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Móveis planejados e poucos eletrodomésticos: como decorar cozinhas pequenas?

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Dizem que a cozinha é o coração de uma casa. Transformar esse lugar em um ambiente aconchegante e bonito ao mesmo tempo é um desafio, principalmente quando é uma cozinha pequena.

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Julia Ribeiro

Decorar cozinhas pequenas exige planejamento e organização

Segundo Paulo Cardoso, responsável pela arquitetura da empresa SCA, os móveis planejados são imprescindíveis para projetos de cozinhas pequenas . “Cada centímetro desse ambiente pode ganhar área útil. O mobiliário planejado é um aliado fundamental para não desperdiçar nada do espaço, sem contar que contribuí para a organização”, comenta.

O conceito de “menos é mais” é importante nesses casos. A arquiteta Marta Martins acredita que utilizar os armários planejados pode dar uma “visual mais clean” para a cozinha e uma boa maneira de aproveitar ao máximo os cantinhos que seriam inutilizáveis com móveis pré-fabricados.

Um recurso a mais é “eliminar” alguns eletrodomésticos da cozinha. Nem tudo que você vê nos decorados por aí serve para um cômodo pequeno. Marta sinaliza que alguns itens podem ser riscados da lista de compras.

“Lava louça, por exemplo, e hoje existe um forno elétrico que é também micro-ondas, você consegue colocar um só. Para aproveitar os espaços temos que pensar o que será essencial para o morador. Pense sempre em ter produtos funcionais e que posso deixar a vista, para que seu uso se torne prático”, indica.

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E como fazer a cozinha parecer maior do que ela realmente é?

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Julia Ribeiro

Utilizar prateleiras e mesas embutidas pode ser uma saída para cozinhas pequenas

Se você quer ter um ambiente pequeno , mas que transpareça ser maior, a ideia é seguir as dicas de Marta. “Use cores neutras e claras, pois isso dará mais amplitude para os espaços, a madeira dá um toque de aconchego. Tudo fica a critério do cliente e se possível com a ajuda de um profissional. Nichos e prateleiras são boas dicas também”, aponta a arquiteta.

Algo que também pode ajudar na montagem de cozinhas pequenas é apostar na monocromia. “Valoriza a volumetria e traz conceito para o projeto”, diz Paulo Cardoso. É muito comum encontrar cozinhas em tons cinza, bege ou branco.

Porém, lembre-se de sempre respeitar o seu estilo na hora de decorar a casa . “Inclua a sua personalidade ao ambiente, pense em revestimento, objetos e cores que tenham ligação com você”, ressalta Marta.

Série sobre apartamentos pequenos

O Delas está produzindo uma reportagem por semana sobre como decorar apartamentos pequenos. A primeira reportagem da série foi sobre banheiros pequenos , a segunda é esta sobre cozinhas pequenas e a próxima será sobre como decorar salas pequenas. Fiquem ligados nas redes sociais do iG para as novidades.

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Hashtags sobre abuso viralizam na web: saiba como fazer um #exposed seguro?

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Desde o surgimento do movimento #MeToo, em outubro de 2017, que trata de denunciar agressões físicas e sexuais nas redes sociais, muitas mulheres tomaram coragem para expor os seus casos pessoais de abuso.

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Pexels/Mikoto.raw

Hashtags sobre abusos sexuais e físicos têm viralizado nas redes sociais

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Nesta quinta-feira (28), as hashtags #ExposedLondrina e #ExposedCuritiba ficaram no Trend Topics do Twitter como os assuntos mais comentados do dia. Muitos relatos foram compartilhados sobre abusos familiares e até ameaças dos agressores. Mas você sabia que identificar os abusadores pode ser classificado como crime?

Veja Mais:  Como falar com os filhos sobre um assunto delicado?

*esses textos podem provocar gatilhos relacionados à temática

Para explicar um pouco sobre como fazer um exposed seguro sem ser processada, a advogada especialista em direitos da mulher Ana Paula Braga dá algumas dicas.

“Nesses casos [de exposed nas redes] tem um conflito de princípios constitucionais. Ao mesmo tempo que a Constituição garante a liberdade de expressão, ela também garante a honra e a privacidade, e esses dois entram em conflito nesse cenário. A pessoa que foi exposta pode recorrer à Justiça por danos morais na esfera civil ou com processo criminal por injúria, difamação ou calúnia”, explica Ana Paula.

De acordo com a advogada, o recurso mais usado pela defesa dos agressores é o de calúnia, que é a imputação falsa de um crime. Geralmente isso ocorre após relatos de violência sexual ou violência doméstica .

Apesar de precisar ter cuidados ao expor nas redes sociais, Ana Paula incentiva que as mulheres continuem com o ato. “Esse movimento de hastag tem um poder de empoderamento feminino muito grande e rompe o silêncio. Para preservar as vítimas, o ideal é fazer um relato de forma a não violar a honra de outra pessoa, trazer para mais para a sua história e não do agressor. Não exponha o nome, ou elementos que o especifique, como escola onde estuda e etc., existem truques para continuar os relatos e eles são importantes”, alerta.

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O que fazer após sofrer um abuso sexual ou físico?

É importante que toda a agressão física e sexual seja reportada às autoridades. É de conhecimento geral que esse não é um processo fácil , não é uma atitude fácil de ser tomada, mas é necessária. Segundo Ana Paula, fazer um boletim de ocorrência na polícia após o ato irá te resguardar de ser acusada de calúnia.

“A Polícia Civil vai investigar, abrir um inquérito e seguir com o caso. Minha dica é que a mulher procure assessoria jurídica nesse momento. Não é obrigatório, mas existe essa recomendação porque a delegacia não é um ambiente acolhedor e, assim, ela terá um suporte”, explica.

Leia também: “Tive que sair de madrugada com meu filho no colo por medo dele”

Para as mulheres que não tem condições de pagar um advogado particular, a Defensoria Pública presta assistência gratuita e integral. “É importante ressaltar que as mulheres não tenham medo, não se calem. É importante romper o silêncio, mas de forma segura”, finaliza a advogada.

*Para denunciar abuso sexual e físico contra crianças e adolescentes Disque 100 (atendimento diário das 8h às 22h – inclusive feriados). Para violência contra mulher Disque 180 (atendimento 24h).

Fonte: IG Mulher

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Como falar com os filhos sobre um assunto delicado?

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“Meu filho é muito pequeno e não vou assustá-lo mostrando a gravidade do coronavírus e todo o sofrimento que vêm ocorrendo no mundo”, é o que muitos pais e mães pensam. Mas, antes de  decidir “poupar” seu filho das más notícias , lembre-se que estamos falando do mundo real, de riscos reais. E, nesse caso, silêncio e o segredos não protegerão nossas crianças.

mãe conversando com filhos
Arquivo pessoal

Mesmo quando o assunto é complicado, é melhor falar com os filhos do que mascarar a realidade


Mas como falar com os filhos sobre um assunto tão delicado? Pra começo de conversa, é importante saber que os detalhes sobre a situação a qual estamos vivendo , com o coronavírus e todos o isolamento social no mundo, vai depender da idade de cada criança. Se seu filho é pequeno, menos de 4 ou 5 anos, o ideal é começar o assunto perguntando o que ele já sabe. Vá descobrindo até onde ele entende o que está acontecendo e fale sempre a verdade, claro que com as explicações respeitando a idade da criança.

Você não tem resposta para tudo? Bem-vinda ao mundo dos normais: ninguém tem. E tudo bem. Você não precisa ter todas as respostas . Sobre o que vai acontecer depois disso tudo, por exemplo, você pode dizer “nós não sabemos, mas acreditamos que…”.

O importante é que seu filho entenda o que está se passando e que ele tenha esse espaço para conversar e falar dos seus medos . Não precisa amenizar tudo, tá mãe? Não precisa dizer que essa pandemia não é nada de mais e que não precisa sentir medo. Explique que ter medo é normal e que até você também sente. A gente falou sobre isso no texto passado, não foi? Sobre falar dos seus sentimentos também para a criança. Isso ajuda na identificação dos sentimentos dele próprio.

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Leia também: Desobediência, birras e gritos: entenda as reações de seu filho no isolamento

Você não está sozinha nessa, mamãe. Todas nós estamos no mesmo barco e dentro da mesma tempestade. Já está tudo bem difícil para crianças e adultos. Se o assunto sobre o isolamento social, a Covid-19 e tudo isso que estamos passando surgir – e é importante que surja – termine com um clima bom.

Depois de falar com os filhos , procure fazer alguma coisa divertida com as crianças. Isso vai ajudar a passar mais segurança e trazer a leveza tão necessária nesse momento. Para eles e para você.

Fonte: IG Mulher

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“Postura pós-pandemia”: projeto ensina como receber em casa depois da Covid-19

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A pandemia tem causado diversos impactos na sociedade. Dentre eles, podemos citar as questões relacionadas ao comportamento. Novos hábitos passaram a fazer parte do cotidiano de muitos brasileiros, desde usar máscaras a higinenizar as compras adequadamente.

Leia também: 10 dicas para montar um canto lúdico para as crianças em casa

chinelo
Reprodução

Retirar o chinelo na porta pode ser um novo hábito de visita

Pensando nisso, Camila Costa (@requintando_por_camilacosta), Isabela Azevedo (@beluquices), Rosana Brandão (@rosanabrandao) e Terezinha Ribeiro (@etiquetainteligente) criaram o projeto “Posturas Pós Pandemia” com o objetivo de compartilhar em seus perfis nas redes sociais dicas sobre os novos comportamentos advindos da pandemia

O primeiro assunto abordado é a questão do sapato que necessitará de um cuidado especial, a partir da perspectiva da higiene, tanto por parte do convidado quanto do anfitrião.

Recomenda-se ao convidado (a), ao chegar na casa do anfitrião (ã), retirar seus sapatos, tal ato é uma forma de demonstrar respeito ao espaço que te acolhe. 

Destaca-se  que uma atitude consciente é providenciar um chinelo para transitar pelos espaços internos da residência. Este chinelo deverá ser previamente limpo e higienizado. É indicado transporta-lo em uma bag, a qual deverá ficar posicionada em local específico, determinado pela anfitriã, assim como o seu sapato.

Diante deste novo contexto, em que a prática de retirar os sapatos para entrar nas residências, possivelmente, será uma nova realidade, o ideal é que a anfitriã providencie um local adequado para que os convidados possam depositar seus calçados. 

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Algumas sugestões: cestas, estantes pequenas, tapete demarcador de lugar ou, simplesmente, delimitar um espaço na entrada da casa – use a criatividade e dê um novo uso a objetos que tenha em casa e que possam atender a tal finalidade.

Um aviso delicado e descontraído com uma frase sugestiva pode funcionar como um lembrete para os mais esquecidos, afinal estamos construindo este novo hábito.

Uma forma de demonstrar cuidado e carinho especial com os seus convidados é a própria anfitriã providenciar pares de chinelos (estilo pantufas) ou sapatilhas de tnt descartáveis. Outra opção é eleger um tapete ou um spray higienizador de sapatos. Já há opções disponíveis no mercado.

Leia também: A pandemia vai impactar no setor de decoração e mesa posta?

Frisamos que tais posturas são sugestivas e não pretendem discorrer sobre todas as prováveis possibilidades futuras, afinal estamos tratando de um cenário inédito para todos nós, entretanto destacamos que “tudo o que é feito com amor traz menos resistências.”


Fonte: IG Mulher

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