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Novo desafio no TikTok com lixa de unha pode estragar os dentes, diz dentista

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Profissionais de saúde alertam para novo desafio do TikTok

Apesar de muitas vezes inofensivas, os desafios e tutoriais do TikTok – rede social extremamente popular entre crianças e adolescentes – possuem a perigosa característica da rápida adesão.

Desta vez, muitos adolescentes estão ensinando seus seguidores a alcançar o “sorriso perfeito” utilizando apenas uma lixa de unha. O que parece ser um truque eficaz e barato, porém, oferece riscos à saúde bucal dos jovens. 

De acordo com o odontologista e diretor clínico da OrthoDontic, Edmilson Pelarigo, o maior problema do ato de lixar os dentes é desgastar o esmalte e deixar eles muito sensíveis.

“Em algum caso pode ser necessário fazer canal para tirar essa sensibilidade, deixando o dente mais enfraquecido. Outro aspecto é prejudicar a mordida fazendo com que a mastigação seja prejudicada”. O profissional reforça, ainda, que nenhum procedimento deve ser feito sem uma avaliação profissional. 

“É importante que exista uma análise para planejamento do caso. Se um dente for maior que o outro, por exemplo, um pouco de resina pode resolver o incômodo estético sem causar qualquer desgaste ao esmalte do dente”, explica. “Outras opções são facetas de resina e lentes de contato, cuja necessidade deve ser avaliada por cada profissional”. 

Pelagrino comenta que modas como essa não são raras, destacando que os pais devem estar sempre atentos à relação dos filhos com saúde e estética. “Há cerca de dez anos, houve a moda dos pierciengs no dente. Hoje, outro procedimento que é feito com certa exagero, com ajuda dos profissionais, são as bichectomias, que assumiram um padrão estético”, pontua. 

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Pesquisa mostra efeito da pandemia de Covid-19 no sono e na saúde mental dos brasileiros

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Estudo desenvolvido por especialista da Faculdade São Leopoldo Mandic traz que mulheres tiveram associadas a maiores níveis de ansiedade, depressão e sono ruim

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As mulheres estiveram mais ligadas com níveis altos de ansiedade, depressão e sono ruim durante a pandemia de Covid-19 do que homens. É o que mostra o estudo “Impacto da Covid-19 no sono e na saúde mental dos brasileiros”, desenvolvido pelo professor Paulo Afonso Mei, da Faculdade São Leopoldo Mandic e alunos da graduação de Medicina da instituição. A pesquisa foi realizada com 2.695 participantes, maiores de 17 anos, que estavam vivendo no Brasil no período da quarentena. Somente no quesito ansiedade, mulheres tiveram o dobro de chances de se encontrarem ansiosas, na comparação aos homens.

De acordo com o Prof. Mei, o sono ruim é caracterizado por qualquer distúrbio como insônia ou dificuldades para respirar à noite e para ficar parado na cama. “Quem tem insônia tem mais probabilidade de desenvolver depressão e ansiedade. E o contrário também vale, quem é depressivo ou ansioso também tem mais chance de apresentar insônia.”

Em geral, as situações de estresse, em nível pessoal ou comunitário, devem resultar no aumento de prevalência de sintomas de ansiedade, depressão e má qualidade do sono. Assim, a pandemia de Covid-19 deve predispor a população ao aumento desses distúrbios. No entanto, essas alterações não acontecem de forma homogênea, havendo provavelmente grupos mais sensíveis.

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A pesquisa também trouxe um recorte por classe social, evidenciando maiores taxas de transtornos nas faixas com menor renda familiar. Entre a população com renda familiar até R$ 1.200, 75,5% se sentiram ansiosos, 60,8% deprimidos e 54,9% tiveram sono ruim. Já na faixa de renda familiar entre R$ 1.200 e R$ 3 mil, os níveis ficaram em 64,3% ansiosos, 57,8% deprimidos e 55,4% com sono ruim. Entre pessoas com renda familiar superior a R$ 10 mil mensais, 47% estavam ansiosos, 47% deprimidos e 44,7% com prejuízo no sono.

Com o foco por localidade, o Sudeste foi a região com menor incidência de depressão, 43,7%, enquanto o Nordeste foi a região com os maiores índices: 61,5% de ansiedade, 56,5% de depressão e 48,4% de maus dormidores.

Em relação ao acompanhamento de notícias sobre a Covid-19, 55% dos participantes responderam que viam até 1 hora por dia. Já 28% disseram que acompanhavam de 1 a 3 horas e 11% mais de 3 horas por dia. O grupo que teve mais contato com as informações sobre a pandemia teve as taxas mais altas de ansiedade, depressão e sono ruim.

No quesito de hábitos de consumo, tabagistas estiveram significativamente mais ansiosos, deprimidos e com sono ruim que não-tabagistas. Já quanto ao consumo de álcool, embora os índices de ansiedade e sono ruim não diferiram significativamente entre consumidores e não-consumidores, quem não teve contato com a bebida teve uma porcentagem maior de depressão, 49,6%, enquanto quem fez o consumo moderado de álcool, até duas vezes na semana, teve um resultado menor, 41,6%. “Esse foi o ponto mais curioso, ainda que com um grau de associação fraco, pois foge à regra, já que o álcool é um grande prejudicador do sono, ainda mais deletério quando consumido à noite”, conclui o Profº Mei.

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Sobre a São Leopoldo Mandic

Considerada uma das dez melhores instituições de ensino superior do País há 12 anos consecutivos no Índice Geral de Cursos (IGC) do MEC, a Faculdade São Leopoldo Mandic reúne, no corpo docente, professores doutores formados pelas melhores instituições de ensino do Brasil e do Exterior. Estruturada com laboratórios de última geração e clínicas odontológicas completas, a Instituição oferece aos alunos vivência prática nos cursos de Odontologia e de Medicina desde o 1º ano, atividades de pesquisa e prestação de serviços comunitários, convênio com hospitais e Unidades Básicas de Saúde, cursos de graduação e pós-graduação. Além de laboratórios com exercícios de simulação realística, utilizando recursos modernos para diagnóstico, o HUB de Inovação e o Barco da Saúde. O corpo docente é formado por doutores e pós-doutores com vasta produção intelectual. A Faculdade São Leopoldo Mandic tem outras nove unidades distribuídas pelo País, que oferecem cursos de pós-graduação e mais uma unidade de graduação em Medicina, na cidade de Araras (SP). Canais: slmandic.edu.br facebook.com/saoleopoldomandic .

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Saúde

CoronaVac não chega à população em 2020; veja nova previsão do Butantan

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Apesar da autorização da Anvisa para a importação dos insumos chineses, calendário da vacina foi alterado
Reprodução: ACidade ON

Apesar da autorização da Anvisa para a importação dos insumos chineses, calendário da vacina foi alterado

A CoronaVac, vacina desenvolvida pela farmacêutica Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, não chega à população em 2020, como era previsto pelo governo de São Paulo. 

De acordo com o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, em entrevista à CNN, mesmo com a aprovação para a importação dos insumos da China, nesta quarta-feira (28), o calendário foi alterado por vários motivos. Entre eles a demora nos procedimentos da Anvisa e o fato de uma quantidade de voluntários que participam do estudo clínico ainda não ter testado positivo para a Covid-19. 

Covas detalhou ainda que, como o registro da vacina ainda não foi feito, a data de início da campanha de vacinação contra a Covid-19, antes 15 de dezembro, agora só deve ter início em meados de janeiro de 2021. 

Mais informações em instantes

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Com média móvel de 25,5 mil, casos de Covid-19 no País mantém tendência de alta

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Testes rápidos para a Covid-19
Foto: Bruno Concha/Fotos Públicas

Testes rápidos para a Covid-19

A média móvel de casos confirmados da Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), voltou a ultrapassar a marca de 25 mil, o que mostra que as contaminações mantiveram tendência de alta no Brasil. O número foi superado pela última vez no dia 12 de outubro. As informações são do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

Nas últimas 24 horas, o levantamento mostra que os casos confirmados foram 28.629, fazendo o total chegar a 5.468.270. No mesmo período os óbitos foram 510, totalizando 158.456 mortes desde o início da pandemia. A taxa de letalidade está em 2,9%.

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

O ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 39.007 óbitos causados pela Covid-19. O Rio de Janeiro continua em segundo lugar, com 20.376 mortes, seguido por Ceará (9.325), Minas Gerais (8.827) e Pernambuco (8.587).

Os estados que registram maior número de casos são: São Paulo (1.103.582), Minas Gerais (353.311), Bahia (349.711), Rio de Janeiro (306.672) e o Ceará (272.104).

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Desde o início de junho, o Conass divulga os números da pandemia da Covid-19 por conta de uma confusão com os dados do Ministério da Saúde. As informações dos secretários de saúde servem como base para a tabela oficial do governo, mas são publicadas cerca de uma hora antes.

Fonte: IG SAÚDE

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