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Obrigatoriedade do ESP em todos os carros brasileiros é adiada para 2024

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Sistema ESP
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Sistema ESP evita que o carro derrape em mudanças em mudanças repentinas de direção ou em pisos escorregadios


Quem esperava ver em breve os controles eletrônicos de tração e estabilidade em todos os carros vendidos no Brasil, agora terá que esperar mais um pouco. Atendendo ao pedido dos fabricantes de veículos, o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) adiou de 1º de janeiro de 2022 para 1º de janeiro de 2024 a obrigatoridade dos sistemas de segurança em todos os carros de passeio fabricados no País.


O adiamento está na Resolução nº 799 do órgão, que foi publicada no Diário Oficial da União no último dia 27 de outubro. Pelo texto, a adoção do pacote eletrônico, também conhecido por siglas como ESC e ESP , passa a ser feita de maneira escalonada nos carros de passeio, com 50% da produção passando a incorporar a tecnologia já em 1º de janeiro de 2023. No caso dos veículos comerciais, o prazo final passou de janeiro de 2023 para janeiro de 2025.

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“O adiamento dos prazos de instalação de alguns novos itens de segurança, sugerido pela Anfavea, foi compreendido pelos conselheiros do Contran como inevitável, dado o atraso no cronograma de desenvolvimentos, testes, homologações e treinamentos provocado pela pandemia do novo coronavírus”, destacou em nota a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).

Ainda segundo o comunicado da associação que reúne as montadoras, “mesmo com a retomada dos trabalhos após uma paralisação no auge da quarentena, o ritmo ainda vem sendo afetado pelos protocolos sanitários nas fábricas, laboratórios e campos e provas, e também pelo afastamento de profissionais de grupos de risco ou reduções de jornada provocadas pela MP 936”.

Não foi adiado apenas o ESP

DRL
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Além do ESP, o DLR, ou a luz diurna de posição também teve a obrigatoriedade adiada em um ano, para 2024

Vale destacar que o equipamento segue sendo obrigatório novos projetos de automóveis lançados no Brasil desde janeiro deste ano. Também não há impeditivo para que os fabricantes se antecipem à implantação do equipamento em toda a sua linha de produtos.

Outro ponto a ser destacado é que o sistema de controle eletrônico de establidade (ESP) não é tão simples de ser instaldo, uma vez que exige que o modelo venha com a última geração dos freios ABS , o que alguns modelos feitos no Brasil ainda não têm. Portanto, torna-se necessário mudar toda a arquitetura eletrônica dos carros.

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Além do ESP , a resolução mexe também com os prazos limite para a adoção das DRL (luzes de circulação diurnas) e para a adoção de novas normas de proteção para os ocupantes em impactos laterais em todos os veículos comercializados no Brasil, que passam de janeiro de 2023 para janeiro de 2024.

Fonte: IG CARROS

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Mercedes-Benz GLE é o melhor SUV diesel do Brasil?

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Mercedes-Benz GLE
Cauê Lira/iG Carros

Mercedes-Benz GLE esconde desempenho de esportivo por baixo das 2,2 toneladas

O novo Mercedes-Benz GLE 2021 foi uma grata surpresa. Quem vê de fora um SUV com quase 5 metros de comprimento poderia imaginar um verdadeiro “banheirão”, pesado e difícil de guiar na cidade. Mas com boas sacadas de engenharia, o modelo se mostra à altura – se não superior – aos principais rivais. Entenda o motivo.

Bem, para começar, vamos situá-lo no mercado. O GLE parte de R$ 465.900 na versão de entrada, 400d turbodiesel. Nessa faixa de preço, os rivais Audi Q7 (R$ 439.990),e BMW X5 (R$ 507.990) também contam com dois assentos extras no porta-malas, mas bebem apenas gasolina. O Range Rover Velar tem preço similar (R$ 461.950), mas tem espaço para apenas cinco ocupantes, além de não ser diesel.

Portanto, o único rival direto do Mercedes-Benz GLE no Brasil é o Volvo XC90 D5 Inscription, que parte de R$ 442.950. Estes são os remanescentes de um segmento que já teve muitos veículos disponíveis, mas que as fabricantes estão decidindo ficar de fora no Brasil.

O GLE realmente parece um “trator”. A dianteira é bem alta, com faróis protuberantes e a grade dianteira com grande abertura. As rodas calçadas nos pneus 275/50 R20 da Bridgestone abusam de linhas retas e robustas, criando um jogo de luz e sombra bem interessante.

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Para deixar o GLE ainda mais parrudo, a Mercedes-Benz incluiu rack de teto e um estribo para facilitar o acesso dos ocupantes. Particularmente, acho que este último aparato serve apenas para sujar a calça. É normal ver donos de GLC que removeram o estribo, e isso deverá se repetir no GLE .

Falando de proporções, o SUVão da Mercedes tem 4,92 metros de comprimento, 1,94 m de largura, 1,77 m de altura e incríveis 2,99 m de entre-eixos. Os ocupantes do banco traseiro terão uma verdadeira sala de estar, onde é possível cruzar as pernas para ficar mais confortável.

Apesar da tração 4×4, o túnel central do GLE é bem discreto, e não rouba espaço dos pés do quinto ocupante que irá sentado no meio. Também há saídas de ar-condicionado para os passageiros que vão atrás. A capacidade máxima do porta-malas é de 630 litros, com os dois bancos extras rebatidos.

As soluções inteligentes de conforto também facilitam a vida do motorista, que conta com regulagem elétrica para bancos e volante. Pelo head-up display , o GLE reproduz informações como velocidade e atuação do controle de cruzeiro adaptativo. Dessa forma, você não precisará tirar os olhos da estrada.

Há quem não goste da grande tela que compõe tanto a central multimídia quanto o cluster 100% digital, mas a disposição combina bem com o resto do interior do carro. Como o GLE já conta com entradas do tipo USB C, seguindo o padrão europeu, precisei conectar meu iPhone por um adaptador.

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O modelo conta com função de espelhamento para celulares com sistema Android e iOS, onde o motorista poderá reproduzir aplicativos como Waze e Spotify. O sistema de som premium da Burmester Audiosysteme é interessante, mas bem que podia empolgar tanto quanto o desempenho do carro. Faltou um efeito mais evolvente, além de graves, agudos e médios encorpados.

No toque o GLE

Mercedes-Benz GLE
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Apesar do tamanho, o Mercedes-Benz GLE 2021 tem boa posição para dirigir

A direção elétrica surpreende pela suavidade. O bom raio de giro de 12 metros permite manobras fáceis e rápidas para entrar naquela vaga mais chatinha no shopping. Destaque para a câmera 360°, que descomplica qualquer tipo de baliza.

Circulando pela cidade, percebo que o GLE, assim como seu rival sueco, demonstra excesso de zelo pelo motorista. Basta um motociclista passar à sua esquerda para que o veículo emita um alerta sonoro. Este ponto, claro, não é negativo, mas mostra como um SUV feito para as largas avenidas européias tem vida difícil em São Paulo.

O controle de cruzeiro adaptativo é outro destaque deste SUV premium. O GLE  faz boa leitura do trânsito, e se adequa às condições da pista como poucos. Mesmo nas ruas com faixas mais apagadas, o modelo foi capaz de detectá-las e se manter no eixo, tudo de forma autônoma. 

Disposição de brucutu

Quando o motorista quiser assumir, basta pisar no acelerador para despertar os 330 cv de potência e 71,4 kgfm de torque do motor 3.0 de seis cilindros em linha. O torque máximo surge em apenas 1.200 rpm, mostrando que este verdadeiro “brucutu” esconde muito fôlego. Nem é preciso provocá-lo muito para que ele dê um coice.

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Segundo a Mercedes-Benz, o SUV com mais de duas toneladas pode atingir 100 km/h em 5,8 segundos – contra 7,8 s do XC90 – com velocidade máxima limitada eletronicamente em 240 km/h. O consumo de diesel, de acordo com o Inmetro, é de 8,7 km/l na cidade e 12,6 km/l na estrada. A autonomia máxima chega a 820 km de distância, com ajuda do tanque de 65 litros.

O Mercedes-Benz GLE 400d é um milagre da engenharia. É incrível que um modelo de 2.260 kg tenha vigor para acelerar como um esportivo legítimo. Apesar de achar o XC90 mais bonito, o GLE oferece mais prazer ao motorista. Briga boa para um futuro comparativo, não?

Ficha técnica

Motor: 3.0, diesel, seis cilindros em linha
Potência: 330 cv a 3.600 rpm
Torque: 71 kgfm a 1.200 rpm
Transmissão: automática de 9 velocidades
Suspensão: pneumática, braços sobrepostos (dianteira e traseira)
Freios: discos ventilados (dianteira e traseira)
Proporções:  4,92 metros de comprimento, 1,94 m de largura, 1,77 m de altura e 2,99 m de entre-eixos
Porta-malas: 630 litros (5 lugares), 120 litros (7 lugares)
Consumo: 8,7 km/l na cidade e 12,6 km/l na estrada
0 a 100 km/h: 5,8 segundos
Vel. Máx: 240 km/h

Fonte: IG CARROS

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Novo Audi A4 Sedan chega ao mercado brasileiro em três versões

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Audi A4 Sedan Performance Black
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Audi A4 Sedan Performance Black: retoques no desenho entre as novidades da linha 2021 que acaba de chegar ao Brasil


A Audi começa a oferecer no Brasil o novo Audi A4 Sedan, que chega ao mercado nas versões Prestige, Prestige Plus e Performance Black trazendo o visual renovado — mostrado na Europa no ano passado —, acompanhado de novos equipamentos de série. Os preços partem de R$ 229.990.


O novo Audi A4 estreia a nova grade frontal Singleframe, que combinadada ao para-choque frontal redesenhado dão ao sedã um estilo mais próximo ao de modelos mais recentes da empresa, como o elétrico e-tron. Os faróis também são novos, com LED nas versões de mais acessíveis e a opção dos faróis Matrix LED na topo de linha Performance Black.

No interior, o modelo manteve as mesmas linhas básicas do “antigo” A4. A diferença fica por conta do novo sistema multimídia, com tela de 10,1″ de alta resolução e que agora é sensível ao toque.


As versões Prestige e Prestige Plus do novo A4 são oferecidas no mercado brasileiro com o mesmo conjunto mecânico, formado pelo motor 2.0 TFSI de 190 cv e 32,6 kgfm, que permite ao modelo acelerar de 0 a 100 km/h em 7,3 segundos e atingir 240 km/h. O câmbio é automatizado S tronic de sete marchas e dupla embreagem e a tração é dianteira.

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Já a Performance Black traz o mesmo propulsor 2.0 recalibrado para desenvolver 249 cv e 37,7 kgfm, o que permite ao sedã ir a 100 km/h em 5,8 segundos, com velocidade máxima de 250 km/h. O câmbio é o mesmo das versões de entrada, porém combinado ao sistema de tração integral Quattro .

Versões e equipamentos

Audi A4 Sedan Performance Black
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Audi A4 Sedan Performance Black tem apelo esportivo que inclui defletor de ar na tampa do porta-malas e rodas exclusivas, entre outros itens


De série, a versão Prestige traz o carregador de celular por indução, chave presencial, câmera de ré, bancos em couro com ajustes elétricos para o motorista, monitor de pressão dos pneus, ar-condicionado automático, sistema multimídia e rodas de 18″. O único opçional é o teto solar.

A intermediária Prestige Plus agrega ainda, além do teto solar, ar-condicionado automático de três zonas, bancos dianteiros esportivos com ajustes elétricos também para o passageiro, controlador automático de velocidade de cruzeiro adaptativo, alerta de saída de faixa, painel digital configurável com tela de 12,3″ e o kit visual exterior S line. O opcional é o Head-Up Display .

Além do motor mais potente, a Performance Black traz todos os itens das anteriores, mais acabamento interno com detalhes em preto brilhante, bancos com forração em couro e Alcântara e memória de ajuste nos assentos dianteiros, volante esportivo com base plana e sistema de estacionamento semiautônomo.

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Os opcionais são o Head-Up Display , sistema de som Bang & Olufsen 3D, Audi pre sense traseiro (que prepara os sistemas do veículo para um colisão traseira iminente), assistente de mudança de faixa e faróis full LED. Confira abaixo a tabela de preços do novo Audi A4 :

A4 Sedan Prestige: R$ 229.990
A4 Sedan Prestige Plus: R$ 259.990
A4 Sedan Performance Black: R$ 304.990

Fonte: IG CARROS

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Veja as dicas para não ter problemas na compra e venda de automóveis

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Vendas de usados se mantém aquecidas, mas é preciso tomar alguns cuidados antes de fechar negócio

Dados da OLX, maior plataforma de compra e venda online de automóveis no Brasil, mostram que em outubro o volume de venda de carros de passeio foi 23% superior ao do mesmo período do ano passado. Apesar do mercado aquecido ser uma boa oportunidade de negócio para vendedores e compradores, é preciso tomar alguns cuidados para não cair em armadilhas.


Para quem compra um carro usado , uma dica fundamental é evitar as negociações com terceiros. Desconfie de vendedores muito apressados para fazer negócio, que estejam apenas intermediando a negociação, ou que digam que não poderão estar presentes na efetivação da venda.

Antes de fechar negócio, verifique junto ao Detran se o vendedor realmente é o proprietário do veículo. Com a placa e o número do Renavam , é possível puxar ainda todo o histórico do carro, como a existência de multas de trânsito e IPVA pendentes, além de restrições e bloqueios que impeçam a transferência do automóvel para o seu nome.

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Como em qualquer negociação, leve alguém da sua confiança para avaliar o real estado do automóvel. Desconfie de carros em excelente estado que estejam muito abaixo do valor do mercado. E na hora de pagar, evite realizar qualquer tipo de depósito antecipado sem antes ver o veículo de perto. Se estiver negociando com uma loja, evite pagamento para contas de pessoas físicas.

Dicas para vendedores

carro usado
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Entre outras dicas, vale se certificar quem é o proprietário do veículo e puxar todo o histórico do carro


Para quem vende, é fundamental saber com quem você está fazendo a negociação. Procure levantar ao máximo informações sobre o comprador e não compartilhe dados pessoais antes de descobrir que não se trata de um golpista.

Na hora de receber pelo carro usado , caso o pagamento tenha sido feito em cheque ou dinheiro, espere o valor ser compensado em sua conta. O mesmo vale para os depósitos em caixas eletrônicos. No pagamento em dinheiro, é fundamental checar o valor e a veracidade das notas.

Fonte: IG CARROS

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