Portal Agro

Pecuaristas usam ultrassonografia para selecionar animais de alto padrão e avaliar a qualidade da carne em MT

Publicado


.
Para avaliar a produção bovina, qualidade da carne e identificar os animais elite, o Eng Agrônomo e pecuarista Raul Almeida Moraes Neto, recorreu a tecnologia de avaliação de carcaças em animais vivos, por meio de ultrassonografia bovina, com o propósito de acompanhar a evolução do rebanho da raça Araguaia, criado no interior de Mato Grosso, na fazenda Santa Rita, em Torixoréu, a 550 km de Cuiabá.

A raça de gado de corte, Araguaia, apresenta grande capacidade produtiva e reprodutiva, foi desenvolvida pelo pecuarista e tem o acompanhamento do geneticista, Gismar Silva Vieira e agrega características genéticas de três origens, sendo a fusão entre a francesa blond d’aquitaine, a indiana nelore e a brasileira caracu. O parceiro e sócio-proprietário da Origem Premium, Alexander Estermann ressalta, que a meta é multiplicar os animais mais produtivos e com aptidão para carnes especiais, com qualidade superior.

“Essa técnica do ultrassom, permite acelerar a seleção de animais com maior rendimento de carcaças, melhor rendimento frigorífico e mais aderência aos parâmetros de maciez e de baixo teor de gordura que caracterizam os produtos da Origem Premium”.

O exame é de aplicação no melhoramento genético e indica as dimensões da área de olho de lombo (AOL), de gordura intramuscular da carne e maciez. A ultrassonografia de carcaça permite selecionar animais com alto potencial produtivo e de carne mais macia ao fornecer um levantamento detalhado, sobre as características do rebanho.

Veja Mais:  Produtores que contrataram seguro rural com o apoio do governo federal receberam R$ 341 milhões em indenizações em 2019

“A técnica de ultrassonografia de carcaça é uma tecnologia não nociva, o ultrassom é passado entre as duas últimas costelas, sendo a técnica mais atual. Com esse recurso, a gente consegue prever como o animal vai ser no abate. Identificamos àqueles que produzem maior volume de carne na carcaça e com maior ou menor teor de gordura e maciez e antes, isso só seria possível determinar após o abate. Desse modo, encurtamos e potencializamos o caminho do melhoramento genético, apuramos a quantidade e a qualidade de carne que o bovino vai deixar na indústria frigorífica”, explica o zootecnista, Caio Zacarias.

A 17 anos na criação da raça Araguaia, o pecuarista adotou pela primeira vez a tecnologia para avaliação de carcaças. Com base nos exames de imagem, o criador poderá verificar o desempenho individual dos animais, e determinar por meio do mapeamento genético a classificação de touros, matrizes de maior rendimento e qualidade que possam fornecer carnes no padrão premium.

“Com essa avaliação eu consigo apurar se o animal é mais produtivo, se produz mais carne ou não. Outro resultado é com relação a marmoreio, nós queremos uma carne com menor teor de gordura intramuscular, low fat, e que ofereça uma carne mais macia. Iremos separar os animais mais produtivos e com essas informações, ofertaremos no mercado uma genética superior em produtividade, e uma carne com baixo teor de gordura, mas com extrema maciez. Os melhores animais, multiplicaremos por meio de transferências de embriões, para atender o nosso programa de carne Origem Prêmium/ Raça Araguaia”, avalia o pecuarista.

Veja Mais:  Mapa lança projeto para avaliar e aperfeiçoar os produtos de seguro rural

De acordo com o especialista, os exames apresentaram índices expressivos quanto aos padrões de maciez e baixo teor de gordura. “Os resultados apontaram que os animais apresentam um diferencial, produzem muita carne e baixo teor de gordura, características de carne mais saudável, que classificamos como light”, avalia Zacarias.

As coletas dos exames de maciez da carne serão processados e analisados em laboratório especializado nos EUA , trata-se de uma ferramenta inovadora para aplicação no melhoramento genético dos rebanhos.

 

Assessoria de Imprensa

Comentários Facebook

Portal Agro

Plataforma da análise dinamizada do CAR é apresentada a secretarias estaduais

Publicado


.

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, e o diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro, Valdir Colatto se reuniram nesta sexta-feira (10), por videoconferência, com representantes de secretarias estaduais e institutos de Meio Ambiente para a apresentação da plataforma da análise dinamizada do Cadastro Ambiental Rural (CAR). 

O sistema de análise dinamizada é um programa informatizado, desenvolvido em parceira com a Universidade Federal de Lavras (UFLA), que vai permitir a análise dos cadastros, em larga escala, a revisão das informações que foram declaradas e a verificação da situação da regularidade ambiental, das áreas de preservação permanente, de reserva legal e de uso restrito. Manualmente, um funcionário consegue fazer a análise de um cadastro por dia, o que inviabilizaria a análise das 6,5 milhões de inscrições realizadas.

A ministra Tereza Cristina destacou a necessidade de efetivar a implementação dos dispositivos previstos do Código Florestal Brasileiro. “O Programa de Regularização Ambiental é uma das mais avançadas estratégias de recuperação ambiental do mundo, só a análise dinamizada do CAR permitirá o conhecimento das propriedades rurais brasileiras e o acesso do proprietário aos dispositivos do Código Florestal. Por isso, precisamos das parcerias com os órgãos competentes”.

Valdir Colatto ressaltou que o Sistema de Cadastro Ambiental Rural (Sicar) possui 6,5 milhões de inscrições, no entanto, estima-se que 10% dos proprietários rurais ainda não cadastraram suas propriedades. A inscrição no CAR não tem prazo para encerrar, portanto, ela deve ser feita até dezembro deste ano para o produtor rural participar do Programa de Regularização Ambiental (PRA), nos casos de haver passivos ambientais.

Veja Mais:  Regulamentação do uso de drones em atividades agropecuárias é colocada em consulta pública

“O Serviço Florestal Brasileiro, ao oferecer a análise dinamizada do CAR, está trabalhando para o avanço na implementação dos instrumentos para a regularização ambiental de imóveis rurais e para o pagamento por serviços ambientais previstos no Código Florestal e que são de importância fundamental para a conciliação das políticas ambientais e agrícolas do País. Para isso, estamos apoiando todos os estados para concluírem a inscrição dos pequenos produtores rurais que ainda não tiveram acesso ao CAR”, disse o diretor-geral.

CAR

Existem, atualmente, cerca de 6,5 milhões de imóveis rurais cadastrados em todo o país e distribuídos numa área de 540 milhões de hectares. A implantação da etapa de inscrição no CAR torna possível a condução do monitoramento da vegetação nativa e a aprovação das áreas de reserva legal de imóveis rurais. Além disso, permite maior alcance de atuação do poder público, num país que possui dimensões continentais, particularidades regionais e áreas de difícil acesso.

O novo sistema foi construído a partir de informações associadas, qualificadas e unificadas em uma única plataforma, interligada com outras plataformas estaduais. O resultado esperado é promover o desenvolvimento, a agregação de valor e o aumento da competitividade, rastreabilidade e transparência dos diversos setores do agronegócio brasileiro. A plataforma da análise dinamizada foi construída com apoio das agências de cooperação financeira e técnica alemãs, KfW e GIZ, além do Banco Mundial.

O Serviço Florestal Brasileiro faz a gestão do Sicar e coordena, no âmbito federal, o Cadastro Ambiental Rural, além de apoiar a sua implementação nas unidades federativas. O Cadastro Ambiental Rural é o mais relevante instrumento de implantação do Código Florestal Brasileiro.

Veja Mais:  Mapa lança projeto para avaliar e aperfeiçoar os produtos de seguro rural

*Com informações do Serviço Florestal Brasileiro

Comentários Facebook
Continue lendo

Portal Agro

Aprosoja abre inscrições para primeira turma do curso Soja Plus EaD

Publicado


.

Sustentabilidade

Aprosoja abre inscrições para primeira turma do curso Soja Plus EaD

Aprosoja adotou essa nova plataforma para ampliar os atendimentos ao produtor rural

10/07/2020

O curso Qualidade de Vida no Trabalho, do Programa Soja Plus conta com uma nova plataforma, a modalidade de ensino à distância (EAD), numa parceria entre a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) e a FATEC SENAI MT (Faculdade de Tecnologia Senai MT). As inscrições começam na segunda-feira (13.07), seguem até sexta-feira (17.07) e podem ser feitas site www.aprosoja.com.br. Para primeira turma estão disponíveis 85 vagas.

Conforme consta no regulamento, podem participar produtores rurais, parentes de primeiro grau e representantes do produtor (funcionários).  As aulas da primeira turma estarão disponíveis a partir do dia 20 de julho.  O curso à distância terá 16 horas/aula divididas em quatro módulos que abordarão os seguintes assuntos: Introdução à base legal; Programas de Gestão na Propriedade Rural; Legislação Trabalhista e Previdenciária do trabalho Rural e Edificações Rurais (NR 31, NR 24 e NR 18).

“Aprosoja adotou essa nova plataforma para ampliar os atendimentos ao produtor rural, que agora pode fazer o curso online no conforto de seu lar. O acesso é através da internet, bem simples, garantindo assim a segurança devida a sua saúde, principalmente nesse momento de pandemia”, pontuou a gerente de Sustentabilidade Socioambiental da Aprosoja, Marlene Lima

Veja Mais:  Regulamentação do uso de drones em atividades agropecuárias é colocada em consulta pública

Conforme a equipe de sustentabilidade, responsável pelo curso, ao final de cada módulo será realizada uma avaliação, que serve como uma certificação de cada etapa finalizada. “É importante frisar que, antes de avançar para o módulo seguinte, façam a avaliação do módulo anterior para que tenham um melhor aproveitamento do conteúdo estudado e que caso tenham dúvidas, possam levar para a aula ao vivo. A instrutora ficará disponível aos sábados pela manhã no horário das 08h às 09h para sanar possíveis dúvidas referente ao conteúdo aplicado”, frisou a gerente.

Soja Plus – O Soja Plus é um programa desenvolvido pela Aprosoja desde 2010 direcionado à cadeia produtiva da soja brasileira, fomenta o processo de melhoria contínua da gestão da propriedade rural, contribuindo no desenvolvimento das ações de acordo com os pilares da sustentabilidade. O curso Qualidade de Vida no trabalho do Soja Plus é um dos pré-requisitos para a adesão do associado ao programa.

“O objetivo do programa é orientar o produtor sobre a importância da adoção da gestão da propriedade, de modo que permita a conservação dos recursos naturais, regularização ambiental, diminuição dos riscos, aumento da rentabilidade, melhoria da saúde e da segurança do trabalhador rural. Tudo isso contribui efetivamente para o cumprimento das normas legais, proporcionando segurança técnica e jurídica no desenvolvimento da atividade da rural”, finalizou.

Veja Mais:  Aprosoja abre inscrições para primeira turma do curso Soja Plus EaD

Confira o regulamento completo para participar do curso, clicando aqui.

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

Comentários Facebook
Continue lendo

Portal Agro

Regulamentação do uso de drones em atividades agropecuárias é colocada em consulta pública

Publicado


.

A Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) colocou em consulta pública nesta sexta-feira (10), por 60 dias, a proposta de Instrução Normativa (IN) para regulamentação do uso de aeronaves remotamente pilotadas (RPA), mais conhecidas como drones, em atividades agropecuárias.

Os drones têm ocupado cada vez mais espaço na agricultura e na pecuária. São versáteis, podendo desempenhar diversas funções, variando de acordo com modelo e tecnologias embarcadas. Dentre as atividades que podem ser realizadas com drones, destacam-se topografia, imageamento, monitoramento de culturas, plantio, aplicação de defensivos agrícolas, dentre outras.

As normas deverão ser aplicadas para drones pertencentes as classes 2 (de mais de 25 kg até 150 kg de peso total) e 3 (até 25 kg de peso total), destinadas à aplicação de defensivos, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e sementes. 

Pela proposta, a Instrução Normativa deverá prevê o registro de operadores que utilizem RPA na agricultura, englobando corpo técnico qualificado, com pilotos com curso de piloto agrícola remoto e responsável técnico para coordenar as atividades. Também devem estar previstos os requisitos das aeronaves e equipamentos, e o plano de destinação de resíduos; o registro de entidades de ensino para ministrarem curso de piloto agrícola remoto;  os requisitos operacionais e de segurança operacional, envolvendo a segurança aos operadores e distâncias mínimas a serem respeitadas nas aplicações.

O texto da minuta pode ser acessado por este link e as sugestões deverão ser encaminhadas por formulário disponível neste link.

Veja Mais:  Produtores que contrataram seguro rural com o apoio do governo federal receberam R$ 323 milhões em indenizações em 2019

Informações à imprensa
[email protected]

Comentários Facebook
Continue lendo

Câmara Municipal de Rondonópolis

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana