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Novos Sandero, Logan e Stepway têm todos os detalhes revelados

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Renault Sandero e Logan
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Renault Sandero e Logan passam a ter nova plataforma, visual completamente novo e dose extra de sofisticação entre as mudanças


Depois das primeiras imagens divulgadas no início deste mês, agora é a vez de conhecer por inteiro os novos Sandero, Logan e Stepway. Os três modelos, que são vendidos na Europa como Dacia, a marca romena da Renault, e estreiam completamente renovados nesta terceira geração, trazendo novidades como a opção do câmbio CVT e um novo pacote tecnológico.


Os três modelos abandonam a antiga plataforma B0, usada desde a primeira geração, e passam a ser montados sobre uma variação mais simples da base modular CMF do atual Renault Clio. Apesar da simplificação, um dos destaques da terceira geração da família Sandero é o pacote de tecnológico, que traz itens inéditos nos três modelos como frenagem autônoma de energência operada por radar e monitor de pontos cegos.

Itens que se somam a uma lista com controle eletrônico de estabilidade, faróis de LED, assistente de partida em rampas e airbags laterais e de cortina, central multimídia, ar-condicionado automático, faróis com acendimento automático e sensor de chuva. A partir de 2021, a relação de equipamentos irá ganhar ainda opções como teto solar e assentos dianteiros aquecidos.


O espaço interno, que já era um dos pontos de destaque, ficou ainda mais amplo na terceira geração. Além dos 12 cm a mais na largura, a Dacia destaca que houve um ganho de 4,2 cm no espaço para as pernas dos passageiros do banco traseiro.

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Os Sandero/Stepway ganharam ainda 8 litros de espaço no porta-malas (328 litros), enquanto no Logan esse ganho foi de 18 litros (528 litros). O interior foi totalmente renovado. Ganhou vários elementos vindos do novo Duster, além de plásticos e revestimentos de melhor qualidade.

A família Sandero  passa a trazer apenas o motor 1.0 de três cilindros a gasolina, da família SCe. A opção aspirada desenvolve 65 cv e pode ser combinado ao câmbio manual de cinco marchas. Há ainda o um 1.0 turbo de 90 cv, que pode receber um câmbio automático CVT, e um turbo de 100 cv, compatível com gasolina e GLP (gás liquefeito de petróleo) e câmbio manual de seis marchas.

Fonte: IG CARROS

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SSC Tuatara atinge 508,73 km/h e é carro de produção mais veloz do mundo

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SSC Tuatara
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SSC Tuatara passa a ser o supercarro mais veloz produzido hoje em dia, superando o Koenigsegg Agera RS, que atingiu 447,19 km/h


O supercarro americano SSC Tuatara é o carro de produção mais rápido do mundo, anunciou o fabricante nesta segunda-feira (19). Equipado com um motor 5.9 V8 biturbo que chega a 1.774 cv quando abastecido com o etanol “E85”, o modelo atingiu a velocidade de 508,73 km/h.


Esta foi a velocidade média obtida no teste. Na primeira passagem, o Tuatara registrou a máxima de 484,53 km/h, enquanto a segunda prova atingiu 532,93 km/h. O recorde foi obtido na Route 160, uma rodovia nos arredores de Las Vegas (EUA) no último dia 10 de outubro. Segundo o piloto Oliver Webb, que guiou a máquina na façanha, a velocidade poderia ter sido ainda maior se não fosse a influência dos ventos cruzados.

Para garantir que o recorde seria incontestável, o teste foi realizado propositalmente em via pública, com um carro de produção equipado com pneus e combustível de rua e um sistema certificado de GPS para a registro de velocidade.


Além do recorde de velocidade máxima, o Tuatara quebrou ainda os recordes de “maior velocidade em uma milha em via pública” (503,92 km/h), “maior velocidade em um quelômetro em via pública” (517,16 km/h) e “velocidade mais alta obtida em via pública (532,93 km/h). Confira o vídeo abaixo para ter uma ideia de como o supercarro acelera.



Fonte: IG CARROS

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Depois da Kombi, Volkswagen poderá apostar em Fusca elétrico

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Volkswagen Fusca
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Volkswagen Fusca pode voltar ao mercado, mas apenas movido a eletricidade, como parte da nova família com a plataforma MEB


A Volkswagen segue com os seus planos para a produção de uma recriação atual da Kombi. Recentemente, a montadora alemã anunciou investimentos para a compra de 800 robôs da empresa suíça ABB, que serão empregados na modernização da fábrica de Hanover (Alemanha) para a produção da versão de produção utilitário elétrico ID. Buzz, a partir de 2022.


Já que a interpretação para o Século XXI da Kombi “Corujinha” está perto de se tornar um carro de produção, não podemos descartar a possibilidade de uma recriação do Fusca. Atual presidente do conselho de administração do Grupo Volkswagen , Herbert Diess chegou a comentar esta possibilidade em 2017, numa entrevista para a publicação britânica Autocar .

Assim como a versão de produção do ID. Buzz, o novo Fusca poderia ser baseado sobre a plataforma MEB, criada especialmente para os elétricos da Volkswagen.


Do tipo modular, tem se mostrado extremamente versátil. Além do hatch pioneiro ID.3 e do SUV ID.4, ambos já em produção, a plataforma MEB já serviu de base para uma série de conceitos que vão da station wagon ID. Space Vizzion ao ID. Buzz, passando pelo buggy ID. Buggy .

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Apesar de a Volkswagen ter investido no ano passado em uma campanha publicitária de despedida do nome, o Fusca é um produto muito icônico para ser descartado “para sempre” pela marca. Como mostra a trejetória do modelo ao longo da história.Confira abaixo o vídeo da nova família de elétricos da VW.


Apesar de ter sido descontinuado na Europa em 1979, o modelo original seguiu em produção no México até 2003. Em 1997, o Golf serviu de base para o 1º Fusca “moderno” (o New Beetle), que em 2011 foi substituído pelo carro que seria vendido no Brasil com o nome de Volkswagen Fusca.

Fonte: IG CARROS

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As novas Kawasaki 650, Z e Ninja

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A diferença visual entre a Z650 anterior e a nova versão
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A diferença visual entre a Z650 anterior e a nova versão


Os tempos mudam. Quem diria que a apresentação de uma motocicleta em uma live pela internet pudesse ser tão eficiente? Está certo, em época de contenção social, essa é a melhor maneira de divulgar um novo produto, mas, da forma com que os fabricantes e seus marqueteiros estão lidando com a situação, os eventos on line poderão ficar para sempre. Só que como uma ferramenta auxiliar, bem entendido, afinal, não vemos a hora de voltarmos ao convívio com os coleguinhas de profissão.


A Kawasaki mostrou, em primeira mão, as versões 2021 da Ninja 650 e da Z650. Com algumas novidades, as duas bicilíndricas médias, que compartilham a parte mecânica, ficaram bem interessantes. Ambas têm, agora, painel de instrumentos de TFT (Thin Film Transistor, a mesma tecnologia dos smartphones), que se conecta ao usuário por meio do Bluetooth e do aplicativo Rideology para celular.

Esse novo painel de instrumentos pode ser visualizado com fundo branco ou fundo preto, conforme a situação e a escolha do usuário. Tem, ainda, indicador digital de marcha engatada e shift-light, que vai mudando de cor e pisca quando o motor atinge a rotação definida pelo piloto.


A Kawasaki Z650 2021 tem novo farol de led e novas carenagem de farol e abas laterais, o que resulta em ligeira mudança em seu visual. O banco também mudou, está mais anatômico e com espuma mais firme. Isso conforme o fabricante, pois vamos conferir se ficou mais confortável quando a motocicleta estiver disponível para avaliação.

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Já a Kawasaki Ninja 650 2021, que tem seus próprias características, mais esportivas em relação à Z, também recebeu melhorias. Além das mesmas novidades da naked, como farol de led e painel de TFT, a esportiva tem agora bolha frontal mais baixa e nova carenagem.

Além da carenagem, as diferenças entre a naked e a carenada determinam uma posição de pilotagem significativamente diferente, com pedaleiras mais recuadas e dois semi-guidões mais baixos na Ninja , contra o guidão convencional de barra única na Z.

O motor das 650 é bicilíndrico em linha, com quatro válvulas por cilindro e dois comandos no cabeçote (DOHC). A potencia é de 68 cv, o torque é de 6,7 kgfm e o câmbio é de seis marchas. A embreagem é assistida e deslizante, com manete regulável em cinco posições, conforme o tamanho das mãos do piloto. O manete do freio dianteiro também é regulável em cinco posições. Uma boa novidade são os pneus Dunlop Sportmax Roadsport 2, 120/70×17 na frente e 160/60×17 atrás.

A apresentação ao vivo pela internet mostrou com detalhes o que mudou na nova linha 2021 da Kawasaki 650 , mas a sensação de acelerar, frear e fazer curvas só vai acontecer quando as motocicletas vierem de verdade. A Ninja chegará custando R$ 39.990, exclusivamente na cor preta, e a Z650 terá preço de R$ 37.490, na cor preta, e R$ 37.990 na cor preta com detalhes em verde.

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Fonte: IG CARROS

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