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Novo golpe do WhatsApp rouba dinheiro dos usuários; saiba como se proteger

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Veja como se proteger do novo golpe no WhatsApp

Um novo golpe no WhatsApp pode fazer com que usuários tenham grandes prejuízos financeiros. Na fraude, cibercriminosos se passam por outras pessoas para pedirem dinheiro a familiares e amigos desavisados. 

A tática vem sendo disseminada em todo o Brasil, e já virou alvo de investigação policial. No último mês, uma quadrilha que praticava o golpe foi desmontada pela Polícia Civil de Goiás , que encontrou cerca de R$500 mil arrecadados pelos golpistas.

Como funciona o golpe

A aplicação do golpe é simples, já que os criminosos não precisam realizar nenhum tipo de operação tecnológica especial, como hackear uma conta. O golpista cria uma conta no WhatsApp com um número qualquer e utiliza a foto de outra pessoa. Em seguida, ele entra em contato com amigos ou familiares da vítima, avisando que trocou de número e pedindo dinheiro emprestado. 

Foi o que aconteceu com a dentista Mariana Possebon, ainda em junho deste ano. Na ocasião, seu pai recebeu uma mensagem no WhatsApp de um número desconhecido com a foto de Mariana. “A foto era minha, mas o número não era o que eu uso. O golpista falou para o meu pai que eu tinha trocado de número e que eu estava mandando mensagem para ele para avisar”, conta.

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Depois que seu pai respondeu, o criminoso pediu dinheiro, se aproveitando da profissão da vítima. “Ele disse: pai, estou trabalhando agora, mas eu preciso de um favor. Preciso que você me deposite um dinheiro, eu preciso pagar um boleto de compra de material”, lembra.

Até hoje, a dentista não sabe como os criminosos acessaram seus dados . A foto utilizada era a do seu perfil profissional no Instagram , mas como os criminosos acessaram o número do celular de seu pai ainda é uma incógnita.

Venda de dados é raiz do problema

No caso descoberto pela Polícia Civil de Goiás, os criminosos compravam os dados das vítimas em sites ilegais . Claudio Martinelli, diretor-geral da empresa de cibersegurança Kaspersky para a América Latina, alerta que esse é um ponto importante sobre o golpe.

“Este caso traz um recado para aqueles que subestimam seu valor no mercado do cibercrime: os brasileiros ‘comuns’ não apenas estão na mira dos hackers, como são lucrativos. Quando falamos de valor em um crime virtual, não nos referimos somente ao dinheiro bruto. Uma foto de perfil, as relações familiares, entre outras informações são objetos caros para um hacker”, esclarece. 

Por isso, a melhor forma de evitar esse tipo de golpe é tendo atenção aos dados que são compartilhados online. Links fraudulentos, como aqueles com promoções falsas , servem justamente roubar dados dos usuários. Essas informações podem ser vendidas na deep web , dando munição para golpes como esse. 

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É essencial, portanto, saber se proteger de roubos de informações, sempre desconfiando de links recebidos por e-mail ou mensagem, checando promoções boas demais nas fontes oficiais e só informando dados, como nome completo, CPF e número de celular em sites que tiver certeza da confiabilidade.

Qual a diferença do novo golpe e da clonagem do WhatsApp?

Outro golpe que se tornou muito comum no Brasil é a clonagem do WhatsApp . Nesse caso, é mais fácil de proteger: como o criminoso precisa do código de autenticação da vítima para clonar sua conta no aplicativo , é só tomar os devidos cuidados com ligações e mensagens suspeitas para não cair na armadilha.

Na fraude atual, porém, muitas vezes a vítima sequer sabe que tem alguém se passando por ela. Isso porque é difícil que cada usuário saiba se já teve dados vazados , além de ser difícil saber a origem na qual os criminosos os obtêm. 

Nesse caso, as dicas de proteção são, sobretudo, para quem está do lado de lá: os amigos e familiares da vítima. Caso você receba uma mensagem suspeita de alguém, é importante desconfiar.

Foi o que fez o pai de Mariana. Ele estranhou a forma como o criminoso estava escrevendo e resolveu ligar para a filha antes de concluir a transação financeira. Como o golpista não atendeu, ele ficou ainda mais desconfiado e não enviou o dinheiro antes de falar com Mariana. 

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Além de ter cautela na hora de transferir dinheiro ou pagar boletos sem ter certeza de que a pessoa é quem ela diz ser, é importante também avisar a vítima. Assim, ela pode contatar as pessoas mais próximas, alertando sobre a possibilidade de que elas recebam mensagens parecidas. 

Outra dica é tomar as medidas legais cabíveis. Mariana conta que, na ocasião, entrou com um boletim de ocorrência por falsidade ideológica e tentativa de estelionato. Até hoje, não obteve retorno da polícia, mas a atitude é importante para que casos como esse sejam investigados e ajudem operações policiais como a que aconteceu em Goiás.

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Google sofre maior processo antitruste dos últimos 20 anos nos EUA; entenda

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Google sofre processo nos EUA

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos processou o Google nesta terça-feira (20) por práticas antitruste. A empresa é acusada de ter um monopólio injusto sobre publicidade relacionadas a pesquisas.

A acusação é de que o Google viola a lei antitruste dos Estados Unidos ao usar seu poder de mercado para reduzir a presença de rivais. A norma prevê, por outro lado, concorrências leais.

Esse é o maior processo antitruste dos EUA nos últimos 20 anos. A ação é comparável com a movida contra a Microsoft , em 1998, e contra a AT&T , em 1974, como afirma o procurador-geral Jeffrey A. Rosen.

Além dessa acusação, o Departamento de Justiça discorda dos termos em torno do Android , que força os fabricantes de smartphones a pré-carregar aplicativos e definir o Google como mecanismo padrão de busca, impedindo de empresas rivais ganhem espaço e aumentando a quantia que recebe por publicidade em pesquisas.

“O Google paga bilhões de dólares a cada ano a distribuidores para garantir o status do seu mecanismo de busca e, em muitos casos, para proibir especificamente as contrapartes do Google de negociar com concorrentes”, afirma o processo.

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Entre os distribuidores, o Departamento de Justiça destaca fabricantes de smartphones (Apple, LG, Motorola e Samsung), operadoras sem fio dos EUA (AT&T, T-Mobile e Verizon) e desenvolvedores de navegadores (Mozilla, Opera e UCWeb).

As possíveis punições ainda serão discutidas e não foram sugeridas pelo departamento. Muitas opções devem ser analisadas, como multas, restrições aos negócios movidos a publicidade ou dividir serviços e produtos em negócios separados. As duas últimas possibilidades ainda poderiam ajudar concorrentes a buscar clientes. No entanto, é possível que se leve anos até que cheguem a um veredito.

Outras investigações

Esta investigação está longe de ser a primeira sobre práticas antitruste que o Google esteve envolvido. Em 2011, a Federal Trade Commission lançou uma análise semelhante, mas desistiu anos depois após acordo com a empresa. A União Europeia já iniciou várias investigações sobre monopólio ilegal contra a gigante de busca, e as multas emitidas totalizam mais de US$ 9,6 bilhões. O Google contestou todas elas.

Além disso, no início do ano, o CEO da empresa, Sundar Pichai , participou da audiência antitruste organizada pelo Subcomitê Antitruste da Câmara Judiciária. Além dele, representantes da Amazon , Apple e Facebook foram convidados. Na ocasião, foi recomendado que as quatro empresas fossem divididas em negócios menores, o que foi prontamente negado pelas mesmas.

Repercussão

Após a abertura do processo, a empresa e concorrentes se manifestaram. Um porta-voz do próprio Google afirmou que o processo é falho, e que “as pessoas usam o Google porque querem”. Além disso, destacou que uma declaração mais completa deve ser divulgada na quarta-feira (21).

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Já Gabriel Weinberg, CEO do DuckDuckGo , postou no Twitter que está satisfeito com “este passo fundamental para responsabilizar o Google pelas formas como bloqueou a concorrência”.

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Xiaomi descontinua 11 modelos de celular no Brasil; veja a lista

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Divulgação/Xiaomi

Loja da Xiaomi no Shopping Ibirapuera

A Xiaomi está enxugando a oferta de smartphones no mercado brasileiro. A fabricante chinesa vem retirando alguns modelos de sua linha de vendas – e não se trata de uma troca de mostruário. Se, antes, a Xiaomi contava com 23 aparelhos distintos , o varejo nacional a partir desta terça-feira (20) passará a contar com “apenas” 12.

Não há um prazo definitivo para que a descontinuidade seja efetivada, já que a Xiaomi informou que a medida vem sendo implementada aos poucos. Alguns modelos, porém, já constam como esgotados nas lojas online oficiais – isso, quando são listados na busca.

Os modelos a serem retirados do mercado são:

  • Mi 9 SE
  • Mi 9T
  • Mi 8 Lite
  • Mi A3
  • Pocophone F1
  • Redmi 7
  • Redmi 7A
  • Redmi Go
  • Redmi Note 6 Pro
  • Redmi Note 7
  • Redmi Note 8

Paralelo a isso, a Xiaomi , por meio de sua distribuidora DL Eletrônicos , também confirmou os modelos que ficarão disponíveis:

  • Poco X3 NFC
  • Mi Note 10
  • Mi 9
  • Redmi 8A
  • Redmi 8
  • Redmi Note 8 Pro
  • Redmi 9A
  • Redmi 9C
  • Redmi 9
  • Redmi Note 9
  • Redmi Note 9S
  • Redmi Note 9 Pro
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Do velho ao novo

A Xiaomi informou que a descontinuidade é um processo natural, e deve abrir espaço para a entrada de novos produtos, com tecnologia mais avançada. Atualmente, a fabricante chinesa conta com suas operações de venda online, além de cerca de 5 mil pontos de venda por todo o Brasil e duas lojas de grande porte oficiais – estas, nos shoppings Center Norte e Ibirapuera, em São Paulo.

Vale citar que alguns dos pontos de venda também trabalham com modelos importados – ou seja, os aparelhos que deixam o Brasil ainda poderão ser adquiridos por este método. Porém, tais smartphones não contarão com suporte oficial e assistência técnica assegurada por garantia, além de ter uma flutuação de preço maior considerando a variação do dólar frente ao real.

Desde fevereiro, a Xiaomi vem flertando com a ideia de instalar uma operação de fábrica no Brasil – o que deve, em tese, baratear o preço dos produtos nas lojas. Entretanto, esse plano ainda não foi concretizado.

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Você pagaria R$ 500 mil em uma TV? LG lança dispositivo ‘enrolável’; veja

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TV ‘enrolável’ da LG está à venda na Coreia do Sul por quase R$ 500 mil

Depois de alguns anos mostrando protótipos em eventos como a CES , a LG finalmente está colocando a sua TV ‘enrolável’ à venda na Coreia do Sul. Batizado de Signature OLED R, o aparelho custa apenas US$ 87 mil, quase meio milhão de reais.

Por esse preço, o consumidor leva para casa uma TV que, quando esticada, tem uma tela OLED 4K de 65 polegadas e, quando recolhida, não ocupa espaço além do móvel na base, que parece uma mesinha retangular e abriga os alto-falantes. A base pode ser personalizada com uma frase “ao gosto do freguês”, que também pode escolher entre quatro cores para o tecido que cobre os alto-falantes .

A TV tem três modos de operação: em Full View, a tela se estica completamente, funcionando como uma tela comum. Em Line View, só uma pequena parte dela fica exposta, com uma “linha” de informação para mostrar fotos, controlar a reprodução de músicas, ou mostrar um relógio. E em Zero View, a tela se esconde completamente.

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A tecnologia por trás do painel OLED é a mesma usada nos celulares dobráveis da Samsung , Motorola , Huawei e outras. Curiosamente, apesar de dominar a tecnologia, a LG não lançou um celular dobrável, preferindo investir em outros conceitos mais ousados.

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