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Carros e Motos

Nova moto de entrada da Harley-Davidson será lançada em 2020

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Harley-Davidson Street 500
Divulgação

Harley-Davidson Street 500 deverá servir de base para o novo modelo de baixa cilindrada da marca americana

A Harley Davidson confirma que tem planos de lançar modelos mais simples, a partir de 250 cc de cilindrada, para aumentar seu volume de vendas. A novidade faz parte do plano de crescimento da marca, intitulado “Mais Caminhos para Harley-Davidson”, que será traçado em mercados emergentes.

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Com a chegada da nova moto
de entrada da Harley-Davidson
, a ideia é que países asiáticos também passem a ter os modelos da marca americana de baixa cilindrada. Hoje em dia, o modelo mais em conta é a Street 500. Porém, depois que tiver seu novo modelo básico, a fabricante com sede nos EUA terá que brigar com rivais da KTM e da BMW.

É bem provável que o novo modelo da Harley-Davidson se chame Street 250 e que seja equipado com itens como garfos dianteiros telescópicos e molas auxiliares na traseira para ajudar no trabalho dos amortecedores. Além disso, pode ser adotado um quadro de instrumentos parcialmente digital e linhas baseadas nas da Street 500
.  

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O motor de 250 cc, entretanto, deverá manter a tradicional configuração de dois cilindros em V, refrigerada a água, capaz de gerar algo em torno de 25 cv e 3 kgfm de torque. No sistema de transmissão, a Harley-Davidson
deverá adotar o câmbio de seis marchas. E na parte estrutural um dos destaques fica por conta dos freios a disco com ABS.

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Veja as diferenças entre o Toyota Corolla de corrida e o de rua

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Toyota Corolla
Luis França / Divulgação

Toyota Corolla Stock Car motor V8 no lugar do de quatro cilindros e uma série de diferenças em relação ao sedã convencional

A temporada 2020 da Stock Car segue sem data para começar. A expectativa era que ela tivesse início no próximo fim de semana (4 e 5), com uma etapa em Cascavel (PR), que acabou cancelada ainda por conta dos efeitos da pandemia do novo coronavírus. Péssima notícia para os fãs, que pela primeira vez em anos poderiam ver uma disputa entre carros de verdade (ou quase). No caso, os sedãs médios Toyota Corolla e Chevrolet Cruze.

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Os novos carros serão o principal destaque desta temporada da Stock Car. Diferente de anos anteriores, quando traziam uma “bolha” de fibra de vidro que apenas lembrava um automóvel “real”, os novos são estruturalmente mais próximos dos Chevrolet Opala e Omega usados no passado pela categoria, trazendo a carroceria que traz as mesmas chapas laterais e o teto do Toyota Corolla de rua

Componentes como portas e capô seguem o mesmo formato, mas são feitas em fibra de vidro. Por outro lado, acessórios — como faróis funcionais e lanternas — e até o para-brisa (embora blindado, por motivo de segurança) são exatamente os mesmos disponíveis no mercado.

Toyota Corolla
Divulgação

Toyota Corolla 2020 tem alguns detalhes que dão um aspecto esportivo ao sedã, como os defletores de ar nas laterais

De acordo com Maurício Ferreira, chefe da equipe Full Time, que vai disputar a Stock Car deste ano com o Toyota Corolla, embora essa mudança não imponha uma grande mudança na rotina de manutenção — já que boa parte dos profissionais da categoria teve experiência anteriores com carros de turismo — a carroceria de lata criou alguns obstáculos no desenvolvimento do novo carro.

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“Um desafio, por exemplo, foi resolver a questão do arrefecimento do motor mantendo a grade frontal original. Um problema que não existia anteriormente, quando havia liberdade para trabalhar sem a limitação da carroceria original”.

A estrutura tubular com crash box em fibra de carbono foi mantida nos novos Stock, inclusive com os conjuntos de suspensão independentes do tipo “duplo A” na dianteira e traseira. Mas com entre-eixos reduzido para 2,74 m para permitir o uso das carrocerias originais quase sem modificações.

Corolla
Luis França / Divulgação

Toyota Corolla que compete na Stock Car tem bastante alívio de peso e baixo centro de gravidade

Não espere ver sob o capô variações preparadas dos motores de quatro cilindros originais e os câmbios automáticos: tanto o Corolla quanto o Cruze usam motores V8, que embora sejam de fornecedores diferentes para cada modelo, são capazes de desenvolver os mesmos 550 cv com o ” push-to-pass “.

O câmbio é sequencial de seis marchas. Desenvolvida para uso em competições, traz embreagem multidisco e trocas no volante por meio de um sistema eletro-hidráulico. Outras curiosidades são os freios — que diferente do que se espera emprega discos de aço e pastilhas produzidas por uma empresa nacional — e o sistema de direção hidráulica no lugar da elétrica, que pode parecer um anacronismo nas ruas mas ainda se mostrou a escolha mais acertada para o carro de pista.

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Mesmo fabricante 

Corolla
Newspress

Versão mais interessante do Toyota Corolla é a híbrida, com motor a combustão que funciona com outro elétrico

Diferente de categorias como a Fórmula 1, em que cada equipe desenvolve a sua máquina, tanto o Corolla quanto o Cruze são encomendados pela Vicar (a organizadora da Stock ) e produzidos pela empresa JL — a mesma responsável pelos carros de anos anteriores —, e fornecidos para as equipes. Combustível e lubrificantes também são de um mesmo fornecedor oficial.

Embora esse arranjo limite a participação de mais de uma empresa de lubrificantes no uso da competição como laboratório de desenvolvimento, Pedro Sachet, consultor técnico da Texaco Lubrificantes, destaca que ainda há espaço para o feedback das pistas.

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“O desenvolvimento tecnológico em lubrificantes está muito calçado na redução de emissões. Atualmente, esta não é uma preocupação na Stock. Mas é uma tendência e poderá vir a ser no futuro. E essa proximidade entre carros de pista e de rua vai ajudar”, destacou o chefe da equipe Full Time sobre o Toyota Corolla .

Fonte: IG CARROS

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Kawasaki ZX-25R, que pode vir ao Brasil, está prestes a ser apresentada

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Kawasaki
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Kawasaki ZX-25R deverá ter data oficial de chegada ao Brasil revelada em breve, próximo da sua apresentação

Dois meses após o seu primeiro teaser em movimento, a Kawasaki ZX-25R tem sua data de apresentação agendada para o dia 10 deste mês. Com motor de 250 cc e quatro cilindros, a moto é posicionada abaixo da Ninja 400, que custa R$ 24.990 no Brasil. Ainda sem muitas especificações técnicas declaradas, a maior novidade fica por conta da eletrônica que auxilia na condução, com itens como controle de tração, modos de potência e quickshifter .

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A novidade está prevista para ser lançada no Brasil, mas ainda não há confirmações oficiais de quando. Veremos se a Kawasaki do Brasil nos dá um posicionamento na data de apresentação. Se não chegar ainda em 2020, ficará para o primeiro semestre de 2021. Uma vez no nosso mercado, terá que ser mais em conta que a Yamaha R3 (R$ 23.990), rival direta da Ninja 400, que custa R$ 1.000 a mais. A nova Kawasaki ZX-25R , embora posicionada abaixo, não deverá deixar a desejar no desempenho quando comparada às “irmãs”.

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Isso uma vez que, além da eletrônica, a carenada esportiva de entrada é montada sobre um chassi de treliça, suspensão dianteira Showa de garfo invertido, amortecedor traseiro horizontal e freio dianteiro com pinça monobloco radial. Enquanto isso, a potência que se especula no exterior — antes da Kawasaki revelar mais informações — é de 60 cv (mais que os 48 cv da Kawasaki Ninja 400 vendida no Brasil).

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A Kawasaki ZX-25R foi vista pela primeira vez no Salão de Tóquio de 2019 e uma série de vídeos sobre o modelo já foi divulgada. A pequena esportiva será também a moto de uma categoria monomarca no Japão.

Fonte: IG CARROS

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Honda Civic encarece e parte de mais de R$ 100 mil

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Honda Civic
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Honda Civic chega ao seu último ou penúltimo ano antes da chegada da nova geração, já flagrada em testes no exterior

O Honda Civic tem uma elevação entre R$ 3.000 e R$ 4.100 em todas as versões. Diante disso, já não é mais oferecido abaixo dos R$ 100 mil, com a versão de entrada LX 2.0 partindo de R$ 102.200, chegando aos R$ 140.800 na versão Touring 1.5 Turbo. O menor aumento foi justamente para a LX, que passou de R$ 99.200 para R$ 102.200, ou R$ 3 mil adicionais.

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O Honda Civic Sport agora sai por R$ 108.700, após aumento de R$ 3.200. As versões superiores mantiveram os aumentos na casa dos R$ 3 mil. O Civic EX, por sua vez, ficou R$ 3.300 mais caro agora é vendido por R$ 112.300, enquanto o EXL agora custa R$ 117.500, ou R$ 3.400 a mais do que antes. No topo da linha está o Civic Touring , que tem como destaque o motor 1.5 turbo e mais equipamentos, versão que mais encareceu, subindo R$ 4.100, chegando nos R$ 140.800.

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Na maioria das versões, o sedã médio é vendido com o motor 2.0 flex aspirado de 155 cv e 19,5 kgfm, sempre com o câmbio CVT com 7 marchas simuladas. O Civic Touring vem equipado com o 1.5 turbo, de 173 cv e 22,4 kgfm, abastecido somente com gasolina e também com transmissão CVT.

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Vale lembrar que o Honda Civic chegará em nova geração, já em 2021, após flagras da versão Type R nos Estados Unidos. Ao Brasil, devemos aguardar 2022, uma vez que as novidades sempre chegam depois por aqui. Deverá ter design inspirado no Accord, com linhas mais arrojadas e futuristas.

Fonte: IG CARROS

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