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Ministra da Agricultura cancela vinda à Cuiabá

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Fortalecimento Institucional

Ministra da Agricultura cancela vinda à Cuiabá

Por meio de comunicação formal de sua assessoria, a Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, cancelou, por motivos pessoais, sua vinda a Cuiabá no próximo dia 28

24/09/2020

A visita seria feita a convite da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), para que a Ministra pudesse conversar e ouvir produtores rurais sobre temas de interesse da produção de soja e milho e, especialmente, para tratar do tema “Calendarização do Plantio da Soja”, que limita o plantio da cultura até 31 de dezembro, e que a maioria do produtor de soja é terminantemente contra.

A revogação ou alteração da Instrução Normativa Conjunta Sedec/Indea-MT nº 002/2015, que estabeleceu a calendarização do plantio da soja, é uma luta constante da atual diretoria da Aprosoja.

Aprosoja entende que a Calendarização do Plantio da Soja no estado infringiu dispositivos da Lei nº 8.171, de 17 de janeiro de 1991, que dispõe sobre a Política Agrícola, do Decreto nº 5.741/2006, que organiza o Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (SUASA), assim como da Instrução Normativa do Ministério da Agricultura nº 002/2007, que institui o Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja (PNCFS), esta, inclusive, dispondo em seu artigo 18, que os produtores e a Pesquisa agrícola deveriam ser previamente ouvidos, o que não aconteceu.

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“Lamentamos o cancelamento da vinda da Ministra, pois seria uma oportunidade ímpar para ela não somente ouvir a realidade do campo, mas também constatar que a calendarização do plantio da soja em Mato Grosso foi feita de forma equivocada”, destaca a Aprosoja.

 

Fonte: Ascom

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Pesquisa inédita testa soja avariada em suínos

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Sustentabilidade

Pesquisa inédita testa soja avariada em suínos

Os tratamentos são 0% 20%, 40%, 60%, 80% e 100% de substituição do farelo padrão pelo de soja com avaria máxima

Wanderlei Dias Guerra

27/10/2020

Mais uma pesquisa científica inédita, estratégica para os produtores de soja e milho do Brasil, é financiada pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT) por meio do Programa Agrocientista e sendo executada por pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT
O trabalho, também coordenado pela professora doutora Gerusa da Silva Salles Corrêa, vinculada ao Programa de pós Graduação em Ciência Animal da UFMT, é com suínos e também testa o potencial da “soja avariada”, no desempenho e ganho de peso dos animais.
 
Na pesquisa está se utilizando diferentes níveis de substituição de farelo de soja produzido a partir de soja avariada (97,5%), sobretudo grãos ardidos e fermentados. Os tratamentos são 0% 20%, 40%, 60%, 80% e 100% de substituição do farelo padrão pelo de soja com avaria máxima. 
 
Os grãos fermentados e ardidos são as principais avarias encontradas nos grãos de soja, sobretudo em anos em que a colheita coincide com períodos chuvosos. Apesar disso, centenas de análises feitas pela Aprosoja MT demonstram que o grão avariado apresenta até maiores teores de proteínas que os grãos considerados dentro do padrão definido pela normativa federal, a IN 11/07.
 
 O trabalho será finalizado no início de novembro, quando os animais atingirem o peso padrão de abate (em torno de 100 kg), oportunidade em que serão feitas as análises estatísticas para comparar, dentre outros fatores, o consumo de ração, ganho de peso e rendimento de carcaça.
 
De acordo com a coordenadora do projeto, professora Gerusa, até as últimas pesagens não se detectou diferenças significativas entre os tratamentos, mas devemos aguardar o final do trabalho para tirarmos as conclusões. 
 
De acordo com o Diretor Administrativo da Aprosoja Lucas Costa Beber, a entidade tem como bandeira defender o  produtor de soja e milho em quaisquer circunstâncias que ele nos demandar. Por isto, de tanto ouvir os reclames dos associados em relação a classificação de grãos x descontos,  nós buscamos a verdade através da ciência. “Ela quem será a balizadora para se fazer justiça para com os produtores de soja e milho do estado, benefícios que serão revertidos para todo o país. “Buscamos a resposta científica para posteriormente definirmos as estratégias de ação junto ao Ministério da Agricultura, de forma que os produtores que plantam, cuidam, colhem transportam sua produção não mais a entregue de graça na hora da venda”, finaliza o Diretor.
 
“Queremos verificar com a pesquisa quais níveis de utilização do grão ou do farelo de soja é que podem influenciar no ganho de peso dos animais. Pelos resultados preliminares desta e de outras pesquisas que estão sendo conduzidas na parceria com a UFMT, além de outras já concluídas, temos visto que estamos no caminho certo, tanto é que nada se perde da soja avariada. O comprador nos desconta, mas os grãos são totalmente utilizados pelos compradores” destaca o presidente da Aprosoja, Antonio Galvan.

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Fonte: Assessoria Técnica

Assessoria Técnica

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Fonte: APROSOJA

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Governo altera redação da NR31

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Defesa Agrícola

Governo altera redação da NR31

Nota Informativa foi publicada nesta terça-feira (27.10)

27/10/2020

Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) orienta seus associados quanto a nova redação da Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho, na Agricultura, Pecuária, Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura (NR31), publicada no Diário Oficial desta terça-feira (27.10).

De acordo com a normativa, a revisão da NR31 busca a manutenção da segurança do trabalhador, trazendo mais clareza, com linguagem acessível ao produtor rural, dando segurança jurídica na aplicação da norma. Foram identificados dois tipos de impactos independentes. Um refere-se ao custo da insegurança jurídica e o segundo grupo relativo a impactos pontuais.

Na questão da insegurança jurídica a nova NR31 em vigor, algumas NR’s urbanas não poderiam ser aplicadas (em especial, NR07, NR9, NR17, NR24, NR30, Nr33, NR35 e NR367) e isto representaria uma redução em 15% de autos lançados, em torno de R$ 3,6 milhões economizados.

No segundo grupo os impactos pontuais estabelecem a criação do Programa de Gerenciamento de Risco no Trabalho Rural – PGRTR, permissão do uso de plataformas de ensino a distância (EAD) para realização de treinamentos, redução de custos relativos às modificações nas exigências associadas aos tipos de moradias para os trabalhadores e redução da distância mínima de 30m do local de armazenamento para qualquer outra construção.

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Segundo a NR31, em linhas gerais, quando se somam as análises econômicas realizadas, poderá gerar uma economia de R$ 4,3 bilhões anualmente para o setor rural.

Veja a Nota Informativa do Governo Federal na íntegra aqui.

 

Fonte: Ascom

Assessoria de Comunicação

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Fonte: APROSOJA

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Pesquisa aponta que soja avariada tem qualidade na alimentação de animais

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Defesa Agrícola

Pesquisa aponta que soja avariada tem qualidade na alimentação de animais

O estudo é realizado por pesquisadores da UFMT

Wanderlei Dias Guerra

26/10/2020

Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), por meio do Programa Agrocientista, desenvolve há dois anos a pesquisa “análise de soja avariada, coordenada pela professora doutora em ciência animal, Gerusa Corrêa, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). A pesquisa pretende demonstrar através da ciência a qualidade da soja avariada, contrapondo o que estabelece a Instrução Normativa Nº 11/07 do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que estabelece o limite máximo de tolerância de avarias em 8%.

De acordo com a pesquisadora, as avarias (queimados, ardidos, mofados, fermentados, germinados, danificados, imaturos e chochos) estão sujeitas a descontos na hora da comercialização dos grãos.

Durante o trabalho de campo foi feita uma análise estatística com um lote de 1.200 frangos divididos em dois grupos desde o início até o abate. “O primeiro grupo não recebeu a soja avariada, já o segundo obteve na alimentação o grão a avariado de 8%,12%,24% e 32%. Com isso, percebemos que a segunda opção não sofreu nenhuma interferência em até 32%”, explicou a doutora, ao revelar que a próxima etapa será a análise patológica das aves.

Os grãos fermentados e ardidos são as principais avarias que levam parte do lucro do produtor, uma vez que a soja apresenta teor de proteínas ainda maior que os considerados padrões. “Queremos provar com a pesquisa de que até 100% da soja avariada não influencia em perda de peso da ave. Já testamos na carne, e agora no frango. Vamos comprovar cientificamente e mostrar ao Mapa que a soja deve ser paga integralmente ao produtor rural”, declarou o presidente da Aprosoja, Antonio Galvan.

Veja Mais:  Plantio da soja em MT alcança 8,19% da área semeada em outubro

 

Fonte: Ascom

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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