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“MT terá redução no volume de chuvas no segundo trimestre, mas distribuição deve compensar”, afirma Molion

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Defesa Agrícola

“MT terá redução no volume de chuvas no segundo trimestre, mas distribuição deve compensar”, afirma Molion

A previsão climática é feita com base nos estudos LGDF que utiliza o método de similaridade

14/01/2021

Nos meses de abril, maio e junho de 2021 as regiões mato-grossense terão redução de 30 a 90 milímetros no volume de chuva. A opinião é do professor PhD em Meteorologia pela Universidade de Wisconsin (USA), Luiz Carlos Molion, e foi apresentada nesta quinta-feira (14.01), durante live promovida pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), por meio do Projeto AproClima.

A previsão é feita por similaridade, com base no modelo do Laboratório Geofísico de Dinâmica de Fluidos (LGDF), da Universidade de Princeton os Estados Unidos. O método consiste na análise da performance climática de acordo com os anos. Neste caso, o especialista fez a comparação deste ano com o ano de 2005.

No gráfico, ele mostrou que nos meses de abril, maio e junho do ano de 2005, as regiões mato-grossenses apresentaram uma redução significativa no volume de chuva. Com base nisso, a previsão para este ano é de que Alta Floresta apresente um volume total acumulado de 190mm, o que representa 32% abaixo da média; Canarana aparece com 90mm (-36%), já Cáceres pode ter 75mm (-46%), Diamantino tem 105mm (-47%) e, por fim, Cuiabá que deve apresentar 95mm de acumulado, ocasionando um déficit de 50%.

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“Apesar da redução neste trimestre do ano, a safra será boa para os produtores de soja e milho de Mato Grosso, isso porque as chuvas estarão bem distribuídas em todas as regiões”, ressaltou o especialista, destacando a região a sul, como a mais comprometida, com chuvas 30% abaixo da média.

Hemisfério Norte

Molion falou ainda sobre a situação climática no Hemisfério Norte que, desde a metade de outubro, tem enfrentado intensas frentes frias. “Esse fenômeno pode ocasionar invernos mais rigorosos nos Estados Unidos e consequentemente a perda da janela do plantio da soja e do milho, ocasionando uma quebra na safra 2021”, explicou o meteorologista.  

Diante dessa perspectiva, a dica do especialista é para que os produtores que ainda não negociaram a safra de 2022, esperem. “Os preços da soja e do milho devem subir no mercado internacional”, finalizou.

Presidente da Aprosoja Mato Grosso, Fernando Cadore, falou que a iniciativa da entidade tem como objetivo fomentar o projeto AproClima e auxiliar os produtores rurais nas tomadas de decisão durante a colheita de soja e plantio do milho. “A partir de agora, vamos criar o hábito de promover essas palestras todo início de plantio e colheita para que o produtor possa ficar atento e não ser pego tão desprevenidamente com relação as questões climáticas”, pontuou o presidente.

Live

Disponível no Canal do YouTube da Aprosoja Mato Grosso, a live contou com a mediação do produtor rural e diretor administrativo da associação, Nathan Belusso e do gestor de inteligência de mercado do Instituto de Economia Agropecuária (Imea), Cleiton Gauer, que apresentou um panorama das análises realizadas pela instituição para a safra atual.  

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Fonte: Ascom

Assessoria de Comunicação

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Fonte: APROSOJA

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Aprosoja alerta: atraso no Plantio do Milho pode gerar cancelamento do Seguro Agrícola

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Política Agrícola e Logística

Aprosoja alerta: atraso no Plantio do Milho pode gerar cancelamento do Seguro Agrícola

Milho será semeado fora da janela indicada pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático

26/02/2021

Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) orienta os associados que contrataram seguro agrícola para a cultura do milho, que se atentem a janela do plantio, já que de acordo com dados do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA), o cultivo do cereal nesta safra apresenta atraso significativo se comparado a anterior, o que pode gerar prejuízos caso haja necessidade de acionar o seguro.

Conforme dados do IMEA, colheita da soja safra 2020/21 apresenta um atraso de 32% em relação ao ano anterior e boa parte do cereal que teria de estar plantado até o final de fevereiro será semeado fora da janela indicada pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), consequentemente, as apólices de seguro agrícola contratadas junto com o custeio da safra, ou à parte, tendem a não cobrir os riscos da atividade, em virtude das regras definidas nas próprias apólices.

Sendo assim, a Aprosoja orienta seus associados que contrataram seguro agrícola para que atentem-se a janela de plantio do seu município, de acordo com a cultivar escolhida e o tipo de solo da propriedade, e caso identifique que a semeadura ocorrerá fora da indicação do ZARC, que notifique a seguradora e instituição financeira, se for o caso, sobre o agravamento de risco da atividade.

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Segundo a entidade, a notificação deve ser realizada em formulário próprio (clique aqui para baixar) e é condição obrigatória para que o segurado não perca o valor do prêmio do seguro, além de não ser indenizado em caso de sinistro. A Seguradora, após notificada, tem 15 dias para se manifestar em relação a sua decisão de cancelar a apólice ou, mediante acordo entre as partes, restringir a cobertura contratada.

“Produto rural, fique atento! Somente de posse da notificação de agravamento de risco será possível solucionar eventuais conflitos relacionados à cobertura das apólices de seguro”, alerta Aprosoja Mato Grosso.

Fonte: Ana Sampaio

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Aprosoja participa de posse do IPA

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Fortalecimento Institucional

Aprosoja participa de posse do IPA

A cerimônia ocorreu nesta terça-feira (23.02), em Brasília

24/02/2021

Presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Fernando Cadore, participou da posse da nova diretoria do Instituto Pensar Agropecuária (IPA). A cerimônia ocorreu nesta terça-feira (23.02), em Brasília.

Novo presidente Nilson Leitão irá comandar o instituto pelos próximos dois anos. IPA foi criado para defender os interesses da agricultura e prestar assessoria à Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), por meio do acordo de cooperação técnica.

“Aprosoja é a maior entidade dentro do IPA e uma das co-criadoras desse instituto que é extremamente relevante e importante para o nosso setor. Vamos continuar cada vez mais atuantes, com nossos técnicos trabalhando nas comissões e desejamos sucesso a nova diretoria”, pontuou Cadore.

O evento foi prestigiado por parlamentares e ministros, como do Meio Ambiente, Ricardo Salles e Infraestrutura e Logística, Tarcísio Gomes de Freitas. Também participaram da posse o diretor administrativo, Nathan Belusso e o diretor executivo, Wellington Andrade.

Fonte: Ana Sampaio

Assessoria de Comunicação

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Fonte: APROSOJA

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Raça Araguaia: sucesso na pecuária de corte, bovino apresenta excelente rendimento de carcaça e ótima qualidade da carne

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Investindo no desenvolvimento da pecuária de corte nacional, o Grupo Origem Premium mantém as melhores práticas para um bom planejamento e uma gestão eficiente que resulte em produtividade, qualidade, no sucesso do negócio e de seus parceiros comerciais.

Bovinos da Raça Araguaia possuem características de eficiência produtiva e qualidade de carcaça “Premium” que vão de encontro à demanda do consumidor mais exigente. A afirmativa é baseada, em análises técnico-científicas, realizada de forma independente pelos técnicos do iBeef, a partir do abate, avaliação de carcaças e análises laboratoriais da carne, em parceria com a Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) e Universidade Estadual Paulista (UNESP) de Botucatu-SP, com o suporte do professor Arthur Chardulo. Em base dos dados observados o Araguaia, também apresenta atributos positivos para o cruzamento industrial com a raça Nelore, ressalta o médico veterinário, especialista em ciência da carne, professor Ângelo Polizel.

“As F1 permaneceram superiores estatisticamente para peso vivo final, ganho total e médio diário, peso de carcaça quente, claramente pelo efeito da heterose, lastreando o potencial da Raça Araguaia para os programas de cruzamentos terminais com Nelore. Apesar da diferença numérica de 1,4 ponto percentual no rendimento de carcaça quente (F1( Nelore x Araguaia) 55,4% / Araguaia (pura) 56,8%), não foi confirmada essa diferença em base estatística. De forma geral, foi observada similaridade entre os grupamentos genéticos, colaborando para o uso do Araguaia em cruzamentos com entrega de carcaças sem diferença para a linha progenitora”, afirma.

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A avaliação genética apontou que com relação ao rendimento de carcaça as respostas foram de 56%. Os animais terminados em semi-confinamento apresentaram ótimo crescimento na fase pré-terminação, e composição desejável de gordura, bom ganho de peso e ótimos acabamentos de carcaça.

“Obtivemos um rendimento de carcaça muito bom, esse rendimento faz relação ao peso do animal vivo ao peso de carcaça, portanto, o que o animal pesou vivo, corresponde a 56.4% de carcaça. O percentual de gordura intramuscular da carne foi de 1,3% de gordura e os valores da Força de Cisalhamento, que calcula a maciez da carne, foram consideravelmente baixos, contribuindo para a garantia da entrega de uma carne com baixo teor de gordura (low fat), macia e sustentável ao mercado”, destaca o Pesquisador.

Animais Araguaia puros ou seu cruzamento com a raça Nelore apresentam alta composição de musculatura nas carcaças e possuem grande eficiência alimentar (transformação do alimento em peso de carcaça) o que têm animado os criadores.

O somatório desses fatores é a produção de carcaças de distintas características qualitativas e quantitativas da raça, destaca o criador Raul Almeida.

“Estes parâmetros contribuem diretamente para a eficiência econômica da engorda e no peso final da carcaça que reflete em melhor remuneração ao produtor. Outro ponto a se destacar é que o animal possui ossatura fina, esta característica reflete em ganhos também para a indústria, pois aumenta o rendimento de desossa das carcaças”, reforça Almeida.

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Como observado, a Raça Araguaia apresenta elevados índices zootécnicos, econômicos e também na qualidade da carne, resultado condicionado tanto ao componente genético quanto ao manejo alinhados aos princípios de bem-estar animal, preservação do meio ambiente e emprego de ferramentas que modernizam a produção, ressalta o sócio-diretor da Origem Premium, Alexander Estermann.

“O grupo Origem Premium, oferece ao mercado consumidor, carne uma macia, saborosa, saudável (baixo teor de gordura) e sustentável, aliado a tudo isso no rótulo da embalagem é possível o consumidor ter acesso via QR CODE a informações relevantes da fazenda onde a carne foi produzida. A ‘originação” com um formato único de cada embalagem faz parte dos pilares da ORIGEM PREMIUM”.

Os pecuaristas interessados em conhecer e participar do Programa de Produção Origem Premium, basta acessar o site (www.origempremium.com.br) e se cadastrar.

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