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PlayStation 5 deve ser revelado em fevereiro

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Reprodução/LetsGoDigital

Imagem vazada no PlayStation 5


Há alguns dias, a Sony confirmou que não participaria da E3 2020 , sendo este o segundo ano em que a empresa fica de fora do famoso evento. Por isso, todos esperam que o PlayStation 5 , próximo console da marca, seja apresentado em um evento próprio em algum momento deste ano. Agora, um membro conhecido da indústria afirma que o evento de revelação do console está “a menos de quatro semanas”.

Quem fez a declaração foi David Jaffe , desenvolvedor de games como ‘God of War’ e ‘Twisted Metal’, o que significa que ele pode saber mais sobre o assunto do que a maioria das pessoas.


Os comentários de Jaffe fazem sentido, principalmente se considerarmos que o anúncio do console anterior, o PlayStation 4 , também ocorreu em fevereiro. Além disso, essa informação corrobora outro rumor anterior, em que um usuário do fórum 4chan revelou diversas informações sobre o console e sobre seu mês de anúncio. Segundo ele, o videogame seria revelado em fevereiro, com a pré-venda começando em alguns mercados selecionados logo em seguida.

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A única diferença em relação ao vazamento do usuário do fórum é o dia da revelação. A declaração de Jaffe dá a entender que o evento poderia ocorrer em 15 de fevereiro – ao contrário do vazador que aponta para 5 de fevereiro.

A Sony ainda não enviou convites para o evento ou sequer confirmou que ele será realizado em fevereiro. Entretanto, como as coisas acontecem muito rápido na indústria dos games , podemos nos surpreender em breve com a convocação para um evento surpresa.

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Xbox Series X e S serão vendidos no Brasil a partir de R$ 2.999

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Xbox Series X
Foto: Microsoft/ Divulgação

Xbox Series X/ S

Na noite desta segunda-feira (21), a Microsoft  revelou o preço das duas versões do novo Xbox  para o Brasil. O Series X , considerado um dos consoles mais poderosos já criados, chega às lojas em novembro por R$ 4.999; enquanto o Series S , versão mais simples do videogame e sem leitor de discos, será lançada na mesma data por R$ 2.999.

Apesar disso, por problemas operacionais, a pré-venda brasileira não vai começar na mesma data global , nesta terça-feira (22). A conta oficial do Xbox no Twitter informa que, em breve, deve ter mais novidades sobre o assunto. 

Diferenças entre as versões

Os consoles não se diferem apenas no preço e no tamanho, há configurações distintas. Vale analisar separadamente o que cada um oferece para definir qual se enquadra melhor às suas necessidades.

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A diferença que acaba chamando muita atenção é a resolução. Enquanto o Series X consegue atingir uma resolução em 4K, o S chega a 1440p – ambos com taxa de quadros máxima de 120 fps.

O SSD, que é a capacidade de armazenamento do console , chega a 1 TB no Series X e a 512 GB no Series S. É uma boa diferença considerando que 1 TB equivale a 1024 GB – no entanto, esse não deve ser o valor de armazenamento presente, já que uma parte deve ser reservada para o espaço interno do sistema.

A última grande diferença está na capacidade de reproduzir mídias físicas. O Series S não possui um leitor de disco, sendo um console totalmente digital – assim como o Xbox One S All-Digital. Enquanto isso, o Series X conta com um drive de disco 4K UHD Blu-ray.

Em comparação a atual geração, o Xbox Series S oferece 4x o poder de processamento de um Xbox One . O seu SSD é alimentado pelo Xbox Velocity Architecture, o que traz 40x a largura de banda I / O de um Xbox One, o que significa carregamentos mais rápidos e uma taxa de quadros mais estável.

Jogos disponíveis no lançamento

A Microsoft  pretende oferecer alguns títulos bastante interessantes já no lançamento do Xbox Series X/ S . Dentre as adições estão ‘Assassin’s Creed Valhalla’, ‘Yakuza: Like a Dragon’ e ‘Destiny 2: Beyond Light’. Por enquanto, ao que parece, o console não vai contar com jogos exclusivos em seu lançamento, mas isso não quer dizer que o sistema fique para trás no início da geração.

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Talvez o recurso mais expressivo seja o Xbox Game Pass que, com uma assinatura fixa mensal, oferece um catálogo com mais de 100 jogos de diversos gêneros, incluindo alguns lançamentos. Confira a lista completa de jogos disponíveis no lançamento dos novos Xbox:

  • ‘Assassin’s Creed Valhalla’
  • ‘Destiny 2: Beyond Light’
  • ‘Dirt 5’
  • ‘Fortnite’
  • ‘Gears Tactics’
  • ‘Tetris Effect: Connected’
  • ‘Yakuza: Like a Dragon’

Além desses jogos , os novos consoles terão à disposição diversos outros títulos por meio da retrocompatibilidade oferecida pela Microsoft . Segundo a empresa, os videogames terão a capacidade de rodar jogos de todos os aparelhos anteriores da marca – Xbox clássico, Xbox 360 e Xbox One.

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Algoritmos racistas: entenda como funciona o problema que atingiu o Twitter

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algoritmos
Unsplash/Shawn Fields

Algoritmos racistas privilegiam pessoas brancas

No último final de semana, o Twitter foi acusado de utilizar um algoritmo racista para definir os cortes de imagens na rede social. Em diversos testes realizados pelos usuários, independentemente da quantidade de pessoas negras e brancas em uma imagem, a inteligência artificial da plataforma insiste em criar a miniatura da foto a partir de um rosto branco.

Isso acontece porque o algoritmo define que essa é a parte mais importante da imagem. Apesar do assunto ter ganhado a internet, algoritmos enviesados, como são chamados, não são novidade – e muito menos exclusividade do Twitter

Algoritmos enviesados

Há anos, o assunto é discutido na comunidade tecnológica, mas os avanços parecem lentos. Um dos grandes nomes nessa luta é o da cientista da computação ganense-americana Joy Buolamwini. “O viés algorítmico, assim como o viés humano, resulta em injustiça. No entanto, algoritmos podem espalhar preconceitos em grande escala em um ritmo rápido”, disse ela, em uma palestra em 2016 .

Joy explica que os algoritmos racistas surgem no momento em que eles são criados. Para um sistema de reconhecimento facial, por exemplo, o software utiliza de aprendizado de máquina para determinar o que é um rosto. 

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Nesses casos, a inteligência artificial aprende com bancos de dados. Quem programa o sistema define uma meta de sucesso que, nesse caso, é a definição de um rosto. Para isso, ele mostra imagens de rostos para o algoritmo, que vai aprendendo o que é e o que não é um rosto.

Essa meta de sucesso, porém, é baseada em um banco de dados. Se nele só tiver fotos de pessoas brancas, essa será a definição de sucesso. Quando o algoritmo se deparar com uma pessoa negra, ele não irá identificar que há um rosto ali.

“Se os conjuntos de treinamento não são realmente tão diversos, qualquer rosto que se desvie muito da norma estabelecida será mais difícil de detectar”, explicou Joy.

O maior problema, nesses casos, é que grande parte dos sistemas de reconhecimento facial utilizam software e/ou bancos de imagens prontos. Estes geralmente são pouco diversos, criando algoritmos cada vez mais preconceituosos.

Não é só uma foto

Esse tipo de erro não acontece apenas em sistemas como o do Twitter . A própria Joy demonstra um sistema de reconhecimento facial que permitia a interação com um espelho que só a reconhecia quando ela estava com uma máscara branca. 

E não para por aí. Em 2017, um vídeo circulou na internet mostrando uma saboneteira automática que só liberava o produto quando detectava uma mão branca. 

Os problemas podem ir ainda além, atingindo situações mais graves. Um carro autônomo com algoritmo enviesado pararia diante de um pedestre negro, por exemplo? Além de questões futuras, o uso de algoritmos já prejudica a população negra atualmente. 

Recentemente, um levantamento da Rede de Observatórios da Segurança mostrou que 90,5% das pessoas presas por reconhecimento facial em câmeras de segurança no Brasil eram negras. 

O estudo analisou prisões realizadas na Bahia, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraíba e Ceará. Nos casos de software usados para fins policiais, a meta de sucesso do algoritmo é baseada na semelhança com pessoas com mandados de prisão em aberto, e pode acabar prejudicando a população negra.

Durante os quatro dias do carnaval de 2019 em Feira de Santana, na Bahia, o monitoramento por câmeras identificou 1,3 milhões de rostos, como informa o The Intercept Brasil. Desses, 903 geraram alertas, o que gerou o cumprimento de 18 mandados e na prisão de 15 pessoas. Isso significa que, dos alertas emitidos, 96% não resultaram em nada – uma quebra de privacidade na vida de muitas pessoas, em sua maioria, negras.

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O jeito como você se mexe pode definir os anúncios que você recebe online

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Unsplash/Alex Ware

Posição do celular pode fornecer dados importantes a empresas

O modo como empresas coletam seus dados na web para personalizar anúncios pode estar mudando. Google e Apple , por exemplo, têm unido esforços para uma abordagem mais sutil, também por isso os métodos atuais podem estar direcionados para uma mudança.

A nova estratégia deverá utilizar sensores já acoplados em smartphones para identificar a localização do usuário, tornando mais importante onde a pessoa se encontra do que o que ela está fazendo na web. Tal ferramenta poderá ser incorporada considerando a maior consciência por parte dos clientes de serviços digitais quanto a sua própria privacidade.

Para isto, empresas poderão usar os sensores que possibilitam acesso às bússolas diretamente no telefone, por exemplo. O componente também pode ser percebido na simples virada automática de tela quando se quer assistir a um filme na posição horizontal. O objetivo seria combinar o que já se sabe sobre o usuário com o que ele está fazendo fisicamente por meio destes sensores.

Sen, um dos fundadores da Number Eight, startup de inteligência contextual do Reino Unido, afirma ao site Ars Technica que, desta forma, é possível saber se os donos dos celulares estão correndo ou sentados, perto de um parque ou museu, dirigindo ou andando de trem.

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Já nesta linha, a Number Eight construiu uma tecnologia que coleta dados de viagens de passageiros do transporte público de Londres por meio de sensores. A ferramenta foi baseado na tarifa de ônibus e trens que varia de acordo com a distância percorrida pelo indivíduo. Com a ideia, foi possível cobrar a taxa de forma automática assim que alguém saia do trem ou do ônibus.

Comportamento físico

Outra possibilidade seria direcionar anúncios para smartphones cujos sensores indicam atividade no celular depois de horas de descanso, ou às pessoas que viajam de trem depois das 17 horas, por exemplo. Considerando os dados apresentados pelos sensores, seria possível elaborar um contexto sobre o comportamento físico do usuário em questão.

“As marcas são obrigadas a repensar suas campanhas, que sempre foram: ‘Quero conhecer o indivíduo e saber suas preferências'”, disse Sen. “Você não precisa conhecer o indivíduo. Você só precisa saber se o seu produto ou serviço vai chegar ao público certo”, acrescentou.

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