humanas a produzirem a proteína, que será reconhecida como agente invasor pelo sistema imunológico , estimulando a geração de anticorpos . O método é um dos mais tradicionais na produção de vacinas.

A vacina de Oxford é o segundo imunizante aprovado para uso no território brasileiro depois da CoronaVac , desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac.

Fonte: IG SAÚDE

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Estados usam intervalos distintos de doses da vacina por falta de direcionamento

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Vacinação contra Covid-19 enfrente dificuldades de informação
Rovena Rosa/Agência Brasil

Vacinação contra Covid-19 enfrente dificuldades de informação

Sem uma definição precisa do governo federal, estados e municípios definem intervalos diferentes para aplicar a segunda dose da CoronaVac . A vacinação contra a Covid-19 , que começou da última semana, usa um imunizante que precisa de duas doses, mas o tempo entre uma e outra não está bem definido.

O Ministério da Saúde , responsável pelo plano nacional de imunização, enviou um informe técnico para as secretaria estaduais. No documento, é sugerido que a aplicação da segunda dose da CoronaVac seja feita em um intervalo entre 14 e 28 dias após a aplicação da primeira.

Um levantamento com as secretarias estaduais realizado pelo Uol mostra que há estados que levam em conta o prazo mínimo, outros que usam o prazo máximo, alguns que usam um intervalo entre eles e outros, ainda, que deixaram a escolha a critério dos municípios. Confira:

  • Estados que usam o intervalo de 28 dias: Espírito Santo, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Ceará, Amazonas, Amapá, Rondônia e Acre.
  • Estados que usam o intervalo de 25 dias: Paraná.
  • Estados que usam o intervalo de 21 dias: São Paulo, Rio de Janeiro, Sergipe, Alagoas e Tocantins.
  • Estados que usam o intervalo de 15 dias: Santa Catarina.
  • Estados que usam o intervalo de 14 ou 15 dias: Minas Gerais.
  • Estados que usam o intervalo de 14 dias: Mato Grosso do Sul.
  • Estados que usam o intervalo de 21 a 28 dias: Pará.
  • Estados que deixaram o intervalo de 14 a 28 dias em aberto para a escolha dos municípios: Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Bahia, Pernambuco, Maranhão e Roraima.
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Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) diz que o ministério poderia ter dado uma diretriz mais clara. “É muito ruim deixar aberto. Não que esteja errado [o informe]. Seria muito mais fácil se tivesse uma diretriz única, que facilitaria para todos” diz Juarez Cunha, presidente da SBIm, em entrevista ao Uol.

As diferenças de prazo não são um problema por enquanto, mas podem se tornar no futuro. Para Juarez, quando a vacinação atingir um público maior, a comunicação a respeito dos prazos deverá ser feita de forma mais clara. “Coisas que poderiam ser mais simples, como isso, com um indicativo mais direto [de intervalo], seria um facilitador para todos”, afirma.

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Em sua apresentação da CoronaVac , o Instituto Butantan sugeriu um intervalo de 28 dias entre a primeira e a segunda dose da vacina. Apesar de ter usado o prazo de 14 dias durante as pesquisas, o instituto recomendou o intervalo maior para a aplicação geral.

Fonte: IG SAÚDE

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