Saúde

Pedras nos rins: conheça as causas, os sintomas e as formas tratamento

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Pedras nos rins: conheça as causas, os sintomas e as formas tratamento
Redação EdiCase

Pedras nos rins: conheça as causas, os sintomas e as formas tratamento

O cálculo renal pode ser causado por excesso de ingestão de sódio e baixa ingestão de líquidos

Os rins têm o formato parecido com o grão do feijão, cada um tem em média 140g. Eles ficam localizados na parte posterior do abdômen, perto da coluna vertebral. Além de serem responsáveis por filtrar o sangue, possuem diversas funções. “Entre elas, o controle de ácido básico, a eliminação do excesso de sais que ficam armazenados no nosso sangue como sódio, potássio, magnésio, cálcio, e controlar nossa pressão arterial”, explica André Luis Baracat, nefrologista da Beneficência Portuguesa de São Paulo. 

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Importância da água para os rins

Os rins também são responsáveis por controlar a quantidade de água no nosso organismo. O consumo de água é fundamental para o bom funcionamento desses órgãos, além de algumas atitudes. “Evitar uso de anti-inflamatórios, controlar o consumo de proteína, realizar periodicamente exame de urina I e USG renal, para fazer diagnóstico precoce de cálculos renais, tumores e nefrites”, aconselha o urologista Luiz Renato Montez Guidoni. Além disso, a hidratação é fundamental para evitar doenças como as pedras nos rins.

O que são as pedras nos rins? 

O cálculo renal, mais conhecido como pedras nos rins , são formações endurecidas nos rins ou nas vias urinárias, resultantes do acúmulo de cristais existentes na urina. Pode afetar qualquer pessoa, mas alguns grupos são mais atingidos.

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“É mais prevalente em pacientes com antecedente familiar de litíase renal, obesos, com aumento de ácido úrico, após cirurgia bariátrica e usuários de medicações que ajudam a formar cálculos, como o topiramato”, analisa o urologista Luiz Renato Montez Guidoni. 

Causas das pedras nos rins

As pedras podem ser microscópicas ou terem alguns centímetros. “Dentro da nossa população, talvez a maior causa de formação seja a hereditariedade, passada de pai para filho, não tem como concertar. A segunda é a infecção do trato urinário, mais presente nas mulheres”, analisa André Luis Baracat. Hábitos de vida pouco saudáveis, como o excesso de ingestão de sódio, de alimentos ricos em proteína animal e uma baixa ingestão de líquidos, também podem ocasionar a doença.

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Sintomas da doença

Dentre os sintomas mais comuns das pedras nos rins estão:

  • Dor intensa que começa nas costas e irradia para o abdômen em direção à região inguinal. É uma dor que se manifesta em cólicas. Ou seja, com um pico de dor intenso seguido de um período de alívio. Em geral, essas crises são acompanhadas por náuseas e vômitos. 
  • Alteração na cor da urina pela presença de sangue. Ela pode se tornar avermelhada ou escurecida, seguida ou não de dificuldade para urinar. 
  • Suspensão ou diminuição do fluxo urinário. 
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Como prevenir as pedras nos rins

Para prevenir o surgimento de pedras nos rins, recomenda-se o consumo de pelo menos 2 litros de água por dia e uma dieta com pouco sal e pouca proteína. “Além disso, a obesidade está relacionada com a formação dos cálculos. Uma vez formado o cálculo, ele pode sair espontaneamente ou ser removido cirurgicamente. Somente cálculos de ácido úrico tem alguma possibilidade de serem dissolvidos”, explica o urologista. 

Tratamentos para pedras nos rins

Uma opção para o tratamento da cólica renal é o uso de analgésicos, para alívio da dor. “A partir do momento que os exames confirmarem o quadro de obstrução das vias urinárias por cálculo, o tratamento pode ser feito de diversas formas, a depender da intensidade e frequência da dor, presença de febre, alteração na função dos rins e característica dos cálculos, como o tamanho, localização e consistência”, analisa o médico Luiz Renato Montez Guidoni. 

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Tratamento clínico

Segundo o urologista, o tratamento clínico é feito com medicamentos que combatem a dor e facilitam a expulsão do cálculo e, caso haja a necessidade de um procedimento emergencial, costuma ser simples e pouco invasivo. “Com alta hospitalar precoce e recuperação relativamente curta”, completa.  

Luiz Renato Montez Guidoni explica que o cálculo também pode ser fragmentado e retirado. Usualmente no mesmo procedimento é colocado um dreno da via urinária (que fica totalmente interno no paciente), chamado cateter duplo j, que consiste em um fino tubo de silicone que facilita a passagem da urina represada nos rins, e que é retirado alguns dias após o primeiro procedimento. 

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O procedimento também pode ser feito com um aparelho que emite ondas de choque, “que ao atingir o cálculo, normalmente fragmenta-o, com posterior eliminação do cálculo pela urina do paciente”. 

Tratamento natural

Os remédios naturais possuem propriedades que podem ajudar no tratamento e prevenção de diversas doenças, a planta quebra-pedra é uma delas. “Pacientes que sofrem de cálculo renal, que são pedras nos rins, podem fazer uso do famoso chá de quebra-pedra. Ele tem o poder de inibir a formação de pedra, mas já ficou comprovado que, para que isso aconteça e traga benefícios para quem está usando, a erva deve ser ingerida em altíssimas quantidades”, explica André Luis Baracat. O nefrologista ressalta que esse tratamento natural apresenta resultados a longo prazo, consumindo alguns litros por dia. 

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Fonte: IG SAÚDE

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Entenda a importância dos estímulos para o desenvolvimento infantil

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Entenda a importância dos estímulos para o desenvolvimento infantil
Redação EdiCase

Entenda a importância dos estímulos para o desenvolvimento infantil

Quando se fala em estímulos, é comum pensarmos em ações especializadas para garantir o avanço de determinadas competências das crianças. Mas será que quando tratamos da educação de crianças de zero a três anos esta ideia se aplica? Creio que em parte, sim, porém, considero que estímulo seja algo comum e necessário para todas as interações estabelecidas com as crianças pequenas. 

Tipos de estímulos 

Pais e educadores devem considerar que o princípio básico da estimulação está na qualidade do toque, do olhar, do afeto, do contato físico, do tom de voz e da disponibilidade para estar com as crianças. Quando pensamos em estímulo, podemos nos referir às conquistas motoras, ao autocuidado, à comunicação, à interação e à disponibilidade para a aprendizagem. 

Benefícios do estímulo para o autocuidado

Partindo destas ideias, vou tratar aqui dos estímulos para o autocuidado , pois considero que uma criança que consiga, progressivamente, identificar e dar conta de solucionar os próprios incômodos, é uma criança que se torna capaz de locomover-se e comunicar-se com qualidade. 

A ideia central é garantir a progressiva autonomia e inclusão das crianças na realização de ações do dia a dia, pois isto contribui para que se tornem pessoas responsáveis e comprometidas consigo mesmas e com os outros. 

Necessidade de cuidados 

Considero importante dar um status diferenciado para os estímulos que podem ser considerados triviais, justamente por ser comum observarmos crianças grandes (maiores de três anos), que pouco se responsabilizam com os cuidados básicos de organização de espaços, mais dependentes de adultos do que deveriam ser nos momentos de alimentação, trocas de roupa e banho… Isso talvez porque seus cuidadores dedicaram pouco tempo para os estímulos do dia a dia, como se, cuidar de si e dos outros, fosse algo totalmente natural.  

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Por Ana Paula Yazbek

Formada em pedagogia pela Universidade de São Paulo, especialista em educação de crianças de zero a três anos, pelo Instituto Singularidades, mestre em educação pela Faculdade de Educação/USP. É diretora pedagógica e sócia do Espaço Ekoa, escola que atende crianças entre quatro meses e sete anos. 

Fonte: IG SAÚDE

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Saiba qual frequência o lençol deve trocado e lavado

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Prefira lençóis de algodão e linho aos sintéticos, porque esquentam menos
Thinkstock/Getty Images

Prefira lençóis de algodão e linho aos sintéticos, porque esquentam menos

Você já se perguntou com que frequência deveria trocar e lavar o lençol da sua cama? É uma indagação simples, mas pesquisas recentes mostram que muitas pessoas tem hábitos errados quanto o assunto e prolongam por muito tempo a ida da roupa de cama a máquina de lavar. Muito mais do que o período recomendado por especialistas e acabam ajudando na proliferação de germes e bactérias naquilo que deveria ser um dos lugares mais limpos da casa, a cama.

Uma pesquisa feita no Reino Unido, pela YouGov, por exemplo, mostra que a idade e o gênero têm grande relação com o descuido na hora de levar lençóis para a lavagem. Qualquer pessoa que considere passar a noite na casa de um jovem adulto deve tomar cuidado. O estudo, de 2016, ouviu cerca de 1000 pessoas, desses, 37% dos menores de 30 anos, esperam até quase dois meses para lavar seus lençóis.

O número é surpreendente quando descobrimos que quase 50% das pessoas com mais de 45 anos lava seus lençóis toda semana. Os jovens adultos acreditam que “higienizar regularmente” a roupa de cama é a cada duas semanas, e 58% desse público faz isso. 1 em cada 10 troca a roupa de cama semanalmente.

A pesquisa também apontou que o gênero também importa. Os homens em geral são mais descuidados nas atitudes em relação aos lençóis limpos do que as mulheres. 44% das mulheres limpam seus lençóis pelo menos uma vez por semana, em comparação com 32% dos homens.

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6% de homens e mulheres, no entanto, formam o “grupo central imundo” que higieniza os lençóis no mínimo a cada sete semanas.

Mas qual é o período certo para a retirada e higienização das roupas de cama? a companhia de saúde, Sleep Foundation, recomenda que a maioria das pessoas lave seus lençóis uma vez por semana. Entretanto, para aqueles que tem bichos de estimação dentro de casa e que dormem em cima da cama, o ideal seria lavar a cada 3 a 4 dias – pelo menos duas vezes durante a semana.

Isso porque, por mais que os bichanos estejam dentro de casa, eles ainda carregam bactérias e sujeiras que podem ser prejudiciais a nossa saúde. Sem contar que os nossos lençóis absorvem toda a nossa sujeira como suor, fluídos e óleos corporais e os temidos ácaros, criaturas microscópicas que se alimentam das células da pele. Um colchão usado típico pode ter de 100.000 a 10 milhões dessas bactérias.

Ainda segundo o estudo, nós perdemos cerca de 3,9 quilos de células de pele ao longo de 365 dias e grande parte disso inevitavelmente acaba nas camas, lugar onde passamos um terço de nossas vidas.

Outro estudo

Uma pesquisa um pouco mais antiga da mesma empresa, YouGov, de 2014, separou os britânicos em grupos dos mais limpos ao sem limpeza nenhuma. Apenas 3% do público inglês lava seus lençóis mais de uma vez por semana e são considerados os “maníacos por limpeza”, um terço deles, ou seja 33%, se enquadra na categoria “limpadores semanais” e o maior grupo é o “limpadores a cada duas semanas”, com 35%.

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Há um outro grupo, mais abaixo, considerado sem limpeza nenhuma que são pessoas que esperam até sete semanas para limpar o lençol da cama e cerca de 37% desse grupo, ou seja, mais de um terço, são jovens de 18 a 24 anos. Como medida de comparação, a porcentagem desse grupo cai para 14% entre pessoas com mais de 60 anos.

Os homens e as mulheres também têm uma pequena diferença no tempo em que sentem que os lençóis se tornam “nojentos”. Para o sexo masculino, a roupa de cama fica insustentável depois de seis semanas sem uma higienização. Já para as mulheres, o ideal é não deixar de levar para a máquina de lavar passar de 5 semanas.

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Fonte: IG SAÚDE

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4 dicas para diminuir o colesterol ruim

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4 dicas para diminuir o colesterol ruim
Vitoria Rondon

4 dicas para diminuir o colesterol ruim

No dia 8 de agosto é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Colesterol. A data tem como principal objetivo conscientizar as pessoas sobre os riscos da doença. Segundo informações do Ministério da Saúde, 4 em cada 10 brasileiros têm colesterol alto. Isso porque os novos hábitos de vida têm aumentado o consumo de alimentos gordurosos e processados.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) entre 2017 e 2018, revelou que 50,5% da alimentação dos brasileiros era processada. Dados como esses demonstram a importância de adotar novos hábitos de vida, como explica a médica cirurgiã Dra. Aline Lamaita.

“O grande problema dos altos níveis de colesterol no sangue está no fato de ser uma intercorrência silenciosa. O colesterol aumentado pode não causar sintoma nenhum, obstruindo as artérias aos poucos. Então, em alguns casos, a primeira manifestação da alta do colesterol é um evento como infarto ou derrame, quando já é tarde para prevenir”, alerta a especialista.

Para ajudar a controlar os níveis de colesterol, a médica nefrologista Caroline Reigada, a cirurgiã Aline Lamaita e a médica nutróloga Marcella Garcez elencam 4 dicas. Confira!

1. Faça exercícios físicos 

Praticar atividade física é uma das medidas mais eficazes para quem deseja reduzir o colesterol ruim (LDL). Para isso, fazer caminhada, correr, subir escadas ou praticar natação regularmente são excelentes opções. “Ser ativo por 30 minutos na maioria dos dias pode ajudar a reduzir o colesterol ruim e aumentar o colesterol bom”, explica a Dra. Caroline Reigada.

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2. Consuma alimentos ricos em fitoesteróis

Segundo a médica nutróloga Dra. Marcella Garcez, consumir diariamente alimentos ricos em fitoesteróis, como óleos vegetais, nozes, castanhas e chocolate amargo pode ajudar a reduzir o colesterol ruim do corpo. A prática também ajuda a evitar o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

“Aposte em alimentos ricos em ômega 3, como o salmão e nas sementes de linhaça e chia. O ômega 3 é responsável por prevenir doenças cardiovasculares, evitar a formação de coágulos, diminuir os níveis de colesterol total e de LDL colesterol e aumentar os níveis de HDL”, diz a especialista.

3. Aumente a ingestão de fibras 

Uma alimentação rica em fibras pode trazer inúmeros benefícios para o corpo, pois elas inibem a formação de gordura no fígado. A aveia é uma excelente opção de fibra. “Já que contém uma fibra solúvel chamada betaglucana, que retarda o esvaziamento gástrico, promovendo maior saciedade, melhora a circulação, controla a absorção de açúcares e inibe a absorção de gorduras […]”, diz a Dra. Marcella Garcez.

A médica ainda explica que as frutas cítricas também são excelentes aliadas no controle do colesterol, pois são ricas em fibras e substâncias antioxidantes “[As frutas] limitam a absorção do colesterol no intestino e ajudam a reduzir os níveis de LDL no organismo”, destaca a Dra. Marcella Garcez. Por isso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo de cinco porções diárias de frutas e vegetais.

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4. Invista em gorduras boas

Assim como evitar a ingestão de gorduras ruins e alimentos processados pode ajudar a reduzir o colesterol ruim (LDL), consumir produtos que são fontes de gordura boa (HDL) é essencial para equilibrar o nível de colesterol no organismo. Apesar de não reduzir os níveis de LDL, esses alimentos aumentam o HDL. “O azeite, a castanha, o abacate e os peixes, por exemplo, são ricos em gorduras benéficas para o organismo “, indica a Dra. Aline Lamaita.

Fonte: IG SAÚDE

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