Mato Grosso

No topo da produção nacional de grãos, Sapezal comemora 26 anos; Governo celebra com repasses em dia e ajuda no combate à Covid 19

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Um dos polos do agronegócio mato-grossense, figurando entre os primeiros do ranking nacional na produção de algodão, girassol, soja e milho, o município de Sapezal, com 26.688 habitantes, distante 500 quilômetros de Cuiabá no sentido noroeste, completa 26 anos neste sábado (19). O Governo do Estado participa das comemorações por meio de repasses financeiros em dia e de contribuição para combater a pandemia da Covid-19.

Entre janeiro e setembro deste ano, foram repassados R$ 46,323 milhões aos cofres municipais, referentes a ICMS, IPVA e Fethab, além de outros R$ 1,133 milhão em assistência social, transporte escolar, convênios na área de saúde e emendas parlamentares entre 2019 e julho deste ano. 

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) enviou ao município 2.200 testes rápidos para detecção do coronavírus e medicamentos para o tratamento precoce da Covid-19, num total de 94.724 comprimidos, entre azitromicina (11.646), ivermectina (9.317) e dipirona (73.761), também distribuído em gotas, somando 1.812 frascos.

Economia 

Segundo os últimos dados do IBGE, de 2018, Sapezal é maior produtor nacional de algodão, com 756,89 mil toneladas avaliadas em R$ 1,84 bilhão; sexto maior de soja (quarto no ranking estadual), com 1,23 milhão de toneladas avaliadas em R$ 1,15 bilhão; e décimo maior de milho (sétimo no Estado), com 903 mil toneladas avaliadas em R$ 315 milhões.

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Sapezal é o maior produtor de algodão do país – Foto Mayke Toscano  

Ocupa ainda a terceira colocação – nacional e estadual – na produção de girassol, com 14,28 mil toneladas, cultivando também arroz (5,4 mil toneladas) e feijão (8,5 mil toneladas). 

Quatro grandes distribuidoras de insumos atendem ao agronegócio sapezalense, cujo rebanho bovino soma 126,3 mil cabeças. 

O PIB (Produto Interno Bruto) municipal em 2017 – últimos números do IBGE disponíveis – somou R$ 2,5 bilhões, ocupando a 11ª posição estadual. O setor agropecuário, com R$ 1,25 bilhão, foi seu principal componente, seguido pelo setor de serviços, com R$ 728,6 milhões.

O PIB por habitante (per capita), de R$ 103.551,68, é terceiro maior de Mato Grosso e ocupa a 53ª colocação entre os mais de 5.500 municípios brasileiros.

História

A formação do núcleo urbano de Sapezal tem como base a colonização da área pelo Grupo Maggi e seu nome é uma referência ao Rio Sapezal, cujas águas, depois de desaguar rio Papagaio, chegam ao Juruena.

Sapezal é onde há muito sapé, uma espécie de capim utilizado para cobertura. Em Tupi quer dizer capim brilhante, que “alumia”.

Seus pioneiros foram colonos sulistas, a maior parte vinda do Norte do Rio Grande do Sul, Oeste de Santa Catarina e Oeste do Paraná, que chegaram nas décadas de 1970 e 1980.

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Sapezal já nasceu com infraestrutura: posto telefônico, posto de combustível, hotel, churrascaria, restaurantes, farmácia, supermercado e modernas escolas.

A atual zona urbana começou a ser povoada com a abertura da estrada MT 235 (Estrada Nova Fronteira) e do Loteamento da Cidezal Agrícola, em meados de 1987.

Em 19 de setembro de 1974, pela Lei 6.534,foi criado o município, cujo primeiro prefeito foi André Antônio Maggi, pai do ex-governador Blairo Maggi.

Fonte: GOV MT

Mato Grosso

Oncologista alerta que o envelhecimento é um fator de risco para o câncer de mama

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Entre todos os tipos de câncer, o que mais acomete as mulheres é o de mama. E os dois principais fatores de risco para a doença são: ser mulher, e o envelhecimento, afirma a oncologista Carla Nakata, que é credenciado ao Mato Grosso Saúde.
 
O alerta é para que as mulheres acima dos 45 anos, e principalmente na terceira idade, intensifiquem os cuidados para monitorar a saúde, já que é nesta fase da vida que o câncer de mama é mais frequente.
 
“O câncer de mama pode acontecer em qualquer fase da vida, porém é mais frequente por volta dos 45, aos 65 anos de idade. Por isto, é importante o rastreamento e o diagnóstico precoce, ou seja, logo no início do câncer. A chance de essa mulher ficar curada ao longo da vida é muito alta, girando em torno de 95% a 98%, dependendo do caso. Quando eu diagnostico essa mulher em um quadro avançado as chances diminuem”, explica
 
A paciente que tem o diagnóstico precoce pode precisar de menos procedimentos onerosos, e mais complicados. “Às vezes a paciente que identificou um câncer no início nem vai precisar de quimioterapia. Sem contar que ela vai ficar curada, podendo voltar a fazer as suas atividades normais, que é o sucesso do tratamento”, avalia.
 
Outros fatores de risco envolvidos são a obesidade, genética (vários casos de câncer de mama na família), ou o uso de terapia hormonal para pacientes que entram na menopausa, mas para 95% das mulheres, a doença vai acontecer ao acaso.
 
“O fator de proteção seria a amamentação. Quanto maior o número de filhos e a amamentação, por quanto mais tempo melhor é a proteção para um câncer de mama”, ressalta.
 
Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), são esperados 66 mil casos de diagnósticos novos de câncer de mama no País. A cada 100 mil mulheres, 61 serão acometidas com a doença. “A incidência é alta, e por isso que a gente faz esse programa de conscientização das mulheres para fazer o rastreamento do câncer de mama”.
 
Como detectar
 
O diagnóstico precoce passa por um exame de mamografia, ou ultrassom, que são fáceis e baratos. O auto exame de toque nos seios pode ajudar a paciente a perceber algum nódulo e procurar o mais breve um médico para os exames e o diagnóstico.
 
“Na maioria das vezes o câncer é assintomático. O sintoma mais frequente é a mulher sentir um caroço na mama, ou na axila. Esse caroço não dói, é endurecido, fixo. Pode ficar com a mama vermelha, pele com aspecto de casca de laranja, mais grossa com pontinhos, pode haver uma inversão do mamilo, pode haver dor, mas são sintomas menos comuns”, conta a especialista.
Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Sema suspende atividades do Parque Mãe Bonifácia

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A Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) suspende temporariamente, a partir desta sexta-feira (30.10), as atividades do Parque Estadual Mãe Bonifácia. 

O fechamento ocorre devido a morte de sete macacos saguis e atende os protocolos de segurança biológica. As atividades estarão suspensas até que os laudos da necropsia dos animais estejam concluídos e haja garantia de segurança da saúde da população e dos animais. 

Os laudos serão divulgados pela Unidade de Vigilância em Zoonoses da Prefeitura de Cuiabá que está analisando amostras coletadas. 

As equipes da Sema e do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental estão realizando varreduras sanitárias em todo perímetro do Parque.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Município de Ribeirãozinho está com risco moderado de contaminação de Covid-19 em Mato Grosso

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Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) divulgou nesta quinta-feira (29.10) mais uma atualização do panorama da situação epidemiológica da Covid-19 em Mato Grosso. O Boletim Informativo n° 235 mostra (a partir da página 12) que o município de Ribeirãozinho configura na classificação com risco “moderado” para contaminação do novo coronavírus.

Os demais 140 municípios estão na classificação de risco “baixo”, indicado pela cor verde e não apresentam grandes riscos de contaminação. Nenhuma cidade de Mato Grosso foi classificada com risco “muito alto”, indicado pela cor vermelha que representa alerta máximo de contaminação.

O sistema de classificação que indica o nível de risco é definido por cores: muito alto (vermelho), alto (laranja), moderado (amarelo) e baixo (verde). De acordo com a definição dos riscos é necessária a adoção de medidas restritivas para o controle da propagação do coronavírus nas cidades. Os indicadores de classificação de risco são atualizados duas vezes por semana e os resultados são divulgados nos Boletins informativos da SES-MT.

Veja a tabela de classificação de risco por município

 

Recomendações e cuidados

– Evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas;

– Usar máscara quando sair de casa;

– Evitar aglomerações;

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

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– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes. Ficar em casa quando estiver doente;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

 

Fonte: GOV MT

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