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Mulher reclama ter encontrado frango em pacote de molho de tomate; saiba mais

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Edna afirma que nada semelhante aconteceu antes
Reprodução / UOL/ Arquivo pessoal

Edna afirma que nada semelhante aconteceu antes


Edna Faria, moradora de Sorocaba, no interior paulista, estava acostumada a encontrar molho de tomate quando abria o pacotinho do extrato da marca Heinz. No último domingo (28), entretanto, teve uma surpresa desagradável: havia um pedaço de carne de frango dentro da embalagem. 

Para o almoço do dia, ela cozinhou o macarrão e pediu que o filho abrisse o pacote de molho da marca Heinz. Ele percebeu que havia um corpo estranho no extrato. Edna diz que o que ela encontrou no pacote tem características incomuns à matéria-prima do molho: cor bege, espessa e inodora.

“Meu filho abriu a embalagem e me perguntou se era normal ter pedaços de frango no molho. Eu achei estranho e fui ver e encontrei aquele negócio horrível. Nem conseguimos almoçar direito naquele dia, revirou o estômago”, explica a costureira ao UOL.

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Ela conta que que a embalagem estava lacrada e não tinha nenhuma característica que a fizesse desconfiar da qualidade do produto ou indicasse rasura. A data de vencimento estava prevista para 4 de fevereiro do próximo ano.

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O produto foi comprado em um supermercado da cidade junto com outras três embalagens iguais. Uma delas já foi aberta, mas nada inesperado aconteceu. As demais estão fechadas. 

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“Todos os meses compramos molho de tomate dessa marca e nunca tivemos problema, foi a primeira vez”, garante a costureira.

 A família entrou em contato com a fabricante do molho de tomate e aguarda um representante retirar o produto. “A empresa disse que alguém virá recolher para análise. O pacote ainda está na minha geladeira”, conta.


Resposta da fábrica 


A Heinz reafirmou, em nota,  que o produto será retirado para análise. 

“Com relação ao caso da Sra. Edna, a Kraft Heinz informa que está em contato com a consumidora e irá retirar o produto. Ainda, a companhia esclarece que o corpo estranho será avaliado por nosso corpo técnico, mas já pode adiantar que não possui carne de frango em seu processo produtivo. Em caso de problemas internos ou externos, ações corretivas serão implementadas para a eliminação do ocorrido. A Kraft Heinz reforça que segue rígidos padrões de qualidade industrial que garantem a inocuidade e preservação dos produtos e busca aprimoramento constante, como forma de sempre oferecer uma experiência positiva a todos os seus consumidores. A empresa lamenta o ocorrido e informa que fornecerá uma cópia do atendimento à Sra. Edna”, diz a nota.

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Governo estuda PEC para aumentar despesas com pandemia e furar teto de gastos

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Paulo Guedes vê medida como alternativa para permitir gastos com programas econômicos
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Paulo Guedes vê medida como alternativa para permitir gastos com programas econômicos

O governo avalia enviar ao Congresso Nacional uma proposta de Emenda à Constituição (PEC) para permitir aumentar os gastos contra a pandemia de Covid-19 sem acionar o Estado de Calamidade Pública.

Ao mesmo tempo, uma ala do Executivo defende que a proposta ajude a destravar o impasse criado em torno do Orçamento de 2021 . A possibilidade em discussão é permitir recursos para obras fora do teto de gastos, regra que limita as despesas da União.

O envio da PEC ao Congresso ainda não é consenso dentro do governo, mas ganhou força desde a última sexta-feira (09). Integrantes da equipe econômica tentam limitar os gastos totais a R$ 35 bilhões. Desse valor, uma faixa entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões seriam destinados para obras.

Integrantes da equipe econômica resistem à ideia de permitir gastos com obras fora do teto por entender que isso se trata de uma manobra contra a regra.

A possibilidade de gastar com obras fora do teto começou a ser articulada pela ala política do governo. De acordo com fontes que participam das discussões, a intenção dessa ala do governo é colocar na PEC a permissão para gastos fora do teto com o objetivo de “atenuar os impactos sanitários, sociais e econômicos” agravados pela pandemia de Covid-19.

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O governo ainda não tomou uma decisão sobre o envio da PEC, que será apresentada ao presidente Jair Bolsonaro.

A equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, vê na PEC uma forma de permitir os gastos com programas econômicos. O governo pretende gastar pelo menos R$ 4 bilhões com o Pronampe (empréstimo para pequenas empresas) e R$ 8 bilhões para compensar o corte de salário e de jornada de empregados.

O Ministério da Economia considera os programas um “sucesso”, especialmente o que permitiu acordos para redução de jornada de trabalho de mais de 11 milhões de empregados.

Além disso, o Ministério da Saúde já mostrou a necessidade de mais recursos para combater a pandemia, como recursos para leitos de UTI e testes.

A PEC permitiria ao governo gastar sem as amarras fiscais. A decisão é deixar os programas fora do teto de gastos (regra que impede o crescimento das despesas da União). Apesar de a edição de um crédito extraordinário via medida provisória (MP) tirar o gasto do teto, ainda é necessário vencer duas outras regras fiscais.

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A proposta de Emenda à Constituição em gestação permitiria gastar fora da meta de resultado das contas públicas (que neste ano prevê um rombo de R$ 247 bilhões) e da regra de ouro (que proíbe o endividamento da União para gastos correntes).

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No ano passado, isso não foi um problema porque o governo decretou a Calamidade Pública e também esteve em vigor o Orçamento de Guerra. Agora, o ministro da Economia, Paulo Guedes, não quer um novo Estado de Calamidade. Ele argumenta que isso seria um “cheque em branco”.

Por isso, o ministro prefere lançar as medidas “a conta-gotas”, deixando os gastos na casa de 1% do PIB. No ano passado, foram mais de 8% do PIB. O governo já limitou a R$ 44 bilhões o auxílio emergencial em 2021 (em 2020 foram mais de R$ 300 bilhões em gastos com o benefício).

Para aprovar uma PEC, são necessários os votos de pelo menos 308 deputados e 49 senadores em dois turnos de votação em cada Casa.

A PEC também poderia destravar o impasse criado em torno do Orçamento de 2021. O Congresso aprovou uma proposta que aumentou em R$ 26,4 bilhões as emendas parlamentares, especialmente para obras. Para isso, o relator, senador Márcio Bittar (MDB-AC), cortou gastos obrigatórios, especialmente com Previdência, abono salarial e seguro-desemprego.

O governo vive um impasse porque se vetar as emendas para aumentar os gastos obrigatórios irá desagradar integrantes da sua base aliada, especialmente o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

Por outro lado, se o presidente Jair Bolsonaro sancionar a proposta integralmente, ele pode incorrer em crime de responsabilidade, na avaliação da área técnica da equipe econômica.

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Ao permitir as obras fora do teto,  as emendas dos parlamentares seriam transferidas para esses gastos. Isso permitiria recompor os gastos obrigatórios.

Essa estratégia, porém, é contestada pela área técnica do Ministério da Economia, que vê na manobra o “drible” ao teto de gastos.

Nos últimos dias, auxiliares de Bolsonaro passaram a avaliar a possibilidade de o presidente viajar para fora do país e deixar Lira sancionar o Orçamento. Para isso, seria necessário o vice-presidente Hamilton Mourão também viajar.

O presidente da Câmara é o terceiro na linha de sucessão da Presidência da República. Bolsonaro tem até o dia 22 para vetar ou sancionar o Orçamento.

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Economia

Santander fará leilão de imóveis com descontos de até 75%; veja oportunidades

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Santander realiza leilão de mais de 140 imóveis
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Santander realiza leilão de mais de 140 imóveis

O banco Santander Brasil vai oferecer 141 opções para leilão de imóveis em diversos estados, com descontos que chegam até 75% . As ofertas, com lances iniciais que variam entre R$ 44,2 mil e R$ 6,9 milhões, podem ser realizadas até o dia 27 de abril, no site da Sold Leilões , empresa do Grupo Superbid. O banco oferece facilidades no pagamento em todos imóveis, como parcelamento em até 420 vezes através do crédito imobiliário e débitos de condomínio e IPTU quitados até a data do leilão. Além disso, a Sold oferece desocupação gratuita nas capitais.

Entre as opções estão casas e apartamentos, espalhados por 10 estados: Bahia, Ceará, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Sergipe e São Paulo. O desconto médio dos imóveis é de 43%.

No Rio de Janeiro, para quem busca imóvel na praia, é possível arrematar uma casa na cidade de Saquarema, com 200 metros quadrados, à partir de R$ 158,4 mil. Também na praia, em Rio das Ostras, um apartamento de 91 metros quadrados de área total está à venda a partir de R$ 167 mil.

Já na capital fluminense, na Barra da Tijuca, um apartamento de 219 metros quadrados está disponível a partir de R$ 1,3 milhão.

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O imóvel com maior desconto no pregão fica em Santa Maria da Vitória (BA). Trata-se de uma casa com área total de 267 metros quadrados, com lance a partir de R$83.325,00 (75% abaixo do valor de avaliação). Em Lagoa Santa (MG), uma casa com 3 quartos, suíte e vaga de garagem está à venda com lance a partir de R$ 146,5 mil.

Já em Iperó (SP), a partir de R$ 157,5 mil é possível arrematar uma casa de 119 metros quadrados de área construída. Em Buritama (SP), uma casa com 200 metros quadrados de área total está à venda a partir de R$ 80 mil. Na capital paulista, um apartamento com 103 metros quadrados de área total e 37% abaixo do valor de avaliação pode ser arrematado a partir de R$ 173,2 mil.

Quem procura imóvel em Porto Alegre (RS) pode adquirir uma casa de 212 metros quadrados, com desconto de 41%, a partir de R$ 740,6 mil.

Os lances condicionais, sujeitos a aprovação do vendedor. Todas as unidades estão disponíveis no site da Sold e no site do banco Santander. Os imóveis desocupados podem ser visitados mediante o agendamento pelo e-mail [email protected]

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Serviço:

  • Leilão de Imóveis do Banco Santander
  • 27 de abril, a partir das 15h.
  • https://www.sold.com.br/santander

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Bitcoin supera R$ 360 mil e rompe nova máxima histórica

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Bitcoin rompe nova máxima história aos US$ 63.000
Gino Matos

Bitcoin rompe nova máxima história aos US$ 63.000

Após atingir pico várias vezes nas últimas semanas e manter sua força, o mercado de Bitcoin (BTC) finalmente fez um rompimento. Na manhã desta terça-feira (13), o BTC ultrapassou os US$ 63.000.

Em reais, o nível corresponde a mais de R$ 362.000. Como resultado, boa parte das grandes criptomoedas em valor de mercado também exibiram ganhos.

O caso mais expressivo é do XRP, que saltou mais de 27%.

Ao 12h15 a moeda batia US$ 62.937,40, equivalente a R$ 359.529,90.

Preço do Bitcoin hoje

De acordo com dados obtidos pela ferramenta WorldCoinIndex, o BTC avançou 4,73% nas últimas 24 horas contadas da escrita desta matéria. A cotação do BTC hoje é R$ 360.147,14.

Nesta manhã foi vista a máxima intradia e histórica de R$ 362.699,75. Já a mínima intradia ocorreu na manhã de ontem, vista em R$ 339.570,27.

Dados do IntoTheBlock indicam que todos os endereços de Bitcoin estão lucrando com o preço atual. Além disso, o rompimento da máxima história reverteu o futuro do Bitcoin, segundo seus principais indicadores.

Pessimismo e neutralidade contam com dois indicadores cada, enquanto o otimismo se firmou com outros três indicadores.

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Pessimismo e neutralidade contam com dois indicadores cada, enquanto o otimismo se firmou com outros três indicadores.

Quanto ao volume de troca do BTC, cerca de R$ 343,7 bilhões foram movimentados nas últimas 24 horas.

Por fim, o gráfico do Bitcoin referente às últimas 24 horas pode ser visto abaixo:

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o gráfico do Bitcoin referente às últimas 24 horas

Criptomoedas também avançam

Além do Bitcoin, outras criptomoedas seguiram sua movimentação positiva. XRP, Stellar e Litecoin avançaram respectivos 27,82%, 9,49% e 6,90%.

O Top 20 também está repleto de valorizações. Dogecoin, Tron e Bitcoin Cash acrescentaram respectivos ganhos de 10,44%, 12,03% e 6,12%.

Até o fechamento desta matéria, o valor total do mercado de criptoativos era de R$ 12,3 trilhões, cerca de R$ 600 bilhões a mais em relação ao dia anterior. A dominância do BTC está em 54,5%.

Por fim, a cotação do dólar utilizada para converter os valores foi de R$ 5,73.

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ALMT – Campanha Fake News II

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