Policial
Polícia Civil prende homem e mulher suspeitos de homicídio em Sorriso
Assessoria | PJC-MT
Equipes da Polícia Civil de Sorriso (420 km ao Norte) cumpriram dois mandados de prisão contra um casal investigado pelo crime de homicídio. Os suspeitos, ele: S. V. V., 26 anos, e ela: T. C. D. M., 21 anos, tiveram mandados de prisão temporária (30 dias) decretados no inquérito policial que apura o assassinato de Mário Felipe Guaberto Abreu, 28 anos, ocorrido no dia 22 de março, no bairro Jardim América, em Sorriso.
Uma testemunha também foi conduzida coercitivamente até a Delegacia para prestar esclarecimentos sobre os fatos.
Os trabalhos, sob a coordenação da Divisão de Homicídios da Delegacia de Sorriso, e presididos pelo delegado Nilson Faria de Oliveira, constatou a participação do casal no crime. Segundo a apuração, a moça T.C.D.M, 21, à época do crime, era convivente da vítima Mário Felipe Guaberto. Ela morava há cerca de 2 meses com a vítima que foi assassinada a tiros, mas tinha relacionamento de cerca de 7 meses.
O segundo suspeito, S. V. V., é ex-companheiro da moça, com quem conviveu por mais de 5 anos e possuem um filho de 2 anos do relacionamento. No curso da investigação, a Polícia apurou tratar-se de crime motivado por questões de ciúmes da moça e também com o filho deles, pois a vítima (Mário) queria que a criança também morasse com eles, já que o menino vivia com o pai (S. V. V.), que é suspeito de ter matado a vítima por ciúmes da ex-mulher e do filho.
Outro ponto, segundo a investigação, é o fato do suspeito também não aceitar o fim do relacionamento da moça com a vítima.
A Polícia Civil apura a informação, que surgiu por meio de uma testemunha ouvida nos autos, que 24 horas antes do crime, a vítima tinha sido ameaçada pelo suspeito na presença da jovem, sua ex-mulher.
Por esse fato e outros omitidos no curso da investigação, a jovem também teve a prisão representada pela Polícia Civil, com o objetivo de esclarecer pontos ainda obscuros na investigação, como possível interesse patrimonial em relação a vítima, que era empregado de uma empresa cerealista e tinha seguro de vida.
Policial
Pedido de soltura de bombeiro acusado de atirar contra residência é negado em Rondonópolis

A tentativa da defesa de transferir para o regime domiciliar o bombeiro militar, acusado de disparar contra uma residência em Rondonópolis (MT), foi rejeitada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). O desembargador Paulo Sergio Carreira de Souza, da Terceira Câmara Criminal, manteve a prisão preventiva do militar, que buscava o atual companheiro de sua ex-namorada. Os advogados pleiteavam a substituição da pena por prisão domiciliar combinada com monitoramento eletrônico e tratamento psiquiátrico, alegando que o acusado sofre de transtornos mentais e necessita de acompanhamento especializado.
O episódio, ocorrido na noite de 2 de abril, gerou pânico entre os moradores da região. Conforme os autos, uma testemunha relatou à Polícia Civil que precisou correr para se proteger com o filho pequeno nos braços assim que os tiros começaram. No local do atentado, a perícia recolheu oito cartuchos deflagrados de calibre 12, e o cão da família acabou baleado na perna. O bombeiro foi identificado por meio de câmeras de segurança e, posteriormente, apresentou-se à delegacia com o auxílio de um sargento da corporação, resultando em uma denúncia formal pelos crimes de disparo de arma de fogo e maus-tratos a animais.
Ao avaliar o pedido de habeas corpus, o desembargador considerou a prisão preventiva legítima e necessária para a garantia da ordem pública, dada a gravidade da conduta do agente. O magistrado destacou que o tribunal de segunda instância não poderia atropelar a análise do juiz de origem em Rondonópolis, que ainda avalia a aplicação de medidas cautelares alternativas. Além disso, o argumento defensivo sobre a demora na realização da perícia psiquiátrica — agendada apenas para agosto — não foi conhecido nesta ação, sob a justificativa técnica de que não se deve misturar debates sobre a legalidade da prisão com a celeridade de exames de insanidade mental em um mesmo recurso.
Apesar de manter a detenção, o Judiciário demonstrou atenção às condições de saúde do réu. No despacho, o desembargador determinou que a direção da unidade prisional onde o militar está encarcerado preste informações detalhadas, no prazo legal, sobre a estrutura de atendimento interno. O estabelecimento penal deverá esclarecer se dispõe de profissionais habilitados nas áreas de psicologia e psiquiatria, se o paciente já está recebendo o devido acompanhamento especializado e qual tem sido a sua resposta clínica ao tratamento oferecido.
Policial
Corpo de Bombeiros combate incêndio em três carretas estacionadas em posto de combustível

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na segunda-feira (25.5), um incêndio que atingiu três carretas que estavam estacionadas no pátio de um posto de combustíveis às margens da BR-163, em Rondonópolis (a 215 km de Cuiabá).
A equipe do 3º Batalhão de Bombeiros Militar (3º BBM) foi acionada após o fogo começar em uma das carretas e se alastrar para os outros dois veículos, que estavam vazios no momento da ocorrência. Conforme informações no local, as chamas tiveram início no veículo estacionado ao centro e se propagaram rapidamente para as carretas ao lado devido à proximidade entre elas.
Quando os bombeiros chegaram, o incêndio já estava em grandes proporções. Os militares iniciaram imediatamente o combate às chamas e conseguiram controlar e extinguir o fogo, evitando que o incêndio atingisse estruturas próximas ao posto de combustíveis.
Após a extinção das chamas, a equipe realizou o trabalho de rescaldo para eliminar possíveis focos remanescentes e garantir a segurança da área. Não há informações sobre as causas do incêndio.
Policial
Suspeitos são detidos por tráfico de drogas após resistência à abordagem policial em Alto Garças

Durante patrulhamento em Alto Garças, uma guarnição da Polícia Militar foi acionada por meio de denúncia anônima informando sobre um possível ponto de comércio de entorpecentes em uma residência localizada na Avenida Mato Grosso, abaixo de um supermercado nesta terça-feira (26).
Ao chegar ao local, os policiais perceberam forte odor de maconha vindo da residência. Durante a abordagem, um dos suspeitos desobedeceu às ordens da equipe policial e avançou em direção aos militares com a mão na cintura, sendo necessário efetuar dois disparos de arma de fogo para cessar a possível agressão.
Na sequência, o suspeito retirou um aparelho celular da cintura e o arremessou ao chão, danificando o objeto, vindo posteriormente a se deitar no solo. Outro suspeito também apresentou resistência, retirando um objeto da cintura e o lançando sobre o telhado de uma residência vizinha. Apesar das buscas realizadas, o material não foi localizado. A terceira suspeita colaborou com a ação policial.
Durante buscas no imóvel, os policiais localizaram três porções análogas à maconha, um rolo de papel filme utilizado para embalo da substância, três aparelhos celulares e a quantia de R$ 704,50 em espécie.
Todos os suspeitos, bem como os materiais apreendidos, foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Alto Garças para as providências cabíveis.
Nenhum dos suspeitos foi atingido pelos disparos, sendo todos apresentados sem lesões corporais.
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